Tag: recordes NBA

  • Bane explode com 7 triplos e iguala recorde histórico do Magic

    Bane explode com 7 triplos e iguala recorde histórico do Magic

    Cara, o Desmond Bane simplesmente decidiu que era a hora de mostrar serviço. Depois de duas partidas horríveis nos playoffs, o cara chegou no Jogo 3 contra o Detroit Pistons e meteu SETE bolas de três. Sete, mano! E não foi só isso — ele ainda igualou um recorde que estava lá desde 1995.

    25 pontos, 7 rebotes, 9/18 nos arremessos de quadra e um absurdo 7/9 do perímetro. Dennis Scott deve estar orgulhoso, porque seu recorde de 7 triplos em playoffs (que durou 31 anos) agora tem companhia. E olha que o Bane fez isso justamente quando o Magic mais precisava — vitória por 113-105 que colocou Orlando na frente por 2-1 na série.

    A ressurreição depois do pesadelo

    Sinceramente? Eu já estava preocupado com o Bane. Nos dois primeiros jogos da série, o cara parecia outro jogador. Jogo 1: 7/20 de quadra e um sofrível 1/8 de três. Jogo 2: ainda pior, 2/11 geral e 2/7 do perímetro. Para um cara que é conhecido justamente pelo arremesso, isso era de dar dó.

    Mas é isso que separa os bons dos grandes, né? A capacidade de dar a volta por cima quando tudo parece perdido. E o Bane fez exatamente isso no momento mais importante.

    “Cara, é muito louco. Meu primeiro ano aqui, então estou construindo a base para ficar muito, muito tempo em Orlando”, disse Bane depois da partida. E completou com uma confiança que eu admiro: “Espero que a gente quebre esse recorde antes dos playoffs acabarem”.

    A torcida fez a diferença

    Olha, eu sempre digo que playoff em casa é outra coisa, mas o Bane destacou como a energia da torcida do Magic foi importante. “Eles chegaram com tudo hoje à noite. Desde o aquecimento eu pensei ‘nossa, eles vieram mesmo para isso’”, contou o jogador.

    E não é só papo de jogador tentando agradar a torcida não. Você via pela TV que o Kia Center estava pegando fogo. Primeira experiência de playoffs em casa para o Bane com a camisa do Magic, e que experiência!

    Paolo Banchero, que quase fez um triple-double (25 pontos, 12 rebotes e 9 assistências), foi direto ao ponto sobre o companheiro: “Ele nos colocou no jogo hoje. Bola de três atrás de bola de três. Todo mundo no vestiário sabia como ele estava se sentindo depois dos dois primeiros jogos. Ele queria jogar melhor, mas manteve a confiança”.

    Vocês acham que o Bane consegue manter esse nível pelo resto dos playoffs? Porque se conseguir, esse Magic pode ir longe mesmo. A série está 2-1, mas agora com o cara que mais pode fazer a diferença finalmente encontrando seu ritmo.

  • Shai fez história e quase não errou: 42 pontos em 83% dos arremessos!

    Shai fez história e quase não errou: 42 pontos em 83% dos arremessos!

    Gente, o que o Shai Gilgeous-Alexander fez ontem foi simplesmente ABSURDO. 42 pontos acertando 15 de 18 arremessos de quadra — isso é 83,3% de aproveitamento! — na vitória do Thunder por 121-109 sobre o Suns no Jogo 3. E olha só que loucura: ele se tornou apenas o SEGUNDO jogador na história da NBA a fazer 40+ pontos com pelo menos 83% de aproveitamento nos playoffs.

    Cara, eu tô assistindo NBA há anos e raramente vi alguém tão preciso numa partida tão importante. O moleque simplesmente não errava — foram 11 de 12 nos lances livres também. Quase perfeito.

    O Thunder estava com ‘trauma’ do Jogo 3

    E sabe o que mais me impressionou? O próprio Shai admitiu depois que o Thunder historicamente patina nos Jogos 3. No ano passado, na campanha do título, eles quase perderam três dos quatro Jogos 3 que disputaram. Tomaram de 40 do Denver, perderam pro Indiana… era quase uma maldição.

