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    Matt Painter vira lenda do basquete universitário com 500 vitórias

    Cara, eu sei que vocês acompanham mais a NBA aqui no Sexto Homem, mas tem uma história no basquete universitário americano que não posso deixar passar. Matt Painter, técnico do Purdue, acabou de virar apenas o quarto treinador na história da Big Ten Conference a conseguir 500 vitórias com o mesmo programa.

    E olha, pode parecer só mais um número, mas isso é ABSURDO quando você para pra pensar.

    Um cara que fala pelos cotovelos… sobre os outros

    O que mais me impressiona no Painter é que, quando perguntaram sobre essa marca histórica, o cara não falou dele. Falou dos jogadores. “O que se perde de vista em Purdue é que nossos jogadores são realmente bons”, disse ele. “Esses caras se dedicaram tanto em todas as áreas para serem o melhor que podem ser.”

    Mano, isso me lembra muito do Popovich no Spurs — sempre desviando o mérito pra galera que tá em quadra. Mas a real é que grandes jogadores não chegam lá sozinhos, né?

    Agora Painter faz parte de um grupo seleto com Tom Izzo, Bob Knight e Gene Keady. Quatro caras apenas. Na história toda da Big Ten!

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos que me deixaram de queixo caído: Painter está entre apenas seis técnicos com mais de 10 classificações pro March Madness. Suas 17 participações empatam com Keady, que foi seu mentor.

    E tem mais — ele é o quinto colocado em aproveitamento entre técnicos com pelo menos 10 temporadas na conferência no pós-guerra. Tá atrás só de lendas como Knight, Izzo, Bo Ryan e Thad Matta.

    Na velocidade que vai, deve passar Keady em vitórias na próxima temporada e tem tudo pra alcançar Knight em uns sete anos. Imaginem isso!

    Mas o que realmente me chamou atenção foi ver os recordes que os jogadores dele quebraram. Braden Smith acabou de virar o maior garçom da história do basquete universitário americano — quebrou o recorde de assistências de todos os tempos!

    Uma escola de craques

    Sinceramente, quando você olha os números, dá pra entender por que o Painter é tão respeitado. Dois dos quatro maiores pontuadores da história de Purdue jogaram com ele, incluindo Zach Edey, o maior cestinha de todos os tempos do programa.

    Três dos cinco maiores reboteiros também são “crias” do Painter. E claro, o atual líder histórico em assistências joga pra ele neste exato momento.

    “Quando você recruta, não está fazendo um draft. Eles têm que dizer sim também”, explicou Painter. “É sobre encontrar caras com espírito competitivo alto, que querem vencer, que têm alto nível técnico.”

    E aí, vocês acham que o basquete universitário americano ainda consegue formar técnicos assim? Essa combinação de humildade e resultados tá cada vez mais rara, não acham?

    Pra mim, Matt Painter é prova de que no esporte — seja NBA, basquete universitário ou até nosso NBB — consistência e trabalho duro ainda valem mais que qualquer estrela individual. O cara construiu uma verdadeira dinastia em Purdue, e merece todo o reconhecimento do mundo.