Tag: rebotes

  • Mitchell Robinson vai jogar as Finais com o dedo quebrado e uma proteção

    Mitchell Robinson vai jogar as Finais com o dedo quebrado e uma proteção

    Cara, o Mitchell Robinson é louco mesmo. O cara quebrou o mindinho da mão direita, passou pela cirurgia e já tá dizendo que vai jogar o Jogo 1 das Finais da NBA. Com uma proteção na mão, mas vai jogar.

    Olha, eu vi quando aconteceu a lesão — ele tava correndo pela quadra no terceiro quarto, tentou pegar um rebote e na sequência ficou balançando a mão direita. Dava pra ver que tinha alguma coisa errada ali. O maluco ainda continuou jogando de vez em quando até o quarto período. Impressionante a disposição desse cara.

    O rei dos rebotes ofensivos não para

    E não é qualquer pivô que tá falando não. Robinson liderou a NBA TODA em porcentagem de rebote ofensivo na temporada regular. O cara é um monstro embaixo da cesta, sempre no lugar certo na hora certa. Sinceramente, acho que os Knicks (ou qualquer time que ele esteja defendendo agora) não podem se dar ao luxo de ficar sem ele nas Finais.

    Agora, tem um probleminha que não dá pra ignorar: o cara tá acertando só 30,2% dos lances livres nos playoffs. Trinta por cento! É de doer o coração de qualquer torcedor. Imagina com o dedo machucado ainda por cima? Vai ser interessante de acompanhar como isso vai afetar o jogo dele.

    Números que impressionam

    Na temporada regular, Robinson teve médias de 5,7 pontos, 8,8 rebotes e 1,2 tocos em apenas 19,6 minutos por jogo. Ou seja, quando ele tá em quadra, o impacto é real. E com essa lesão no dedo acontecendo bem na reta final da temporada, fica aquela pressão extra — ele vai ser agente livre após essas Finais.

    Vocês acham que vale o risco de ele forçar o jogo com essa lesão? Por um lado, é admirável a garra do cara. Por outro, uma lesão mal curada pode afetar o resto da carreira. Mas conhecendo a mentalidade dos caras da NBA, especialmente nas Finais, já era esperado que ele fosse tentar jogar mesmo machucado.

    Vai ser massa acompanhar como ele se vira com essa proteção na mão. Tomara que não atrapalhe muito o jogo dele, porque rebote ofensivo é arte — e Robinson é um dos melhores artistas nesse quesito.

  • Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Cara, o Deandre Ayton simplesmente resolveu virar o monstro que sempre soubemos que ele podia ser. E olha, foi na hora certa — literalmente eliminou os Rockets na base da pancadaria e dos rebotes.

    Os Lakers avançaram pros playoffs vencendo por 98-78 no Jogo 6, e sinceramente? O Ayton foi o grande diferencial. Enquanto todo mundo ficava olhando pro LeBron e pro AD, o pivô estava lá fazendo o trabalho sujo que decide jogo.

    A mentalidade do “grandão da quadra”

    Depois do jogo, o Ayton explicou qual foi a chave: “Você tem que ter algum tipo de sinal de pare onde basta é basta. Tem que igualar a fisicalidade de um jeito que seja contagioso pros seus companheiros também”.

    E aí vem a parte que eu achei sensacional: “Eu tentei jogar como eu sou, o cara maior da quadra, e simplesmente ir lá e pegar todos os malditos rebotes. Chegou num ponto que eu nem sabia que estava acertando os caras só de fazer o bloqueio”.

    Mano, isso é mentalidade de verdade. O cara assumiu que é o maior ali e partiu pro pau.

    Os números não mentem

    Tá, o Ayton fez só 7 pontos no Jogo 6. Mas sabe quantos rebotes? DEZESSEIS. Pra vocês terem noção, Alperen Sengun e Jabari Smith Jr. JUNTOS pegaram 23 rebotes. O Ayton sozinho pegou 16.

    No Jogo 5 (que eles perderam), tinha sido ainda melhor: 17 rebotes. Nenhum jogador dos Rockets chegou aos dois dígitos nos rebounds naquele jogo. Absurdo.

    Durante toda a série, o cara teve média de 10.8 rebotes — bem acima dos 8.0 da temporada regular. Quando importa, aparece.

