Tag: pivôs

  • Moreno desiste do Draft e fica mais um ano em Kentucky

    Moreno desiste do Draft e fica mais um ano em Kentucky

    Olha, eu não esperava essa. Malachi Moreno, o pivô calouro de Kentucky, decidiu tirar o nome do Draft da NBA e ficar mais uma temporada na faculdade. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa.

    O garoto de 19 anos estava projetado para ser escolhido na posição 36 pela ESPN — ou seja, segunda rodada. Para quem não sabe, segunda rodada no Draft é meio que uma loteria. Não tem contrato garantido, salários bem menores, e você pode acabar indo direto pro G-League ou até ficar sem time.

    Por que a decisão faz sentido

    Moreno teve uma temporada sólida como calouro. Foram 7.8 pontos e 6.3 rebotes por jogo, sendo titular em 30 partidas. Até entrou no time dos melhores calouros da SEC, que é uma conferência bem pesada no basquete universitário.

    Mas vamos combinar — esses números não gritam “primeira rodada do Draft”, né? Para um pivô moderno, que precisa ter muito mais versatilidade hoje em dia, ele ainda tem muito o que desenvolver.

    Em Kentucky, ele vai ter mais uma chance de mostrar evolução. Pode trabalhar o arremesso de média distância, melhorar a movimentação no garrafão, ganhar mais força física. E quem sabe na próxima temporada ele não salta para uma projeção de primeira rodada?

    Kentucky segura uma peça importante

    Para os Wildcats, é uma baita notícia. Perder um titular experiente seria complicado, ainda mais um pivô que já conhece o sistema do técnico John Calipari.

    E aí, vocês acham que ele fez a escolha certa? Eu acho que sim. Mais um ano de desenvolvimento pode ser a diferença entre ser um “projeto” de segunda rodada ou um prospecto sólido de primeira. No basquete universitário americano, paciência às vezes vale ouro.

    Agora é torcer para que ele aproveite essa segunda chance e mostre que pode ser muito mais do que aqueles 7.8 pontos por jogo. O potencial tá lá, só precisa lapidar.

  • Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Olha, vou ser sincero: quando os Suns fizeram aquela troca por Mark Williams logo depois de draftar o Khaman Maluach, eu fiquei completamente perdido. Tipo, qual é a lógica? Você pega um pivô no draft e segundos depois vai atrás de outro pivô?

    Mas agora, depois de uma temporada inteira vendo o Williams em ação, as coisas começam a fazer mais sentido. O cara mostrou que tem qualidade pra ser titular na NBA — quando consegue ficar saudável, né.

    Os números não mentem

    Williams teve uma temporada sólida: 11,7 pontos com 64,4% de aproveitamento, 8,5 rebotes e 1 toco por jogo em 60 partidas. Sessenta jogos! Pra quem acompanha a carreira dele, isso é praticamente um milagre. O recorde anterior dele era 45 jogos numa temporada.

    E quando ele estava em quadra, o cara produzia. Aquelas enterradas, as mãos firmes no garrafão, a envergadura gigantesca incomodando todo mundo que tentava atacar a cesta… Sinceramente acho que os Suns subutilizaram ele no ataque. Toda vez que envolviam o Williams nas jogadas, dava resultado.

    O problema? A segunda metade da temporada. As lesões voltaram a aparecer, ele perdeu ritmo, e quando chegaram os playoffs — cadê o Williams? Sumiu. E isso importa muito quando você tá pensando em quanto vale a pena pagar por um jogador.

    A questão dos 60 milhões

    Aqui é onde fica interessante. Williams é agente livre restrito, então os Suns têm uma carta na manga. Ele pode sair por aí testando o mercado, mas Phoenix pode igualar qualquer proposta que aparecer.

    Imagina que o Brooklyn oferece 3 anos e 60 milhões pro Williams (20 milhões por temporada). Na minha visão, isso tá acima do que ele vale no momento — principalmente considerando o histórico de lesões. Aí os Suns ficam numa sinuca: deixam ele ir ou forçam uma sign-and-trade?

    Eu apostaria na segunda opção. Phoenix pode usar a ameaça de igualar a proposta pra forçar o Brooklyn a negociar alguma coisa em troca. É tipo um jogo de poker de alto risco.

    O futuro do garrafão

    Olha, eu entendo a lógica de manter o Williams. O Maluach tem só 20 anos e ainda precisa de tempo pra se desenvolver. Ter um veterano como o Williams ali pode ser fundamental — uma espécie de ponte entre o presente e o futuro da posição.

    Mas a pergunta que não quer calar: vocês acham que vale a pena apostar 20 milhões por ano num cara que pode passar metade da temporada no departamento médico? Eu tenho minhas dúvidas, não vou mentir.

    A situação dos Suns é complexa. Eles precisam de profundidade no garrafão, mas também não podem se amarrar financeiramente com um jogador que é uma incógnita quando o assunto é disponibilidade. E aí, qual seria a jogada de vocês?

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.