Tag: Raptors 905

  • Raptors quase pegaram JJJ mas controle do Poeltl estragou tudo

    Raptors quase pegaram JJJ mas controle do Poeltl estragou tudo

    Cara, vocês sabiam que os Raptors quase fecharam negócio com o Jaren Jackson Jr. antes do trade deadline? Pois é, eu também fiquei sabendo agora e tô até meio revoltado com o que rolou.

    Segundo fontes da liga, Toronto fez uma investida pesada no pivô do Memphis, mas não conseguiu fechar por causa do contrato monstro do Jakob Poeltl — quatro anos e 104 milhões de dólares que ninguém queria pegar. Na época, o austríaco tava até machucado com problemas nas costas, o que deixou o negócio ainda mais difícil.

    O pesadelo dos contratos gigantes

    Enquanto Toronto patinava tentando empurrar o Poeltl, Memphis mandou o JJJ direto pro Utah Jazz numa troca que incluiu três picks de primeira rodada. Sinceramente? Dói só de pensar no que poderia ter sido.

    O mais frustrante é que Poeltl voltou a jogar bem depois do All-Star break e até passou pelos playoffs sem problemas físicos. Mas aí, quando chegou na primeira rodada contra os Cavaliers, o cara pareceu completamente perdido. Seis anos longe dos playoffs e na primeira oportunidade… bem, vocês viram.

    E olha que ironia: os Raptors assinaram essa extensão monstro com o Poeltl ano passado mesmo. Agora Bobby Webster tá com as mãos atadas por causa desses contrataços. Não é só o Poeltl não — tem o Immanuel Quickley com quatro anos e 130 milhões, o Brandon Ingram com dois anos e 82 milhões…

    Mais frustrações no mercado

    A coisa fica ainda pior quando você descobre que eles também tentaram o Anthony Davis com Dallas, mas os salários que precisavam mandar de volta tornaram tudo impossível. AD acabou indo pro Washington mesmo, por contratos que expiram.

    Sabe o que mais me irrita nisso tudo? Os Raptors fizeram uma temporada regular sensacional (46-11) e o Scottie Barnes jogou pra caramba nos playoffs — 24.1 pontos, 8.6 assistências e 6.1 rebounds por jogo contra Cleveland. Imagina se tivessem conseguido o JJJ pra fazer dupla com ele?

    A pergunta que não quer calar é: será que Toronto vai conseguir se livrar desses contratos problemáticos nesta offseason? Porque do jeito que tá, eles vão entrar na próxima temporada basicamente com o mesmo time que perdeu pros Cavaliers em sete jogos.

  • Max Strus dá cabeçada em Scottie Barnes no Game 7 e não é expulso

    Max Strus dá cabeçada em Scottie Barnes no Game 7 e não é expulso

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA, mas o que o Max Strus fez ontem no Game 7 contra os Raptors foi simplesmente surreal. O cara literalmente deu uma cabeçada no Scottie Barnes. No meio do jogo. Do nada.

    Não tô brincando. Foi no finalzinho do terceiro quarto, Cavaliers ganhando de 76-61, e o Strus simplesmente baixou a cabeça e meteu uma cabeçadona no queixo do Barnes. Assim, sem motivo aparente. O canadense tava só pegando a bola na reposição e levou essa voadora gratuita.

    Árbitros pegaram leve demais

    Olha, eu não consigo entender como os árbitros não expulsaram o cara na hora. Depois da revisão no replay, deram apenas falta técnica grau 1 pro Strus. Cara, isso aí era expulsão automática! Não teve nada de lance de basquete nisso daí.

    O próprio Strus tentou argumentar com os árbitros antes da revisão, mas sinceramente? Como você explica uma cabeçada deliberada? Não dá pra passar pano não. Foi antidesportivo pra caramba.

