Tag: play-in tournament

  • GM dos Hornets recusa atalhos: ‘Não podemos pular etapas’

    GM dos Hornets recusa atalhos: ‘Não podemos pular etapas’

    Olha, eu confesso que gosto da postura do Jeff Peterson. O GM dos Charlotte Hornets saiu da eliminação no play-in contra o Orlando Magic com uma mentalidade que, sinceramente, faz todo sentido: sem pressa, sem atalhos.

    “Não podemos pular etapas”, disse Peterson em entrevista. “Já vi isso acontecer muitas vezes e nunca termina do jeito que você espera quando tenta acelerar o processo.”

    E cara, ele não tá errado não. Quantas vezes já vimos times tentando forçar a barra, trocando picks por veteranos caros, só pra se complicar depois? O próprio Charlotte já passou por isso no passado.

    Construção sólida em andamento

    O interessante é que Peterson tá genuinamente empolgado com o progresso interno que o time fez essa temporada. E olha, dá pra entender o otimismo — LaMelo Ball quando saudável é um monstro, Brandon Miller mostrou flashes do que pode ser, e Miles Bridges voltou bem depois de toda aquela confusão.

    “Fizemos muito progresso essa temporada internamente, e estou animado porque sei que isso vai continuar acontecendo”, completou o GM.

    Na minha visão, essa paciência estratégica pode ser exatamente o que Charlotte precisa. Eles têm flexibilidade financeira e assets pra trabalhar.

    Draft 2026: duas chances na primeira rodada

    Aqui fica interessante: os Hornets têm duas picks de primeira rodada no draft de 2026. Peterson chamou de “um dos drafts mais profundos” que já participou. Duas chances de ouro pra encontrar peças que se encaixem na cultura do time.

    “Estou muito empolgado com este draft”, disse Peterson. “Seja trazendo dois jogadores ou consolidando as picks, teremos diferentes opções pra explorar.”

    E vocês, acham que Charlotte tá certo em ter paciência? Ou deveriam tentar acelerar o processo pra aproveitar a janela do LaMelo? Eu tô torcendo pra que essa construção devagar e sempre dê certo — seria legal ver os Hornets brigando por algo mais sério nos próximos anos.

  • Draymond Green expulso e ainda provoca torcida no último minuto

    Draymond Green expulso e ainda provoca torcida no último minuto

    Cara, o Draymond Green não consegue se controlar mesmo. Ontem no jogo eliminatório contra o Phoenix Suns, o cara conseguiu ser expulso faltando pouco mais de um minuto pro final — e ainda teve a audácia de provocar a torcida na saída da quadra.

    A situação foi assim: Warriors perdendo de lavada, 1:06 no relógio, e o Draymond resolve fazer uma falta dura no Devin Booker. Até aí, ok, faz parte do jogo. Mas aí os dois começaram a trocar umas palavrinhas, e você já sabe como é… Scott Foster não perdoou e mandou os dois pro chuveiro mais cedo.

    O show do Draymond na saída

    Agora vem a parte mais absurda: enquanto caminhava pro vestiário, o Green resolveu fazer gracinhas com a torcida do Suns, pedindo mais barulho e provocando geral. Mano, seu time tá sendo eliminado e você ainda vai fazer palhaçada?

    Sinceramente, eu entendo a paixão e a intensidade do Draymond — isso até faz parte do que o torna especial. Mas tem hora e lugar pra tudo. Era um jogo eliminatório, o Warriors tava desesperado tentando se manter vivo, e o cara resolve fazer showzinho.

    Histórico pesado de suspensões

    E olha que não é a primeira vez. O currículo do Green em playoffs é… bem complicado. Lembram de 2016? Foi suspenso no jogo 5 das Finals contra o Cavs por acúmulo de faltas flagrantes. Em 2022, expulso logo no primeiro jogo contra o Memphis por uma flagrante-2 no Brandon Clarke. No ano passado, suspenso por pisar no peito do Domantas Sabonis.

    O cara tem um talento natural pra criar polêmica nos momentos mais importantes. É impressionante.

