Tag: prêmios NBA

  • NBA libera Cade e Luka pra concorrer aos prêmios, mas Edwards fica fora

    NBA libera Cade e Luka pra concorrer aos prêmios, mas Edwards fica fora

    Olha só que situação interessante: a NBA e o sindicato dos jogadores acabaram de anunciar que Cade Cunningham e Luka Dončić vão poder concorrer aos prêmios da temporada, mesmo não tendo jogado os 65 jogos mínimos exigidos.

    E o motivo? Circunstâncias extraordinárias — e olha que faz sentido mesmo.

    Os casos que a liga considerou válidos

    Cade jogou 63 partidas porque teve que ficar fora por 12 jogos com um pulmão colapsado. Cara, isso é sério pra caramba! Foi diagnosticado em março e, sinceramente, saúde não se brinca. O garoto tava tendo uma temporada absurda com os Pistons — finalmente mostrando por que foi primeira escolha do draft.

    Já o Luka perdeu algumas porque foi pra Eslovênia pro nascimento da filha. E olha, quem é pai aqui sabe que não tem discussão — família em primeiro lugar, sempre. São prioridades que vão muito além do basquete.

    Na minha opinião, a liga acertou em cheio. Ambos os casos são genuinamente extraordinários, não foi moleque ou lesão por descuido.

    Edwards fica de fora e deve estar pistola

    Agora, Anthony Edwards tentou a mesma jogada mas se ferrou. Jogou só 60 partidas e pediu pra ser considerado também, mas o árbitro independente negou o pedido.

    Não divulgaram exatamente qual foi a justificativa do Ant-Man, mas aparentemente não convenceu ninguém. E olha que ele tá tendo uma temporada monstruosa com os Wolves — deve estar mordido de raiva agora.

    É complicado porque a regra dos 65 jogos existe justamente pra evitar que jogadores descansem demais e ainda concorram aos prêmios principais. Mas esses casos do Cade e Luka mostram que tem situações onde faz sentido ter flexibilidade.

    E aí, vocês acham que a NBA tomou a decisão certa? Eu acho que sim — pulmão colapsado e nascimento de filho são coisas que não dá pra programar ou evitar. Já o caso do Edwards… bom, sem saber os detalhes fica difícil opinar.

    Uma coisa é certa: isso vai dar muito pano pra manga nas discussões de MVP, Jogador Mais Melhorado e por aí vai. A temporada tá longe de acabar, mas essa decisão já mexeu com o cenário de prêmios.

  • Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Olha, às vezes a liga tem coração mesmo! Luka Dončić e Cade Cunningham acabaram de conseguir uma prorrogação pra disputar os prêmios de fim de temporada, mesmo não tendo jogado os 65 jogos obrigatórios. A NBA e o sindicato dos jogadores bateram o martelo na quinta-feira e liberaram os dois.

    O caso do Luka é até emocionante — ele perdeu apenas dois jogos em dezembro porque viajou pro nascimento da filha no exterior. Cara, imagina você perdendo o nascimento do seu filho por causa de basquete? Terminou a temporada com 64 jogos, um a menos que o mínimo exigido.

    Cunningham teve azar médico

    Já o Cade passou por uma parada bem mais séria. O garoto sofreu um pneumotórax (pulmão colapsado) em março e ficou 12 jogos fora, terminando com 63 partidas. Sinceramente, acho que casos médicos assim não deveriam nem entrar na conta — o moleque quase morreu em quadra!

    “Sou grato ao sindicato por lutar por mim e à NBA pela decisão justa”, postou o Luka no X. Dá pra sentir o alívio dele. Essa temporada dos Lakers foi especial demais pra ele ficar de fora dos prêmios por dois jogos.

    Edwards não teve a mesma sorte

    Agora, o que me deixou meio revoltado foi o caso do Anthony Edwards. O cara dos Timberwolves jogou 60 partidas, perdeu tempo por causa de uma infecção, e o árbitro negou o recurso dele. Sério? O empresário do Ant até falou que ficou confuso com a decisão — por que liberar o Cade que se machucou em quadra e não o Edwards que teve um problema de saúde?

    O técnico do Minnesota, Chris Finch, não poupou críticas: “Não sei por que temos uma regra se há um processo de recurso que é aceito em dois terços dos casos. Parece mais uma sugestão do que uma regra”.