    “A gente sempre sofre nesses jogos”, disse o Shai na entrevista. “Ano passado tomamos uma surra do Memphis no Jogo 3, perdemos pro Denver por 40 pontos, perdemos pro Indiana. A gente realmente queria sair com o pé direito dessa vez.”

    E conseguiram, né? Começaram perdendo por 10 pontos no primeiro quarto, mas aí o Thunder mostrou por que é campeão. Foram pro intervalo ganhando de 9 (62-53) e no segundo tempo o Shai simplesmente resolveu o jogo com 25 pontos.

    Daigneault elogiou a mentalidade ‘masterful’ do astro

    O técnico Mark Daigneault não se surpreendeu nem um pouco com a atuação histórica do seu craque. Na coletiva, ele falou uma coisa que achei genial sobre a mentalidade do Shai:

    “Ele nunca se abala com nada externo. Dominou a arte de se manter disciplinado e focado nele mesmo. Controla o que pode controlar num nível altíssimo. É isso que permite ele se manter no jogo quando as coisas não estão indo bem.”

    Olha, sinceramente? Isso explica MUITA coisa. Quantas vezes a gente não vê estrelas se perdendo na pressão dos playoffs? O Shai é o oposto disso — quanto maior a pressão, mais ele brilha.

    Agora o Thunder está 3-0 na série e pode fechar na segunda-feira, em Phoenix mesmo. Os Suns vão tentar pelo menos não levar uma varrida em casa, mas cara… depois do que a gente viu ontem, acho difícil alguém parar esse Thunder. E vocês, acham que o Phoenix consegue reagir ou o Thunder fecha de vez?

  • Wemby estreia nos playoffs com 35 pontos e já quebra recordes

    Wemby estreia nos playoffs com 35 pontos e já quebra recordes

    Cara, eu sabia que o Victor Wembanyama era especial, mas o que esse garoto fez na estreia dos playoffs foi simplesmente absurdo. 35 pontos no primeiro jogo da pós-temporada — e olha que ele tem apenas 22 anos!

    O francesão não só destruiu Portland como ainda passou o Tim Duncan no quesito “maior pontuação de um Spur na estreia dos playoffs”. Imagina quebrar um recorde do Tim Duncan logo no seu primeiro jogo de playoffs? 12 pontos já no primeiro quarto, 21 no primeiro tempo. Os caras do Portland devem ter pensado: “em que nós nos metemos?”

    A máquina defensiva também funcionou

    E não foi só no ataque que o Wemby brilhou. Defensivamente ele foi um monstro no garrafão, como sempre. Sinceramente, eu não sei como esse cara consegue ser dominante nos dois lados da quadra desse jeito. É finalista do MVP aos 22 anos — e com toda razão.

    O mais legal foi ver que não foi só o show do Wembanyama. Os Spurs mostraram que têm um elenco sólido: Devin Vassell mandou umas bombas de três no terceiro quarto que praticamente definiram o jogo, Stephon Castle e De’Aaron Fox fizeram 17 pontos cada um. Essa dupla distribuiu 15 assistências juntas — basquete coletivo do jeito que a gente gosta de ver.

    Portland não facilitou, mas…

    Justiça seja feita, os Trail Blazers não entregaram de graça. Chegaram a ficar a apenas dois pontos de diferença no terceiro quarto — pensei “opa, vai dar ruim pro garoto francês”. Mas aí os Spurs simplesmente pisaram no acelerador e não olharam mais pra trás.

    Deni Avdija fez um jogaço com 30 pontos e 10 rebotes, e o Scoot Henderson — que foi escolhido logo depois do Wemby no draft — mostrou que também tem categoria com seus 18 pontos. Mas não teve jeito, né? Quando o Alien resolve jogar desse jeito, não tem muito o que fazer.

    111 a 98 no placar final e 1 a 0 na série. O Jogo 2 é na terça-feira, em San Antonio mesmo. Será que Portland consegue se ajustar? Ou será que vamos ver mais uma masterclass do futuro da NBA? Eu tô ansioso pra descobrir!

  • Bridges jogou só 23 segundos pra manter sequência histórica na NBA

    Bridges jogou só 23 segundos pra manter sequência histórica na NBA

    Cara, você tem que ver a cena que rolou no último jogo da temporada regular dos Knicks. Mikal Bridges entrou em quadra, jogou exatos 23 segundos, cometeu uma falta e… tchau! Missão cumprida.

