Tag: Play-in NBA

  • LaMelo Ball quase mata o Hornets do coração mas faz a cesta da vitória

    LaMelo Ball quase mata o Hornets do coração mas faz a cesta da vitória

    Cara, o LaMelo Ball é simplesmente um caso à parte na NBA. O moleque consegue ser o mais talentoso e o mais desesperador jogador da liga ao mesmo tempo — e ontem à noite contra o Heat foi a prova definitiva disso.

    Os Charlotte Hornets venceram o Miami Heat por 127-126 na prorrogação no play-in da Conferência Leste, mas que susto! O Heat foi eliminado e Charlotte vai encarar Magic ou 76ers na sexta pela última vaga dos playoffs.

    A montanha russa emocional do LaMelo

    Agora vem a parte absurda: o LaMelo literalmente perdeu e ganhou o jogo em 12 segundos. Juro por Deus, esse moleque vai me matar do coração.

    Primeiro ele entrega a bola de um jeito amador depois de um arremesso de 3 do Tyler Herro — um passe telegrafado e fraquíssimo que foi direto pro Pelle Larsson. Aí, só pra completar o show de horrores, ele comete falta no Herro numa tentativa de 3 pontos. Três lances livres convertidos, e o Hornets que tinha o jogo controlado de repente precisava de uma cesta no último lance.

    E o que o maluco fez? Acertou a cesta da vitória.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou choro com esse cara. É o tipo de jogador que te tira 10 anos de vida mas te faz apaixonar pelo basquete ao mesmo tempo.

    Os números da loucura

    Olha só a estatística do LaMelo: 30 pontos em 31 arremessos, 10 assistências, mas 2 de 16 do perímetro. Dezesseis tentativas de 3 pontos! O cara estava chutando de qualquer lugar da quadra como se fosse treino no quintal de casa.

    E sabe o que é mais doido? Com ele em quadra, Charlotte foi +15 contra o Heat. Sem ele, Miami foi +14. O impacto desse moleque é absurdo — quando funciona, é basquete arte. Quando não funciona… bom, vocês viram os últimos 12 segundos do tempo regulamentar.

    Por isso que eu falo: jogar contra o LaMelo deve ser tipo enfrentar um cara que não tem medo de morrer. Ele vai chutar de 10 metros com 2 de 15 no jogo. Vai fazer um passe de 12 metros por cima da defesa em jogo decisivo. E vai acertar quando mais importa.

    E aí, vocês acham que Charlotte consegue passar da próxima fase com essa montanha russa emocional chamada LaMelo Ball? Uma coisa é certa: não vai ser boring.

  • LaMelo decide no overtime e Hornets eliminam Heat nos play-ins

    LaMelo decide no overtime e Hornets eliminam Heat nos play-ins

    Mano, que jogaço foi esse ontem à noite! Charlotte e Miami se pegaram de jeito nos play-ins da Conferência Leste, e no final quem levou a melhor foram os Hornets numa vitória épica por 127-126 na prorrogação.

    Sério, quem não ama esse Charlotte? É o time que mais diverte na NBA hoje em dia. Eles vivem no caos o tempo todo, e isso funcionou perfeitamente quando a pressão apertou. Com 4.7 segundos restando no overtime, LaMelo Ball — que tinha feito umas cagadas antes — se redimiu com uma bandeja decisiva. E pra selar de vez, Miles Bridges meteu um toco salvador.

    LaMelo carregou o piano nas horas que importam

    O garoto terminou com 30 pontos e 10 assistências. Olha, eu sempre falo que ele ainda precisa melhorar na defesa, mas quando o jogo tá pegando fogo, ele simplesmente aparece. Miami até tentou atacar ele o tempo todo no fim (e faz sentido, né?), mas LaMelo tinha outras ideias.

    Miles Bridges também foi monstro com 28 pontos, e aquele toco no final foi cinema puro. Brandon Miller contribuiu com 23, e Coby White saindo do banco fez a diferença com 19 pontos — incluindo umas bolas de três importantes.