    E olha, ele tem razão. Essa regra dos 65 jogos virou uma bagunça total essa temporada. Giannis, Curry, LeBron, Devin Booker — galera pesada ficou de fora dos prêmios. Enquanto isso, Wembanyama e Jokic passaram os últimos meses correndo atrás do número mínimo.

    O comissário Adam Silver ainda diz que a regra tá funcionando, mas será mesmo? Quando você tem que fazer malabarismo pra grandes estrelas conseguirem disputar prêmios, alguma coisa não tá certa. E aí, vocês acham que essa regra faz sentido ou é hora de repensar?

  • Wemby pode ser MVP? As odds dos prêmios da NBA estão malucas!

    Wemby pode ser MVP? As odds dos prêmios da NBA estão malucas!

    Olha, eu vou falar uma coisa: nunca vi as odds dos prêmios da NBA tão interessantes quanto agora. Enquanto a galera está focada no Play-In, eu tô aqui olhando esses números e pensando se não tô vivendo numa realidade paralela.

    O Shai Gilgeous-Alexander aparece como MEGA favorito ao MVP com odds de -5000. Cara, isso praticamente significa que já entregaram o troféu pra ele. Mas aí você olha e vê o Victor Wembanyama ali com +2000, e sinceramente? Eu acho que tá todo mundo subestimando o que o francês fez nessa temporada.

    Wemby fez o IMPOSSÍVEL em San Antonio

    Vamos combinar uma coisa: ninguém — NINGUÉM — esperava que os Spurs fossem conseguir a 2ª colocação no Oeste. E o maluco não só fez isso como ainda jogou uma defesa de outro planeta. Estou falando sério, algumas das jogadas defensivas dele fizeram eu gritar aqui em casa.

    Mas reconheço que o Shai teve uma temporada absurda também. O Thunder tá voando, e ele tem sido clutch demais nos momentos decisivos. É difícil argumentar contra, mas… será que não tá na hora de dar uma mexida nessa votação?

    E o Jokic com +6600? Pelo amor. O cara é uma máquina de triple-double, mas parece que a galera já enjoou dele ganhando prêmio.

    As outras categorias tão pegando fogo

    No DPOY, aí sim não tem discussão. Wemby com -10000 é praticamente matemático. O cara tem 2,13m, bloqueia tudo que é tipo de arremesso e ainda sai correndo na transição. Desculpa, Chet Holmgren (+1200), mas essa não é sua temporada.

    Agora, no Most Improved Player tá interessante. Nickeil Alexander-Walker é o favorito (-1250), mas eu tenho uma quedinha pelo Jalen Duren (+800). O pivô do Pistons evoluiu demais, mano. E vocês viram o Deni Avdija em Portland? O cara tá jogando um basquete diferenciado.

    No Sixth Man, o Keldon Johnson lidera com -833, mas cara… o Jaime Jaquez Jr. do Heat (+500) merece pelo menos uma consideração séria. O brasileiro naturalizado tem feito a diferença saindo do banco.

    Quando sai o resultado?

    A NBA ainda não bateu o martelo sobre quando vai anunciar os prêmios, mas seguindo o padrão do ano passado, deve começar lá pelo dia 21 de abril com o Sixth Man. O MVP geralmente é o último — ano passado saiu só em maio.

    Honestamente? Tô ansioso pra ver se vão ter coragem de dar o MVP pro Wemby. Na minha visão, levar os Spurs pra 2ª colocação no Oeste sendo tão jovem é algo que deveria pesar muito na votação.

    E vocês, acham que o Shai leva mesmo ou pode rolar uma surpresa? Me falem aí nos comentários!

  • SGA e Wemby dominam, mas MVP tá dividido entre especialistas

    SGA e Wemby dominam, mas MVP tá dividido entre especialistas

    Cara, que temporada maluca foi essa! Os especialistas da CBS Sports divulgaram suas escolhas para os prêmios da NBA 2025-26 e, sinceramente, algumas disputas estão mais acirradas que final de playoffs.

    O que mais me chamou atenção? Victor Wembanyama foi UNÂNIME para Defensor do Ano. Todos os seis especialistas votaram no francês. E olha, não é pra menos – o cara é um monstro defensivo que nem víamos desde os tempos do prime Dikembe Mutombo.

