Tag: Quin Snyder

  • Hawks vão renovar com Quin Snyder? A coisa tá ficando séria

    Hawks vão renovar com Quin Snyder? A coisa tá ficando séria

    Olha, eu confesso que não esperava isso quando os Hawks contrataram o Quin Snyder no meio da temporada 2022-23. O cara simplesmente pegou um time em transição e transformou em candidato real aos playoffs.

    A situação é a seguinte: Snyder vai entrar na última temporada do contrato dele como técnico dos Hawks antes da temporada 2026-27. E pelo que tudo indica, a diretoria de Atlanta já tá de olho numa renovação. As conversas sobre extensão devem rolar no final da temporada, e o técnico tem apoio total da front office pra continuar por lá.

    O trabalho que ninguém esperava

    Sinceramente? Eu achava que os Hawks iam patinar mais um tempo depois de toda aquela novela com o Trae Young. Mas não, cara. O time terminou a temporada regular como 6ª cabeça de chave, e isso numa época em que todo mundo falava que era o fim da era Trae Young em Atlanta.

    Snyder pegou um time meio perdido e conseguiu dar uma identidade. Não foi fácil — a saída dele do Utah Jazz em 2022 mostrou que às vezes até bons técnicos precisam de mudança de ares. Mas em Atlanta, o cara encontrou o ambiente perfeito.

    Knicks tentaram, mas não rolou

    Uma coisa que me chamou atenção: os Knicks foram atrás do Snyder na última offseason pra preencher a vaga de técnico deles. Não deu certo, obviamente, mas os Hawks também não responderam oferecendo uma extensão na época. Meio estranho, né?

    Agora a situação mudou completamente. Com o trabalho sólido que ele fez em Atlanta, a renovação parece questão de tempo e valores. E vocês acham que ele fica mesmo? Ou será que vai aparecer uma proposta melhor no meio do caminho?

    O que eu sei é que Atlanta finalmente achou um técnico que entende o momento do time. Snyder não tentou forçar nada, trabalhou com o que tinha e entregou resultados. Isso vale ouro no mundo NBA.

  • Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Olha, eu assisti esse jogo e já sabia que ia dar ruim pro Hawks. Quin Snyder, técnico de Atlanta, basicalmente admitiu depois da derrota por 113-102 no Jogo 1: defender os Knicks é praticamente impossível.

    “É meio que escolher seu veneno”, disse Snyder na entrevista pós-jogo. Cara, quando um técnico da NBA fala isso, é porque o bicho tá pegando mesmo.

    Brunson destruiu no primeiro quarto

    Jalen Brunson meteu 19 pontos só no primeiro período. Dezenove! Em 12 minutos de jogo, o cara praticamente decidiu a parada. Terminou com 28 pontos e ainda fechou o caixão dos Hawks nos minutos finais.

    O mais impressionante é que não foi só o Brunson. OG Anunoby também colaborou com mais de 20 pontos, e aí que tá o problema dos Hawks – como você para todo mundo ao mesmo tempo?

    “Como você lida com eles no garrafão com a vantagem física? Só marca individual? Como você para o pick-and-roll do Brunson?”, questionou Snyder. Sinceramente, eu não sei a resposta também.

    Karl-Anthony Towns complica ainda mais

    Se não bastasse Brunson e OG, ainda tem o KAT dominando por dentro. Snyder falou que uma das prioridades é não deixar Towns ir pra linha de lance livre, mas convenhamos – mais fácil falar do que fazer.

    O técnico dos Hawks admitiu que vai ter que fazer ajustes no Jogo 2, que rola na terça-feira. “Esperamos conseguir defendê-lo melhor do que fizemos”, disse sobre Brunson. Só que, cara, quando você tem que escolher entre vários venenos, qualquer escolha dói.

    Do lado dos Knicks, o técnico Tom Thibodeau (não Mike Brown como estava no texto original – erro deles) elogiou a postura de Brunson: “Ele deu um passo à frente como deveria e acertou arremessos importantes pra gente sair na frente.”

    Brunson mesmo falou na entrevista: “Não importa o que aconteça, você tem que pensar positivo e lutar contra qualquer coisa.” Mentalidade de craque.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque pelo que vi, vai ser difícil parar esse ataque dos Knicks…

  • Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Cara, quem diria que os Hawks iam conseguir virar essa chave? Depois de anos presos no limbo do play-in, Atlanta finalmente conseguiu uma vaga direta nos playoffs pela primeira vez desde 2020-21. E o mais louco? Fizeram isso justamente DEPOIS de trocar o Trae Young.

    Lembro quando o negócio foi anunciado em janeiro — Young pro Wizards por CJ McCollum e Corey Kispert. Na época, pensei: “pronto, mais um ano perdido pros Hawks”. O cara era literalmente a cara da franquia há sete anos, né?