    Dessa vez, pelo menos, não vai afetar muito — o jogo já tava perdido mesmo, e a temporada dos Warriors acabou ali. Mas vocês acham que a liga vai multar ele pela provocação na saída? Conhecendo o histórico do Draymond, eu não duvidaria nada.

    No fim das contas, foi mais um capítulo na carreira controversa do Green. O cara é monstro defensivo quando quer, mas parece que não consegue evitar essas situações. E aí, será que um dia ele aprende?

  • Prime Video mandou bem: Play-In bateu recorde de audiência

    Prime Video mandou bem: Play-In bateu recorde de audiência

    Olha só que dados absurdos chegaram aqui sobre o Play-In Tournament! A Amazon Prime Video conseguiu uma média de 2,69 milhões de espectadores nas duas primeiras noites da competição. E o mais impressionante? Isso representa um aumento de 12% comparado com TNT e ESPN na temporada passada.

    Warriors x Clippers foi simplesmente monstruoso — 3,15 milhões de pessoas coladas na TV. Um aumento de 47% comparado com Mavs x Kings do ano passado. Sinceramente, eu não esperava números tão altos assim para um jogo de Play-In, mas quando você coloca Warriors e Clippers na mesa, o pessoal aparece mesmo.

    Prime Video dominando a audiência

    E tem mais: esse jogo foi o mais assistido da Prime Video na temporada inteira, superando até a final da NBA Cup. Isso mostra como o formato do Play-In realmente pegou, né? O pessoal quer ver eliminação direta, aquela tensão de vida ou morte.

    Magic x Sixers também teve números sólidos com 2,66 milhões de espectadores. Heat x Hornets ficou em 2,58 milhões — números que qualquer emissora ia ficar feliz. Blazers x Suns fechou com 2,37 milhões.

    O streaming mudando o jogo

    Na minha visão, esses números provam que a Amazon acertou em cheio ao investir pesado na NBA. O streaming tá mudando como a gente consome basquete, e os números não mentem.

    Vocês assistiram pelo Prime? Eu confesso que ainda estranho não ver os jogos na TV tradicional, mas a qualidade do streaming tá cada vez melhor. E esses números mostram que o torcedor brasileiro e mundial tá se adaptando bem à mudança.

    O que mais me impressiona é como o Play-In conseguiu criar essa atmosfera única — não é playoff ainda, mas já tem aquela pressão toda. É quase como uma prévia do que vem pela frente, e pelo visto o público tá curtindo essa fórmula.

  • Draymond explode e é expulso junto com Booker no fim do play-in

    Draymond explode e é expulso junto com Booker no fim do play-in

    Cara, que final de temporada bizarro pros Warriors. O Draymond Green não conseguiu nem ver o final da derrota que eliminou Golden State do play-in tournament — foi expulso junto com o Devin Booker depois de uma treta épica nos momentos finais contra o Suns.

    A situação foi do caos total ao caos absoluto em questão de segundos. O Draymond já tinha cometido sua sexta falta pessoal (ou seja, já estava fora do jogo) quando rolou aquela famosa troca de “gentilezas” com o Booker. Os dois levaram técnica dupla, mas isso não foi suficiente pra parar a briga de ego.

    Scott Foster não tava pra brincadeira

    Dois segundos depois da bola voltar ao jogo, o árbitro Scott Foster mandou os dois pras casas. E olha, o Draymond sendo o Draymond: saiu imitando o próprio gesto de expulsão e provocando a torcida do Phoenix. Monstro demais, mesmo na derrota.

    Foi uma noite pra esquecer pro cara. Terminou com apenas 5 pontos (mesmo número de turnovers), 6 faltas pessoais e -13 de rating. Sinceramente, parecia que ele tava mais preocupado em brigar do que em ajudar o time.

    Fim de uma era?

    Antes da expulsão, rolou um momento meio nostálgico: Draymond, Steve Kerr e Steph Curry se abraçaram na quadra. Os três pilares da dinastia dos Warriors dos últimos 12 anos. A pergunta que não quer calar: será que foi a última vez que vimos esse trio junto?