    Agora vem o Thunder

    E vocês acham que vai ser fácil contra o Chet Holmgren? Eu tô curioso pra ver esse duelo. O Thunder tem um dos melhores ataques da liga, mas o Ayton mostrou que quando resolve impor fisicalidade, fica difícil pros adversários.

    Na minha visão, esse Ayton “modo grandão” pode ser a chave pros Lakers irem longe nestes playoffs. O cara tem 2,11m e pesava mais de 110kg — quando resolve usar isso a favor, vira problema sério.

    Vocês acham que ele consegue manter essa intensidade contra OKC? Porque se conseguir, essa série vai ser bem mais disputada do que muita gente imagina.

  • Moussa Diabate ganha prêmio mais subestimado da NBA

    Moussa Diabate ganha prêmio mais subestimado da NBA

    Gente, vou começar falando uma coisa: o Moussa Diabate ganhar o NBA Hustle Award foi uma das coisas mais justas que aconteceu na temporada. Sinceramente, esse prêmio é um dos mais importantes da liga — reconhece aquele cara que faz o trabalho sujo, que não aparece no SportsCenter mas que ganha jogos.

    O pivô do Charlotte Hornets levou o prêmio de 2025-26, e olha só que timing perfeito: a partir do momento que ele virou titular titular de verdade (23 de dezembro), os Hornets simplesmente viraram outro time. Coincidência? Eu acho que não.

    A virada que ninguém esperava

    Os números falam por si só, e são absurdos. Charlotte estava 9-20 até 22 de dezembro — ou seja, praticamente morto na temporada. Aí o Diabate assume a titularidade e… BAM! 35-18 no restante da temporada. Sexta melhor campanha da liga nesse período!

    É aquele tipo de impacto que só quem acompanha basquete de verdade entende. O cara não vai fazer 25 pontos por jogo, mas vai pegar todos os rebotes ofensivos, vai fazer as cortinas que abrem espaço pro LaMelo Ball, vai disputar toda bola dividida. É o tipo de jogador que todo técnico ama e que faz a diferença real.

    Os números do trabalho sujo

    O prêmio é calculado através de uma fórmula que mede deflexões, bolas recuperadas, faltas ofensivas sofridas, assistências em cortina, arremessos contestados e rebotes disputados. Entre 124 jogadores elegíveis, Diabate foi o PRIMEIRO em rebotes ofensivos por minuto e quarto em assistências de cortina.

    Na quarta temporada dele na NBA, os números pessoais também foram de outro mundo: 7.9 pontos com 63.1% de aproveitamento (monstro!), 8.7 rebotes, 1.9 assistências, 1.0 toco e 0.8 roubo de bola em 26 minutos. E olha que dado louco: ele fez 20 double-doubles — quase o triplo de toda sua carreira anterior.

    O top-5 ainda teve Dyson Daniels, Draymond Green, Cedric Coward e Josh Hart. Uma companhia e tanto, né?

    Vocês acham que esse tipo de prêmio deveria ter mais destaque na mídia? Porque na minha opinião, esses caras que fazem o trabalho sujo merecem muito mais reconhecimento do que recebem.

  • OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    OG e KAT foram monstros no rebote pro Knicks no Jogo 5

    Cara, que aula de rebote foi essa dos Knicks no Jogo 5! OG Anunoby e Karl-Anthony Towns simplesmente dominaram o garrafão contra o Hawks de uma forma que deu até dó. Os dois caras pegaram 24 rebotes dos 48 do time — isso é METADE dos rebotes da equipe, mano.

    O mais louco? O Atlanta tinha uma das melhores estatísticas de rebote ofensivo da temporada regular. Mas ontem à noite no Madison Square Garden foi outra história completamente.

    Dupla destruiu no garrafão

    KAT e OG pegaram mais rebotes juntos (24) do que o Hawks inteiro conseguiu como equipe (21). Absurdo, né? Dos 24 rebotes da dupla, 14 foram na defesa — basicamente tirando qualquer segunda chance que o Atlanta poderia ter.

    “KAT e OG foram monstros”, disse Mike Brown depois do jogo. E olha, não tem como discordar. Limitaram os Hawks a apenas seis pontos de segunda chance e quatro pontos de contra-ataque. Isso é defesa de playoff raiz.

    Towns fez apenas sete arremessos na partida, mas contribuiu com 16 pontos e ficou a apenas quatro assistências do segundo triple-double consecutivo. O cara tá jogando um basquete inteligentíssimo — quando não tem o arremesso, vai pro rebote e criação.

