Tag: reconstrução

  • Bulls finalmente assumem: chegou a hora da reconstrução total

    Bulls finalmente assumem: chegou a hora da reconstrução total

    Olha, eu não esperava que fosse demorar tanto, mas finalmente aconteceu. Os Bulls assumiram publicamente que estão numa situação complicada e que vão partir pra uma reconstrução completa. E quem disse isso não foi qualquer um — foi o CEO Michael Reinsdorf se desculpando com a torcida e o novo VP de operações de basquete, Bryson Graham, sendo bem direto sobre o tamanho do buraco.

    “Eu assumo a responsabilidade”, disse Reinsdorf na coletiva de quarta-feira. Cara, sobre tempo, né? Os Bulls não ganham uma série de playoffs desde 2014-15. Dez anos de mediocridade, só chegaram nos playoffs duas vezes na última década. É de doer o coração de qualquer torcedor.

    Graham não veio pra enrolar ninguém

    O que mais me impressionou foi a sinceridade do Bryson Graham. Aos 39 anos, o cara chegou falando a real: “Não vou ficar aqui inventando que estamos quase lá e só precisamos de algumas peças. Porque não é o caso”. Monstro! Finalmente alguém que não tenta vender ilusão.

    Graham vem com um currículo interessante — subiu de estagiário a gerente geral passando por Hawks e Pelicans. Reinsdorf falou que ele é um avaliador de talentos de elite que nunca pegou atalhos na carreira. Bom, vamos ver na prática, né?

    Tem grana e picks pra recomeçar

    A situação não tá tão ruim quanto parece. Os Bulls têm duas escolhas de primeira rodada em 2026 (incluindo a própria, que provavelmente vai ser alta, e a de Portland), mais uns 60 milhões de dólares em espaço salarial projetado. Dá pra trabalhar.

    E o Reinsdorf prometeu abrir o cofre quando necessário — inclusive pagando luxury tax se o time estiver brigando por título. “Se estivermos competindo por campeonatos, esperamos estar na luxury tax e estamos totalmente ok com isso”, disse ele. Só que com uma ressalva esperta: “Não quero estar na luxury tax por um time que não está nem nos playoffs”.

    A busca por técnico começa semana que vem, e Graham já avisou que vai olhar todo mundo — até nomes que a gente nem conhece. “Vamos encontrar as pessoas mais competentes e talentosas. Pode ser um técnico que vocês nem ouviram falar, e posso ser criticado por isso. Mas se eu acreditar nele, vou contratá-lo”.

    Sinceramente? Tô com um pé atrás, mas pelo menos dessa vez parece que eles entenderam a realidade. E vocês, acham que os Bulls conseguem sair dessa de vez ou vamos ter mais alguns anos de sofrimento pela frente?

  • Bulls contratam Bryson Graham como novo VP – A reconstrução continua

    Bulls contratam Bryson Graham como novo VP – A reconstrução continua

    Olha, os Bulls finalmente definiram quem vai comandar o front office deles. Bryson Graham é o novo Executive Vice President of Basketball Operations do Chicago, saindo direto do Atlanta Hawks onde estava como senior vice president.

    Sinceramente? Eu não conhecia muito o trabalho do cara, mas quando você vê que ele passou 15 temporadas com os Pelicans antes de ir pros Hawks no ano passado, pelo menos experiência não falta. E olha que os Bulls não foram com pressa — consideraram vários candidatos, incluindo Matt Lloyd dos Timberwolves (que chegou a ser considerado favorito) e Dennis Lindsey.

    Substituindo Karnisovas na missão impossível

    Graham vai assumir o lugar do Arturas Karnisovas, que tava tocando essa reconstrução dos Bulls que… bem, vamos ser honestos, não tá sendo das mais empolgantes. Desde que desmancharam aquele time com DeMar DeRozan e companhia, Chicago tá meio perdido no meio da tabela.