    Barnes converteu os dois lances livres e ainda fez uma cesta na sequência — quatro pontos de presente pros Raptors, que diminuíram pra 76-65. Mas podia ter sido muito pior pros Cavaliers se tivessem perdido o Strus no momento mais importante do jogo.

    Game 7 é assim mesmo, mas tem limite

    Game 7 sempre foi tensão pura, pressão total. A gente sabe que os caras ficam nervosos, que às vezes rola umas trombadas mais duras. Mas cabeçada? Isso aí já passou de todos os limites do aceitável.

    Na minha opinião, os árbitros erraram feio em não expulsar o Strus. Esse tipo de atitude não pode passar batido, ainda mais numa partida decisiva que tá sendo vista pelo mundo inteiro. Que exemplo a gente tá dando pros jovens que tão assistindo?

    E vocês, o que acharam da decisão dos árbitros? Acham que foi falta técnica mesmo ou mereceu expulsão? Porque pra mim, isso aí era flagrante 2 na lata.

  • Jogo 7 entre Cavs e Raptors promete pegar fogo hoje à noite

    Jogo 7 entre Cavs e Raptors promete pegar fogo hoje à noite

    Cara, chegou a hora. Jogo 7. Cleveland Cavaliers e Toronto Raptors vão decidir tudo hoje à noite, às 21h30, na Rocket Mortgage FieldHouse. E olha, depois daquela prorrogação absurda na sexta-feira (112-110 pros Raptors), eu tô com o coração na mão pra esse confronto.

    O que mais me impressiona nessa série é como ela tá equilibrada. 3-3 no placar geral, mas cada jogo foi uma batalha épica. Na última partida, Scottie Barnes fez 25 pontos pelos Raptors enquanto Evan Mobley respondeu com 26 pelos Cavs. Dois jovens monstros mostrando que o futuro da NBA tá em boas mãos.

    Mitchell vs Barnes: o duelo que define tudo

    Donovan Mitchell tá sendo simplesmente descomunal nesses playoffs. 27.9 pontos por jogo na temporada regular, mas nos playoffs o cara tá em outro nível. Do outro lado, Scottie Barnes tá provando que aquele prêmio de Rookie do Ano não foi à toa — 18.1 pontos, 7.5 rebotes e 5.9 assistências. O garoto joga um basquete completo que me lembra muito o Draymond Green nos seus melhores dias.

    E o RJ Barrett? Sinceramente, eu não esperava que ele fosse render tanto assim em Toronto. Médias de 21 pontos nos últimos 10 jogos. O cara encontrou seu lugar no time e tá jogando com uma confiança que eu não via desde os tempos de Duke.

    As casas de apostas e a pressão do mando

    Os Cavs entram como favoritos por 8.5 pontos — e faz sentido, né? Jogar em casa num jogo 7 é uma vantagem gigantesca. Mas ó, essa série já nos ensinou que favorito não quer dizer nada. Os Raptors têm 7-4 em jogos decididos por menos de 4 pontos, ou seja, eles sabem lidar com pressão.

    Uma estatística que me chamou atenção: Cleveland faz 14.3 cestas de 3 por jogo, enquanto Toronto permite apenas 12.5. Mas os Raptors arremessam 48.2% dos campos, contra os 46.4% que a defesa dos Cavs costuma permitir. É ataque contra defesa, experiência contra juventude.

    James Harden pode não estar no seu auge, mas 2.3 bolas de 3 nos últimos 10 jogos mostram que o veterano ainda pode decidir. E convenhamos — se tem alguém que sabe como jogar um jogo 7, é o Barbudo.

    Vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou os Raptors vão surpreender mais uma vez? Eu tô genuinamente sem saber o que esperar dessa partida. Uma coisa eu garanto: vai ser jogaço.

