Tag: primeira escolha draft

  • AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    Cara, imagina só a ironia dessa história. AJ Dybantsa, o cara que deve ser a primeira escolha do Draft 2026, cresceu torcendo pro Celtics em Massachusetts e agora vai ter que abandonar o time do coração.

    “Este é meu último ano sendo fã do Celtics”, disse o garoto de 2,06m no Combine da NBA em Chicago essa semana. “Vou ser draftado este ano, então… quer dizer, ainda pode estar em mim, mas definitivamente não vou torcer tanto.”

    Mano, que situação mais louca. O moleque cresceu em Brockton, Massachusetts, vendo os jogos do Celtics, sonhando um dia jogar na NBA, e agora pode muito bem ser escolhido pelo Washington Wizards com a primeira pick geral.

    De fã a rival?

    E olha só que plot twist absurdo: se ele for mesmo pro Wizards, vai jogar na mesma conferência que o Celtics. Ou seja, de torcedor virou possível rival. A última vez que Washington chegou longe nos playoffs, inclusive, foi eliminado justamente pelo Boston numa série que foi até o jogo 7 em 2016-17.

    Na temporada passada em BYU, o garoto mostrou porque é considerado o prospecto número 1 da sua classe. Médias de 25,8 pontos, 6,9 rebotes e 3,6 assistências, com 50,7% nos arremessos de quadra. Números de monstro, sem dúvida.

    “Significaria muito [ser a primeira escolha]”, disse Dybantsa. “Significaria que todo meu trabalho duro está valendo a pena, e que todas as horas incontáveis e todos os sacrifícios que fiz valeram a pena.”

    Encaixe perfeito em Washington?

    Quando perguntaram sobre como ele se encaixaria nos Wizards, o cara não hesitou nem um segundo. “Obviamente eles têm um armador All-Star [Trae Young] e um pivô All-Star no Anthony Davis. Eles têm Tre Johnson, Will Riley, que são joias. Têm Bub Carrington também.”

    Sinceramente? Esse time de Washington tá montando algo interessante. Trouxeram Young e Davis pra complementar o núcleo jovem, e se conseguirem Dybantsa, pode ser que tenham algo especial nas mãos.

    “Acho que seria um bom núcleo jovem. Posso me encaixar e realmente jogar rápido”, completou o prospecto.

    É claro que ele tem concorrência pesada pela primeira pick. Essa classe de Draft tá recheada de talentos como Darryn Peterson (ex-Kansas), Cameron Boozer (ex-Duke) e Caleb Wilson (ex-North Carolina). Mas pelo que vimos dele em BYU, Dybantsa parece ser a escolha mais segura.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele vai conseguir esquecer a paixão pelo Celtics quando estiver jogando contra eles? Porque uma coisa é certa: deixar de torcer pro time que você amou a vida toda não é nada fácil, mesmo quando você vira profissional.

  • Boozer aposta na cabeça pra ser o número 1 do Draft

    Boozer aposta na cabeça pra ser o número 1 do Draft

    Olha, eu sempre acreditei que basquete se joga primeiro na cabeça. E pelo jeito, Cameron Boozer entendeu essa lição muito bem. O pivô do Duke chegou no Combine da NBA ontem falando grosso sobre suas chances de ser o primeiro escolhido do Draft — e a justificativa dele me impressionou.

    “Acho que é minha mente, com certeza”, disse Boozer pros repórteres quando perguntaram o que ele traz pra NBA. “Minha leitura de jogo é elite. Minha competitividade, minha vontade de vencer, acho que essas são as maiores coisas que vão se traduzir.”

    Cara, isso é exatamente o que você quer ouvir de um prospecto. Não foi papo de estatística ou físico — foi inteligência de jogo.

    A briga pelo topo tá insana

    Boozer tá disputando a primeira escolha com mais três monstros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Caleb Wilson. O Washington Wizards tem a primeira pick, seguido por Jazz, Grizzlies e Bulls. Sinceramente? Qualquer um desses quatro pode ir primeiro.

    Mas os números do Boozer falam por si só. O cara teve o maior PER entre todos os prospectos elegíveis pro Draft: 34.7. Pra vocês terem ideia, o segundo colocado foi Wilson com números bem menores. Em Duke, Boozer mandou médias de 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências.

    Essas assistências me chamam atenção — um pivô que distribui mais de 4 por jogo não é comum. Mostra exatamente essa visão de jogo que ele tá falando.

