Tag: prorrogação

  • LeBron destroiu os Rockets nos últimos 30 segundos – que collapse absurdo!

    LeBron destroiu os Rockets nos últimos 30 segundos – que collapse absurdo!

    Gente, eu ainda tô processando o que rolou ontem à noite em Houston. Os Rockets estavam com seis pontos de vantagem faltando 30 segundos pro fim do jogo 3. SEIS PONTOS EM 30 SEGUNDOS. Era só segurar a bola, forçar algumas faltas e mandar os Lakers pra casa com um 3-0 praticamente impossível de reverter.

    Mas aí o LeBron James lembrou pra todo mundo por que ele é o cara que mais me impressiona nessa liga há duas décadas.

    O Collapse Mais Doloroso do Ano

    Cara, foi de dar dó assistir. Marcus Smart roubou uma bola e tomou uma falta besta do Jae’Sean Tate – três lances livres de bandeja. Smart converteu todos e cortou pra três. Beleza, os Rockets ainda estavam na frente, só precisavam segurar.

    Só que o Reed Sheppard (que eu sinceramente acho que ainda tá muito cru pra playoffs) perdeu a bola pro LeBron no meio de quadra. O resto foi só desespero: Rui Hachimura pegou o rebote, tocou pro James, que passou pro Luke Kennard e… SWISH. Triplo do empate.

    Trinta segundos. De seis pontos de vantagem pra empate. Na casa deles. Com a temporada em jogo.

    Quase Acabou Ali Mesmo

    O pior é que podia ter sido ainda mais cruel. O Şengün perdeu um gancho fácil (cara, aquela bola tinha que entrar), sobrou 1.2 segundo no cronômetro e obviamente a bola foi parar nas mãos do LeBron.

    Eu juro que achei que ele ia meter aquela virada de costas de três pontos. A bola rodou na aro, quicou duas vezes e… saiu. Prorrogação.

    Vocês acham que os Rockets tinham psicológico pra prorrogação depois desse baque? Nem eu acreditava mais neles. E realmente, perderam por 112 a 108 e agora tão 0-3 numa série que eram favoritos esmagadores.

    LeBron aos 41 Anos Fazendo LeBron Things

    Olha, eu sei que todo mundo já cansou de falar isso, mas que monstro é esse LeBron James? 41 anos nas costas, time desfalcado, e o cara simplesmente decide que vai roubar a bola, empatar o jogo e quase ganhar na sequência.

    Esse é o tipo de jogada que separa os grandes dos lendários. Quantos caras de 41 anos vocês conhecem que fazem isso em playoffs da NBA?

    Agora é torcer pra ver se os Rockets conseguem pelo menos evitar a varrida no jogo 4. Porque olha, nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 3-0, e depois dessa… sinceramente, acho que a temporada deles já era.

  • Jokic faz 35/13/13 e Nuggets viram de 16 pontos contra Portland

    Jokic faz 35/13/13 e Nuggets viram de 16 pontos contra Portland

    Olha, quando o Nikola Jokic resolve meter uma dessas, simplesmente não tem jeito. O cara fez 35 pontos, 13 rebotes e 13 assistências na virada ÉPICA dos Nuggets contra o Portland Trail Blazers, 137-132 na prorrogação. E o mais absurdo? Denver tava perdendo de 16 pontos no último quarto!

    Eu sinceramente achei que os Nuggets tinham entregado quando vi eles 115-99 pra baixo com pouco mais de 8 minutos no relógio. Mas aí que mora a magia do Joker — o cara simplesmente não se entrega nunca. Foi o 33º triple-double dele na temporada (33!), e mais uma vez ele mostrou por que é um dos caras mais clutch da liga.

    A reviravolta que ninguém esperava

    Portland tava voando no jogo inteiro. Toumani Camara meteu 30 pontos e ajudou os Blazers a baterem o RECORDE da franquia com 25 bolas de três (isso mesmo, vinte e cinco!). Deni Avdija também tava monstro com 26 pontos, praticamente não errando da linha do lance livre (13/14).

    Mas aí que o Jokic disse “não, peraí”. O sérvio marcou 10 pontos só no último período e liderou uma corrida de 21-5 que deixou todo mundo de boca aberta. Aaron Gordon ainda empatou o jogo com um arremesso de três no cantinho, faltando 1:12 para acabar — que frieza absurda.

