Tag: Philadelphia Sixers

  • Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Olha, quando eu vi essa notícia do Mike Gansey indo pros Sixers, minha primeira reação foi: “Quem?” Mas depois de dar uma pesquisada no cara, confesso que fiquei animado com essa escolha. Philadelphia finalmente tem seu novo presidente de operações de basquete, e não é qualquer um não.

    Gansey vem direto de Cleveland, onde era o braço direito do Koby Altman e GM dos Cavaliers desde 2022. E cara, o currículo do homem impressiona — 13 anos na organização, começou lá embaixo cuidando do time da G-League (na época ainda chamava D-League) e chegou até ser executivo do ano em 2017.

    O que me deixa otimista com essa contratação

    Sabe o que mais me chama atenção no trabalho do Gansey? O cara não tem medo de fazer trade arriscado. Foi ele quem ajudou a trazer o Donovan Mitchell em 2022 — uma negociação que todo mundo duvidava mas que deu super certo. E este ano ainda conseguiram o James Harden (que tá sendo um monstro em Cleveland, diga-se de passagem).

    Isso é exatamente o que Philadelphia precisa neste momento. Porque, sejamos sinceros, a situação dos Sixers tá complicada pra caramba.

    A missão impossível que o espera em Philly

    Gansey assume o lugar do Daryl Morey, que foi mandado embora depois daquela varrida vergonhosa pros Knicks nos playoffs. E olha, o cenário que ele vai encontrar não é nada fácil.

    Joel Embiid com 32 anos, $188.3 milhões garantidos pelos próximos três anos e um histórico de lesões que dá dó — o cara não consegue jogar seis jogos seguidos desde dezembro de 2023. Imaginem só. Paul George com mais de 50 milhões por temporada e idade chegando. É muita grana presa em jogadores que você não sabe se vão estar em quadra quando mais precisar.

    A única luz no fim do túnel é o Tyrese Maxey, que tá se tornando uma estrela de verdade. O garoto tem tudo pra ser o futuro da franquia, mas será que consegue carregar esse time nas costas?

    Sinceramente? Acho que Gansey vai ter que fazer escolhas bem difíceis nos próximos meses. Vocês acham que ele vai tentar trocar o Embiid ou vai apostar numa última tentativa com esse núcleo? Porque uma coisa é certa: do jeito que tá, não dá pra continuar. Philadelphia merece coisa melhor que essas eliminações precoces.

    O cara mostrou que sabe trabalhar com orçamento apertado e fazer milagres acontecerem. Agora é torcer pra ele conseguir repetir a fórmula na Cidade do Amor Fraterno.

  • Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Olha, vou ser sincero: Kelly Oubre Jr. foi uma das poucas consistências dos Sixers numa temporada que foi uma verdadeira montanha-russa. Enquanto o time oscilava entre jogar como campeão e parecer um time de colégio, o cara se manteve firme entregando o que dele se esperava.

    Os números não mentem: 14.1 pontos por jogo com um true shooting de 58% — o melhor da carreira dele. Cara, 58%! E ainda pegou 5.0 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubadas de bola em pouco mais de 31 minutos por noite. O monstro simplesmente evoluiu.

    O salto no arremesso de 3

    A evolução mais impressionante do Oubre foi de longe. O cara saiu de 32.7% das tentativas de campo vindos do perímetro na temporada passada para 43.9% este ano. E não foi só volume — a eficiência também subiu. Acertou 36% das bolas de três (4.8 tentativas por jogo), que é o melhor percentual da carreira dele.

    Mesmo focando mais no arremesso de longa distância, ele manteve a letalidade perto da cesta: 68.9% de aproveitamento em tentativas dentro dos três pés. Atleticismo + tamanho + finalização = pesadelo para qualquer defesa.

    A versatilidade defensiva dele continua sendo absurda. Consegue marcar alas e armadores com a mesma eficiência, usando o físico e a velocidade lateral pra incomodar qualquer um. É o tipo de jogador que todo técnico quer ter — aquele que aceita qualquer missão.

