Tag: primeira escolha draft

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    Galera, aconteceu o que todo mundo já esperava: AJ Dybantsa declarou para o Draft da NBA de 2026! O cara simplesmente dominou a temporada freshman na BYU e agora vai tentar a sorte na liga.

    E olha, não é qualquer tentativa não. Os caras estão falando que ele é o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral do Draft. Primeira escolha, mano! Isso significa que provavelmente algum time vai fazer de tudo para ter a pior campanha da liga só para ter a chance de draftar esse monstro.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Em 35 jogos na temporada. Cara, isso é absurdo para um calouro! E ainda jogou mais de 34 minutos por partida — praticamente foi o motor da BYU o tempo todo.

    O reconhecimento veio na forma de prêmios também. Foi selecionado para o First Team All-American (aquela seleção dos melhores do país) e ainda levou o troféu de Calouro do Ano da Big 12. Sinceramente, não dava para ser diferente com esses números.

    Ultrapassou a concorrência

    O mais interessante é que os scouts da NBA estão colocando ele à frente do Darryn Peterson no ranking. Aparentemente, o Dybantsa tem um “floor” mais alto — ou seja, o pior cenário dele ainda é muito bom. É essa segurança que as franquias procuram na primeira escolha.

    Vocês acham que ele realmente tem potencial para ser um craque na NBA ou é só mais um caso de hype exagerado? Porque uma coisa é dominar no college, outra é enfrentar LeBron, Durant e companhia…

    De qualquer forma, 2026 ainda está longe, mas já dá para ir acompanhando esse nome. Se continuar nesse ritmo, pode ser que a gente tenha mais um jovem fenômeno chegando na liga!

  • Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Cara, essa notícia me pegou de surpresa. Markelle Fultz — sim, aquele mesmo que foi a primeira escolha do draft de 2017 — acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Oito anos depois daquela escolha polêmica, o armador tenta mais uma vez se firmar na liga.

    Na moral, eu sempre torci pro Fultz dar certo. Lembram da confusão toda? O cara era pra ser o futuro dos Sixers, mas aí começaram os problemas no ombro, mudou completamente o arremesso e virou aquele drama todo na Filadélfia. Foi doloroso de assistir.

    A jornada até Toronto

    Antes de chegar aos Raptors, Fultz estava jogando pelo Raptors 905 — o time da G League. Em seis jogos por lá, fez uma média de 9.8 pontos e 5.3 assistências. Não é absurdo, mas também não é de quebrar o pau. O destaque foi aquele jogo contra o Rip City no dia 20 de março: 17 pontos numa vitória fora de casa. Pelo menos mostrou que ainda tem basquete nas veias.

    O negócio é que o Toronto tá precisando mesmo de ajuda no garrafão. O Jamal Shead, que tem sido o armador reserva, não tá jogando nada — domingo mesmo contra o Phoenix acertou só 1 de 6 tentativas. Sinceramente, acho que vale a pena dar uma chance pro Fultz.

    Será que rola uma ressurreição?

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu sempre acreditei que o Fultz tinha talento pra ser pelo menos um jogador sólido de rotação. Em Orlando ele até conseguiu isso — chegou a ser titular em 60 jogos numa temporada, o que não é pouca coisa. Depois passou pelo Sacramento no final da temporada passada.

    O monstro tem 25 anos ainda. Na teoria, deveria estar no auge da carreira, mas a realidade é que já são oito temporadas na NBA tentando encontrar seu lugar. Às vezes eu fico pensando: e se ele nunca tivesse tido aquele problema no ombro? Seria completamente diferente hoje?

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Fultz consegue se firmar em Toronto? Ou vai ser mais um contrato de 10 dias que não vira nada? Na minha opinião, se o cara conseguir pelo menos ser um backup decente pro Scottie Barnes na criação de jogadas, já tá valendo. Toronto tem um time jovem e promissor, talvez seja o ambiente perfeito pra ele finalmente engrenar de vez.

  • Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Olha só quem tá de volta! Markelle Fultz, aquele mesmo que foi primeira escolha geral do draft de 2017, acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sinceramente? Eu não esperava essa.

    O cara passou a temporada toda na G League jogando pelo Raptors 905 — meio que testando as águas, né? E agora aos 27 anos, tá ganhando mais uma chance na liga. A última vez que vimos ele na NBA foi temporada passada, quando jogou 21 partidas pelo Sacramento Kings.

    A montanha-russa da carreira do Fultz

    Cara, a história desse moleque é de dar dó e admirar ao mesmo tempo. Lembram quando os Sixers pegaram ele como número 1? Todo mundo achava que seria o próximo Russell Westbrook. Aí veio aquela lesão estranha no ombro que simplesmente destruiu o arremesso dele.

    Nas duas primeiras temporadas, o cara mal conseguiu jogar — menos de 20 jogos em cada uma. Foi uma loucura total. Mas ó, o que eu mais admiro no Fultz é que ele nunca desistiu.

    A melhor fase dele foi em Orlando, na temporada 2022-23. O monstro fez 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, acertando mais de 51% dos arremessos. Nada mal pra quem quase teve a carreira acabada, né?

    Encaixe perfeito no momento dos Raptors?

    E olha que timing interessante dos Raptors. O time tá numa briga insana pra não cair no play-in do Leste, disputando vaga com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Todo mundo grudadinho na tabela.

    Fultz hoje é um cara completamente diferente daquele rookie assombrado. Virou um armador defensivo muito sólido, que sabe movimentar a bola e não força jogada ruim. Não tem mais aquele arremesso de 3 pontos devastador que prometia, mas compensou virando um jogador inteligente.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Toronto nessa reta final? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta. Dez dias não é muito tempo, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra mostrar que ainda tem lenha pra queimar.

    No final das contas, torço pelo cara. Já passou por tanta coisa que merece pelo menos essa chance de mostrar que ainda pode contribuir na melhor liga de basquete do mundo.