    De certa forma, essa expulsão meio que resume toda a temporada 2025-26 dos Warriors. Começou com esperança, mas foi só lesão, momento frustrante e mais lesão. O time que já dominou a NBA agora luta pra não virar uma memória antiga.

    E vocês, acham que ainda dá pra salvar essa dinastia ou já era mesmo? Porque do jeito que o Draymond tá jogando ultimamente, eu tô começando a achar que o problema vai além de química de time.

  • Hornets apanham feio e estendem jejum de playoffs para 10 anos

    Hornets apanham feio e estendem jejum de playoffs para 10 anos

    Cara, que vexame. O Charlotte Hornets simplesmente desabou ontem contra o Orlando Magic e levou uma surra histórica de 121 a 90 no Play-In. E olha, não foi só uma derrota — foi a MAIOR derrota da temporada inteira dos Hornets. Dá pra acreditar?

    Dez anos. É isso mesmo, dez anos sem playoffs. O jejum do Hornets agora é oficialmente o mais longo da NBA entre times ativos. Enquanto isso, o Magic segue pra primeira rodada dos playoffs pra enfrentar o Detroit Pistons.

    Um massacre que começou cedo

    O negócio já começou feio. Orlando abriu 27 a 10 no primeiro quarto e simplesmente não parou mais. No intervalo já tinham 31 pontos de vantagem — a MAIOR diferença de intervalo na história do Play-In. Absurdo total.

    Paolo Banchero comandou a festa com 25 pontos em 9 de 17 arremessos. Franz Wagner contribuiu com 18 pontos, 7 rebotes e 6 assistências, enquanto Wendell Carter Jr. foi cirúrgico: 16 pontos acertando 6 de 7 tentativas. Cinco caras em dois dígitos. Foi uma aula de basquete coletivo.

    E o Orlando nem forçou tanto — terminou com 50% de aproveitamento nos arremessos e controlou completamente os rebotes (49 a 34). Forçaram 20 turnovers que viraram 26 pontos, além de cravar 8 tocos. Domínio total.

    LaMelo acordou tarde demais

    LaMelo Ball até tentou reagir, terminou como cestinha do Hornets com 23 pontos, mas cara… só fez 2 pontos no primeiro tempo! Quando acordou no terceiro quarto e fez 21, o jogo já tinha ido embora há muito tempo.

    Miles Bridges (15 pontos) e Brandon Miller (14) também tentaram, mas não deu. O time todo desabou: apenas 33,7% nos arremessos gerais e uns catastróficos 26,7% nas bolas de 3 (12 de 45 tentativas). Kon Knueppel, que vinha bem na temporada regular, simplesmente travou no Play-In — terminou 1 de 12 do perímetro nos dois jogos.

    Sinceramente? Depois de bater o Miami Heat por 127 a 116 e dar esperança pros torcedores, essa performance foi de dar dó. Charlotte não conseguiu criar nada na ofensiva com apenas 17 assistências, e a defesa… bom, melhor nem falar dela.

    E agora, Hornets?

    Olha, eu entendo a frustração da torcida. Dez anos é muito tempo longe dos playoffs, especialmente numa conferência Leste que não é lá essas coisas. O time tem peças interessantes — LaMelo quando joga sério é monstro, Miller tem potencial —, mas falta consistência e, principalmente, mentalidade playoff.

    Enquanto isso, o Magic segue crescendo. Paolo Banchero tá se consolidando como uma das estrelas jovens da liga, e esse time de Orlando tem cara de quem pode incomodar qualquer um nos playoffs. Vocês acham que eles conseguem dar trabalho pro Detroit na primeira rodada?

    Uma coisa é certa: Charlotte precisa de uma offseason séria pra repensar algumas coisas. Porque talento até que tem, mas resultado que é bom…

  • Hornets quebram o coração da torcida na hora H dos playoffs

    Hornets quebram o coração da torcida na hora H dos playoffs

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu com o Charlotte Hornets na sexta-feira. Sério mesmo. A gente passou o ano inteiro vendo esse time jogar um basquete absurdo, atropelando todo mundo pelo caminho, e aí quando chega na hora H dos playoffs… essa lambança acontece.