    Os playoffs foram cruéis

    Aí que mora o problema. Justamente na hora que mais importa, o arremesso simplesmente sumiu. Nos playoffs, Oubre acertou apenas 25.6% das bolas de três (10 em 39 tentativas). Foi doloroso de assistir, principalmente porque ele estava encontrando espaços bons pra arremessar.

    Essa inconsistência nos momentos decisivos é exatamente o que separa ele de ser um titular indiscutível para ser aquele sexto homem de luxo que entra 25-30 minutos. E olha que diferença isso faz no valor de mercado do cara.

    Free agency chegando

    E agora vem a questão do milhão: Oubre vai ficar na Filadélfia? O contrato de dois anos por US$ 16.3 milhões acabou — que negócio absurdo foi esse, por sinal — e ele está livre no mercado.

    Nas entrevistas pós-temporada, deu pra sentir que ele curtiu mesmo jogar pelos Sixers. “Eu amo meus caras”, disse ele. “O basquete se reinventou pra mim através de lentes diferentes durante minha passagem aqui.” Mas também deixou claro que não sabe o que esperar da free agency.

    Na minha visão, seria burrice dos Sixers não tentar manter o Oubre. Por esse preço? É um dos melhores custo-benefício da liga. O cara traz energia, defesa, versatilidade e ainda está melhorando o arremesso. Aos 28 anos, está no auge da carreira.

    Vocês acham que ele fica na Filadélfia ou algum time vai fazer uma oferta irrecusável? Eu apostaria que os Sixers vão fazer de tudo pra renovar. Perder um jogador desse calibre seria um tiro no pé.

  • McCain nos Thunder dói demais – onde os Sixers erraram feio

    McCain nos Thunder dói demais – onde os Sixers erraram feio

    Cara, assistindo essas finais de conferência eu só consigo pensar numa coisa: como os Sixers se foderam bonito com essas decisões horríveis nos últimos anos. McCain jogando pelos Thunder e Champagnie sendo titular nos Spurs? Isso dói na alma de qualquer torcedor dos Sixers.

    Olha, eu nunca vou esquecer da virada épica contra os Celtics na primeira rodada — sair de 3-1 e ganhar foi um negócio de arrepiar mesmo. Mas aí veio a realidade: os Knicks passaram o rodo na gente nas semifinais. Varreram. E fizeram a mesma coisa com Cleveland depois.

    O problema é mais profundo que parece

    A real é que os Sixers estão vivendo no passado, mano. Essa obsessão do Morey por montar um “Big 3” é coisa de 2010. Os times que estão brigando pelo título hoje — Thunder, Spurs, Knicks — mostraram que o negócio agora é profundidade e desenvolvimento.

    Alex Caruso seria o quarto melhor jogador dos Sixers, pensa nisso. Miles McBride teria uma torcida organizada aqui em Philly de tanto que ia render. Enquanto isso, a gente tá aí com um elenco pesadão em cima e fraco embaixo.

    E o McCain? Rapaz, isso me deixa puto toda vez que penso. O garoto tinha tudo pra ser uma peça importante aqui, mas o Nick Nurse simplesmente ignorou o moleque. Preferiu apostar em jogador medíocre sem futuro do que dar chance pro rookie se desenvolver.

    McCain nos Thunder é de chorar

    Agora o cara tá lá em Oklahoma City arrebentando. 37,3% de três em 15 minutos por jogo nos playoffs — e olha que pode chegar na final da NBA no segundo ano de carreira! Será que ia virar estrela? Talvez não. Mas ia ajudar demais contra Boston e New York com aquele contrato baratinho de rookie.

    E tem mais: Julian Champagnie. Lembram dele? Passou pelos Sixers em 2023, jogou míseros sete minutos e foi dispensado. Hoje? Titular absoluto dos Spurs nessa corrida ao título. A duas vitórias de jogar uma final da NBA.

