Tag: portal de transferências

  • Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Olha, eu não sei se vocês viram, mas o Giannis Antetokounmpo meio que deu uma cutucada no Milwaukee Bucks ontem. E de quebra ainda elogiou Miami numa conversa que tá deixando todo mundo maluco.

    Foi assim: o Goran Dragic chamou o Greek Freak pro podcast dele, o Gogi’s Garage. E aí começou a zoar o cara sobre os joelhos, falando que com 31 anos ele precisa de um clima quente pra se recuperar melhor. A resposta do Giannis? “Miami não é um lugar ruim não. Linda, linda cidade. Cidade linda.”

    Cara, isso aí não foi por acaso. O monstro tá há 13 anos em Milwaukee e sinceramente? Acho que ele tá de saco cheio mesmo.

    A situação tá complicada em Milwaukee

    Vamos combinar: os Bucks estão numa decadência absurda. Eliminações em primeira rodada, nem pros playoffs conseguiram ir dessa vez. E o Giannis teve uma temporada 2025-26 horrorosa de lesões — jogou apenas 36 partidas.

    Mesmo assim, quando jogou, foi Giannis sendo Giannis: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. Aproveitamento de 62.4% nos arremessos de quadra. Mas de que adianta números individuais se o time não funciona?

    Na minha opinião, Milwaukee desperdiçou os melhores anos do cara. Ganharam um título em 2021 e depois… nada. Frustrante demais.

    Miami Heat na espreita

    E do outro lado temos o Heat, que também não anda lá essas coisas. Terminaram 43-39 na temporada passada e caíram logo no play-in pro Charlotte Hornets — que era apenas o 9º colocado, velho!

    Desde que chegaram na final de 2023, o time de Miami vem decepcionando. Duas eliminações seguidas em primeira rodada (2024 e 2025), e agora nem conseguiram entrar nos playoffs.

    Mas olha só: Bam Adebayo e Tyler Herro são bons jogadores, mas precisam de uma estrela de verdade. E o Giannis seria perfeito no sistema do Erik Spoelstra — imagina esse cara com a disciplina tática do Heat?

    Heat, Knicks e Warriors são os times que mais correm atrás do grego, segundo os rumores. E Miami tem clima quente, estrutura boa e uma organização que sabe como ganhar títulos. Vocês acham que ele vai mesmo deixar Milwaukee?

    Sinceramente, depois dessa declaração no podcast, eu não duvido de mais nada. O cara praticamente pediu pra sair sem pedir diretamente. Típico do Giannis — sempre educado, mas mandando o recado.

  • Ja Morant quer sair do Memphis? Os bastidores da treta com o técnico

    Ja Morant quer sair do Memphis? Os bastidores da treta com o técnico

    Olha, essa história do Ja Morant no Memphis tá ficando cada vez mais estranha. Segundo fontes da ESPN, o cara tá espalhando por aí — pra outros jogadores da liga e até ex-técnicos — que não quer mais jogar pelos Grizzlies. E sinceramente? Depois do que rolou, eu até entendo.

    Tudo começou numa discussão feia no vestiário depois de um jogo contra o Lakers no Halloween. O técnico Tuomas Iisalo meteu o pau no Morant por causa do desempenho (3 de 14 nos arremessos em 31 minutos — realmente não foi nada bonito), e o Ja não curtiu nada. Respondeu de forma meio arrogante, segundo as fontes.

    A organização escolheu um lado

    Aqui que a coisa desandou de vez. O Memphis decidiu ficar do lado do técnico e suspendeu o Morant por um jogo. Cara, imagina como isso deve ter doído no ego do cara que é a cara da franquia há anos?

    Pior ainda: os próprios companheiros de equipe receberam orientação pra deixar o Ja sozinho durante a suspensão. Mano, isso é isolamento total. Como é que você constrói química de time tratando tua estrela assim?

    As palavras públicas vs a realidade

    O mais bizarro é que publicamente o Morant disse coisa bem diferente. Em janeiro, depois de um jogaço contra o Orlando em Londres (24 pontos e 13 assistências — um monstro), ele falou: “Tenho um logo nas costas, isso já diz onde quero estar”, se referindo à tatuagem dos Grizzlies.

    Mas pelos bastidores, a conversa é outra completamente. E olha, eu não culpo o cara. Ninguém gosta de se sentir desrespeitado no próprio trabalho, ainda mais sendo a principal estrela do time.

    A temporada do Ja foi um pesadelo mesmo. Apenas 20 jogos, média de 19.5 pontos com aproveitamento de apenas 41% — o pior da carreira. Uma lesão no cotovelo acabou encerrando a temporada em janeiro, logo depois de uma enterrada espetacular que pode ter sido sua última jogada vestindo a camisa de Memphis.

