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  • Knicks podem faturar US$ 180 milhões se chegarem às Finais

    Knicks podem faturar US$ 180 milhões se chegarem às Finais

    Gente, eu sempre soube que playoff da NBA era dinheiro, mas os números dos Knicks estão simplesmente absurdos. A franquia de Nova York pode embolsar até US$ 180 milhões em receita bruta se conseguir chegar longe nas Finais da NBA. Cento e oitenta milhões de dólares. É muita grana, mesmo para os padrões americanos.

    E olha que eles já estão no lucro — só com os cinco jogos em casa nos playoffs até agora, os Knicks já faturaram quase US$ 50 milhões em bilheteria bruta. Isso antes da NBA pegar sua fatia, obviamente. O analista David Joyce, da Seaport Research, que acompanha a MSG Sports (empresa que é dona dos Knicks), calcula que cada jogo em casa na segunda rodada vale cerca de US$ 12 milhões. Na primeira rodada eram “apenas” US$ 8 milhões por partida.

    Final da Conferência = jackpot

    Agora as coisas ficam ainda mais interessantes. Joyce projeta que cada jogo da final da Conferência Leste vale cerca de US$ 17 milhões para o Madison Square Garden. Se chegarem às Finais da NBA? Aí cada jogo passa de US$ 20 milhões fácil.

    Imaginem só: se os Knicks jogarem todos os sete jogos possíveis contra o Cleveland Cavaliers na final do Leste, mais um máximo de três jogos em casa nas Finais, chegamos perto desses US$ 180 milhões. Mesmo que seja um caminho mais curto, a estimativa ainda fica em torno de US$ 140 milhões.

    Para vocês terem uma ideia da proporção: no ano passado, os Knicks faturaram US$ 115 milhões no total dos playoffs. Esse salto é monstruoso.

    A matemática do sucesso

    Aqui vem um dado que eu achei fascinante: a margem de lucro dos Knicks em receita de playoff fica em torno de 55%, mesmo depois da NBA pegar sua parte e outros custos. E olha que a liga até facilitou as coisas — desde a temporada 2011-12, a NBA reduziu sua fatia da bilheteria de playoffs de 45% para 25%. Ou seja, os times ficam com uma porção muito maior do bolo agora.

    Os Knicks são o único time que sobrou nos playoffs entre os 10 primeiros da NBA em receita de portão. Isso importa não só para eles, mas para toda a liga — essa grana dos playoffs vai direto para o cálculo de divisão de receitas entre proprietários e jogadores.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem chegar às Finais e transformar esse potencial em realidade? Sinceramente, pelo jeito que estão jogando e com esse Madison Square Garden pegando fogo a cada jogo, eu não duvido de nada.

  • NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    Olha, eu sempre achei que 82 jogos na temporada regular é coisa demais. E pelo jeito, até a própria NBA concorda comigo — pelo menos quando ninguém tá olhando.

    Segundo o Chris Mannix da Sports Illustrated, os caras da liga privadamente não conseguem argumentar contra uma temporada mais curta. O Steve Kerr e um monte de gente da mídia já vem batendo nessa tecla há um tempão, e faz todo sentido: menos jogos, menos lesões, jogadores mais descansados nos jogos que realmente importam.

    A matemática cruel do dinheiro

    Mas aí que mora o problema. Os executivos da NBA são rápidos pra lembrar de uma coisinha chamada grana. Menos jogos = menos receita. E a estimativa é brutal: cerca de 20% de perda de faturamento.

    Cara, eu entendo a lógica de negócio, mas sinceramente acho que eles tão pensando pequeno. Uma temporada mais enxuta poderia valorizar cada jogo individual — imagina se cada partida valesse mais porque tem menos delas? Os ingressos poderiam custar mais caro, a audiência seria maior…

    Pra isso rolar, a NBA e o sindicato dos jogadores (NBPA) teriam que sentar e negociar numa boa. E convenhamos, convencer todo mundo a abrir mão de 20% da receita no curto prazo não vai ser moleza.

    O exemplo da NFL que incomoda

    O que me mata é ver a NFL sendo a liga esportiva mais valiosa do mundo jogando apenas 17 partidas na temporada regular. Dezessete! E eles ainda querem expandir pra 18. Enquanto isso, a NBA fica aí com seus 82 jogos, vendo estrela atrás de estrela se machucando por causa do desgaste.

    A liga até tentou ser mais esperta com os calendários — reduziu os back-to-backs (jogos em noites seguidas) e essas maluquices de 4 jogos em 6 noites. Mas é aquele remendo no problema, não a solução real.

    E tem outro detalhe que complica tudo: a NBA acabou de assinar um contrato de mídia gigantesco — 11 anos, 76 bilhões de dólares com ESPN, NBC e Amazon até 2036. Vocês acham que essas emissoras vão topar receber menos conteúdo pelo mesmo preço?

    No fim das contas, é aquela briga eterna entre o que faz sentido pro esporte e o que faz sentido pro bolso. Mas eu tô aqui torcendo pra que um dia a liga tenha coragem de apostar numa temporada mais curta e mais valiosa. Quem sabe 60 jogos? E aí, o que vocês acham — vale a pena o risco?

  • NBA corta projeção do salary cap em 2026-27: o que isso significa?

    NBA corta projeção do salary cap em 2026-27: o que isso significa?

    Olha, acabou de rolar uma mudança que pode mexer com os planos de muito time por aí. A NBA baixou a projeção do salary cap para a temporada 2026-27 de US$ 166 milhões para US$ 165 milhões. Parece pouco? Um milhão a menos pode parecer troco de pinga, mas no mundo da NBA, isso é coisa séria.

    O motivo? Queda na receita da mídia local. E faz sentido — com tantos cortes de cabo e mudanças no consumo de TV, era questão de tempo até isso refletir nos números da liga.

    Como ficam os valores em 2026-27

    Com o salary cap projetado em US$ 165 milhões, os outros números também se ajustam. O piso salarial (aquele mínimo que os times têm que gastar) fica em US$ 149 milhões. Já o nível da luxury tax vai para US$ 201 milhões.

    E aí que a coisa fica interessante: o primeiro “apron” — aquela linha que limita algumas movimentações dos times — vai estar em US$ 209 milhões. O segundo apron, que é onde a coisa aperta mesmo, fica em US$ 222 milhões.

    Na minha visão, esses valores ainda são absurdos se comparados com o que víamos alguns anos atrás. Lembram quando achávamos que US$ 100 milhões era muito dinheiro?

    A evolução do salary cap

    Pra vocês terem uma ideia da loucura que foi essa escalada, o salary cap atual de 2024-25 é de US$ 140,588 milhões. Para a próxima temporada (2025-26), ele já salta para US$ 154,647 milhões. Isso por causa dos novos contratos de TV com ESPN, NBC e Amazon — sim, a Amazon agora transmite NBA também.

    Mas o salto mais absurdo mesmo foi em 2016. O salary cap passou de US$ 70 milhões para US$ 94,143 milhões de uma temporada para outra. Foi aí que começou essa era maluca de contratos gigantescos que vemos hoje.

    Sinceramente, acho que essa pequena redução na projeção não vai mudar muita coisa. Os times grandes vão continuar gastando como sempre, e os pequenos vão continuar chorando. O que vocês acham? Essa diferença de US$ 1 milhão realmente importa ou é só detalhe técnico?

    Uma coisa é certa: com esses valores todos aumentando, fica cada vez mais difícil montar um time competitivo gastando pouco. A NBA virou um negócio de bilionários mesmo — e olha que ainda estamos falando de projeções para 2026!