    “Tenho uma honra incrível de me juntar aos Bulls”, disse Graham. “Esta é uma das franquias mais históricas do basquete profissional.” Cara, ele falou tudo certinho, né? Responsabilidade, cultura vencedora… O discurso padrão, mas pelo menos demonstra que entende a pressão de comandar uma franquia como Chicago.

    O desafio pela frente

    Michael Reinsdorf pareceu bem empolgado com a contratação, falando que Graham é um “avaliador de talentos de elite” que “ganhou tremendo respeito pela liga”. Bom, vamos ver se isso se traduz em escolhas melhores no draft e trades mais inteligentes.

    O que mais me chama atenção é que Graham falou sobre “encontrar os jogadores certos e desenvolver uma cultura impactante”. Monstro, os Bulls precisam disso URGENTE. Desde a era Jordan que eles não conseguem construir algo consistente por muito tempo.

    A real é que Chicago tem alguns jovens interessantes no elenco atual, mas falta uma direção clara. Será que Graham consegue dar essa identidade que os Bulls tão precisando? Vocês acham que ele vai apostar numa reconstrução completa ou vai tentar acelerar o processo?

    Uma coisa é certa: a pressão vai ser absurda. Dirigir os Bulls é uma das funções mais difíceis da NBA, ainda mais com a torcida de Chicago que não esquece o que é grandeza. Vamos acompanhar como ele vai se sair nessa empreitada.

  • Bulls definem os 3 favoritos para GM – e papo de rebuild tá rolando

    Bulls definem os 3 favoritos para GM – e papo de rebuild tá rolando

    Olha, os Bulls finalmente decidiram colocar a casa em ordem. E pelo que tá circulando por aí, já tem três caras na pole position para ser o novo GM: Matt Lloyd (dos Timberwolves), Bryson Graham (Hawks) e Dennis Lindsey (Pistons).

    A primeira rodada de entrevistas já rolou — tudo virtual, que é o esquema hoje em dia né? Além do trio favorito, também bateram um papo com Mike Gansey (Cavaliers) e Dave Telep (Spurs). Cinco candidatos na disputa inicial.

    Reconstrução total à vista?

    Mas aqui é onde a coisa fica interessante. Pelo que os caras estão comentando, em pelo menos uma das entrevistas o assunto foi direto ao ponto: rebuild total. E faz sentido, né?

    Pensa só: demitiu o Karnisovas no final da temporada, Billy Donovan decidiu vazar na semana passada… O negócio tá gritando “reset completo” com todas as letras. Sinceramente, acho que era o que tinha que acontecer mesmo. Esse time não conseguiu evoluir nos últimos anos.

    Quem vocês acham que leva?

    Dos três favoritos, o Lloyd me chama atenção. O cara tá fazendo um trabalho maneiro em Minnesota, ajudou a montar um time competitivo lá. Já o Graham vem do sistema do Hawks, que tem uma boa reputação de desenvolvimento de jogadores.

    Lindsey é mais experiente — passou pelos Jazz e agora tá em Detroit tentando reconstruir aquele time. Experiência não falta.

    Na minha visão, qualquer um dos três vai herdar uma baita responsabilidade. Chicago não pode mais ficar nessa de ser mediocre. Ou vai pra playoffs de verdade ou assume que vai reconstruir do zero. Esse meio termo tá matando a franquia.

    E vocês, o que acham? Hora de explodir tudo e começar de novo, ou ainda dá pra tentar salvar alguma coisa do elenco atual?

  • Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Olha só que situação interessante: o Washington Wizards acabou de cumprir o principal objetivo da temporada, e nem foi ganhar jogos. Eles garantiram que vão manter sua escolha de primeira rodada do Draft de 2026!

    A matemática é simples — os Wizards vão terminar com no máximo o terceiro pior recorde da liga. Isso significa que não podem cair para uma posição pior que a sétima no draft. E aqui está o pulo do gato: a escolha tinha proteção top-8. Se caísse para nona posição ou pior, ia direto pro New York Knicks.