    Olha, vou ser sincero com vocês: depois daquela vitória épica contra o Miami Heat no primeiro jogo do play-in, eu realmente acreditei que tinha algo mágico rolando. 127 a 126 na prorrogação, com arremessos impossíveis entrando — parecia que o Hornets tinha uma proteção divina mesmo. A torcida em Charlotte já tava sonhando com os playoffs de verdade.

    O pesadelo contra o Orlando Magic

    Mas aí veio a realidade. E que realidade cruel, meu amigo.

    O que rolou contra o Orlando Magic foi de partir o coração. 121 a 90. Cento e vinte e um a noventa! Uma surra histórica justamente no jogo mais importante da temporada. O Hornets simplesmente não apareceu pra jogar — já no primeiro quarto tavam tomando uma cacetada e nunca conseguiram se recuperar.

    E o mais doído? Se ganhassem, iam enfrentar o Detroit Pistons na primeira rodada dos playoffs. Detroit! Um adversário totalmente no alcance deles. A vaga tava ali, na mão, e eles deixaram escapar da pior forma possível.

    Torcida desabafa nas redes

    A torcida do Hornets não perdoou mesmo, né? As redes sociais ficaram uma loucura depois do jogo, e eu entendo perfeitamente a revolta do pessoal. Um torcedor resumiu bem: “Foi um final muito triste. Sorte melhor na próxima temporada.”

    Outro foi mais direto na crítica: “Não eram tão bons quanto a mídia fazia parecer, mas essa performance foi de dar nojo mesmo. Ninguém esperava uma coisa dessas.” E é verdade, cara. Ninguém — eu disse NINGUÉM — esperava que o Hornets ia entregar os pontos desse jeito.

    Tem gente já pensando na próxima temporada: “Final difícil. Não estavam preparados pro basquete físico dos playoffs. Mas se os titulares ficarem saudáveis, consigo ver a gente nos playoffs como sexto colocado ano que vem.”

    Na minha opinião? O Hornets teve tudo pra fazer uma temporada histórica e desperdiçou na reta final. É frustrante demais ver um time com tanto potencial não conseguir executar quando mais precisava. Vocês acham que eles conseguem se recuperar dessa decepção na próxima temporada?

  • Magic descobre fórmula mágica: desespero funciona pra caramba!

    Magic descobre fórmula mágica: desespero funciona pra caramba!

    Cara, eu sempre digo que a NBA tem dessas — quando um time tá com a corda no pescoço, às vezes rola uma apresentação monstro que ninguém esperava. E foi exatamente isso que rolou com o Orlando Magic na sexta-feira.

    O time de Orlando simplesmente destruiu o Charlotte Hornets por 121 a 90 no play-in da Conferência Leste. E olha, não foi só uma vitória — foi uma verdadeira aula de como jogar quando não tem segunda chance.

    Desespero que funciona

    “Quando você joga com desespero e urgência, sabendo que ou vai pra casa ou estende a temporada, é assim que fica”, disse o técnico Jamahl Mosley. E mano, ele tem razão total.

    O Magic construiu uma vantagem de 35 pontos ainda no primeiro tempo. Trinta e cinco pontos! O Charlotte simplesmente não conseguiu acompanhar o ritmo. Stan Van Gundy, que tava comentando o jogo na Amazon Prime, foi direto ao ponto: “Charlotte tá fugindo da competição”.

    Sinceramente? Era exatamente isso que Orlando queria. Foi aquele basquete físico, intimidador — o famoso “bully ball” que os gringos falam. Paolo Banchero e Franz Wagner comandaram, mas foi esforço coletivo mesmo.

    Terceira classificação consecutiva

    Vocês sabem o que isso significa? O Magic tá nos playoffs pelo terceiro ano seguido. Cara, isso é absurdo considerando onde esse time tava alguns anos atrás. Mosley virou o primeiro técnico desde Stan Van Gundy a levar Orlando pra três playoffs consecutivos.

    E olha que a temporada não foi moleza não. O time lidou com lesões o ano todo, teve uma sequência terrível de 2-8 em dez jogos no final da temporada regular. Qualquer um acharia que tinha acabado ali.