    Pode parecer bizarro, mas tinha um motivo muito específico: manter viva sua sequência absurda de jogos consecutivos, que agora chegou a 638 partidas. É o oitavo maior streak da história da NBA, pessoal!

    O plano era esse mesmo

    O técnico Mike Brown já tinha avisado antes do jogo que ia deixar o Bridges jogar só o tempo suficiente pra estender a sequência. Olha que situação hilária: o Jordan Clarkson já tava na mesa do anotador esperando pra entrar antes mesmo da bola subir pro jump ball inicial.

    Os Knicks já tinham garantido a terceira colocação no Leste mais cedo na semana, então não fazia sentido arriscar os titulares. Bridges foi literalmente o único titular a pisar na quadra contra o Charlotte Hornets.

    E vocês sabem como ele saiu? Cometeu uma falta na primeira posse de bola defensiva do time e pronto — trabalho feito. Vinte e três segundos de “trabalho” pra manter uma marca que começou há mais de 7 anos.

    Uma sequência que impressiona até técnico

    “É maluco porque load management é um termo real hoje em dia”, disse Brown antes da partida. E ele tá certo — todo mundo fala sobre descanso: médicos, técnicos, agentes, família. Nesse contexto, o que o Bridges tá fazendo é realmente especial.

    Pra vocês terem ideia do quão impressionante isso é: faltam apenas 50 jogos pra ele alcançar Harry Gallatin, outro ex-Knick que tem o sétimo maior streak da história. O recordista absoluto é A.C. Green, com 1.192 jogos consecutivos ao longo de 15 temporadas. Monstro demais!

    O mais interessante é que essa não é a primeira vez que Bridges faz essa “jogada estratégica”. Em 2023, ele jogou apenas 4 segundos no último jogo da temporada regular. No ano passado? Seis segundos. O cara já virou especialista em aparições relâmpago pra manter o streak vivo.

    Números que chamam atenção

    Olha só que curioso: se contasse a final da NBA Cup que os Knicks ganharam, Bridges teria jogado 83 partidas numa temporada de 82 jogos — pela segunda vez em quatro anos! Isso já tinha acontecido quando ele jogou 56 partidas pelo Phoenix em 2022-23, foi negociado pro Brooklyn na troca do Kevin Durant, e ainda apareceu nos 27 jogos finais dos Nets.

    Sinceramente? Eu acho genial essa dedicação dele. Numa era onde todo mundo fala em preservação e descanso, ter um cara que simplesmente NÃO FALTA é meio que refrescante, não acham?

    Ah, e só pra contextualizar: eram 18 jogadores que chegaram no último dia da temporada regular tendo jogado todas as partidas. No final, quantos mantiveram essa marca? Essa é uma pergunta pra outra história…

  • THJ quase desbanca Murray no recorde dos Nuggets — mas não deu tempo

    THJ quase desbanca Murray no recorde dos Nuggets — mas não deu tempo

    Cara, o Tim Hardaway Jr. tá simplesmente voando nessa temporada pelos Nuggets. O cara virou uma metralhadora de três pontos e ontem à noite fez história — mas não a história COMPLETA que poderia ter feito.

    Na vitória por 136-119 contra o Memphis Grizzlies, o THJ ultrapassou Michael Porter Jr. (que agora tá no Brooklyn) e se tornou o segundo maior arremessador de três pontos em uma única temporada na história da franquia de Denver. Ele chegou aos 221 arremessos certeiros de longa distância, superando os 218 que Porter tinha como recorde anterior.

    Jamal Murray ainda é o rei

    Mas aí que tá o plot twist dessa história toda: o Hardaway Jr. não consegue ser o número 1 porque o próprio Jamal Murray quebrou o recorde NESTA MESMA TEMPORADA. Imagina só a ironia — você bate um recorde histórico da franquia e mesmo assim fica em segundo lugar.

    E olha, assistindo o jogo ontem, deu pra ver como esses dois se complementam absurdamente bem. Murray fez 26 pontos com 5 bolas de três, enquanto THJ contribuiu com 13 pontos e 3 arremessos certeiros. Os caras estão literalmente criando uma chuva de três pontos em Denver.