    O alívio de Washington

    Sinceramente, deve ter rolado uma festa discreta no escritório dos Wizards. Porque agora, em vez de entregar uma pick potencialmente valiosa, eles só vão mandar escolhas de segunda rodada em 2026 e 2027 para os Knicks. É tipo trocar ouro por bronze, sabe?

    Essa era a última temporada com proteção nessa pick. Daqui pra frente, os Wizards têm todas as suas escolhas de primeira rodada garantidas, com direito a swap em 2028 e 2030 (aquela famosa troca “mais favorável”). Mesmo perdendo duas picks de segunda rodada, Washington ainda tem até 12 escolhas de segunda rodada nos próximos sete drafts. É munição de sobra pra fazer negócios.

    A loteria que vem por aí

    Agora vem a parte emocionante — e aqui entre nós, eu acho que os Wizards fizeram a coisa certa em tankar discretamente. Os três times com os piores recordes dividem 52,1% de chance de ficar no top-4, e cada um tem 14% de probabilidade de ganhar a primeira escolha geral.

    Vocês acham que foi uma estratégia inteligente dos Wizards? Eu vejo muito sentido nisso. Melhor garantir uma pick no top-7 do que arriscar perder tudo pros Knicks, né? E com esse draft de 2026 sendo esperado como um dos mais profundos dos últimos anos, manter essa escolha pode ser a diferença entre reconstruir direito ou ficar mais alguns anos no limbo.

  • Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Bulls fazem limpeza geral: demitem GM e VP após 6 anos de fracasso

    Olha, eu não esperava isso mas… finalmente! Os Bulls resolveram fazer aquela limpeza que todo mundo já tava pedindo há um tempão. Arturas Karnisovas (VP de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral) foram demitidos nesta segunda-feira depois de seis anos de muita promessa e pouca entrega.

    E sinceramente? Era hora mesmo.

    Seis anos de altos e baixos (mais baixos que altos)

    A dupla chegou no começo da temporada 2020-21 com uma proposta interessante. Logo de cara fizeram aquele trade bombástico pelo Vucevic e no ano seguinte trouxeram DeMar DeRozan, Alex Caruso e Lonzo Ball. Na época eu até pensei: “Cara, os Bulls voltaram pra briga!”

    E por um momento pareceu que ia dar certo mesmo. No começo da temporada 2021-22, o time estava voando – 38 vitórias e 21 derrotas no All-Star break. Mas aí veio aquela lesão no joelho do Lonzo Ball e… pronto. O castelo de cartas desmoronou.

    Resultado final da gestão deles? 224 vitórias e 254 derrotas em seis temporadas. Uma única aparição nos playoffs (eliminação na primeira rodada pro Milwaukee em 2022). Quatro anos consecutivos sem playoffs. É pouco, muito pouco pra uma franquia como Chicago.

    O desastre do trade deadline

    O que mais me irritou foi a forma como eles lidaram com o desmanche do elenco. Venderam DeRozan, Caruso e outros talentos por praticamente nada em troca de picks de draft. No deadline deste ano, mandaram embora Vucevic, Coby White e Ayo Dosunmu numa tentativa desesperada de “sair do meio termo”.

    Cara, quando você tem que explicar sua estratégia como “tentativa de sair do meio”, já sabe que a coisa não tá indo bem, né?

    Michael Reinsdorf, presidente da equipe, foi direto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. E completou dizendo que sente a frustração da torcida. Pelo menos assumiu o erro.

    E agora, pra onde vão os Bulls?

    Com 29 vitórias e 49 derrotas, os Bulls estão na 12ª colocação do Leste. Ganharam apenas 5 dos últimos 29 jogos desde fevereiro. É de dar dó mesmo.

    A pergunta que fica é: quem vai assumir agora? E mais importante ainda – será que conseguem atrair alguém realmente competente pra reconstruir essa franquia?

    Porque uma coisa eu posso garantir: a torcida de Chicago merece muito mais que isso. Uma cidade com a tradição dos Bulls dos anos 90, com Jordan, Pippen, Rodman… ver o time nessa situação é de partir o coração de qualquer fã de basquete.