    E agora, o que rola?

    O GM Zach Kleiman tentou jogar panos quentes na segunda-feira: “O Ja tem sido profissional. Todo mundo tá na mesma página”. Mas convenhamos, quando o GM fala que “não vai especular sobre possíveis transações”, já sabemos que algo tá rolando por trás das cortinas.

    Morant nem apareceu nas entrevistas de fim de temporada. Isso aí já diz tudo, né?

    Na minha visão, essa situação tá insustentável. Um jogador do calibre do Ja Morant não pode ficar numa relação desgastada assim com a organização. Vocês acham que ele realmente vai forçar uma troca? Ou será que as coisas ainda se resolvem internamente?

    Uma coisa é certa: se o Memphis realmente perder o Ja por causa dessa treta toda, vai ser uma das maiores burradas da história recente da NBA.

  • Bulls fazem faxina pesada e Giannis pode estar de saída dos Bucks

    Bulls fazem faxina pesada e Giannis pode estar de saída dos Bucks

    Olha, quando eu acordei hoje e vi que o Chicago Bulls mandou embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley, pensei: “finalmente alguém vai assumir a responsa por essa bagunça toda”. Mas aí veio a bomba do Giannis e os Bucks, e cara… a coisa ficou séria mesmo.

    Vamos começar pelos Bulls, que sinceramente já era hora. O time tá patinando há anos, fazendo umas escolhas no draft que a gente fica pensando “será que eles assistem basquete?”. Karnisovas chegou lá em 2020 com a promessa de revolucionar a franquia, mas olha… quatro anos depois, cadê a revolução? O máximo que conseguiram foi chegar nos playoffs uma vez e tomar uma surra histórica do Heat.

    A situação do Giannis tá ficando tensa demais

    Agora, sobre o Giannis — meu deus do céu. A ESPN soltou uma matéria explosiva sobre o clima tenso entre ele e a organização dos Bucks. E não é pouca coisa não, pessoal. Estamos falando do cara que ganhou dois MVPs e trouxe um título pra Milwaukee depois de 50 anos. Se ele tá insatisfeito, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Eu sempre defendia que o Giannis era diferente, que ele tinha essa lealdade rara no esporte moderno. Lembram quando ele assinou aquela super extensão em 2020? Todo mundo achava que ele ia ficar pros Bucks para sempre. Mas parece que a lua de mel acabou. A organização não conseguiu manter o time competitivo ao redor dele, e agora tá pagando o preço.

    E vocês, acham que o Greek Freak aguenta mais tempo em Milwaukee?

    Sinceramente, vendo de fora, parece que os Bucks estão desperdiçando os anos de prime de um dos maiores talentos da NBA. O cara tá ali, dando tudo de si, carregando o time nas costas, e a diretoria não consegue montar um elenco decente ao redor dele. Parece até com o que aconteceu com o LeBron em Cleveland na primeira passagem — a diferença é que o Giannis já trouxe o título.

    O que mais me impressiona é como essas situações explodem do nada na NBA. Uma hora tá tudo bem, todo mundo sorrindo nas coletivas, na outra você tem vazamentos sobre brigas internas e jogadores querendo sair. É o negócio mais maluco do mundo.

    A real é que se o Giannis realmente decidir sair, vai ser um dos maiores terremotos da liga nos últimos anos. Imaginem esse monstro jogando em Miami, ou quem sabe até nos Warriors? Seria absurdo demais. Mas torço pra que Milwaukee se organize e mantenha ele lá — seria uma pena ver mais uma estrela abandonar uma cidade pequena.

  • Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Olha só que situação bizarra: James Nnaji, o pivô nigeriano de 2,13m que fez história ao se tornar o primeiro jogador draftado pela NBA a jogar basquete universitário, já está de saída de Baylor. Cara, nem completou uma temporada inteira e já quer vazar!

    O moleque de 21 anos entrou no portal de transferências depois de uma passagem bem apagada pelos Bears. Foram apenas 18 jogos, média de 1,4 pontos em 8 minutos por partida. Sinceramente? Esperava bem mais de alguém que foi escolhido na posição 31 do Draft de 2023.

    A polêmica que balançou o college

    A chegada do Nnaji em Baylor no meio da temporada foi um dos maiores pepinos que o basquete universitário já viu. O cara tinha passado anos no Barcelona, foi draftado pelos Pistons (mas seus direitos acabaram com os Knicks), jogou Summer League… e de repente apareceu querendo jogar college aos 21 anos?

    A NCAA virou um caos total. John Calipari do Arkansas pediu explicações, Dan Hurley de UConn reclamou da falta de regras claras, e Tom Izzo do Michigan State mandou um “que vergonha, NCAA” que ecoou por todo o país. E olha que eu concordo com eles — como deixa um cara que já foi draftado jogar contra moleques de 18 anos?