  • LeBron agradece RJ Barrett por dar tempo pra jogar golfe nos playoffs

    LeBron agradece RJ Barrett por dar tempo pra jogar golfe nos playoffs

    Gente, só o LeBron mesmo pra transformar os playoffs da NBA numa oportunidade de golfe. E olha que eu não tô zoando — o cara literalmente agradeceu o RJ Barrett por ter forçado um jogo 7 entre Raptors e Cavaliers, porque isso deu mais alguns dias de descanso pros Lakers.

    A situação foi assim: enquanto os Lakers estavam massacrando os Rockets no jogo 6 (e fechando a série), lá em Toronto rolava um dramão épico. RJ Barrett, o menino de casa, meteu uma bola de três nos segundos finais da prorrogação pra forçar o jogo 7. Uma enterrada no coração dos Cavs.

    O cronograma maluco dos playoffs

    Aqui que fica interessante (e meio bizarro). Por causa dos direitos de transmissão e essas coisas de dinheiro, o início da série Lakers vs Thunder dependia do que rolasse nas séries do Leste. Se só uma das duas séries terminasse, LA jogaria domingo. Mas se as duas fossem pro jogo 7 — como aconteceu —, aí os Lakers folgariam até terça.

    E foi exatamente isso que aconteceu. Barrett salvou Toronto, e de quebra deu uns dias extras de descanso pro King.

    “Não via um arremesso assim em Toronto desde o Kawhi”, disse LeBron, claramente feliz com a situação. “Tem algo especial com essas cestas lá. Tô feliz.”

    Golfe > Basketball?

    Mas aí que vem a parte mais engraçada. Perguntaram pro LeBron o que ele ia fazer com esse tempo extra. Estudar mais filme? Descansar? Preparar estratégia pro Thunder?

    Não, cara. Golfe.

    “Pra mim? Sim”, respondeu o King quando perguntaram se o descanso extra ajudava. “Agora só jogamos na terça. É isso aí. Com certeza. Posso ir jogar golfe agora. É nisso que tô pensando.”

    Imagina se alguém falasse pro LeBron de 2016 que ele ficaria animado pra jogar golfe entre rounds dos playoffs? O cara que vivia e respirava basquete, que falava que “playoffs são diferentes”, agora tá priorizando 18 buracos no campo.

    Sinceramente? Não dá pra criticar muito não. Aos 41 anos (quase 42!), depois de tudo que já conquistou, e vendo como ele jogou contra Houston — principalmente naquele jogo 6 decisivo —, deixa o homem relaxar um pouco.

    E vocês, acham que essa mentalidade mais relaxada do LeBron ajuda ou atrapalha nos playoffs? Eu acho que, no ponto da carreira que ele tá, pode ser até bom pra manter a cabeça fresca. Mas vai que o Thunder aproveita isso…

  • Três Game 7s na primeira rodada dos playoffs! Cavs vs Raptors vai ser insano

    Três Game 7s na primeira rodada dos playoffs! Cavs vs Raptors vai ser insano

    Olha, vou ser sincero: ninguém esperava que a primeira rodada dos playoffs de 2026 fosse tão eletrizante assim. E agora? Três Game 7s na Conferência Leste! Detroit Pistons vs Orlando Magic, Boston Celtics vs Philadelphia 76ers, e o que promete ser o jogo mais insano de todos: Cleveland Cavaliers vs Toronto Raptors.

    Pra vocês terem noção, em 2025 inteiro tivemos apenas quatro Game 7s nos playoffs. Agora já temos três só na primeira rodada. É loucura! A última vez que rolou tanto Game 7 na abertura foi em 2014, quando cinco séries foram até o fim.

    Os números que impressionam

    Alguns dados que eu achei fascinantes: já rolaram 155 Game 7s na história dos playoffs da NBA. O time da casa ganha na maioria das vezes (115-40), mas — e esse “mas” é importante — nas últimas 10 temporadas sempre teve pelo menos uma vitória fora de casa no Game 7.

    E adivinha quem são os reis dos Game 7s? Os Celtics, claro. 37 jogos decisivos na carreira, com 27 vitórias. Jayson Tatum ainda detém o recorde de pontos em Game 7: 51 pontos contra os próprios Sixers em 2023. Monstro.