    A briga pelo MVP tá insana

    Agora, o MVP… aí que tá a confusão. Shai Gilgeous-Alexander levou 4 votos contra 2 do Nikola Jokić. Na minha visão, os dois merecem – SGA teve uma temporada absurda liderando o Thunder, enquanto Jokić continua sendo aquele alien que faz triple-double dormindo.

    E tem mais: ainda tão esperando pra ver se o Luka Dončić vai receber uma exceção por “circunstâncias extraordinárias” pra entrar na briga. Imagina se isso rola? Vai ser um caos gostoso.

    O mais interessante é que SGA também foi unânime para Clutch Player of the Year. Todos os especialistas concordaram – quando o jogo aperta, é nele que você quer a bola. E vocês acham que faz sentido? Eu acho que sim, o cara é gelo puro nos momentos decisivos.

    Rookie of the Year: Duke vs Duke

    Olha só que loucura: Cooper Flagg contra Kon Knueppel pro ROY. Dois caras de Duke disputando o prêmio de calouro do ano. A votação ficou 3×3 – empatadona!

    Flagg tem aquele perfil mais completo, jogador que faz de tudo em quadra. Já o Knueppel é mais especialista, um arremessador nato que pode decidir jogos do perímetro. Casos completamente diferentes, por isso a divisão faz sentido.

    Outra unanimidade quase perfeita foi o Jaime Jaquez Jr. pro Sixth Man – cinco votos em seis. O cara do Miami tá tendo uma temporada sensacional saindo do banco. Keldon Johnson levou um voto solitário, mas Jaquez Jr. tá merecendo mesmo.

    Joe Mazzulla favorito pra técnico

    Pro Coach of the Year, Joe Mazzulla (Boston) levou quatro votos contra dois do J.B. Bickerstaff. Mazzulla tá fazendo um trabalho incrível com os Celtics, mantendo aquele time sempre competitivo.

    E o Most Improved Player? Nickeil Alexander-Walker arrasou – cinco votos! Só Jalen Duren conseguiu “atrapalhar” a festa com um voto. Alexander-Walker realmente deu um salto gigantesco nesta temporada.

    O que vocês acham dessas escolhas? SGA merece mesmo ser MVP E Clutch Player? Wemby pra DPOY é óbvio demais ou ainda surpreende?

  • Jokic vai jogar só pra não perder os prêmios — Nuggets descansam todo mundo

    Jokic vai jogar só pra não perder os prêmios — Nuggets descansam todo mundo

    Olha só que situação interessante: os Nuggets decidiram descansar praticamente todo mundo no último jogo da temporada regular contra o San Antonio, mas o Jokic vai entrar em quadra mesmo assim. Por quê? Simples — ele precisa de pelo menos 15 minutos pra poder concorrer aos prêmios da temporada.

    É meio bizarro quando você para pra pensar. O cara já tem três MVPs no currículo, mas ainda precisa cumprir essa cota mínima de jogos. Jokic já disputou 64 partidas, e com esses 15 minutinhos contra os Spurs, ele fica elegível pra todos os troféus individuais da NBA.

    A estratégia arriscada de Denver

    Sinceramente? Eu entendo a lógica do técnico David Adelman. Os playoffs tão batendo na porta e ninguém quer se machucar numa partida que, teoricamente, não vale nada. Jamal Murray, Aaron Gordon, Cameron Johnson, Christian Braun — todo mundo de molho.

    Mas aqui tem um probleminha: Denver pode perder a terceira colocação no Oeste. Eles tão com 53 vitórias e 28 derrotas, mas os Lakers (52-29) podem passar na frente se ganharem do Utah hoje. E o pior? Los Angeles tem o critério de desempate por causa daquela vitória épica na prorrogação mês passado.

    A diferença entre ser terceiro ou quarto colocado é enorme. Como terceiros, os Nuggets enfrentam o Minnesota na primeira rodada. Como quartos, pegam o Houston em casa. Vocês acham que vale a pena arriscar?

    Wembanyama também fora

    Do outro lado, os Spurs também vão descansar o Wembanyama. O francesinho já garantiu sua elegibilidade pros prêmios na sexta-feira e San Antonio já tá garantido como segundo colocado no Oeste.

    Mas tem um detalhe interessante: se os Spurs ganharem mesmo sem Wemby, eles podem forçar Denver a cair pra chave do Oklahoma City nos playoffs. É uma daquelas situações onde todo mundo tá meio de olho em todo mundo, sabe?