    A única coisa que salvou o Nnaji foi nunca ter assinado um contrato na NBA. Tecnicamente, ele ainda era “amador”. Mas convenhamos, é uma linha bem tênue entre profissional e amador quando você joga Summer League há dois anos, né?

    Rendimento decepcionante

    Baylor apostou alto no nigeriano para fortalecer o garrafão, mas a coisa não funcionou. O time terminou com 17 vitórias e 17 derrotas — uma das piores campanhas recentes dos Bears. E o Nnaji? Bom, 69% de aproveitamento nos arremessos não compensa quando você mal toca na bola.

    O mais louco é que ele abriu precedente para outros casos esquisitos. Charles Bediako conseguiu voltar para Alabama depois de DOIS ANOS longe, mas pelo menos o cara teve números decentes: 10 pontos, 4,6 rebotes por jogo.

    E aí, vocês acham que algum time vai apostar no Nnaji na próxima? O cara tem o físico, tem 21 anos, mas essa primeira experiência no college não foi nada animadora. Talvez precise de um programa que dê mais minutos e confiança para mostrar seu real potencial.

    Uma coisa é certa: essa história toda mudou para sempre a relação entre NBA e basquete universitário. A NCAA já está correndo atrás de novas regras para evitar mais situações assim. Mas para o Nnaji, o importante agora é encontrar um lugar onde possa realmente jogar bola.

  • Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Olha só que movimentação louca no basquete universitário americano: Flory Bidunga, o pivô de 2,08m do Kansas, declarou pro Draft da NBA mas também entrou no portal de transferências. Ou seja, o cara tá testando as águas profissionais mas deixou a porta aberta pra continuar na faculdade.

    E que pivô, gente. Sinceramente, eu já sabia que esse cara era especial desde que começou a jogar pelos Jayhawks, mas os números desta temporada foram simplesmente absurdos: 13.3 pontos e 9.0 rebotes por jogo. Ah, e ainda por cima liderou toda a Big 12 em tocos (2.6 por partida) e aproveitamento de arremessos — 64% de acerto. Sessenta e quatro por cento!

    O mais cobiçado do portal

    Segundo a ESPN, se o Bidunga decidir ficar na faculdade, ele seria imediatamente o jogador mais desejado entre os mais de 800 atletas que já declararam pro portal até agora. E olha que o portal nem abriu oficialmente ainda — isso só acontece na terça que vem, depois do March Madness.

    Cara, imagina a loucura que vai ser. Todo técnico de programa top nos EUA deve tá babando pra ter um pivô desse calibre. Tamanho, proteção de aro, finalizações… o cara tem tudo que você quer num homem do garrafão moderno.

    Draft ou faculdade? A decisão

    Do lado profissional, as projeções colocam o Bidunga como uma escolha de segunda rodada, provavelmente na 44ª posição. Não é ruim, mas também não é aquele dinheiro garantido que você pega na primeira rodada.

    Na minha visão, ele deveria ficar mais um ano na faculdade. O cara ainda é sophomore (segundo ano), tem apenas 19 anos. Um ano a mais de desenvolvimento, talvez num programa que use ele melhor ofensivamente, e ele pode virar uma pick de primeira rodada fácil.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele fica ou vai? Eu torço pra que ele fique e a gente veja mais um ano desse monstro dominando o basquete universitário. O cara foi candidato a melhor defensor do país — imagina o que ele pode fazer com mais experiência!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, alguém vai ganhar muito com isso. Se for pra NBA, algum time vai pescar um baita pivô na segunda rodada. Se ficar na faculdade, que sorte vai ter o programa que conseguir ele no portal.

  • Kiffin chega na LSU com expectativas nas alturas e 40 reforços

    Kiffin chega na LSU com expectativas nas alturas e 40 reforços

    Olha só, Lane Kiffin não é de papas na língua. Logo no primeiro treino da pré-temporada da LSU, o cara já foi direto ao ponto: “As coisas não acontecem da noite pro dia”. E eu concordo 100% com ele.

    O técnico, que deixou Ole Miss após uma temporada absurda (11-1 na temporada regular), chegou em Baton Rouge sabendo que a torcida quer resultados imediatos. Mas peraí — a LSU teve apenas 7 vitórias na temporada passada. É um pulo gigantesco mesmo.

    Uma reformulação completa do elenco

    A coisa mais louca? Kiffin trouxe praticamente um time novo. Foram 54 jogadores novos no primeiro treino! Quase 40 transferências e mais de uma dúzia de calouros. Isso é uma reformulação completa, cara.