    Por que a inteligência faz diferença

    Olha, já vi muito atleta físicamente absurdo se perder na NBA por não ter cabeça. A liga é rápida demais, inteligente demais. Você precisa processar informação numa velocidade insana.

    Boozer vem de uma família que entende de basquete — o pai dele, Carlos, jogou 13 anos na NBA. Essa vivência conta muito. E pelo que vi em Duke, o garoto realmente tem uma leitura diferenciada pra idade dele.

    Claro que físico e técnica importam. Mas se o cara consegue pensar o jogo dois lances à frente? Isso não tem preço na NBA atual.

    E aí, vocês acham que essa aposta na inteligência vai dar certo pro Boozer? Ou preferem um prospecto mais físico pra primeira escolha?

  • AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    Olha, vocês lembram da cara de paisagem que o AJ Dybantsa fez quando os Wizards ganharam a loteria do Draft? Pois então, o moleque finalmente falou sobre aquela reação que virou meme na internet toda.

    “Eu literalmente não tive reação nenhuma, e o pessoal arruma um jeito de dizer que eu não queria ser escolhido por eles. Mas eu queria sim”, disse Dybantsa durante o Combine da NBA. E sinceramente? Eu acredito nele. Às vezes a gente fica sem reação mesmo quando acontece algo muito importante.

    Vestindo a camisa do profissionalismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele aparecer de terno completo — terno xadrez cinza, camisa azul escura, gravata. Enquanto a maioria dos caras chega de moletom e tênis, o garoto estava parecendo que ia fechar negócio no Faria Lima.

    “Nunca tive um emprego antes. Comecei a levar o basquete a sério quando tinha 13 anos. Mas isso aqui é tipo minha primeira entrevista de emprego. Meu pai falou: ‘Cara, essa é sua entrevista. Então vai profissional, vai de terno’”, explicou.

    E o pai dele tem razão, né? O moleque de 18 anos tá disputando ser a primeira escolha do Draft. É literalmente a entrevista de emprego mais importante da vida dele.

    Rodada de reuniões com os times

    Até quarta-feira, AJ já tinha se encontrado com Wizards, Jazz, Grizzlies, Bulls, Clippers, Hawks e Mavericks. Basicamente uma maratona de convencimento para mostrar que ele é o cara.

    E quando perguntaram por que deveria ser a primeira escolha, a resposta foi direta: “Acho que consigo marcar do 1 ao 4, jogar do 1 ao 4. Jogo do jeito certo. Mas sou super empolgante como jogador, explosivo. Eu encho estádio”.

    Cara, essa confiança é absurda — mas é exatamente isso que você quer ouvir de um possível número 1 do Draft, não acham? O garoto sabe que tem talento e não tem medo de falar sobre isso.

    Agora é esperar pra ver se Washington vai mesmo cravar nele ou se vai rolar alguma surpresa. Mas uma coisa é certa: depois dessa explicação, aquela cara sem expressão faz muito mais sentido. Às vezes o choque é tão grande que a gente só congela mesmo.

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    Galera, aconteceu o que todo mundo já esperava: AJ Dybantsa declarou para o Draft da NBA de 2026! O cara simplesmente dominou a temporada freshman na BYU e agora vai tentar a sorte na liga.

    E olha, não é qualquer tentativa não. Os caras estão falando que ele é o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral do Draft. Primeira escolha, mano! Isso significa que provavelmente algum time vai fazer de tudo para ter a pior campanha da liga só para ter a chance de draftar esse monstro.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Em 35 jogos na temporada. Cara, isso é absurdo para um calouro! E ainda jogou mais de 34 minutos por partida — praticamente foi o motor da BYU o tempo todo.

    O reconhecimento veio na forma de prêmios também. Foi selecionado para o First Team All-American (aquela seleção dos melhores do país) e ainda levou o troféu de Calouro do Ano da Big 12. Sinceramente, não dava para ser diferente com esses números.

    Ultrapassou a concorrência

    O mais interessante é que os scouts da NBA estão colocando ele à frente do Darryn Peterson no ranking. Aparentemente, o Dybantsa tem um “floor” mais alto — ou seja, o pior cenário dele ainda é muito bom. É essa segurança que as franquias procuram na primeira escolha.

    Vocês acham que ele realmente tem potencial para ser um craque na NBA ou é só mais um caso de hype exagerado? Porque uma coisa é dominar no college, outra é enfrentar LeBron, Durant e companhia…

    De qualquer forma, 2026 ainda está longe, mas já dá para ir acompanhando esse nome. Se continuar nesse ritmo, pode ser que a gente tenha mais um jovem fenômeno chegando na liga!

  • Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Cara, essa notícia me pegou de surpresa. Markelle Fultz — sim, aquele mesmo que foi a primeira escolha do draft de 2017 — acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Oito anos depois daquela escolha polêmica, o armador tenta mais uma vez se firmar na liga.

    Na moral, eu sempre torci pro Fultz dar certo. Lembram da confusão toda? O cara era pra ser o futuro dos Sixers, mas aí começaram os problemas no ombro, mudou completamente o arremesso e virou aquele drama todo na Filadélfia. Foi doloroso de assistir.

    A jornada até Toronto

    Antes de chegar aos Raptors, Fultz estava jogando pelo Raptors 905 — o time da G League. Em seis jogos por lá, fez uma média de 9.8 pontos e 5.3 assistências. Não é absurdo, mas também não é de quebrar o pau. O destaque foi aquele jogo contra o Rip City no dia 20 de março: 17 pontos numa vitória fora de casa. Pelo menos mostrou que ainda tem basquete nas veias.

    O negócio é que o Toronto tá precisando mesmo de ajuda no garrafão. O Jamal Shead, que tem sido o armador reserva, não tá jogando nada — domingo mesmo contra o Phoenix acertou só 1 de 6 tentativas. Sinceramente, acho que vale a pena dar uma chance pro Fultz.

    Será que rola uma ressurreição?

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu sempre acreditei que o Fultz tinha talento pra ser pelo menos um jogador sólido de rotação. Em Orlando ele até conseguiu isso — chegou a ser titular em 60 jogos numa temporada, o que não é pouca coisa. Depois passou pelo Sacramento no final da temporada passada.

    O monstro tem 25 anos ainda. Na teoria, deveria estar no auge da carreira, mas a realidade é que já são oito temporadas na NBA tentando encontrar seu lugar. Às vezes eu fico pensando: e se ele nunca tivesse tido aquele problema no ombro? Seria completamente diferente hoje?

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Fultz consegue se firmar em Toronto? Ou vai ser mais um contrato de 10 dias que não vira nada? Na minha opinião, se o cara conseguir pelo menos ser um backup decente pro Scottie Barnes na criação de jogadas, já tá valendo. Toronto tem um time jovem e promissor, talvez seja o ambiente perfeito pra ele finalmente engrenar de vez.

  • Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Olha só quem tá de volta! Markelle Fultz, aquele mesmo que foi primeira escolha geral do draft de 2017, acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sinceramente? Eu não esperava essa.

    O cara passou a temporada toda na G League jogando pelo Raptors 905 — meio que testando as águas, né? E agora aos 27 anos, tá ganhando mais uma chance na liga. A última vez que vimos ele na NBA foi temporada passada, quando jogou 21 partidas pelo Sacramento Kings.

    A montanha-russa da carreira do Fultz

    Cara, a história desse moleque é de dar dó e admirar ao mesmo tempo. Lembram quando os Sixers pegaram ele como número 1? Todo mundo achava que seria o próximo Russell Westbrook. Aí veio aquela lesão estranha no ombro que simplesmente destruiu o arremesso dele.

    Nas duas primeiras temporadas, o cara mal conseguiu jogar — menos de 20 jogos em cada uma. Foi uma loucura total. Mas ó, o que eu mais admiro no Fultz é que ele nunca desistiu.

    A melhor fase dele foi em Orlando, na temporada 2022-23. O monstro fez 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, acertando mais de 51% dos arremessos. Nada mal pra quem quase teve a carreira acabada, né?

    Encaixe perfeito no momento dos Raptors?

    E olha que timing interessante dos Raptors. O time tá numa briga insana pra não cair no play-in do Leste, disputando vaga com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Todo mundo grudadinho na tabela.

    Fultz hoje é um cara completamente diferente daquele rookie assombrado. Virou um armador defensivo muito sólido, que sabe movimentar a bola e não força jogada ruim. Não tem mais aquele arremesso de 3 pontos devastador que prometia, mas compensou virando um jogador inteligente.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Toronto nessa reta final? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta. Dez dias não é muito tempo, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra mostrar que ainda tem lenha pra queimar.

    No final das contas, torço pelo cara. Já passou por tanta coisa que merece pelo menos essa chance de mostrar que ainda pode contribuir na melhor liga de basquete do mundo.