    Na minha visão, os Nuggets tão apostando alto nessa estratégia de descanso. Claro que ninguém quer se machucar, mas perder posição na tabela pode complicar — e muito — a vida deles nos playoffs. E aí, será que 15 minutos do Jokic vão ser suficientes pra segurar o resultado?

  • Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Cara, isso aqui me deixa genuinamente irritado. Anthony Edwards — sim, o mesmo cara que tá fazendo uma temporada MONSTRUOSA — não vai conseguir disputar os prêmios individuais da NBA porque vai ficar 1 jogo abaixo do limite mínimo de 65 partidas.

    O Ant-Man tá fora do jogo de quinta contra o Detroit por causa de dores no joelho direito, e com isso não consegue mais bater a marca de 65 jogos que a liga exige pra você ser elegível pros prêmios de fim de temporada. Tecnicamente ele ainda poderia chegar lá se jogasse todos os jogos restantes dos Wolves, mas em uma das partidas que ele disputou, não teve minutos suficientes pra contar. Ou seja: tchau All-NBA.

    Os números que não mentem

    E olha só a sacanagem: Edwards tá fazendo 29.3 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Acertando 40.1% das bolas de três! Quarenta por cento! Pra um cara de 2 metros que joga como ele joga, isso é coisa de outro mundo.

    Na minha visão, esse seria facilmente o terceiro All-NBA Team do Edwards na carreira — e cara, ele tem só 24 anos. Tava sendo uma temporada histórica mesmo, daquelas que você lembra pra sempre.

    A regra dos 65 jogos tá uma palhaçada

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, do Detroit, também vai ficar de fora pelos mesmos motivos. Dois jogadores ELITE que merecem reconhecimento, mas que vão ser prejudicados por uma regra que sinceramente acho que precisa ser repensada.

    Olha, eu entendo o lado da NBA — eles querem incentivar os caras a jogarem mais, a darem o máximo pros fãs. Mas quando você perde jogadores do calibre do Edwards e do Cunningham por causa de 1 ou 2 jogos… mano, isso não faz sentido.

    O Adam Silver até falou que a regra tá funcionando como planejado, então aparentemente não vai mudar tão cedo. Mas vocês acham que isso é justo? Um cara fazer a temporada que o Edwards tá fazendo e ficar de fora do All-NBA por causa de dor no joelho?

    Sinceramente, se fosse por mim, a regra seria mais flexível. Tipo, 60 jogos no mínimo, ou então algum sistema que leve em conta lesões comprovadas. Porque do jeito que tá, a gente vai continuar vendo craques ficando de fora dos prêmios por detalhes técnicos.

    E aí, o que vocês acham? A regra dos 65 jogos tá certa ou tá prejudicando o basquete?

  • Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cade Cunningham fora por mais uma semana e pode perder prêmios

    Cara, que azar do Cade Cunningham. O cara tava fazendo uma temporada absolutamente monstruosa pelo Detroit Pistons e agora vai ficar fora por pelo menos mais uma semana se recuperando de um pulmão colapsado. Sério, que lesão bizarra é essa?

    O time anunciou na quinta-feira que o armador All-Star ainda está sendo monitorado pelos médicos e vai ser reavaliado só na próxima semana. Ele tá fora desde 19 de março, mas pelo menos já voltou a acompanhar os jogos no banco — de roupa comum, claro.

    Os números que impressionam

    E olha só que crueldade: Cunningham tá com médias de 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Na história da NBA, apenas oito jogadores conseguiram terminar uma temporada com essas médias ou melhores. O Cade seria o primeiro a fazer isso vestindo a camisa de Detroit.

    “É bom vê-lo com bom humor e se movimentando. É bom tê-lo de volta com o grupo”, disse o técnico J.B. Bickerstaff. “Ele traz uma energia para nossos caras.”

    Mas aqui vem a parte que dói: Cunningham jogou apenas 61 partidas nesta temporada. A NBA tem uma regra que exige 65 jogos para um jogador ser elegível aos prêmios de final de temporada. Os Pistons só têm cinco jogos restantes. Façam as contas.

    Injustiça pura

    Sinceramente? Acho uma injustiça danada essa regra da NBA. O cara teve uma lesão séria no final da temporada — não é como se fosse algo que ele pudesse controlar. Bickerstaff tá certíssimo quando fala: “Um cara como o Cade não deveria ser punido por ter uma lesão grave no final da temporada.”