    Futuro incerto mas presente glorioso

    Sinceramente, eu não esperava que o Hardaway Jr. fosse render tanto assim quando chegou nos Nuggets. O cara assinou contrato de apenas um ano — meio que uma aposta tanto da parte dele quanto da franquia. E cara, que aposta certeira!

    Com apenas alguns jogos restantes na temporada regular, fica praticamente impossível ele superar o Murray. Mas vocês acham que ele volta na próxima temporada pra tentar quebrar esse recorde? Porque se for pra apostar, eu diria que tanto o THJ quanto os Nuggets vão querer renovar esse casamento.

    O que mais impressiona é como ele facilitou a vida do Jokic e do próprio Murray. Ter mais uma ameaça consistente de três pontos deixa o ataque de Denver ainda mais letal — e considerando que eles já eram candidatos ao título, imaginem agora.

    Moral da história: THJ pode não ter quebrado O recorde, mas quebrou UM recorde. E num time que tá caminhando pros playoffs novamente, ter o segundo melhor desempenho de três pontos da história da franquia não é pouca coisa não.

  • Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Cara, que noite absurda do Jeremiah Fears! O garoto simplesmente decidiu que ia fazer história em New Orleans e cravou 40 pontos na vitória dos Pelicans sobre o Utah Jazz por 156-137. E olha, não foi só mais um jogo qualquer — foi quebra de recorde atrás de quebra de recorde.

    Fears, que foi a 7ª escolha do Draft (ou seja, chegou com expectativa mesmo), acertou 17 de 29 arremessos. Tá, o cara errou algumas bolas de 3 (apenas 1 de 7), mas compensou de sobra jogando no garrafão e nas intermediárias. O recorde anterior de pontos por um calouro dos Pelicans era de Marcus Thornton, com 37 pontos lá em 2010. Fears simplesmente passou o trator.

    Show de Jordan Poole no terceiro quarto

    Mas não foi só o Fears que brilhou, não. Jordan Poole — que passou mais da metade da temporada no banco — resolveu lembrar que sabe jogar basquete. O cara fez 34 pontos, sendo 22 só no terceiro quarto. E adivinha? Nesse período, os Pelicans fizeram 50 pontos, outro recorde da franquia em um único quarto!

    Poole acertou 7 de 16 tentativas do perímetro. Quando o homem tá com a mão quente, é melhor não atrapalhar mesmo. Foi apenas o sétimo jogo dele como titular na temporada, mas que forma de aproveitar a oportunidade.

    Pelicans sem os titulares principais

    Agora vem a parte mais louca dessa história toda: os Pelicans jogaram SEM Zion Williamson, Trey Murphy III, Dejounte Murray, Herb Jones e Saddiq Bey. Alguns estavam machucados (Murphy com o tornozelo, Murray com a mão), mas Zion, Jones e Bey estavam disponíveis. Só que ficaram no banco mesmo.

    Por quê? Bem, era o último jogo em casa de uma temporada que já não ia dar em nada — segunda temporada consecutiva fora dos playoffs. Então a diretoria preferiu dar minutagem pros jovens e ver o que eles conseguem fazer. E conseguiram MUITO.

    Micah Peavy fez 20 pontos (recorde pessoal na temporada), Jordan Hawkins contribuiu com 25, e Derek Queen — primeira escolha de 2025, 13º no geral — cravou um double-double de 17 pontos e 12 rebotes. No final das contas, os Pelicans fizeram 90 pontos só na pintura. Noventa! Outro recorde da franquia.

    Do lado do Jazz, que perdeu o décimo jogo consecutivo (14 derrotas em 15 jogos), Kennedy Chandler fez 31 pontos e Cody Williams contribuiu com 26. Bez Mbeng, um cara de Yale jogando apenas seu 13º jogo na liga, fez 26 pontos de recorde pessoal.

    Sinceramente? Foi uma dessas noites que você lembra porque ama esse esporte. Jovens quebrando recordes, veteranos aproveitando as oportunidades, e basquete de alta pontuação. Os 156 pontos dos Pelicans também foram recorde da franquia — o anterior era 153, curiosamente também contra o Utah, em janeiro de 2024.