    A polêmica que mudou tudo

    Agora, tem que falar do elefante na sala. No segundo quarto, LaMelo deu uma rasteira no Bam Adebayo numa disputa de bola. Cara, foi feio. Bam caiu pesado e não voltou mais pro jogo — ficou só 11 minutos em quadra.

    Os árbitros nem marcaram falta (e por isso não deu pra revisar), mas é óbvio que LaMelo vai levar uma multa da liga. Sinceramente? Acho que fez diferença demais Miami ter perdido seu principal defensor interno logo cedo assim.

    Heat lutou até o fim mas não foi suficiente

    Tyler Herro fez de tudo pra salvar Miami — 23 pontos e ainda meteu seis pontos seguidos no overtime que quase deu a vitória pro Heat. Donovan Mitchell também colaborou com 28. Andrew Wiggins teve uma noite boa com 27 pontos.

    Mas não deu. Miami agora tá de férias mais cedo do que gostaria, enquanto Charlotte avança pra enfrentar o perdedor de Orlando x Philadelphia na sexta-feira.

    Uma coisa é certa: se os Hornets continuarem jogando assim, podem incomodar qualquer um nos playoffs. E vocês, acham que eles conseguem mais uma zebra na sexta?

  • Warriors na encrenca: hora de ir all-in com Curry ou reconstruir?

    Warriors na encrenca: hora de ir all-in com Curry ou reconstruir?

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas a situação do Golden State Warriors tá meio complicada mesmo. Com o time praticamente garantido no play-in como 10ª colocação, as chances de entrarem direto nos playoffs estão ficando cada vez menores — mesmo com o Curry de volta contra os Rockets.

    E mesmo que sobrevivam ao play-in (que já é uma incógnita), vão enfrentar os atuais campeões numa série de sete jogos. Sinceramente? A probabilidade de serem eliminados precocemente é bem alta.

    A torcida não tá muito otimista

    Por isso mesmo que uma pesquisa recente com os fãs dos Warriors mostrou algo que já tava no ar: a galera não acredita muito que o time vai conseguir contratar uma estrela nesta offseason. E faz sentido, né?

    A questão é que o Curry não tem mais 25 anos. O cara ainda joga MUITO — isso ninguém pode negar — mas a janela dele tá se fechando. E aí que vem o dilema que tá tirando o sono da diretoria de Golden State.

    All-in ou reconstrução?

    É a pergunta que não quer calar: vale a pena apostar todas as fichas no Curry enquanto ele ainda consegue ser a primeira opção do time? Ou é melhor começar a pensar numa reconstrução mais longa?

    Na minha visão, é uma decisão brutal. De um lado, você tem um dos maiores de todos os tempos ainda jogando em alto nível. Do outro, tem a realidade: o core que ganhou quatro títulos já não é mais o mesmo, e ficar no meio termo pode ser pior que qualquer uma das duas opções.

    O problema é que contratar uma estrela hoje em dia não é brincadeira. Precisa de espaço salarial, de assets para troca, e — principalmente — precisa que alguém queira ir pra lá. E vocês acham que os Warriors ainda têm esse apelo todo?

    Pessoalmente, acho que eles deveriam tentar mais uma cartada com o Curry. O cara merece, e quem sabe não rola uma última dança histórica? Mas entendo quem pensa diferente também.

    E aí, o que vocês fariam no lugar da diretoria de Golden State? All-in com o Baby-Faced Assassin ou já começar a planejar o futuro pós-Curry?

  • Curry voltando domingo? Warriors ainda têm chances no play-in

    Curry voltando domingo? Warriors ainda têm chances no play-in

    Galera, parece que o Stephen Curry finalmente vai voltar! Segundo fontes da ESPN, o astro dos Warriors deve ser liberado para jogar no domingo contra o Houston Rockets, depois de ficar fora por incríveis 27 jogos por causa de um problema no joelho direito.