    Vocês acham que essa mudança vai ser suficiente pra colocar os Bulls de volta nos trilhos? Ou vai ser só mais do mesmo?

  • Warriors na encrenca: hora de ir all-in com Curry ou reconstruir?

    Warriors na encrenca: hora de ir all-in com Curry ou reconstruir?

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas a situação do Golden State Warriors tá meio complicada mesmo. Com o time praticamente garantido no play-in como 10ª colocação, as chances de entrarem direto nos playoffs estão ficando cada vez menores — mesmo com o Curry de volta contra os Rockets.

    E mesmo que sobrevivam ao play-in (que já é uma incógnita), vão enfrentar os atuais campeões numa série de sete jogos. Sinceramente? A probabilidade de serem eliminados precocemente é bem alta.

    A torcida não tá muito otimista

    Por isso mesmo que uma pesquisa recente com os fãs dos Warriors mostrou algo que já tava no ar: a galera não acredita muito que o time vai conseguir contratar uma estrela nesta offseason. E faz sentido, né?

    A questão é que o Curry não tem mais 25 anos. O cara ainda joga MUITO — isso ninguém pode negar — mas a janela dele tá se fechando. E aí que vem o dilema que tá tirando o sono da diretoria de Golden State.

    All-in ou reconstrução?

    É a pergunta que não quer calar: vale a pena apostar todas as fichas no Curry enquanto ele ainda consegue ser a primeira opção do time? Ou é melhor começar a pensar numa reconstrução mais longa?

    Na minha visão, é uma decisão brutal. De um lado, você tem um dos maiores de todos os tempos ainda jogando em alto nível. Do outro, tem a realidade: o core que ganhou quatro títulos já não é mais o mesmo, e ficar no meio termo pode ser pior que qualquer uma das duas opções.

    O problema é que contratar uma estrela hoje em dia não é brincadeira. Precisa de espaço salarial, de assets para troca, e — principalmente — precisa que alguém queira ir pra lá. E vocês acham que os Warriors ainda têm esse apelo todo?

    Pessoalmente, acho que eles deveriam tentar mais uma cartada com o Curry. O cara merece, e quem sabe não rola uma última dança histórica? Mas entendo quem pensa diferente também.

    E aí, o que vocês fariam no lugar da diretoria de Golden State? All-in com o Baby-Faced Assassin ou já começar a planejar o futuro pós-Curry?

  • Novo dono dos Blazers já chegou cobrando: ‘Não é onde podemos estar’

    Novo dono dos Blazers já chegou cobrando: ‘Não é onde podemos estar’

    Tom Dundon não perdeu tempo. No primeiro dia como dono dos Portland Trail Blazers, na terça-feira, o cara já reuniu os jogadores e mandou a real: o time tá longe do que ele espera.

    “Agora, onde estamos não é onde eu acho que podemos estar”, disse Dundon pro elenco, dentro do Intuit Dome, antes do jogo contra os Clippers.

    E olha, quem conhece o histórico do homem sabe que ele não tá brincando. Dundon também é dono do Carolina Hurricanes (NHL) e transformou aquele time numa máquina de playoffs — sete temporadas consecutivas se classificando, com três finais de conferência. O cara mistura analytics com instinto e deu certo.

    A herança pesada em Portland

    Agora ele herdou um Blazers que não vê playoffs desde 2021. A reconstrução tá rolando há um tempo e, sinceramente, a torcida já tá meio desanimada — dá pra ver pela queda na audiência dos jogos.

    Mas tem um detalhe interessante: os Blazers controlam as picks do Milwaukee Bucks em 2027, 2028 e 2029. Se der tudo certo com essas escolhas, pode ser que o elenco ganhe um upgrade considerável nos próximos anos.

    Em entrevista exclusiva com o The Athletic, Dundon deixou claro que não tá chegando pra fazer uma limpa geral — pelo menos não de cara.