    Cavaliers vs Raptors: a revanche mais esperada

    Cara, essa série Cavs vs Raptors tá sendo um negócio absurdo. Entre 2016 e 2018, quando o LeBron ainda mandava em Cleveland, os Cavaliers humilharam tanto os Raptors que Toronto ganhou o apelido de “LeBronto”. Não tô brincando — o cara da ESPN realmente falou isso no ar.

    Parecia que ia ser mais do mesmo quando Cleveland abriu 2-0 na série, ganhando os dois por diferença de dois dígitos. Mas aí os Raptors resolveram mostrar que têm coração.

    Scottie Barnes e RJ Barrett meteram 33 pontos cada um no Game 3, e no Game 4 veio aquela virada no final que deixou todo mundo de queixo caído. O Game 5 foi uma montanha-russa, com Toronto dominando três quartos e Cleveland virando no último período.

    Mas o Game 6? Cara, o Game 6 foi cinema puro. Raptors ganhando de 15 no segundo tempo, ainda liderando por dois dígitos no último quarto, quando Donovan Mitchell e Evan Mobley resolveram fazer mágica. Mobley forçou a prorrogação, Mitchell colocou os Cavs na frente…

    E aí aconteceu algo que eu nunca vou esquecer: RJ Barrett tentou uma bola de três do meio da quadra que bateu na parte de trás do aro, subiu no ar tipo câmera lenta de filme, e desceu certinha na cesta. Pura sorte? Destino? Não sei, mas foi lindo de ver.

    O que esperar do domingo

    Sinceramente, não sei como os Cavaliers vão reagir depois de chegar TÃO perto de fechar a série no Game 6. Psicologicamente deve ter sido devastador. Mas é por isso que Game 7 existe, né?

    Os últimos três jogos dessa série foram decididos por cinco pontos ou menos. Domingo promete ser mais uma batalha épica. E vocês, acham que Cleveland consegue se recuperar do trauma do Game 6, ou os Raptors vão completar essa recuperação histórica?

    Uma coisa eu garanto: não vou conseguir ficar sentado assistindo esse jogo. E você?

  • Cavs entregaram o ouro pros Raptors — que vergonha foi essa?

    Cavs entregaram o ouro pros Raptors — que vergonha foi essa?

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no domingo. Os Cavaliers conseguiram perder pro Toronto Raptors num jogo que parecia impossível de entregar. Os caras do Canadá acertaram apenas 32% dos arremessos e AINDA ASSIM ganharam. Como que isso é possível?

    Sinceramente, foi doloroso de assistir. A defesa de Cleveland até funcionou — seguraram os Raptors em míseros 13,3% nas bolas de três e conseguiram cinco tocos. Mas quando você não consegue marcar nem contra uma defesa que tá dando mole, aí complica tudo.

    Mitchell sumiu na hora H

    Donovan Mitchell, que é praticamente o coração ofensivo desse time, simplesmente travou. O cara conseguiu acertar só 6 de 24 arremessos — um aproveitamento horroroso pra quem é o principal cestinha da equipe. Tá, ele cravou quatro bolas de três (que foram as únicas coisas que salvaram a noite dele), mas ainda assim não foi suficiente.

    E o pior? Mitchell perdeu a bola quatro vezes e ainda teve a audácia de tentar um chute de três desnecessário faltando 24 segundos. Cara, que decisão foi essa? Todo mundo que tava assistindo deve ter gritado com a TV.

    O ataque interno virou piada

    Evan Mobley e Jarrett Allen, que deveriam dominar o garrafão, simplesmente desapareceram no ataque. Mobley conseguiu apenas oito pontos em 32 minutos — e ainda errou todas as três tentativas do perímetro. Por favor, né?