    Cara, que montanha-russa foi essa temporada para Golden State. Curry se machucou lá em 30 de janeiro contra o Detroit Pistons e desde então foi só dor de cabeça — literalmente, dor no joelho. O que deveria ser uma ausência curta virou quase dois meses de calvário, com várias recaídas toda vez que tentavam aumentar a carga de treino.

    Os números não mentem (e doem)

    Olha só essa estatística que me deixa de boca aberta: com Curry em quadra, os Warriors têm 23 vitórias e 16 derrotas. Sem ele? 13-25. É uma diferença absurda que mostra como esse cara é fundamental para o time.

    Com esse record de 36-41, eles estão na 10ª posição do Oeste. Ou seja, vão ter que ganhar DOIS jogos de play-in só para conseguir uma vaga nos playoffs como 8º colocado — e aí provavelmente enfrentar o Oklahoma City Thunder na primeira rodada. Não é exatamente o cenário que imaginaram no começo da temporada.

    A preparação para o retorno

    A boa notícia é que Curry passou em dois treinos coletivos 5×5 essa semana no centro de treinamento de San Francisco. O joelho finalmente respondeu bem depois de semanas de trabalho. Ele vai treinar normalmente no sábado e, se tudo correr bem, domingo é dia de ver o Chef de volta às quadras.

    Steve Kerr falou na semana passada que o Curry precisaria de uma “pista de decolagem” — ou seja, alguns jogos para pegar ritmo e aumentar os minutos gradualmente antes dos play-ins. O problema? Só restam cinco jogos na temporada regular. É pouco tempo, mas hey, estamos falando do Stephen Curry aqui.

    E olha, mesmo com Jimmy Butler tendo rompido o ligamento em janeiro (que azar, né?), Curry continuou motivado nos bastidores para voltar e dar uma injeção de ânimo no time nessa reta final. Título pode estar fora de cogitação, mas ninguém quer ver os Warriors ficarem fora dos playoffs.

    Vocês acham que cinco jogos são suficientes para o Curry recuperar o timing e ajudar Golden State a se classificar? Vai ser uma corrida contra o tempo interessante de acompanhar.

  • Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Abril vai definir se o Suns vai pros playoffs ou pra casa

    Cara, chegou a hora da verdade pro Phoenix Suns. Abril vai ser o mês que vai dizer se esse time consegue se classificar pros playoffs ou se vai passar as férias cedo assistindo os outros jogarem. E olha, depois do que rolou em março, eu tô bem apreensivo.

    O mês passado foi uma montanha-russa total. Os caras emendaram quatro vitórias seguidas, aí do nada perderam cinco jogos em sequência — a maior sequência negativa da temporada. No final das contas? 8 vitórias e 8 derrotas. Ou seja, ficaram no mesmo lugar: sétimos no Oeste.

    A programação que vai definir tudo

    Vamos aos fatos: restam alguns jogos cruciais pela frente. Primeiro, eles terminam essa trip fora de casa enfrentando Charlotte e Chicago. Interessante que já pegaram esses dois times em março e dividiram — ganharam de Charlotte por 111 a 99, mas tomaram uma surra feia do Bulls por 105 a 103. Aquele jogo contra Chicago foi de dar vergonha alheia, bicho. Menos de 40% nos arremessos de quadra.

    Depois vem o drama em casa. Dia 7 de abril contra Houston e dia 8 contra Dallas — os últimos dois jogos da temporada regular no Footprint Center. E aqui tem um plot twist interessante: vai ser o retorno do Kevin Durant pra Phoenix.

    O reencontro com KD

    Sinceramente? Vai ser tenso. Durant foi um dos maiores jogadores a vestir a camisa dos Suns, mas a saída dele foi meio traumática. O cara jogou pra caramba, fez dupla com Booker, mas o time só ganhou UMA série de playoffs. Uma! Com todo o talento que tinha no elenco, foi frustrante demais.