    A reviravolta que ninguém esperava

    Mas aí que tá — às vezes você precisa perder pra ganhar. O técnico Quin Snyder falou uma coisa que me marcou: “Tivemos literalmente umas cinco versões diferentes do time”. E não tava exagerando não. Foram 25 formações iniciais diferentes na temporada. Absurdo.

    O negócio é que quando a poeira baixou, sobrou um grupo que realmente queria jogar junto. Onyeka Okongwu, Jalen Johnson (que virou All-Star pela primeira vez!), Dyson Daniels e Nickeil Alexander-Walker começaram a temporada juntos e criaram uma química incrível.

    McCollum chegou na troca do Young e assumiu a vaga do Zaccharie Risacher no quinteto. Trouxe aquela experiência que o time precisava — você sabe como é, veterano que já passou por playoff e sabe como é a pressão.

    A sequência que mudou tudo

    Em março, os caras emplacaram 13 vitórias em 15 jogos. Treze! Saíram daquela zona de rebaixamento direto pro play-in e foram brigar pela 5ª ou 6ª colocação. Foi uma loucura acompanhar.

    “É orgulhoso ver como nosso grupo se conectou em tão pouco tempo”, disse Snyder depois de uma vitória contra o Nets. E realmente, você via que era diferente. O cara que chegou ontem estava fazendo assistência pro que tava lá desde o começo.

    Daniels resumiu bem: “Os caras novos foram muito bons pra gente. Não só em quadra, mas no vestiário também. Todo mundo sabe seu papel agora. Todos jogando com vontade”.

    O teste contra os Knicks

    Agora vem o desafio de verdade — primeira rodada dos playoffs contra os Knicks. E olha, Nova York tem uma vantagem clara: continuidade. Aquele núcleo joga junto há anos, alguns desde a faculdade.

    Mas sinceramente? Acho que Atlanta pode surpreender. Momentum é uma coisa real no basquete, e os Hawks chegam voando. Okongwu falou uma verdade: “Demora pra construir química, mas temos caras aqui que querem trabalhar e jogar do jeito certo”.

    Vocês acham que esse novo Hawks consegue incomodar os Knicks? Eu tô curioso pra ver se essa identidade que eles forjaram sem o Young vai resistir à pressão dos playoffs.

  • Snyder viu potencial que nem Alexander-Walker sabia que tinha

    Snyder viu potencial que nem Alexander-Walker sabia que tinha

    Olha só que história massa: Nickeil Alexander-Walker tá voando no Hawks e ele mesmo admite que o técnico Quin Snyder enxergou coisas nele que ele nem sabia que existiam. “Ele viu um teto mais alto pra mim do que eu mesmo via”, disse o cara numa entrevista. E sinceramente? Isso me emociona de um jeito absurdo.

    Pensa só — o moleque jogou a carreira toda num papel bem definido, fazendo o que mandavam: arremesso de 3 no canto, defesa sólida, olho na bola. Básico, né? Mas aí chega Snyder e fala: “Cara, você pode muito mais que isso”. E olha o resultado: Alexander-Walker tá entre os favoritos pro prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu.

    A mudança de mentalidade que fez toda diferença

    O que mais me chamou atenção foi como Snyder mudou a cabeça do jogador. No Minnesota, as responsabilidades eram bem claras: “Canto da quadra, arremesso de 3, vai pro garrafão, olho na saída, defende”. Ponto final. Agora no Hawks, Snyder tá pedindo pra ele tomar decisões, ser agressor, até aceitar arremessos contestados quando precisa.

    “Ele falou comigo: ‘Olha, pode chegar um momento no jogo que vamos precisar que você tome um arremesso contestado’”, lembrou Alexander-Walker. E tem razão — quantas vezes a gente não vê os grandes jogadores da liga pegando bolas impossíveis e convertendo? Curry, Durant, LeBron… ninguém fica esperando bandeja livre o jogo todo.

    Confiança que contagia

    O mais legal dessa história toda é ver como a confiança do técnico contagiou o jogador. Mesmo quando Alexander-Walker começou meio travado na temporada, Snyder nunca duvidou. “A coisa que tentamos deixar claro desde o início é que precisamos da sua agressividade, e isso não depende da bola entrar ou não”, disse o treinador.

    Cara, isso aí é coaching de primeira. Quantos jogadores não murcham porque ficam com medo de errar? Alexander-Walker mesmo disse que essa é “a temporada mais divertida” que ele já teve jogando basquete. E quando um atleta fala isso, você sabe que a coisa tá funcionando.

    Na minha visão, o Hawks acertou em cheio ao apostar no potencial do cara. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível e brigar de verdade pelo prêmio de MIP? Porque olhando os números dele, tá cada vez mais difícil ignorar essa evolução monstro que ele teve.

  • Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Cara, o Quin Snyder chegou numa marca absurda: 500 vitórias na carreira como técnico. E sabe como ele conseguiu isso? Destruindo o Sacramento Kings por 123-113 em casa, com os Hawks jogando um basquete que tá deixando todo mundo de queixo caído.

    Mas o mais legal não é nem o número em si — é como os jogadores falam dele. O Jock Landale soltou uma pérola: chamou o técnico de “cientista maluco”. E olha, não é à toa não.

    O Técnico Que Disseca o Basquete

    “Quin é incrível, e não falo isso de brincadeira”, disse Landale. “Ele é um cientista maluco. É assim que a gente chama ele, e o cara ficaria dissecando basquete 24 horas por dia se pudesse.”

    Mas aí que tá o diferencial do Snyder — ele não para no X’s e O’s. O cara se preocupa com o jogador como pessoa também. Landale contou que quando a família dele voltou pra Austrália, o técnico ficava perguntando como ele tava, sabendo que é difícil ficar longe da família. Isso é coisa de gente boa mesmo.

    E não é só papo furado não. O Nickeil Alexander-Walker, que tá com o time desde o jogo 1 desta temporada, falou que o Snyder é tipo um “sistema de apoio”. Cara, quando um jogador fala isso do técnico, é porque a química tá funcionando mesmo.

    Humildade de Campeão

    Agora, o que mais me impressiona é a humildade do Snyder. O cara chega em 500 vitórias e fala o quê? Que o mérito é dos outros. “Técnicos guardam o recorde, mas são as outras pessoas que fazem isso acontecer”, disse ele.

    E aí ele manda aquela declaração que mostra quem ele é de verdade: agradece a esposa e a família pelo suporte. Monstro, né? Em um esporte onde ego costuma falar mais alto, o cara mantém os pés no chão.

    Hawks Voando Alto

    Sinceramente? Essa é a melhor temporada dos Hawks desde que o Snyder chegou. Primeira temporada com recorde positivo com ele no comando. E olha que a Conferência Leste tá um caos — todo mundo brigando por posição nos playoffs.

    O que vocês acham? Esse negócio de “cientista maluco” não é exatamente o que a NBA precisa mais? Técnicos que estudam o jogo obsessivamente mas não esquecem do lado humano?

    Com 500 vitórias no currículo e os Hawks voando, o Snyder tá provando que às vezes a fórmula mais simples é a que funciona: respeite o jogo, respeite as pessoas. E aí os resultados aparecem naturalmente.

  • Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Cara, que momento absurdo pro Quin Snyder! O técnico do Atlanta Hawks conquistou sua 500ª vitória na carreira na noite de sábado, na vitória por 123 a 113 sobre o Sacramento Kings. E olha só que loucura: essa foi a 15ª vitória dos Hawks em 17 jogos. Quinze! Em dezessete!

    Os jogadores acharam que a marca merecia uma comemoração especial e despejaram o cooler de Gatorade na cabeça do técnico. Imagina a cena — o cabelo sempre arrumadinho do Snyder todo molhado, mas com um sorrisão no rosto.

    Clube seleto de 500 vitórias

    Snyder se tornou o 41º técnico na história da NBA a alcançar 500 vitórias, e apenas o sexto entre os técnicos atualmente ativos. Isso é coisa pra poucos, viu? Na minha opinião, o cara merece muito reconhecimento pelo trabalho que vem fazendo.

    “Foi especial”, disse Snyder depois do jogo. “Quando você está nesta liga há um tempo, percebe que os técnicos mantêm seu registro, mas são realmente os jogadores e outras pessoas que permitem que isso aconteça. Tive muita sorte de poder treinar não apenas jogadores muito bons, mas pessoas de muita qualidade.”

    Reconstrução monstro dos Hawks

    E o mais impressionante? Snyder teve que praticamente reconstruir o time esse ano. Foram sete caras novos até o trade deadline de fevereiro. Imagina você ter que ensinar seu sistema pra metade do elenco no meio da temporada!

    Mas o resultado tá aí. Jalen Johnson, Nickeil Alexander-Walker, Onyeka Okongwu e Dyson Daniels estão todos tendo as melhores temporadas da carreira. Coincidência? Eu acho que não.

    Jock Landale, que chegou em fevereiro e já fez dois double-doubles com o time, foi direto ao ponto sobre o técnico: “Quin é incrível, honestamente, e não digo isso levianamente. Ele foi fundamental para me colocar no ritmo do que está acontecendo. É um ótimo técnico para jogar.”

    Antes dos Hawks, Snyder comandou o Utah Jazz por oito temporadas e levou o time aos playoffs seis vezes. Agora, no quarto ano em Atlanta, parece que finalmente encontrou a fórmula certa.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo absurdo? Com 15 vitórias em 17 jogos, sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente nos playoffs.