    Allen foi ainda mais frustrante. O homem pegou 15 rebotes (o que é excelente), mas marcou só três miseráveis pontos. Três! Um jogador do tamanho dele, com a força que tem, e não consegue converter nem umas bandejas básicas. A situação ficou tão bizarra que o novato Collin Murray-Boyles marcou mais pontos que Allen e Mobley JUNTOS.

    Cleveland marcou 38 pontos na área restritiva, enquanto Toronto fez 50. Quando você perde a batalha no paint jogando em casa, algo tá muito errado.

    As bolas perdidas mataram qualquer chance

    James Harden perdeu a bola SETE vezes. Sete! O cara tem experiência de sobra nos playoffs e comete esse tipo de erro juvenil. Pode até ter marcado 19 pontos, mas essas perdas de bola quebram qualquer ritmo ofensivo que você consegue construir.

    No total, Cleveland perdeu 17 bolas — um número absurdo pra um time que quer ser levado a sério nos playoffs. Toronto converteu essas bobeiras em 17 pontos, que foi exatamente a diferença pra empatar a série.

    Olha, eu não sei vocês, mas esse tipo de jogo me deixa bolado. Os Cavaliers tinham tudo pra definir a série e simplesmente entregaram de bandeja. Agora volta tudo pro zero a zero, e a pressão aumenta exponencialmente. Será que eles conseguem se recuperar dessa vergonha toda?

  • LeBron aos 40 fazendo história e BI dominando pelo Raptors

    LeBron aos 40 fazendo história e BI dominando pelo Raptors

    Cara, o LeBron James simplesmente não para. Aos 40 anos — QUARENTA! — o cara ganhou o prêmio de jogador da semana mais uma vez, junto com Brandon Ingram que tá voando pelo Raptors. E olha, eu não consigo parar de pensar no absurdo que isso representa.

    Na semana 25, o King fez médias de 24 pontos, 6 rebotes e 9.7 assistências enquanto os Lakers fizeram 3-1. Mas o contexto é o que mais me impressiona: com Luka Doncic e Austin Reaves machucados, o LeBron assumiu um papel ainda maior na equipe. Aos 40. Quarenta anos, gente!

    Clube exclusivo dos quarentões

    Sabe quantos jogadores ganharam esse prêmio depois dos 40? Dois. LeBron e Michael Jordan. Só isso. O MJ ganhou duas vezes nas últimas semanas da carreira dele no Washington Wizards, mas mesmo assim… que companhia absurda pra estar, né?

    Sinceramente, eu já esperava que o LeBron fosse surpreender nessa idade, mas ver ele competindo no mais alto nível assim ainda me deixa de queixo caído. O cara é um monstro da longevidade.

    Brandon Ingram voando pelo Canadá

    Do outro lado, Brandon Ingram tá fazendo um trabalho sensacional no Raptors. Médias de 25.5 pontos e 6.5 rebotes, ajudando o time a fazer 3-1 na semana e garantir a 5ª colocação no Leste.

    O BI sempre teve talento — lembro quando era aquela promessa toda no Lakers —, mas agora no Raptors ele finalmente encontrou o espaço pra mostrar todo o potencial. E que timing perfeito, com a franquia canadense buscando uma vaga nos playoffs.

    Vocês acham que o Raptors consegue fazer barulho na pós-temporada com o Ingram jogando nesse nível? Eu tô começando a acreditar que sim, não vou mentir.

  • Knicks fecha 3º lugar no Leste e já pensa nos playoffs

    Knicks fecha 3º lugar no Leste e já pensa nos playoffs

    Cara, que vitória tranquila dos Knicks ontem à noite! 112 a 95 nos Raptors no Madison Square Garden, e com isso garantiram a terceira posição na Conferência Leste. Cinco vitórias seguidas agora — eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

    O Karl-Anthony Towns foi simplesmente monstro no jogo. Quase um triple-double e ainda jogando uma defesa sólida que a gente não via há muito tempo dele. O cara começou o jogo participando dos primeiros sete pontos da equipe, seja marcando ou dando assistência. KAT tá mostrando por que os Knicks foram buscar ele.

