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  • Rick Pitino aposta nas fichas dos Knicks: ‘Esse time pode ser campeão’

    Rick Pitino aposta nas fichas dos Knicks: ‘Esse time pode ser campeão’

    Olha, quando o Rick Pitino fala que um time pode ser campeão da NBA, a gente para pra escutar. O cara já viu de tudo no basquete — e agora ele tá completamente hypado com os Knicks.

    “Eles têm os melhores nove ou dez jogadores. Talvez não tenham os três melhores, mas têm os melhores nove ou dez”, disse Pitino pro The Post. E cara, essa análise faz total sentido quando você vê o banco dos Knicks funcionando que nem uma máquina bem azeitada.

    Os caras estão numa sequência absurda — acabaram de fazer um 4-0 histórico contra os 76ers na semifinal de conferência. A primeira vez que eles passam por cima da Filadélfia nos playoffs desde… 1989! Quando o próprio Pitino treinava os Knicks, por sinal.

    Sete vitórias seguidas com média de 26 pontos de diferença

    Monstro, né? Os Knicks ganharam sete jogos consecutivos nos playoffs com uma média de diferença de 26.4 pontos por jogo. Sinceramente, eu não esperava que eles chegassem nesse nível quando a temporada começou.

    A grande virada veio quando eles mudaram o esquema ofensivo pra dar mais responsabilidade pro Karl-Anthony Towns no garrafão. O cara sempre foi um monstro no ataque, mas agora ele tá distribuindo bola que nem um armador — 66 assistências nos playoffs, 40 a mais que no ano passado!

    “Eles se procuram muito melhor que antes”, explicou Pitino. “Antes da série contra o Atlanta, marcar o Brunson era a forma de parar os Knicks. Isso não funciona mais por causa da movimentação de bola.”

    Brunson continua sendo o diferencial

    Falando no Jalen Brunson… que jogador absurdo! O cara tá metendo 27.4 pontos e 6.1 assistências por jogo nos playoffs, com 48.5% nos arremessos de quadra. Pitino chegou a comparar ele com o Tiny Archibald — e olha que isso é elogio pra caramba.

    “Como um jogador desse tamanho, com essa impulsão, consegue arremessar qualquer bola perto da cesta? Ele tem o melhor jogo de média distância”, disse o técnico do St. John’s. “Libra por libra, polegada por polegada, talvez seja um dos melhores jogadores que já vi.”

    E aí, vocês acham que os Knicks realmente têm chance de chegar nas Finals? Porque olhando esse time funcionando assim, eu tô começando a acreditar. Claro que pela frente tem o Thunder (atual campeão) ou talvez os Spurs do Wembanyama — mas com o momento que eles estão vivendo, ninguém deveria assustar esses caras.

    A única coisa que pode atrapalhar é não ter o mando de quadra nas próximas séries. Mas cara, quando um time tá jogando desse jeito, a quadra meio que vira neutro mesmo.

  • Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Olha, o Rick Pitino não tá nem aí pra galera que reclama da expansão do March Madness. E sinceramente? Eu concordo com o velho.

    O técnico do St. John’s soltou o verbo no X (antigo Twitter) questionando por que tem gente pistola com o torneio universitário passando de 68 pra 76 times a partir da próxima temporada. “Quando ouço pessoas chateadas porque a NCAA expandiu para 76 times, penso ‘por que e quem se importa?’”, escreveu o cara.

    A lógica do Pitino faz sentido

    E olha, a argumentação dele não tá errada não. “Os melhores times avançam e mais times conseguem experimentar o maior torneio do planeta”, completou Pitino. Cara tem razão – no final das contas, quem é bom vai passar mesmo.

    A mudança não vai mexer com a primeira rodada nem com as que vêm depois. O que muda é que vai ter mais jogos eliminatórios antes do torneio principal começar. Em vez de 8 times disputando 4 vagas em Dayton, agora serão 24 times brigando por 12 vagas em dois locais diferentes.

    Veterano que entende do riscado

    Pitino não é qualquer um falando besteira, né? Aos 73 anos, o cara já levou seis programas diferentes pro March Madness – Kentucky, Louisville, Providence, Iona, Boston University e agora St. John’s. Dois anos seguidos classificado com os Red Storm, depois de ficar de fora em 2024.

    E essa não é a primeira vez que ele defende a expansão. Já tinha falado pro CBS Sports que mais times “só pode ajudar”. Na visão dele, mais jogos significa mais emoção, mais cobertura na TV, mais atletas participando.

    “Que diferença faz?”, questionou em outubro. “Não acho que pode prejudicar, só pode ajudar. Sempre que você tem mais times, mais emoção, mais cobertura televisiva, mais coisas pra falar, mais atletas participando, só pode ser algo bom.”

    Vocês concordam com o Pitino ou acham que o March Madness já era perfeito do jeito que estava? Eu tô no time dele – quanto mais basquete, melhor. E convenhamos, se você não consegue passar por uma rodada extra, não merecia estar lá mesmo.

  • Rick Pitino pode fazer história e não tá nem aí pra pressão

    Rick Pitino pode fazer história e não tá nem aí pra pressão

    Cara, vocês viram a cara do Rick Pitino quando o St. John’s classificou pro Sweet 16? O cara simplesmente não comemorou. Enquanto os jogadores estavam enlouquecendo depois da cesta no último segundo contra Kansas, o técnico de 73 anos só ajeitou o terno e foi cumprimentar o adversário.

    Pra quem não conhece a lenda, Pitino já viu de tudo no basquete universitário. Duas vezes campeão nacional, mais de 900 vitórias na carreira — o cara é um monstro absoluto. E agora, aos 73 anos, tá fazendo mais uma mágica, dessa vez com o St. John’s.

    Pode ser o primeiro técnico da história

    Olha, eu não esperava isso mas o homem pode fazer uma coisa que NINGUÉM fez antes: levar quatro universidades diferentes para o Final Four. Já fez com Providence, Kentucky e Louisville. Agora só falta o St. John’s — e eles estão a duas vitórias disso.

    A ironia é absurda: na próxima fase, eles enfrentam justamente Duke. O mesmo Duke do Christian Laettner, que quebrou o coração do Pitino em 1992 quando ele comandava Kentucky. “Espero que a gente pegue Duke no último segundo agora”, brincou o técnico. “Pra compensar aquela cesta do Laettner.”

    E sinceramente? Eu boto fé que ele consegue. O cara tem 30 vitórias em 36 jogos nessa temporada com um time que não ganhava nada há décadas.

    “Vou treinar como se fosse meu último jogo”

    O que mais me impressiona é a mentalidade do cara. Com 73 anos, ele podia estar pensando em aposentadoria, mas tá curtindo cada segundo. “Posso estar fora do basquete ano que vem”, admitiu. “Vou treinar cada jogo como se fosse o último da minha vida.”

    Mano, isso é mentalidade de campeão. O St. John’s estava completamente apagado — última vez que ganharam três jogos seguidos no March Madness foi há 25 anos. Agora conquistaram o Big East duas vezes seguidas e estão no Sweet 16.

    E aí, vocês acham que o velho lobo consegue essa quarta Final Four histórica? Duke tá meio instável, e se tem alguém que sabe aproveitar essas oportunidades, é Rick Pitino. O cara já provou que idade é só um número no basquete.