    Sinceramente, isso mostra como a organização não tem paciência pra desenvolver ninguém. Querem resultado imediato e se fodem no longo prazo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem sair dessa mentalidade ultrapassada? Porque do jeito que tá, vão continuar assistindo os playoffs de casa enquanto ex-jogadores da casa brilham em outros times.

  • Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Cara, eu sempre acreditei que esse dia chegaria. Tyrese Maxey acabou de ser selecionado para o All-NBA Third Team de 2025-26 — primeira vez na carreira dele. E olha, não podia estar mais feliz por esse moleque.

    Do 21º pick do draft para um dos 15 melhores da liga. Essa é a história do Maxey, que dividiu o terceiro time com Jalen Duren, Chet Holmgren, Jalen Johnson e Jamal Murray. Uma companhia e tanto, diga-se de passagem.

    Os números que convenceram todo mundo

    Os números do garoto foram simplesmente absurdos: 28.3 pontos, 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por jogo. Ah, e liderou a NBA em minutos jogados por partida — o cara literalmente não saía de quadra. Aproveitamento de 46.2% nos arremessos de quadra, 36.7% nas bolas de três e 89.2% nos lances livres.

    Sinceramente? Eu acho que ele merecia estar no segundo time. No início da temporada, o monstro estava fazendo média de 32 pontos nos primeiros 45 dias. Depois deu uma esfriada — normal, né? Ninguém aguenta carregar um time nas costas o ano inteiro.

    Primeiro Sixer desde Ben Simmons

    Maxey se tornou o primeiro jogador do Philadelphia 76ers a ganhar uma vaga no All-NBA desde Joel Embiid em 2023 (ano do MVP dele). E se a gente não contar o Embiid, o último foi Ben Simmons lá em 2019-20. Ou seja, fazia tempo que Philly não tinha duas estrelas no All-NBA ao mesmo tempo.

    O que me impressiona é como ele conseguiu manter esse nível mesmo com aquela lesão no dedo em março. Por um momento, achei que ele ia perder a marca de 65 jogos necessária para concorrer aos prêmios. Mas voltou uma semana antes do previsto e ainda ajudou o time no Play-In — porque obviamente o Embiid se machucou de novo bem antes dos playoffs (clássico).

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose ano que vem? Porque se fizer outro All-NBA em 2026-27, aí sim a coisa fica interessante — ele vai poder assinar o Super-Max com os Sixers. Estamos falando de uma grana absurda.

    Olha, eu sempre defendi que o Maxey tinha potencial para ser uma estrela. Desde aqueles primeiros jogos como reserva, dava pra ver que o garoto tinha algo especial. Agora é oficial: ele não é mais só uma promessa, é realidade. E que realidade!

  • Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Galera, o Tyrese Maxey finalmente conseguiu! O cara foi selecionado para o All-NBA Third Team da temporada 2025-26. E olha, sinceramente? Merecia estar no segundo time, mas vamos celebrar mesmo assim.

    O armador dos Sixers recebeu 60 votos para o terceiro time e 36 para o segundo — não foi por pouco que ficou fora da seleção mais alta. Dividiu o terceiro time com Jamal Murray, Jalen Johnson, Chet Holmgren e Jalen Duren. Time forte, viu?

    Números de monstro na temporada

    Maxey simplesmente liderou a NBA em minutos jogados (38.0 por jogo) — o cara não parava! E terminou em quinto lugar em pontos por jogo com 28.3. Isso sem falar nos recordes pessoais: 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por partida.

    Ah, e aquele jogo contra os Bucks em novembro? 54 pontos em overtime. CINQUENTA E QUATRO! Foi absolutamente insano. O maluco chegou aos 40 pontos cinco vezes na temporada e teve menos de 20 pontos em apenas sete jogos dos 70 que disputou. Consistência é o nome do jogo.