    Murray decidindo na prorrogação

    Na prorrogação foi show do Jamal Murray. O cara meteu 7 dos seus 20 pontos nos 5 minutos extras, incluindo duas bolas de três que praticamente definiram o jogo. Vocês viram a enterrada dele que fez 135-128? Pura categoria.

    E olha só que loucura: com essa vitória, Denver chegou na nona vitória consecutiva (recorde da temporada) e assumiu a terceira colocação no Oeste com 51-28. Tão meio jogo na frente dos Lakers agora. Portland, que vinha de três vitórias seguidas, caiu para a nona posição.

    Sinceramente, essa temporada dos Nuggets tá sendo especial demais. Jokic continua mostrando por que é MVP material todo santo jogo, e quando Murray tá jogando assim, esse time é candidato real ao título. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo nos playoffs?

  • Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que eu vi ontem à noite. Os Minnesota Timberwolves acabaram de protagonizar a maior virada da história da NBA em prorrogação — e olha que fizeram isso sem cinco dos seus sete principais jogadores!

    13 pontos de desvantagem na prorrogação. Treze! E os caras viraram com uma sequência de 15 a 0 para bater o Houston Rockets por 110 a 108. Desde que a liga começou a registrar essas estatísticas detalhadas em 1997-98, NUNCA ninguém tinha conseguido uma virada dessas proporções no tempo extra.

    O caos que virou épico

    A situação estava apocalíptica mesmo. Anthony Edwards fora pelo quinto jogo seguido (problema no joelho), Jaden McDaniels saiu mancando no final do quarto período depois de fazer 25 pontos e marcar o Kevin Durant, Rudy Gobert foi expulso por faltas, e pra completar o caos, Naz Reid levou expulsão na prorrogação por reclamar com o árbitro Scott Foster.

    Sinceramente? Eu teria saído do ginásio também, igual muitos torcedores fizeram. Alperen Sengun enterrou uma que deixou Houston na frente por 108-95, completando uma sequência absurda de 26 a 2. Parecia acabado.

    Mas aí que os Wolves mostraram por que são candidatos sérios ao título. Julius Randle — que fez 24 pontos TODOS no segundo tempo — assumiu o protagonismo junto com Kyle Anderson pra marcar o KD.

    A virada que ninguém esperava

    Mike Conley abriu a reação com uma bomba de três. Anderson fez aquela jogada genial: pegou o rebote ofensivo do Randle, sofreu falta do Sengun e converteu o and-one. Os Wolves forçaram uma violação de oito segundos (coisa linda de se ver), DiVincenzo cortou pro garrafão, e de repente o jogo tinha virado.

    O momento decisivo? DiVincenzo empata com mais uma de três, Sengun erra, e Randle — que tava simplesmente impossível — acerta um pull-up com 8.8 segundos restantes pra dar a vitória.

    “A gente tem competidores de verdade aqui, caras que querem o desafio”, disse Randle depois. E olha, ele não tava mentindo não.

    Por que isso importa tanto

    Com essa vitória, Minnesota (45-28) se manteve meio jogo atrás do Denver na quarta colocação do Oeste. Mais importante ainda: empataram a série da temporada em 1-1 com Houston e abriram 1.5 jogo de vantagem sobre os Rockets na tabela.

    E vocês acham que foi sorte? Os caras tentaram 63 arremessos na área e só ganharam 10 lances livres! Mesmo assim acharam um jeito de ganhar. Isso que eu chamo de personalidade.

    Rudy Gobert resumiu bem: “Eu tô muito orgulhoso que a gente não desistiu. A gente quer ganhar um título, então sabemos que vai ter adversidade”.

    Olha, se os Wolves conseguem fazer isso sem o Edwards e mais quatro titulares, imaginem quando estiverem 100%. Esse time tem algo especial, e jogos como esse provam que eles não vão facilitar pra ninguém nos playoffs.

  • Hawks param os Pistons na prorrogação em jogaço de 130-129

    Hawks param os Pistons na prorrogação em jogaço de 130-129

    Cara, que jogo absurdo foi esse entre Hawks e Pistons! 130 a 129 na prorrogação, com direito a virada, contra-virada e um final de tirar o fôlego. CJ McCollum foi o grande nome da noite com 27 pontos, mas o que me impressionou mesmo foi como os Hawks conseguiram parar uma sequência de 4 vitórias seguidas dos líderes do Leste.