    A torcida vai receber como? Vai ter vaia ou aplausos? Vai ser transmitido nacionalmente pela NBC, então o mundo inteiro vai ver. Eu tenho curiosidade pra saber como vai ser essa atmosfera.

    Fechando contra gigantes

    Os dois últimos jogos são contra Lakers e Thunder. Engraçado que são os únicos times que o Suns enfrenta cinco vezes na temporada por causa do In-Season Tournament. E ambos podem ser adversários na primeira rodada dos playoffs — principalmente o Thunder.

    O problema é que nessa altura do campeonato, se as posições já estiverem definidas, pode rolar aquela situação clássica de técnico poupar jogador. Aí complica tudo na hora de analisar essas partidas.

    Se tudo continuar como está, Phoenix vai disputar o Play-In pela primeira vez na história da franquia. Vai ser histórico, mas não do jeito que eles queriam, né? A expectativa era brigar por posições mais altas na tabela.

    E aí, vocês acham que o Suns aguenta a pressão ou vai entregar o ouro nos últimos jogos? Porque se tem uma coisa que esse time mostrou esse ano é que pode ser imprevisível pra caramba.

  • NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    Olha, eu não sei vocês, mas tô vendo a NBA se dividindo em duas competições completamente diferentes — e isso não é exagero meu não. Os números que saíram essa semana são simplesmente absurdos.

    A diferença entre o 10º e 11º colocados de cada conferência chegou a 20,5 jogos de diferença. Vinte e meio! Pra vocês terem noção, o recorde anterior deste século era de 11 jogos em 2018-19. Praticamente dobrou.

    No Leste, o Charlotte Hornets (que tá na 10ª posição) tem 9,5 jogos de vantagem sobre o Milwaukee Bucks. No Oeste, o Warriors lidera o Memphis Grizzlies por 11 jogos pela última vaga do play-in. Sinceramente, quando você vê o Bucks — time que foi campeão há poucos anos — lutando pra não ser lottery, você sabe que tem algo muito errado rolando.

    Play-in piorou tudo ao invés de resolver

    A maior ironia? O play-in foi criado justamente pra acabar com o tanking. Mas parece que teve o efeito contrário, cara.

    Na primeira temporada completa com play-in, a diferença era de 7 jogos. Desde então só subiu: 9 jogos em 2022-23, 9 de novo em 2023-24, 10 na temporada passada e agora esses 20,5 monstruosos. A média na era play-in é de 11 jogos, contra apenas 4,8 nos dez anos anteriores.

    E o pior: apenas UM dos dez times que ficaram em 10º lugar conseguiu passar do play-in pro playoff de verdade. Ou seja, brigar pela décima posição virou quase que perda de tempo.

    Os tankers assumiram que é melhor perder mesmo

    Nove times viraram literalmente não-competitivos. Eles têm um recorde combinado de 12-167 contra times de playoff. Em março sozinho, esses times fizeram 12-98 (.109 de aproveitamento) contra postseason contenders. É tipo ver um time de várzea jogando contra profissional.

    Washington Wizards perdeu 20 jogos seguidos contra times com campanha positiva. Brooklyn Nets tá 1-29 nos últimos 30 confrontos assim. Dallas (que pelo menos tem desculpa com as lesões) está 2-23 nos últimos 25.

    Na minha visão, dois fatores explicam essa bagunça toda. Primeiro: Dallas saltou da 11ª posição direto pro número 1 do draft 2025, e Atlanta conseguiu picks altos sendo 10º em drafts consecutivos. Quando você vê isso acontecer, fica óbvio que vale mais a pena apostar na loteria do que lutar por uma vaguinha no play-in.

    Segundo: o draft de 2026 promete ser forte, então os times ruins preferem garantir posição alta agora. Faz sentido? Do ponto de vista estratégico, faz. Do ponto de vista do espetáculo? Tá uma bosta.