    O que isso significa para os Sixers?

    Essa é a primeira vez desde Joel Embiid (que levou o MVP em 2022-23) que um jogador dos Sixers entra no All-NBA. Mostra que Maxey realmente deu o salto que todo mundo esperava dele.

    E olha que nos playoffs a coisa ficou mais difícil — ele jogou com o dedinho machucado e a produção caiu na série contra os Knicks. Mas cara, ainda assim ajudou na virada épica contra os Celtics na primeira rodada. Média de 23.7 pontos, 5.9 assistências e 4.0 rebotes nos playoffs não é brincadeira.

    O próprio Maxey admitiu que precisa melhorar o jogo sem bola. “Próximo ano quero fazer algumas coisas sem a bola e não ficar sempre na frente da defesa”, disse ele. É inteligente demais esse moleque.

    Com VJ Edgecombe chegando como finalista do Rookie of the Year, a dupla promete dar muito trabalho. Vocês acham que os Sixers finalmente conseguem dar o próximo passo com essa dupla? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir.

  • VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    Cara, os Philadelphia Sixers estão um caos completo. Time eliminado no primeiro round pelos Knicks, Daryl Morey saindo, futuro do técnico incerto… mas sinceramente? Eu não tô nem um pouco preocupado com o futuro dessa franquia. E sabe por quê?

    VJ Edgecombe e Tyrese Maxey.

    Lembram quando a galera tava brigando sobre quem pegar com a terceira escolha do Draft 2025? Muita gente questionando se o VJ era a escolha certa vindo de Baylor. Teve até quem especulou sobre trocar o Maxey depois que o Orlando Magic pagou uma fortuna pelo Desmond Bane. Olha só como as coisas mudaram.

    O rookie que ninguém esperava

    Edgecombe teve uma temporada de estreia simplesmente absurda. 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubos por jogo. Mais de 43% nos arremessos e quase 36% das três. Para um moleque de 20 anos? Isso é coisa de monstro.

    E não foi só estatística não. O garoto foi eleito para o First Team All-Rookie e ficou em terceiro no Rookie of the Year – numa classe de draft lotada de talento e jogando num time que foi pros playoffs. Isso aí é currículo de craque.

    “Ele foi excepcional”, falou Maxey depois da eliminação. “Essa é a palavra que posso usar, excepcional. Muitos caras na NBA queriam ter uma temporada como a dele.”

    A dupla que funciona de verdade

    O que mais me impressiona é como esses dois se encaixaram naturalmente. Maxey poderia ter ficado receoso com um rookie pegando tanto protagonismo, mas foi o contrário. Virou uma sociedade perfeita.

    Edgecombe sempre defletindo os elogios, falando do trabalho duro, dando crédito pros companheiros. Igual o Maxey faz. É química pura, e vocês podem ter certeza que isso não acontece por acaso.

    “Desde o primeiro dia, antes mesmo de saber que ia ser draftado aqui, ele me recebeu de braços abertos”, disse VJ sobre Maxey. “Tenho aprendido com ele desde então.”

    Até o Embiid tá impressionado: “VJ é o próximo. Filadélfia acertou em cheio com ele. Esse cara é diferente, e isso foi só o primeiro ano.”

    O futuro é agora

    Enquanto todo mundo fica especulando sobre as mudanças que vêm por aí nos Sixers, eu fico tranquilo sabendo que essa dupla VJ-Maxx vai estar lá. Os dois já falaram sobre trabalhar juntos no verão – Maxey quer jogar mais sem bola para dar espaço pro rookie desenvolver, e o VJ quer pegar mais a bola para tirar pressão do Maxey.

    Essa é a mentalidade que você quer ver: dois caras jovens, talentosos, que se respeitam e querem crescer juntos. Em meio ao caos organizacional dos Sixers, pelo menos eles acertaram onde realmente importa.