    O McCollum simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo. Fez a cesta do desempate na prorrogação e ainda marcou os últimos 11 pontos de Atlanta no tempo normal — incluindo uma bandeja com falta que deu 121-116 pros Hawks faltando só 44 segundos. Monstro demais.

    Jalen Johnson quase com triple-double

    E o Jalen Johnson? Também fez 27 pontos, deu 12 assistências e pegou 8 rebotes. Ficou a dois rebotes do triple-double, mas sinceramente, a performance dele foi fundamental pra essa vitória. Os Hawks tão voando desde o All-Star break — 15 vitórias em 17 jogos é coisa de time que quer brigar lá em cima.

    Do lado dos Pistons, o Jalen Duren fez um double-double monstro: 26 pontos e 14 rebotes. Tobias Harris colaborou com 22, e o Daniss Jenkins teve uma noite redonda com 19 pontos e 10 assistências. Mas não deu — primeira derrota deles desde que o Cade Cunningham se machucou com aquele problema no pulmão.

    Virada maluca no terceiro quarto

    Olha só que loucura foi esse jogo: Atlanta abriu 21 pontos de vantagem no primeiro tempo. Vinte e um! Eu já tava pensando “acabou, Hawks ganharam fácil”. Mas aí veio o terceiro quarto e Detroit simplesmente apagou essa diferença toda.

    Os Pistons fizeram 16 pontos seguidos no começo do terceiro período. Dezesseis a zero! Transformaram os 73-55 do intervalo em 73-71. Foi surreal de acompanhar — daqueles momentos que você lembra por que ama basquete.

    Na prorrogação, McCollum fez aquela jogada de três pontos (cesta + falta) que deixou 126-123 pros Hawks. Detroit ainda teve chance de empatar ou virar, mas o Harris errou o arremesso e o Duren não conseguiu aproveitar o rebote ofensivo.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo absurdo? 15-2 desde o All-Star é coisa de candidato ao título, mas a temporada regular é uma coisa, playoffs é outra história completamente diferente.

  • Mavericks desperdiça 15 pontos de vantagem e perde pros Warriors

    Mavericks desperdiça 15 pontos de vantagem e perde pros Warriors

    Cara, que jogo doloroso para acompanhar ontem à noite. Os Dallas Mavericks estavam com tudo na mão — 15 pontos de vantagem no segundo quarto — e conseguiram entregar de bandeja para os Golden State Warriors na prorrogação. Resultado final: 137 a 131 para os Warriors, e eu aqui ainda processando como diabos o Dallas conseguiu perder esse jogo.

    Cooper Flagg foi simplesmente monstruoso no ataque: 32 pontos, cestinha da partida. Mas sinceramente? De nada adiantou quando o time inteiro parecia estar jogando com as mãos ensaboadas. Vamos aos números que explicam essa dor de cabeça.

    15 bolas perdidas só entre Flagg e Marshall — absurdo

    Olha, eu entendo que o Jason Kidd quer experimentar o Flagg no comando da bola, mas cara… 15 bolas perdidas só entre ele e o Naji Marshall? Isso é brincadeira. Marshall perdeu 8, Flagg perdeu 7, e no total o time desperdiçou 23 posses. Vinte e três!

    No terceiro quarto foi de dar pena. Os Warriors colocaram uma pressão na quadra toda e o pessoal do Dallas simplesmente desmoronou. O Flagg, que tinha feito um primeiro tempo incrível, começou a afundar quando a coisa apertou. É aquela situação clássica: jogar no profundo para ver se o cara aguenta a pressão — e dessa vez não aguentou.

    Warriors dominaram no rebote: 23 a 8 nos segundos ataques

    Agora me explica uma coisa: como é que um time acerta quase 60% dos arremessos de quadra, incluindo 55% das bolas de 3 (em 36 tentativas!), e ainda assim perde o jogo? Simples: entregou 17 rebotes ofensivos para o adversário.

    Daniel Gafford, que teoricamente é o pivô titular, pegou apenas 5 rebotes defensivos em 32 minutos de jogo. Cinco! PJ Washington e o próprio Flagg pegaram 3 cada um. Somando tudo, o garrafão dos Mavericks pegou 11 rebotes defensivos. Onze. É pouco até para uma pelada de fim de semana.