    OG mostrando por que é peça-chave

    Anunoby fechou com 17 pontos e 10 rebotes, o segundo double-double seguido dele na série. Tá averaging 20 pontos e nove rebotes nos playoffs — números de estrela mesmo.

    “Ele é um dos melhores jogadores de duas pontas da NBA”, falou Towns sobre o parceiro. E não tá mentindo não. OG sempre foi conhecido pela defesa monstro, mas esse lado ofensivo dele tá impressionante.

    Sinceramente? Essa dupla no garrafão pode ser o diferencial dos Knicks nessa pós-temporada. Com Jalen Brunson finalmente engrenando também, esse time do New York tem cara de quem pode ir longe.

    Quinta-feira eles tentam fechar a série jogando fora de casa. E aí, será que o Hawks consegue reagir ou os Knicks vão mesmo pra próxima fase? Com o jeito que KAT e OG tão jogando, eu apostaria no Knicks fechando logo.

  • Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Olha, quando eu vi as estatísticas do Hannes Steinbach pela primeira vez, pensei: ‘mais um europeu alto que vai apanhar na NBA’. Mas cara, depois de assistir alguns jogos do alemão de 2,11m em Washington, mudei completamente de ideia. O moleque pode ser um dos melhores reboteiros que chegam na liga nos últimos anos — e isso não é pouca coisa.

    O monstro dos rebotes que veio da Alemanha

    11,8 rebotes por jogo liderando o Big Ten? Absurdo. Mas o que mais me impressiona no Steinbach não são só os números — é COMO ele pega esses rebotes. O alemão tem umas mãos de manteiga que grudam em qualquer bola que passa perto dele. Uma vez que ele encosta o dedo na bola, pode ter certeza que vai ser dele.

    Com apenas 20 anos e pesando ‘só’ 100kg (aposto que ele está mais pesado agora), Hannes se movimenta pela quadra de um jeito fluido que não é comum para caras da altura dele. Não é um atleta explosivo tipo Giannis, mas tem essa pegada de gazela que funciona muito bem em transição. E sinceramente? Acho que é exatamente isso que muitos times da NBA estão procurando.

    A comparação que fizeram com um tight end do futebol americano faz todo sentido. Se o cara tivesse nascido nos EUA e crescido jogando football, provavelmente seria uma lenda. Mas sorte nossa que ele escolheu o basquete, né?

    Mais que só rebotes: tem jogo ofensivo também

    18,5 pontos por jogo como calouro em uma universidade forte não é brincadeira. Claro que a maioria dos pontos vem de jogadas oportunistas — rebotes ofensivos, transições, essas coisas. Mas cara, ele é TÃO bom nessas situações que nem parece defeito.

    O arremesso ainda está em desenvolvimento (34% de três é prometedor), mas a forma é limpa e o percentual de lance livre de 76% me deixa esperançoso. Quando você junta isso com os 70% que ele acerta dentro do garrafão, dá pra ver que o moleque tem toque. Só precisa de tempo para desenvolver o arremesso de longa distância.

    Na defesa, muita gente vai subestimar ele por não ser um gigante de 2,20m. Mas olha, o cara é inteligente, tem mobilidade boa e consegue acompanhar até os armadores em algumas trocas. Não vai ser o Dennis Rodman da vida, mas também não vai ser um buraco defensivo.

    Vale a pena apostar?

    Vocês acham que um especialista em rebotes ainda tem valor na NBA moderna? Eu acho que sim. Times como Denver e Boston mostraram que ter caras que fazem o trabalho sujo ainda é fundamental. E o Steinbach não é só rebote — ele traz outras coisas também.

    Claro, não espero que ele seja uma estrela. Mas um sexto homem sólido que resolve o problema dos rebotes do seu time e ainda contribui ofensivamente? Isso vale uma escolha na loteria, na minha opinião.

    O alemão ainda tem muito a evoluir, especialmente no arremesso. Mas com essa base sólida e essa idade, eu apostaria nele. Às vezes é melhor ter um cara que faz UMA coisa excepcionalmente bem do que um que faz várias coisas de forma mediana.

  • LeBron manda recado pesado antes do jogo 1: ‘Metam o rabo lá’

    LeBron manda recado pesado antes do jogo 1: ‘Metam o rabo lá’

    Olha, quando o LeBron fala desse jeito, é porque a coisa tá séria mesmo. Às vésperas do jogo 1 dos playoffs contra o Houston Rockets, o Rei não teve papas na língua e mandou um recado bem direto pros companheiros de Lakers sobre o rebote.