    E aí, vocês acham que essa dupla tem potencial para levar Filadélfia de volta ao topo? Eu, sinceramente, já tô comprando a ideia.

  • Tobias Harris flopou feio no Jogo 7 e Sixers fans estão rindo

    Tobias Harris flopou feio no Jogo 7 e Sixers fans estão rindo

    Cara, eu avisei. Eu AVISEI que o Tobias Harris ia dar uma dessa em momento decisivo, e olha só o que aconteceu no Jogo 7 dos Pistons. O cara simplesmente desapareceu quando Detroit mais precisava dele.

    No domingo à noite, numa derrota histórica de 31 pontos em casa pro Cleveland, Harris fez o que sempre fez nos momentos cruciais: NADA. Em 23 minutos de quadra, o homem conseguiu míseros 5 pontos e não acertou UM ÚNICO arremesso de quadra. Zero mesmo.

    Me lembrou demais do último jogo dele aqui na Filadélfia em 2024, quando fez zero pontos na eliminação pros Knicks. Sinceramente? Não fiquei nem um pouco surpreso.

    “Por que ainda pensam no Tobias?”

    Tem gente perguntando por aí: “Por que os fãs dos Sixers ainda ficam falando do Tobias Harris?” Ué, brother, é assim que funciona o esporte! Quando um cara decepciona sua torcida por anos e ainda sai falando mal da gente, óbvio que vamos torcer contra.

    E pior: a mídia nacional ainda tem a cara de pau de falar que a torcida de Philly foi “cruel” com ele. Cruel nada — a gente só queria que ele justificasse aquele contrato astronômico que a diretoria incompetente deu pra ele. Mas o homem nunca apareceu quando precisava.

    Agora ele tá em Detroit, time que ganhou 60 jogos na temporada regular, e… adivinha? Flopou no momento mais importante. Alguns padrões nunca mudam, né?

    Sixers entre as torcidas mais “chatas” da NBA

    Falando em torcida, saiu uma pesquisa anônima do The Athletic com jogadores da NBA, e adivinha quem ficou em segundo lugar como torcida mais “irritante”? Isso mesmo, a gente!

    Perdemos só pros Celtics (que pelo menos têm banners pra justificar a soberba) e ficamos à frente dos Knicks. Olha, eu entendo os jogadores. A torcida de Philly é intensa mesmo. Mas sabe por quê? Porque a gente tá cansado de promessas vazias e performances mediocres em playoffs.

    Todo mundo tá irritado aqui, e com razão. Quando você torce tanto e vê decepção atrás de decepção… é natural que a paciência acabe. Vocês acham que isso vai mudar algum dia?

    Nostalgia dos bons tempos

    Aproveitando o assunto, faz 25 anos que os Raptors venceram a gente por 101-89 forçando um Jogo 7 naquela série épica de 2001. O Iverson teve uma noite ruim (só 20 pontos, 25% nos arremessos), enquanto o Vince Carter meteu 39 pontos.

    Mas no final das contas, a gente levou aquela série — lembram do arremesso que o Carter errou no último segundo? E depois ainda eliminamos Milwaukee na final do Leste. Aquele time do AI tinha coração, diferente de certas pessoas que já passaram por aqui…

    Aliás, curiosidade: sabem quando foi a última vez que um Sixer que NÃO fosse o Embiid recebeu voto pra MVP? 2005! O próprio Iverson recebeu dois votos de primeiro lugar. Desde então, só o Joel aparece nas votações. Isso diz muito sobre onde a gente tá, não acham?

  • O cargo de presidente dos Sixers vale a pena? A situação é complicada

    O cargo de presidente dos Sixers vale a pena? A situação é complicada

    Olha, eu vi muita gente comemorando a demissão do Daryl Morey dos Sixers, mas sinceramente? Quem vai querer pegar essa batata quente agora?