    A NBA já tá propondo três reformas na loteria pra tentar resolver isso. Será que vai funcionar ou vamos continuar vendo essa separação bizarra? Eu sinceramente acho que precisa de mudança drástica, porque assistir esses jogos de tanking virou tortura.

  • Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Suns desperdiçam vantagem e perdem pro Magic numa gelada histórica

    Cara, que frustração. O Phoenix Suns tinha TUDO pra ganhar do Orlando Magic ontem, mas resolveu esfriar na hora H e perdeu por 115-111. Cinco minutos sem acertar uma cesta sequer no final do jogo — cinco minutos! É de dar nos nervos.

    O Devin Booker fez a parte dele, né? 34 pontos, como sempre carregando esse time nas costas. Mas sinceramente, só o Collin Gillespie conseguiu ajudar em double digits entre os titulares. O resto? Sumiu quando mais precisava.

    A montanha-russa emocional do jogo

    O primeiro tempo foi um sofrimento. Suns começaram fazendo apenas duas cestas nos primeiros cinco minutos (duas!), e o Magic abriu 20-8. Parecia que ia ser um massacre, mas Phoenix mostrou personalidade e diminuiu pra 28-21 no final do primeiro quarto.

    No intervalo, a coisa estava feia: 70-56 pro Magic. Mas aí que vem o plot twist — no terceiro quarto os Suns acordaram pra vida. Jordan Goodwin (que jogaço do cara!) começou a voar pela quadra toda, ancorando a defesa enquanto o Dillon Brooks estava com problemas de falta.

    O mais louco? Phoenix conseguiu empatar em 94-94 no final do terceiro. Primeira vez que empataram o jogo inteiro. E no quarto período, finalmente tomaram a primeira liderança com uma enterrada do Rasheer Fleming.

    O pesadelo dos últimos minutos

    Tudo estava encaminhado. Jogo equilibrado, indo e voltando, nenhum time conseguindo abrir mais que uma posse. Aí que veio o apagão total.

    Mais de cinco minutos sem acertar NENHUMA cesta. Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas isso aí foi de chorar. É segunda noite de back-to-back, ok, mas não justifica uma gelada dessas na reta final.

    O Magic teve 25 turnovers (vinte e cinco erros de ataque!), os Suns tiveram 20. Com essa diferença, deveria ter sido vitória tranquila. Mas não, resolveram esfriar justo quando não podia.

    E agora, play-in ou playoffs?

    Com essa derrota, Phoenix chegou aos 42-34 na temporada. A situação tá complicada — cada vez mais parece que vão ter que passar pelo play-in. A questão agora é se vão ser 7º ou 8º colocados, porque a vantagem pros Clippers é de apenas 2.5 jogos.

    Vocês acham que esse time aguenta a pressão de um play-in? Porque sinceramente, com essas geladas na reta final, fico preocupado. O Booker faz milagre, mas basquete é esporte coletivo.

    Na quinta-feira tem Charlotte pela frente, terceiro jogo em quatro noites. Pelo menos da última vez que se enfrentaram, Phoenix ganhou fácil por 111-99. Torcer pra que a memória muscular funcione e o ataque volte a fluir.

    Que raiva dessa derrota, cara. Tinha tudo pra dar certo.

  • Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Magic recebe o Suns em jogo crucial pra fugir do play-in

    Olha, eu tô com uma sensação boa sobre esse jogo entre Magic e Suns hoje à noite. Os dois times estão naquela correria pra não cair no play-in — Phoenix em 7º no Oeste, Orlando em 8º no Leste. É aquele tipo de partida que define temporada.

    O Suns vem de uma goleada no Memphis ontem (131-105), mas jogar fora de casa tem sido complicado pra eles — só 18 vitórias em 36 jogos longe de Phoenix. Já o Magic perdeu feio pro Toronto no domingo (139-87), mas em casa é outra história: 22-14 no Kia Center.