    “A mensagem é: metam o rabo lá dentro, façam o bloqueio e peguem o rebote”, disparou LeBron após o treino de quinta-feira. “Vocês não precisam de mensagem não, somos todos homens adultos, façam o trabalho de vocês.”

    E não é que ele tem razão? Os números não mentem, pessoal.

    Houston = máquina de rebote

    Os Rockets chegam nos playoffs como o melhor time de rebote da liga: 48,1 por jogo. Os Lakers? Cara, 27º lugar com apenas 41 rebotes por partida. É uma diferença absurda que pode decidir a série.

    “Eu não tenho mensagem. Eles são o melhor time de rebote dos últimos 25 anos. O que vocês querem que eu fale?”, completou LeBron, sendo bem realista sobre o desafio.

    Houston tem um lineup gigantesco com Kevin Durant, Alperen Sengun, Amen Thompson e Jabari Smith Jr. Enquanto isso, os Lakers perderam peças importantes no rebote como Austin Reaves (espera, acho que houve confusão no texto original aqui, mas enfim…).

    Preparação old school

    O técnico JJ Redick não tá brincando em serviço. Na terça-feira, ele botou o time pra fazer aqueles drills clássicos de bloqueio e rebote – sabe aqueles treinos “raiz” que todo mundo odeia mas que funcionam?

    LeBron curtiu a pegada dos últimos treinos: “Tivemos dias muito bons. Ainda temos mais um amanhã e um tempinho no sábado pra se preparar pro jogo 1. Mas são os playoffs, é o que a gente esperava… é basquete competitivo de verdade.”

    E tem um detalhe histórico rolando: se os Lakers passarem dessa fase, LeBron vai empatar com John Stockton e Karl Malone em participações nos playoffs – 19 vezes. Monstro demais, né?

    Mas pra ele, a receita não muda: “Nada muda pra mim da temporada regular pros playoffs, só o foco que fica ainda mais intenso. Mas minha preparação continua a mesma.”

    Vocês acham que essa pegada direta do LeBron vai funcionar? Sinceramente, acho que os Lakers precisam mesmo dessa mentalidade “casca grossa” se quiserem ter alguma chance contra esse Houston gigantesco.

  • Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Cara, eu tô aqui olhando os números do Draymond Green e sinceramente não acredito no que tô vendo. O maluco tá a apenas 11 rebotes de passar o Larry Smith e se tornar o TERCEIRO maior reboteiro da história dos Warriors. Terceiro. Na. História.

    Vocês lembram do que falavam dele no Draft de 2012? “Pequeno demais pra ala-pivô, lento demais pra ala”. Os scouts basicamente disseram que ele não tinha lugar na liga. 35 jogadores foram escolhidos antes dele — imaginem a cara desses caras hoje.

    O “tweener” que virou lenda

    Olha só a ironia: Draymond chegou onde chegou sendo exatamente o contrário do que os scouts esperavam. Não foi na base da altura ou atleticismo absurdo — foi na raça, posicionamento e um QI de basquete que assombra.

    E quando ele passar o Larry Smith? Vai ficar atrás apenas do Nate Thurmond (12.771) e do Wilt Chamberlain (10.768). WILT CHAMBERLAIN, gente! O cara que uma vez pegou média de 27 rebotes por jogo numa temporada inteira. É muita loucura.

    Na minha visão, isso mostra perfeitamente quem é o Draymond: o cara que faz o trabalho sujo parecer arte. Cada rebote dele é tipo um dedo no meio pra todos os executivos que acharam que ele não tinha posição definida.

    Curry também tá no páreo

    Ah, e descobri uma parada absurda pesquisando: o Curry tá em OITAVO na lista histórica dos Warriors com 4.957 rebotes. O melhor armador da história também rebota pra caramba há mais de 15 anos e a gente nem percebe direito, hipnotizado com aquelas bolas de três do meio da quadra.

    Mas esse momento é do Draymond mesmo. Dez rebotes pra empatar com o Smith, onze pra fazer história sozinho. Os scouts disseram que ele fazia várias coisas bem mas nenhuma de forma genial.

    Engraçado né? O livro de recordes da franquia discorda completamente. E aí, vocês acham que ele consegue esses rebotes nos próximos jogos? Eu tô torcendo demais pra ver esse monstro fazendo história mais uma vez.