    O cara foi demitido depois daquela vergonha contra os Knicks nos playoffs — e olha que antes disso o Philadelphia tinha feito uma das maiores viradas da história, saindo de 3-1 contra o Boston Celtics. Só os Sixers mesmo pra fazer um 180 emocional desses, né? Uma hora parecem invencíveis, na outra estão sem gás nenhum.

    O problema não foi embora com o Morey

    Aqui que tá o ponto: demitir o Morey foi fácil, mas os problemas que ele criou continuam todos lá. Os contratos absurdos do Joel Embiid e do Paul George? Continuam. A saída do Jared McCain? Já era. A falta de profundidade no elenco? Igualzinha.

    É tipo trocar o técnico e achar que o time vai virar o Barcelona — não funciona assim, pessoal.

    E vou ser sincero com vocês: quem vai querer assumir essa confusão? O novo presidente vai herdar um Embiid que é monstro quando tá 100%, mas quebra na metade dos playoffs (como sempre). O cara dominou contra os Celtics quando voltou, mas contra os Knicks já tava parecendo um fantasma de si mesmo.

    Paul George e os dilemas do futuro

    O Paul George talvez seja mais fácil de negociar — tem um ano a menos de contrato que o Embiid. E olha, depois de voltar daquela suspensão de 25 jogos, ele jogou bem. Pode ser que o valor dele no mercado tenha voltado ao normal.

    Mas aí vem a pergunta que vale um milhão: é possível montar um elenco profundo o suficiente pra fazer load management com esses dois durante a temporada regular E ainda aguentar quando eles despencam nos playoffs? Eu, particularmente, acho que não.

    E tem mais: o novo presidente não vai nem escolher o próprio técnico. O Nick Nurse vai continuar lá — que, pra falar a verdade, eu acho um bom técnico. Mas não é ideal você começar um trabalho sem poder escolher sua própria comissão técnica.

    Alguém vai topar esse desafio?

    Vocês acham que tem algum executivo maluco o suficiente pra aceitar esse cargo? Pode até ter — talvez alguém que veja uma oportunidade de ouro a partir de 2028, quando os contratos pesados saírem de cena.

    Ou quem sabe aparece um gênio que tem um plano mirabolante pra fazer esse time brigar pelo título já na próxima temporada. Mas sinceramente, eu tô bem cético.

    O que vocês acham? Vale a pena assumir os Sixers nessa situação ou é melhor esperar uma oportunidade melhor aparecer?

  • O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    Cara, que situação complicada pros Sixers, né? Com o Daryl Morey saindo da presidência de operações de basquete, quem quer que o Bob Myers trouxer pro cargo vai ter que lidar com uma batata quente chamada Paul George.

    O veterano de 36 anos vai embolsar 54.1 milhões na próxima temporada e ainda tem uma opção de jogador de 56.5 milhões em 2027-28 — que obviamente ele vai exercer. Olha, é muito dinheiro pra um cara que já passou dos 35, não vou mentir.

    PG voltou a jogar bola depois da suspensão

    Mas aqui que a coisa fica interessante. Depois de cumprir aquela suspensão de 25 jogos (que história bizarra aquela, né?), o Paul George voltou a jogar num nível bem decente. Contra o Boston nos playoffs, o cara fez 16.4 pontos por jogo, 49.3% de três e ainda defendeu bem o Tatum e o Jaylen Brown.

    Ele mesmo admitiu que finalmente conseguiu se recuperar daquela lesão no joelho que tava atrapalhando: “Este verão, a fase de reabilitação ficou pra trás, então posso ter um verão de verdade melhorando meu jogo”.

    Sinceramente? Achei que ele não ia mais conseguir voltar a esse nível. Mas o monstro provou que ainda tem lenha pra queimar.

    Trocar ou não trocar? Eis a questão

    Agora vem o dilema do novo executivo. PG não é mais visto como um dos piores contratos da liga — o que abre possibilidades. Será que rola uma troca pra trazer múltiplos jogadores e melhorar a profundidade do elenco?