    Na minha opinião, tem que ter bom senso nessas situações. O cara jogou 61 partidas, carregou o time nas costas a temporada toda e agora pode ficar sem reconhecimento por causa de quatro jogos? Meio cruel, né não?

    Detroit segue voando

    O mais impressionante é que os Pistons não pararam. Eles já garantiram o título da Divisão Central e têm quatro jogos de vantagem sobre o Boston Celtics na briga pela primeira colocação do Leste. Sem o seu melhor jogador, o time tem 11-4 de aproveitamento.

    “É sobre ter uma identidade”, explicou Bickerstaff. “Se você consegue fazer os caras comprarem a ideia, o estilo, se consegue jogar um basquete sistemático dos dois lados da quadra, você pode ter sucesso.”

    Vocês acham que o Cade vai conseguir voltar ainda nesta temporada regular? Porque, olha, seria uma pena enorme ver um jogador desse calibre ficar de fora dos prêmios por causa de uma regra que não considera situações excepcionais como essa.

  • Wemby vai varrer tudo? Previsões para os prêmios da NBA 2026

    Wemby vai varrer tudo? Previsões para os prêmios da NBA 2026

    Gente, chegamos na reta final da temporada e as disputas pelos prêmios individuais da NBA estão pegando FOGO! Nossos amigos do Yahoo Sports fizeram uma enquete com 10 votantes para tentar prever quem vai levar cada prêmio — e algumas respostas me deixaram de queixo caído.

    Rookie of the Year: Knueppel disparou na frente

    Lembra quando todo mundo achava que seria uma briga apertada entre Kon Knueppel (Hornets) e Cooper Flagg (Mavericks)? Pois é, esquece. O garoto do Charlotte simplesmente assumiu o controle da parada.

    Knueppel está fazendo 19.1 pontos por jogo (segundo entre os calouros) e — pasmem — está liderando TODA A LIGA em arremessos de 3 convertidos. Cara acerta 43.4% do perímetro. Isso é coisa de monstro!

    O que pesou mesmo foi o fato do Flagg ter ficado quase um mês fora por lesão no pé. Aí complica né? E o Hornets brigando por playoffs também ajuda a narrativa do Kon. Segundo a enquete, ele tem 90% das chances. É, parece que já era mesmo.

    Defensivo do Ano: Wemby 100%

    Aqui nem tem discussão. Victor Wembanyama recebeu 100% dos votos para Defensor do Ano. UNANIMIDADE!

    E olha, faz sentido total. O francês de 2,26m está fazendo o Spurs ter a melhor defesa da liga quando ele tá em quadra — só 103.5 pontos cedidos por 100 posses. Absurdo.

    Três tocos por jogo liderando a liga, 11.2 rebotes… O cara transformou o garrafão de San Antonio numa zona proibida. A única preocupação é se ele vai conseguir jogar os 65 jogos mínimos para ser elegível. Até agora jogou 57 de 72. Tá apertado, mas deve dar.

    Sinceramente? Esse prêmio dele desde janeiro. Chet Holmgren (OKC) até aparece como segundo favorito nas casas de aposta, mas é só protocolo mesmo.

    Técnico do Ano: briga de três

    Agora aqui a coisa ficou interessante. Três caras brigando de igual pra igual:

    J.B. Bickerstaff (Pistons) – 40%: Cara pegou Detroit e fez milagre. Depois de surpreender com 44 vitórias ano passado, agora tem o time como primeiro colocado no Leste. Detroit líder de conferência — quem diria!

    Mitch Johnson (Spurs) – 30%: Primeira temporada completa como técnico da NBA e já tem San Antonio como segundo no Oeste. Improvement de 20 vitórias! E o time tá sendo cotado como candidato real ao título.

    Joe Mazzulla (Celtics) – 30%: Manter Boston competitivo depois da lesão no Aquiles do Tatum e todas as mudanças no elenco não era mole. Segundo no Leste é trabalho fino.

    Vocês acham que Bickerstaff leva? Na minha opinião, transformar Detroit numa potência merece reconhecimento mesmo.

    E aí, quem vocês acham que vai levar cada prêmio? Wemby realmente merece o MVP que ele tanto quer?