    Knicks dominaram no segundo tempo

    O primeiro quarto foi meio travado, não vou mentir. Os Knicks saíram bem (14-3), mas aí esfriaram e os Raptors empataram em 20 a 20. Típico de início de jogo, né? Mas o segundo quarto foi onde a coisa desandou pro lado de Toronto.

    Os Knicks abriram o segundo tempo com uma sequência de 10-0 — Anunoby, Alvarado, Hukporti, Shamet e Clarkson em quadra. A defesa foi absurda: Toronto fez apenas 15 pontos no período inteiro! Foram pro intervalo ganhando de 51-36.

    Brunson também estava bem, com 13 pontos no primeiro tempo. O cara continua sendo o cérebro desse time, mesmo quando não está com o jogo perfeito.

    Banco funcionou quando precisou

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o técnico Mike Brown usou o banco. Com Mitchell Robinson e Miles McBride poupados (segundo jogo consecutivo), ele teve que improvisar. E olha, deu certo!

    O Hukporti fez seus 8 pontos em apenas 8 minutos — eficiência pura. O Alvarado marcou 12 pontos em 18 minutos, mostrando que quando tem oportunidade, aproveita. Esses caras vão ser importantes nos playoffs, podem anotar.

    Só uma preocupação: o Anunoby saiu no intervalo com lesão no tornozelo esquerdo. Espero que não seja nada sério, porque ele é peça fundamental na defesa dos Knicks. Vocês acham que ele volta a tempo dos playoffs?

    Com essa vitória e o resultado dos Celtics contra os Pelicans, os Knicks garantiram matemáticamente o terceiro lugar no Leste. Agora é só ajustar os últimos detalhes antes da pós-temporada começar pra valer.

    O último jogo da temporada regular é domingo contra os Hornets, em casa. Provavelmente vai ser mais um teste pro banco e pra colocar todo mundo em ritmo. A verdadeira temporada começa depois disso.

  • Raptors dispensam Tyreke Key após temporada sólida na G League

    Raptors dispensam Tyreke Key após temporada sólida na G League

    Os Toronto Raptors decidiram dispensar o armador Tyreke Key, encerrando assim uma passagem que começou com bastante promessa em abril.

    Olha, essa dispensa meio que me pegou de surpresa. Key não fez feio nenhum na G League — muito pelo contrário. O cara teve médias bem sólidas: 14.9 pontos, 2.5 rebotes e 1.7 assistências em 47 jogos pelo Raptors 905. E não foi só estatística não, o garoto jogou mesmo.

    Performance que impressionou

    Key foi peça importante na campanha do 905 nesta temporada. Ajudou o time a conquistar a primeira colocação no Tip-Off Tournament da G League — o que não é moleza. Chegaram até a final do Winter Showcase de 2025 e garantiram vaga nos playoffs.

    Em 16 jogos como titular, mostrou que tem potencial para algo maior. Média de quase 15 pontos com 24.5 minutos por jogo é produção de quem sabe jogar bola. Mas no final das contas, não foi suficiente para garantir uma vaga no elenco principal dos Raptors.

    O que vem por aí?

    Sinceramente? Acho que Key vai encontrar oportunidade em outro lugar rapidinho. Jogador que produz na G League sempre desperta interesse, ainda mais com o histórico que ele construiu no 905.

    Os Raptors estão claramente fazendo uma limpeza no elenco, preparando terreno para outras movimentações. E vocês, acham que foi a decisão certa? Ou Key merecia pelo menos uma chance real no time principal?

    Uma coisa é certa: o garoto mostrou que tem talento. Agora é esperar pra ver onde ele vai parar e se consegue finalmente cravar uma vaga fixa na NBA. Pelo que vi dele na G League, tem potencial para isso.