    A dupla Tyrese Maxey e VJ Edgecombe representa o futuro da franquia. Faz sentido manter um veterano carão que combina bem com eles, ou é melhor apostar em peças mais jovens que se alinhem melhor com o timeline desses caras?

    Paul George deixou claro que curtiu Philadelphia: “Foi incrível. Torcedores incríveis, me apoiaram em todos os altos e baixos”. Mas né, no final das contas quem decide não é ele.

    Na minha visão, o mais provável é ele ficar mesmo. Dois anos não é uma eternidade, e se conseguir manter esse nível dos playoffs, pode ser uma peça valiosa enquanto Maxey e Edgecombe se desenvolvem. Mas e vocês, acham que os Sixers devem tentar uma troca ou apostar na recuperação total do PG?

  • Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Cara, que bomba essa dos Sixers! Daryl Morey não é mais o presidente de operações de basquete da franquia. E olha, sinceramente? Não sei se fico surpreso ou não — o cara fez algumas jogadas boas, mas também deixou uns buracos enormes no elenco.

    Lembra da primeira noite de draft do Morey em 2020? O monstro draftou Tyrese Maxey, Isaiah Joe e Paul Reed, trocou aquelas âncoras do Al Horford e Josh Richardson, trouxe Danny Green e Seth Curry. Resultado? 49-23 na temporada regular, melhor da Conferência Leste. Não foi pouca coisa.

    Bob Myers assume e o relógio tá correndo

    Agora quem vai liderar a busca pelo substituto é Bob Myers — e cara, a pressão tá gigante. O draft da NBA é dias 23 e 24 de junho, e a agência livre começa logo depois. Quem vier vai ter que trabalhar correndo.

    E olha, não é que a situação esteja desesperadora. Maxey com 25 anos jogando como um superstar, VJ Edgecombe tendo uma temporada de rooky absurda. Joel Embiid e Paul George foram fundamentais naquela virada histórica de 3-1 contra os Celtics no primeiro round. Isso aí ninguém tira.

    “Temos alguns jogadores que são quase intocáveis nesta liga: Tyrese, Joel, VJ, Paul”, disse Morey em fevereiro. “Gostamos do nosso núcleo.” Bom, pelo menos isso ele acertou.

    Mas os problemas são reais demais

    Só que não dá pra ignorar os elefantes na sala. Embiid tá otimista com o joelho esquerdo, mas cara… o cara tem 32 anos e vive machucado. É uma tempestade de lesões que não para nunca. E o Paul George? Fez 36 anos nos playoffs. A matemática é cruel com jogadores dessa idade.

    Descendo mais no elenco, a coisa fica feia. Kelly Oubre Jr. e Quentin Grimes foram os únicos outros a jogarem mais de 13 minutos nos playoffs — e os dois vão ser agentes livres. Depois deles? Andre Drummond, Adem Bona, Dominick Barlow e Justin Edwards. Vocês acham que isso é profundidade de verdade?

    O mais louco é que Morey insistia: “Sentimos que somos um time profundo”. Profundo onde, cara? Os caras terminaram em 23º lugar tanto em frequência de arremessos de 3 quanto em aproveitamento. Rebote defensivo então… nem vou comentar.

    A herança que sobrou

    E aí que tá — mandaram o Jared McCain embora pro Thunder no deadline e não trouxeram ninguém que prestasse. Converteram alguns contratos de two-way pra padrão (Barlow e Jabari Walker), assinaram com Cameron Payne e depois dispensaram porque ele se machucou.

    Quem assumir vai herdar um time com quatro jogadores muito bons, mas com buracos gigantes no resto do elenco. E aí, será que conseguem arrumar isso a tempo? Ou vão fazer mais uma temporada frustrante desperdiçando os últimos anos bons do Embiid?

    Uma coisa é certa: não vai ser fácil. Mas pelo menos tem material pra trabalhar — se souber usar direito.