    Mas não — o Magic mostrou personalidade. Perdeu o primeiro jogo do play-in pro Philadelphia na quarta, mas já vinha embalado com seis vitórias nos últimos oito jogos.

    Agora é Detroit pela frente

    A recompensa? Um confronto contra o Detroit, primeiro colocado do Leste. Parece assustador? Talvez. Mas depois do que vi ontem, esse Orlando pode incomodar qualquer um.

    “Vamos precisar mais disso nos playoffs”, disse Franz Wagner. E eu concordo — se conseguirem manter essa intensidade, essa sede de vitória que mostraram contra Charlotte, podem surpreender.

    Charles Lee, técnico dos Hornets, reconheceu que foi uma lição dura. “Espero que isso nos motive na offseason”, disse ele. E realmente, deve doer saber que tavam a um passo dos playoffs.

    Mas e aí, galera — vocês acham que o Magic consegue incomodar Detroit? Ou foi só um jogo isolado contra um Charlotte que não apareceu? Eu tô curioso pra ver se essa fórmula do desespero funciona contra um adversário de verdade.

  • Warriors x Suns hoje: como assistir o decisivo do Play-In

    Warriors x Suns hoje: como assistir o decisivo do Play-In

    Galera, chegou a hora! O último jogo do Play-In Tournament de 2026 acontece hoje, e é literalmente questão de vida ou morte. Warriors e Suns se enfrentam numa batalha épica pela última vaga dos playoffs no Oeste.

    O cenário é surreal, gente. Os Suns, que eram o 7º colocado, conseguiram entregar uma vantagem de 11 pontos no último quarto contra Portland e perderam a posição. Agora eles correm o risco de fazer história negativa — desde que o Play-In começou em 2021, nenhum time que era 7º perdeu dois jogos seguidos e ficou fora dos playoffs. Imagina a vergonha?

    Warriors chegam embalados

    Do outro lado, Golden State fez o que sabe fazer de melhor: virar jogo impossível. Estavam perdendo por 13 no último quarto contra os Clippers, não lideraram nem um segundo no segundo tempo, até que o veterano Al Horford (sim, ele ainda joga!) acertou uma bomba de 3 a 2min12s do fim. Final: Warriors 126 x 121 Clippers.

    Sinceramente? Esse tipo de virada é a cara dos Warriors. Mesmo sem estar no seu auge, esse time tem uma experiência em jogos decisivos que impressiona. Curry pode estar mais velho, mas continua sendo Curry, né?

    Onde e quando assistir

    O jogo rola hoje (17 de abril) às 22h (horário de Brasília) e será transmitido exclusivamente pelo Prime Video. Quem ganhar vira automaticamente o 8º colocado do Oeste e encara nada menos que o Oklahoma City Thunder na primeira rodada dos playoffs.

    Se você não tem Prime Video, pode aproveitar o teste grátis de 30 dias da Amazon Prime — aí consegue assistir de graça e ainda ganha frete grátis pras suas compras. Para galera de 18 a 24 anos, tem desconto de 50% depois do período grátis.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô torcendo para os Warriors — seria muito doido ver Curry e companhia eliminarem os Suns e ainda pegarem o Thunder logo de cara. Promete ser um jogaço!

  • Magic humilha Hornets e avança pros playoffs — que show!

    Magic humilha Hornets e avança pros playoffs — que show!

    Cara, que massacre! O Orlando Magic simplesmente destruiu o Charlotte Hornets por 121 a 90 no play-in e garantiu vaga nos playoffs. Sinceramente, eu não esperava uma diferença tão absurda assim.

    Paolo Banchero foi um monstro — 25 pontos, 5 rebotes, 6 assistências. O garoto tá mostrando por que foi a primeira escolha do draft há uns anos. Franz Wagner também deu show com 18 pontos e 7 rebotes, e o Wendell Carter Jr. acertou as duas tentativas de 3 que fez. Quando o pivô tá acertando de longe, vocês sabem que a coisa tá feia pro adversário.