    E aí, vocês acham que o Fears consegue manter essa pegada na próxima temporada? Porque se conseguir, New Orleans pode ter achado uma joia mesmo.

  • Cooper Flagg quebra história: 51 pontos aos 19 anos!

    Cooper Flagg quebra história: 51 pontos aos 19 anos!

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Dallas. Cooper Flagg, esse moleque de 19 anos dos Mavericks, simplesmente DESTRUIU os recordes da NBA com uma performance que vai ficar marcada pra sempre.

    51 pontos. Cinquenta e um. Aos 19 anos e 103 dias, ele se tornou o MAIS NOVO jogador da história da liga a marcar 50+ pontos numa partida. Isso é absolutamente surreal, cara.

    Uma noite histórica que quase não aconteceu

    O mais louco de tudo? O Frank Vogel (que tava no lugar do Jason Kidd, expulso) quase tirou o garoto de quadra quando ele tinha 45 pontos! Imagina só a pressão — tanto pro técnico quanto pro Flagg. Mas aí voltou e… BOOM! Uma bomba de 3 do canto da quadra.

    E não parou por aí. O cara ainda fez mais uma cesta com falta, converteu o lance livre e saiu de quadra ovacionado pelo ginásio inteiro. 24 pontos só no último quarto! Eu fico imaginando a energia que rolou naquele American Airlines Center.

    Números que impressionam até veterano

    Olha só a eficiência do moleque: 19/30 nos arremessos de quadra, 6/9 do perímetro e 7/7 nos lances livres. Perfeito da linha! É o tipo de performance que você vê e pensa “esse garoto veio pra ficar”.

    Pra vocês terem noção da raridade, ele é apenas o nono rookie da história a marcar 50+, e o primeiro desde 2009 quando o Brandon Jennings fez 55 pontos. Ou seja, fazia mais de 15 anos que a gente não via um calouro explodir assim.

    E aí, vocês acham que o Flagg vai conseguir manter essa pegada? Porque sinceramente, depois de uma noite dessas, a expectativa só vai aumentar. Mas cara, que forma de entrar pra história da NBA!

  • Cooper Flagg faz história: 51 pontos aos 19 anos é ABSURDO

    Cooper Flagg faz história: 51 pontos aos 19 anos é ABSURDO

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Cooper Flagg, esse moleque de 19 anos do Dallas Mavericks, simplesmente fez história na NBA de uma forma que ninguém esperava.

    51 pontos. Cinquenta e um. Aos 19 anos e 103 dias de idade.

    O garoto se tornou o mais jovem jogador da história da NBA a fazer um jogo de 50+ pontos. E olha que não foi pouco — foram 51 pontos, 6 rebotes, 3 assistências e 3 roubos de bola numa derrota por 138-127 pro Orlando Magic. Sim, perderam o jogo, mas cara… que performance foi essa?

    Um feito histórico que poucos conseguiram

    Flagg agora faz parte de um grupo seleto de apenas nove calouros na história da liga a marcar 50+ pontos. A lista é de dar inveja: Wilt Chamberlain, Rick Barry, Earl Monroe, Brandon Jennings, Elgin Baylor, Elvin Hayes, Kareem Abdul-Jabbar e Allen Iverson.

    Mas aqui vem o detalhe mais louco: NENHUM desses lendários jogadores era adolescente quando conseguiu essa marca. Zero. Flagg não só entrou na lista — ele redefiniu completamente os parâmetros.

    O recorde anterior dele? 49 pontos — que já era o recorde histórico para um adolescente na NBA. Basicamente, o moleque quebrou o próprio recorde de uma forma espetacular.

    E ainda tem mais por vir

    A parte mais assustadora de tudo isso? Flagg só faz 20 anos no dia 21 de dezembro. Ou seja, ainda tem alguns meses pra continuar quebrando recordes como adolescente na liga.

    Sinceramente, eu não sei se estamos preparados pro que esse garoto vai fazer nos próximos anos. Desde que chegou no draft de 2025, a expectativa em cima dele era gigante, mas essa performance de ontem foi além de qualquer previsão.

    E vocês, o que acharam dessa explosão do Flagg? Acham que ele tem potencial pra ser um dos maiores da nova geração? Porque depois do que vi ontem, eu tô começando a acreditar que sim.

  • Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mas time perde feio

    Gillespie quebra recorde histórico dos Suns mas time perde feio

    Olha, tem noite que você faz história individual mas o time despenca. Foi exatamente isso que rolou com Collin Gillespie ontem à noite.

    O armador do Phoenix quebrou o recorde de cestas de 3 pontos em uma temporada na franquia, mas os Suns levaram uma surra de 127-107 dos Hornets em Charlotte. Gillespie acertou sua 227ª bola do além no segundo quarto, superando as 226 que Quentin Richardson tinha feito lá em 2004-05.

    Recorde amargo

    “É uma grande conquista”, disse Gillespie depois do jogo. “E eu sou extremamente grato a todos aqui por me ajudarem, mas no final das contas, isso não significa muito agora com a derrota.”

    E cara, dá pra entender a frustração do cara. Imagina quebrar um recorde que durou mais de 20 anos e ainda assim sair de quadra com gosto amargo? Ele terminou com apenas 6 pontos, acertando só 2 de 7 arremessos de 3. Não foi a noite mais inspirada.

    Na minha visão, isso mostra como o Phoenix tá passando por um momento complicado. Gillespie admitiu que precisa “começar a encontrar o ritmo de novo — ofensivamente, defensivamente, na pressão”. Os Suns perderam 6 dos últimos 7 jogos fora de casa. Isso não é coincidência não.

    Charlotte também fez história

    Mas não foi só Gillespie que quebrou recorde na noite. O rookie Kon Knueppel, dos Hornets, também entrou para a história da franquia ao acertar sua 261ª bola de 3, superando o recorde que era de Kemba Walker (260 em 2018-19).

    O moleque de 20 anos precisava de 4 cestas de 3 entrando no jogo, errou duas muito abertas no último quarto — deve ter ficado nervoso — mas conseguiu acertar a que importava com assistência do Grant Williams.

    Sinceramente, é legal ver esses recordes sendo quebrados, mas será que os Suns conseguem dar a volta por cima nessa reta final? O que vocês acham — Gillespie vai conseguir manter esse ritmo de fora e ainda ajudar o time a se classificar pros playoffs?

  • Rookie dos Hornets quebra recorde histórico de 3 pontos na franquia

    Rookie dos Hornets quebra recorde histórico de 3 pontos na franquia

    Cara, que noite foi essa em Charlotte! O rookie Kon Knueppel simplesmente fez história na NBA — quebrou o recorde de cestas de 3 pontos em uma temporada pelos Charlotte Hornets. E olha que não foi moleza, hein?

    O garoto de Duke, que foi a 4ª escolha do Draft, chegou a 261 bolas de três na temporada, superando as 260 que Kemba Walker havia feito lá em 2018-19. O mais legal? Quebrou o recorde com uma bela de uma cesta do canto da quadra, depois de ter errado duas oportunidades abertas mais cedo no quarto período. Pressão? Que nada.

    Hornets voando alto

    Mas não foi só o Knueppel que brilhou nessa vitória de 127 a 107 sobre os Suns. Miles Bridges meteu 25 pontos, LaMelo Ball distribuiu 11 assistências (além dos 15 pontos), e Coby White ajudou com mais 19. Brandon Miller também colaborou com 17 pontos. Time jogando coletivo e destruindo.

    Sete vitórias em nove jogos — os Hornets tão numa pegada boa mesmo. E com um rookie quebrando recordes assim, imagina o que vem pela frente?

    Suns também fizeram história

    Engraçado que na mesma partida, Phoenix também viu um recorde ser quebrado. Collin Gillespie superou as 226 cestas de três de Quentin Richardson (temporada 2004-05) e estabeleceu nova marca da franquia. Mas cara, fazer história numa derrota de 20 pontos deve doer um pouco, né?

    Jalen Green até tentou com 25 pontos, Devin Booker ajudou com 22, mas não deu. Os Suns perderam seis dos últimos sete jogos fora de casa — tá complicado pra eles longe do deserto.

    Sinceramente, acho que esse Knueppel vai ser uma pedra no sapato dos adversários por muito tempo. Duke sempre forma grandes atiradores, e esse moleque já tá provando que veio pra ficar. Vocês acham que ele consegue manter essa consistência de fora na próxima temporada?