    Entre os destaques está o quarterback Sam Leavitt, que veio do Arizona State e ainda está se recuperando de uma cirurgia no pé. Também vieram Princewill Umanmielen e TJ Dottery, que seguiram o técnico desde Ole Miss. Imagina a cara dos torcedores do Mississippi vendo isso…

    Mas Kiffin foi honesto: “Vamos ter talentos de primeira linha no nosso elenco, e vamos ter alguns problemas de profundidade”. Na era do portal de transferências e dos pagamentos milionários, montar um time profundo virou missão quase impossível.

    O negócio mais caro do futebol americano universitário

    E por falar em dinheiro, que loucura foi essa contratação! A LSU demitiu Brian Kelly no meio de um contrato de 10 anos e $100 milhões, pagando uma multa de $54 milhões. Depois ofereceu pra Kiffin um contrato de 7 anos e $91 milhões, mais dezenas de milhões para pagar jogadores.

    Brian Kelly, o técnico demitido, chegou a sugerir que o elenco atual do Kiffin pode ter custado uns $40 milhões. Quarenta milhões! É mais que o orçamento de alguns times profissionais por aí.

    O mais irônico? Depois de aceitar o cargo, Kiffin foi proibido pela Ole Miss de comandar o time nos playoffs. Imagina a frustração dos jogadores que ele deixou pra trás…

    Pressão e responsabilidade

    Apesar de estar curtindo a cultura local (o cara já foi pro Mardi Gras e tá postando tudo no Instagram), Kiffin sabe o peso que carrega. “Não se enganem, porque vocês me veem fazendo coisas pela comunidade… isso não significa que não há uma busca implacável pela grandeza aqui”.

    Sinceramente, eu admiro a honestidade do cara. Ele sabe que chegou num programa histórico, com uma torcida apaixonada e um estádio lendário. A responsabilidade é enorme.

    E aí, o que vocês acham? Kiffin vai conseguir colocar os Tigers de volta no topo em quanto tempo? Com esse investimento todo e essa pressão, qualquer coisa menos que um título nacional vai ser considerado fracasso.

  • Astro do Oregon vai pro portal: temporada desastrosa cobra seu preço

    Astro do Oregon vai pro portal: temporada desastrosa cobra seu preço

    Cara, quando penso no Oregon nessa temporada, só me vem uma palavra na cabeça: pesadelo. E agora veio a notícia que todo mundo já esperava mas ninguém queria ver confirmada — Jackson Shelstad vai entrar no portal de transferências em abril.

    Três temporadas em Eugene foram o suficiente pro armador que já foi considerado um dos top-50 recrutas do país. E olha, eu entendo completamente a decisão dele.

    A queda livre dos Ducks

    Vocês lembram do Oregon dos últimos dois anos? Duas aparições no March Madness, chegando até a segunda rodada nas duas vezes. O time tinha uma cara, tinha identidade. Shelstad era peça fundamental nisso tudo, comandando o ataque com aqueles 13.6 pontos de média na carreira.

    Só que aí veio 2024-25. Lesões. Muitas lesões.

    Shelstad conseguiu jogar apenas 12 partidas antes de parar de vez no dia 28 de dezembro — ironicamente numa vitória contra Omaha onde ele fez 13 pontos e pegou 4 rebotes. Parecia que as coisas podiam melhorar, mas não melhoraram. Nada melhorou.

    O colapso total

    Sem o seu principal armador, Oregon simplesmente desabou. A campanha terminou com 12 vitórias e 20 derrotas — a pior temporada dos Ducks desde 2008-09. Absurdo mesmo.

    O time que chegou a estar 6-6 (já meio vacilante) conseguiu vencer apenas 5 dos últimos 19 jogos. Cinco! É o tipo de coisa que você vê e pensa: “Mano, como chegamos nesse ponto?”

    Shelstad agora vai buscar um redshirt médico pela temporada encurtada, o que daria a ele mais dois anos de elegibilidade. E sinceramente? Ele vai ser um dos principais nomes do portal em 2026. Armador que acerta 35.2% das bolas de três e sabe distribuir o jogo (3.0 assistências de média) não fica sem casa muito tempo não.

    Reconstrução total à vista

    A saída do Shelstad significa uma coisa só para Oregon: reconstrução completa. Nate Bittle também já era (esgotou a elegibilidade), e uma galera importante como Kwame Evans Jr., Sean Stewart, Takai Simpkins e até o querido Wei Lin — que virou xodó da torcida com aqueles arremessos de três — estão na mira de outros times.

    É duro ver um programa que estava subindo ladeira acima de repente precisar começar do zero. Mas às vezes é isso mesmo — no esporte americano universitário, uma temporada pode mudar tudo.

    E vocês, acham que Shelstad fez a escolha certa? Onde será que ele vai parar?