    Devin Booker vs Paolo Banchero: o duelo das estrelas

    As projeções apontam Booker fazendo uns 25 pontos, enquanto Paolo Banchero deve chegar nos 24. Sinceramente? Acho que o italiano vai ter uma noite especial. Ele tá jogando um basquete absurdo essa temporada e, com a torcida em casa, pode fazer a diferença.

    O Phoenix tem média de 112.7 pontos por jogo, enquanto Orlando marca 115.3. Não são números espetaculares, mas os dois times sabem marcar quando precisam.

    Over parece certeza nesse confronto

    A linha está em 224.5 pontos totais, e cara… eu tô vendo os dois times passando fácil disso. Nos últimos dois jogos entre eles, sempre passou do total. No Magic, isso aconteceu em 20 dos últimos 37 jogos em casa.

    Olhando os elencos, Phoenix deve ter pelo menos cinco caras fazendo 10+ pontos, assim como Orlando. É muita gente que sabe jogar bola dos dois lados.

    O Magic é favorito por 2 pontos — uma diferença mínima que mostra como o jogo tá equilibrado. Vocês acham que os donos da casa conseguem segurar a pressão? Eu tô apostando que sim, especialmente com Paolo comandando o ataque e a torcida empurrando.

    Vai ser daqueles jogos que define quem dorme tranquilo e quem fica nervoso pensando no play-in. E olha, eu não perderia esse duelo por nada!

  • Warriors na bronca: play-in parece inevitável no Oeste

    Warriors na bronca: play-in parece inevitável no Oeste

    Olha, eu não queria ser portador de más notícias, mas o Golden State Warriors tá numa situação bem complicada. Depois de bater o Brooklyn Nets na quarta, eles chegaram aos 35 vitórias e 38 derrotas — e só restam nove jogos na temporada regular.

    A matemática é cruel: cinco times já foram eliminados na Conferência Oeste, então os Warriors VÃO pro play-in. A questão agora é contra quem eles vão jogar nessa loteria maluca que pode acabar com a temporada deles em um jogo só.

    A situação atual do play-in

    Os mesmos quatro times estão brigando por essas posições há um tempão, e sinceramente não vejo isso mudando até o final:

    10º lugar – Golden State Warriors (35-38): Nove jogos restantes, sendo seis em casa. Parece bom, né? Mas ó os adversários: Clippers, Lakers, Spurs, Rockets, Cavaliers e Nuggets. Nada fácil. Estão 1,5 jogo atrás do Portland e dois atrás dos Clippers.

    9º lugar – Portland Trail Blazers (37-37): Esses caras ganharam cinco dos últimos seis jogos e têm um calendário mais favorável. O pior? Eles têm o tiebreaker sobre os Warriors. Ou seja, se terminarem empatados, Portland leva.

    8º lugar – LA Clippers (37-36): Numa posição interessante, mas com um final de temporada tenso. Dois jogos contra Portland e um contra Golden State — incluindo visitar Portland no penúltimo jogo e receber os Warriors na última rodada. Drama garantido.

    7º lugar – Phoenix Suns (40-33): Esses tão de boa. Três jogos de vantagem sobre os Clippers — meio que garantidos no play-in.

    O cenário assombrado que aguarda

    Se essas posições se mantiverem (e tudo indica que sim), os Warriors vão começar o play-in visitando Portland. Perder ali? Tchau temporada. Ganhar? Aí eles enfrentam o perdedor do jogo entre Suns e Clippers.

    E se passarem por essa também? Bom, aí que a coisa fica realmente assustadora. Como oitava colocação, eles provavelmente pegariam o Oklahoma City Thunder ou San Antonio Spurs na primeira rodada dos playoffs. Monstros absolutos.

    Vocês acham que os Warriors conseguem se recuperar nessa reta final? Porque olhando esse calendário e essa situação… tá difícil de ser otimista. O time que já foi campeão múltiplas vezes agora luta pra não ver a temporada acabar de uma vez só.

    É isso aí, galera. O play-in pode ser emocionante pra quem assiste, mas pra quem torce… nossa senhora.