    “Eu não gosto de me livrar das pessoas. Gosto de ver quem é capaz de dar o próximo passo”, explicou. “Eles precisam se preocupar com o que vão fazer.”

    Técnico e GM no radar

    Sobre o técnico interino Tiago Splitter e o GM Joe Cronin, Dundon foi honesto: ainda não formou uma opinião definitiva. Quer mais informações antes de tomar qualquer decisão — o que, na minha visão, é sensato.

    E aí, galera, vocês acham que o Splitter aguenta a pressão? O cara tá numa situação complicada, tendo que provar que merece ficar no cargo definitivo.

    Outro ponto importante: a renovação do Moda Center. Os Blazers querem 600 milhões de dólares para reformar a arena, e Dundon deixou claro que espera que as coisas andem. A contrapartida da franquia seria um compromisso de 20 anos com Portland.

    Sobre mudança de cidade? Nem pensar. Dundon foi taxativo em descartar qualquer especulação sobre relocação, dizendo que nem discussão interna sobre o assunto existe.

    “Espero que tudo que estamos trabalhando seja concluído”, garantiu o novo dono.

    Cara, gosto dessa postura direta. O cara não tá prometendo mundos e fundos, mas deixou claro que quer mudanças. E com o histórico que ele tem no hockey, pode ser que Portland finalmente saia dessa maré de azar.

  • NBA quer acabar com tanking mas tá se perdendo no processo

    NBA quer acabar com tanking mas tá se perdendo no processo

    Cara, o Adam Silver tá obsessivo demais com essa história de tanking. O presidente da NBA apresentou três ideias malucas essa semana pro conselho de donos de times que, sinceramente, vão mais atrapalhar do que ajudar.

    Olha só — eu entendo a preocupação dele. Tanking virou uma praga na liga, com times fazendo de propósito pra pegar picks altos no Draft. E isso machuca o negócio: menos gente vai no estádio, menos audiência na TV. Faz todo sentido querer resolver.

    As três ideias mirabolantes da liga

    Mas as soluções que a NBA tá propondo são de doer. Primeira opção: expandir a loteria do Draft pra 18 times, incluindo alguns que nem perderam tudo — os caras do play-in também entrariam na brincadeira. Todo mundo que não foi pros playoffs teria 8% de chance de pegar a primeira escolha.

    A segunda é ainda mais absurda: 22 times na loteria! Até quem perdeu no primeiro round dos playoffs entraria. E tem mais — eles querem considerar o histórico de duas temporadas e colocar um número mínimo de vitórias. Se um time ganhar só 19 jogos mas o mínimo for 22, eles contariam como se tivessem 22 vitórias. Bizarro, né?

    A terceira pelo menos é mais razoável: 18 times, mas os cinco piores teriam chances iguais de 11% cada um.

    Por que isso vai dar merda

    Aqui é onde eu acho que a NBA tá errando feio. O Draft existe justamente pra dar chance pros times ruins se reconstruírem. É o mecanismo de equilíbrio da liga, cara!

    Com essas mudanças, times pequenos e de mercados menores vão ficar ruins por muito mais tempo. E sabe o que acontece quando um time fica ruim por anos a fio? A torcida abandona o barco. Para sempre.

    Eu lembro quando os Sixers fizeram aquele “Process” famoso alguns anos atrás. Foi chato? Foi. Mas funcionou — eles pegaram Embiid, Simmons (ok, não deu muito certo), e montaram um time competitivo. Com essas novas regras, seria muito mais difícil.

    O pior de tudo é que nenhuma dessas mudanças vai acabar com o tanking de verdade. Os times vão continuar perdendo de propósito, só que agora com menos chance de serem recompensados por isso. É como punir todo mundo porque alguns fizeram besteira.

    E aí, o que vocês acham? A NBA tá certa em querer acabar com o tanking ou essas mudanças vão mais atrapalhar do que ajudar? Na minha opinião, mexer no Draft assim é perigoso demais. Às vezes é melhor deixar como tá pra ver como fica.