    Resultado? Warriors converteram esses rebotes extras em 23 pontos de segunda chance. Game over.

    Warriors sem Curry ainda assim colocaram 8 caras em dois dígitos

    E tem que dar o braço a torcer: mesmo sem o Stephen Curry em quadra, os Warriors mostraram por que esse sistema deles é tão eficiente. Oito jogadores marcaram 10 pontos ou mais — liderados pelo Moses Moody com 23.

    Mas o cara que mais me impressionou foi o Gary Payton II. O maluco fez 17 pontos com 100% de aproveitamento — 8 de 8 nos arremessos. Perfeito. E não foi só chute fácil não: ele estava correndo para o garrafão como se fosse um ala-pivô, fazendo jogadas decisivas no final.

    Aquela enterrada dele no quarto período e a bola de 3 da esquina que praticamente selou o jogo? Chef’s kiss. O Payton mostrou por que veterano experiente faz diferença quando o bicho pega.

    No final das contas, os Mavericks tiveram a chance de ganhar no tempo normal — o Naji Marshall perdeu uma bola de 3 completamente livre nos segundos finais. Na prorrogação foi só sofrimento. E aí, vocês acham que o Kidd vai continuar insistindo nesse experimento com o Flagg na armação?

  • Mavs perde de novo em casa pra Warriors: Flagg fez 32 mas…

    Mavs perde de novo em casa pra Warriors: Flagg fez 32 mas…

    Cara, não dá pra aguentar mais isso. Dallas perdeu OUTRA em casa na prorrogação, agora pros Warriors por 137-131. Cooper Flagg fez 32 pontos — um show à parte — mas também perdeu 7 bolas. Sete! E Moses Moody, que liderou Golden State com 23 pontos, se machucou feio no final. Que noite…

    O American Airlines Center viu um verdadeiro festival de cestas no primeiro quarto. Os dois times saíram tacando fogo do perímetro — Dallas acertou 8 de 10 arremessos de 3, Warriors acertaram 8 de 13. Absurdo. Golden State chegou a parecer morto no começo, mas depois de um timeout rápido, embalou e terminou o período na frente por 34-31.

    Mavs dominou… até não dominar mais

    No segundo quarto, Dallas assumiu o controle total. A diferença? Aproveitaram as bobeiras dos Warriors — aquele ataque complicado de Golden State gera boas jogadas, mas também muitas perdas de bola. Os Mavs chegaram a abrir 15 pontos de vantagem e foram pro intervalo ganhando de 73-63.

    Aí veio o terceiro quarto. E vocês já sabem como é essa história com Dallas, né?

    Depois de manter os Warriors sob controle por quase todo o período, os Mavs simplesmente entregaram a paçoca. Estavam ganhando de 89-78 faltando 5:30 pro fim do terceiro quando… PÁ! Tomaram uma sequência de 20-9 e o jogo foi pra decisão empatado em 98.

    Cooper Flagg e aqueles arremessos de 3

    O último quarto começou de forma desastrosa pra Dallas. Flagg perdeu três bolas seguidas — TRÊS! — e os Warriors abriram 11 pontos rapidinho. Mas o menino é monstro mesmo: na reta final, enterrou uma de 3, fez dois lances livres importantes e quase salvou o time.

    Max Christie empatou o jogo em 126 com uma bomba sensacional, e lá fomos nós pra prorrogação.

    Na overtime, mesma ladainha da derrota pros Clippers: Warriors abriram 7 pontos, Dallas ficou sem gás. Os Mavs até reagiram (porque são os Mavs que a gente conhece, nunca morrem fácil), mas não deu. E pra piorar, Moses Moody se machucou feio no joelho nos minutos finais após um roubo de bola limpo.

    Olha, eu preciso falar uma coisa sobre o Flagg: o cara TEM que arremessar mais de 3. Hoje foram só 2 de 4, mas ele recusou várias bolas livres do perímetro. Defesas estão dando espaço pra ele lá de fora, e ele precisa fazer elas pagarem. Sei que não era parte do jogo dele até a temporada passada em Duke, mas o arremesso tá bonito. Só falta a confiança de tacar mesmo.

    E aí, vocês acham que Dallas consegue resolver essa questão dos finais de jogo? Porque sinceramente, tá difícil de assistir…