    Primeiro quarto de pesadelo para Charlotte

    O negócio já ficou definido logo no começo. Magic abriu 38 a 16 no primeiro quarto — isso mesmo, VINTE E DOIS pontos de diferença. Os caras acertaram 67% dos arremessos enquanto Charlotte só conseguiu 25%. Uma diferença brutal.

    O mais impressionante? Orlando forçou 4 turnovers e fez 2 tocos só no primeiro período. A defesa estava simplesmente sufocando os Hornets. Miles Bridges até tomou uma técnica de frustração, empurrando o próprio companheiro Desmond Bane depois de uma falta. Quando o jogador fica nervoso com o próprio time, vocês sabem que a coisa desandou.

    LaMelo Ball sumiu de campo

    O LaMelo Ball, que é o cara do Charlotte, conseguiu apenas 2 pontos no primeiro tempo. Duas faltas pessoais limitaram muito o jogo dele. Na minha visão, quando seu principal armador não consegue organizar o ataque, não tem como competir em alto nível.

    O Magic não deu mole nem com a vantagem gigante. Desmond Bane mergulhando em bolas perdidas, Jamal Cain (que nem titular é) fazendo enterradas em contra-ataques… Era um verdadeiro show de basquete.

    Ball até reagiu no segundo tempo e terminou com 23 pontos, mas o estrago já estava feito. Brandon Miller acertou 4 de 7 tentativas de 3, e o rookie Kon Knueppel — que tá na briga pelo prêmio de calouro do ano — fez 11 pontos.

    Com essa derrota, Charlotte estende um jejum absurdo: são 10 temporadas consecutivas fora dos playoffs. Dez! É o maior jejum da NBA atualmente. E olha que esse ano eles surpreenderam todo mundo chegando no play-in com um ataque explosivo.

    Agora o Magic vai enfrentar o Detroit Pistons — sim, os Pistons que são os primeiros colocados do Leste (quem diria, né?). O jogo 1 é domingo às 18h30. Durante a temporada regular os times empataram 2-2, então pode ser uma série bem disputada. Vocês acham que Orlando consegue repetir essa performance contra Detroit?

  • Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Cara, que dor no peito foi ver o Heat ser eliminado assim, né? Perder por UM ponto na prorrogação pro Charlotte Hornets no Play-In… sinceramente, essas são as derrotas que mais doem. 127 a 126 e tchau temporada.

    Erik Spoelstra não gostou nem um pouco das críticas que vieram depois. E olha, eu entendo o cara perfeitamente — seis anos consecutivos de playoffs não é brincadeira nessa liga. Agora galera tá falando que foi uma temporada perdida? Spoelstra mandou a real:

    “Eu realmente senti que poderíamos ter tido de quatro a seis vitórias a mais, mas isso não aconteceu. Isso também poderia ter mudado como nos sentíamos sobre este time.”

    A dura realidade da NBA

    O técnico foi direto ao ponto sobre como é difícil manter o sucesso na NBA. E cara, ele tem razão. Quantos times conseguem ir aos playoffs seis anos seguidos? É coisa de time grande mesmo.

    “Não gostamos nem um pouco dessa sensação de estar fora no meio de abril. Mas também acho que vocês não podem simplesmente descartar ou desacreditar isso dizendo como é horrível que fizemos playoffs seis anos seguidos e não ganhamos um título. Este é um negócio difícil, e não há muitos times que conseguem fazer isso todo ano.”

    Mano, quando você para pra pensar… desde aquela final em 2023 contra o Denver (que dor), o Heat vem sofrendo. Duas eliminações seguidas na primeira rodada e agora nem pros playoffs chegaram. Mas 43-39 é uma melhora de seis vitórias em relação à temporada passada.

    Os garotos deram trabalho

    Uma coisa que eu gostei foi o Spoelstra destacar os jovens. Jaime Jaquez Jr., Kel’el Ware, Pelle Larsson e Kasparas Jakucionis… esses moleques têm potencial. E vocês, acham que o Heat consegue se reerguer na próxima temporada com essa base jovem?

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que o Spoelstra tá certo em defender o trabalho. Seis anos de playoffs consecutivos não é pouca coisa, mesmo sem título. Agora é hora de renovar e voltar mais forte — porque cultura Heat não morre assim não.