Tag: rookie of the year

  • Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Olha, depois de uma temporada de estreia absolutamente monstruosa na NBA, Cooper Flagg resolveu dar uma relaxada — e pelo jeito não tá sozinho nessa. O jovem craque dos Mavericks apareceu nas redes sociais curtindo as Turks e Caicos com quem parece ser sua nova namorada, Arianna Roberson.

    A galera percebeu a conexão quando os dois postaram fotos no mesmo lugar — aqueles balanços famosos sobre o mar em Noah’s Ark — no mesmo dia. Claro que eles foram espertos e não postaram foto juntos (ainda), mas qualquer um que acompanha as redes conseguiu ligar os pontos facilmente.

    Conexão Duke que pode ter virado romance

    A história faz todo sentido quando você para pra pensar. Arianna é pivô do time feminino de Duke e eles se conheceram quando eram calouros em 2024-25. Ou seja, rolou aquela química de campus mesmo. Ela, aliás, não é qualquer uma no basquete — irmã do ex-NBA Andre Roberson, que jogou principalmente no Thunder.

    Sinceramente? Acho massa ver o Cooper relaxando assim. O garoto de 19 anos teve uma pressão absurda na primeira temporada — foi pick número 1, virou Rookie of the Year e ainda entrou pra história ao lado do Michael Jordan como os únicos calouros a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubos de bola.

    Números que impressionam, mas playoff que decepciona

    Falando em números, o que o Flagg fez em sua primeira temporada foi simplesmente absurdo: 21 pontos por jogo com 46% de aproveitamento, mais 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Estatísticas de veterano, não de calouro.

    Mas né, individual é uma coisa, coletivo é outra. Dallas ficou de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo desde aquela final perdida em 2023-24. Deve ter sido frustrante pra ele, mas pelo menos agora tá aproveitando as férias bem merecidas.

    E aí, vocês acham que essa parceria Duke vai dar certo? Eu sempre torço pelos casais que se conheceram na faculdade — tem algo de especial nisso, né?

  • Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cara, que disputa absurda foi essa pelo Rookie of the Year! Cooper Flagg conseguiu levar a melhor sobre Kon Knueppel por apenas 26 pontos na votação. Imagina só — dois caras que jogavam juntos em Duke há poucos anos agora brigando pelo prêmio de calouro do ano na NBA.

    Flagg fez algo que não víamos desde Michael Jordan em 84-85: liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubadas de bola. Isso com 19 anos, gente. Dezenove. O moleque teve médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubadas por jogo nos Mavericks.

    A rivalidade entre irmãos de Duke

    O mais legal é ver como eles encaram essa competição. “Eu estava assistindo o Kon porque ele é um dos meus irmãos”, disse Flagg depois de ganhar o prêmio. “A gente tem essa conexão e sempre vai estar um pelo outro. Eu estava assistindo ele como fã também, mas sempre vai ter essa competição ao mesmo tempo.”

    Sinceramente? Acho lindo isso. Competição saudável entre dois jovens que se conhecem desde a época da faculdade.

    Knueppel não ficou muito atrás não — 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.5 assistências pelo Charlotte. O cara ainda quebrou o recorde de cestas de 3 para calouros com 273 bolas enterradas do perímetro. Monstro demais.

    Números que impressionam

    Flagg virou o jogador mais jovem da história da NBA a fazer jogos de 35, 40, 45 e 50 pontos. E também o mais novo a distribuir pelo menos 10 assistências numa partida. Os recordes vão caindo um atrás do outro.

    Na votação final, Flagg levou 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel. V.J. Edgecombe completou os finalistas mas ficou no zero a zero nos primeiros lugares.

    O que me chama atenção é que Charlotte com Knueppel conseguiu brigar pelo Play-In (mesmo perdendo pro Magic depois), enquanto Dallas com Flagg fez apenas 26-56. Às vezes o prêmio individual não reflete o sucesso coletivo, né? Vocês acham que isso pesou na votação ou os números individuais do Flagg falaram mais alto?

    De qualquer forma, Duke pode se orgulhar. Ter dois ex-alunos brigando pelo ROY e fazendo temporadas de rookie assim é coisa de programa de elite mesmo. E o melhor? Esses dois ainda têm muito chão pela frente na liga.

  • Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cara, que temporada absurda foi essa! Cooper Flagg acabou de ser confirmado como Rookie of the Year da NBA numa votação que literalmente foi decidida nos últimos votos. Estou aqui ainda processando os números — 56 votos em primeiro lugar pra ele, 44 pro Kon Knueppel. É muita coisa!

    Olha só que loucura: entrando na temporada, todo mundo (eu inclusive) achava que o Flagg ia dominar esse prêmio sem nem suar. Primeira escolha do Draft, indo pro Dallas que todo mundo esperava que brigasse pelos playoffs… Aí a realidade bateu na porta.

    A reviravolta que ninguém esperava

    “Essa temporada saiu muito diferente do que eu esperava”, disse o próprio Flagg na NBA Showtime. E não é que foi mesmo? Por longos períodos da temporada, eu tava vendo o Kon Knueppel — que foi colega de quarto dele em Duke — literalmente roubando o show em Charlotte.

    Vocês viram como o Knueppel tava jogando no meio da temporada? Monstro total. Eu sinceramente achei que ele ia levar, não vou mentir. Mas aí o Cooper acordou pra vida nas últimas semanas e simplesmente virou a mesa.

    Números que fazem história

    E que números, hein pessoal! Flagg fechou a temporada com média de 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas o que me deixou de queixo caído mesmo foi ele entrar num clube seleto: junto com Michael Jordan como únicos rookies a liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubos de bola.

    Ah, e aqueles 51 pontos contra Orlando em abril? Recorde da NBA pra um rookie. CINQUENTA E UM! Fora os outros três jogos com mais de 40 pontos. O cara literalmente decidiu que ia fazer história mesmo.

    VJ Edgecombe do Philadelphia ficou em terceiro lugar — e olha, em muitos outros anos ele teria levado fácil. Essa classe de rookies foi diferenciada demais.

    Por que essa votação foi tão especial

    Essa foi a segunda votação mais apertada pra ROY desde que a liga começou a acompanhar os números em 2003. A única mais disputada foi em 2022 com Scottie Barnes e Evan Mobley — lembram dessa?

    O que mais me impressiona é ver um cara de 19 anos (segundo mais jovem a ganhar o prêmio, só perdendo pro LeBron) aguentar a pressão de Dallas e ainda por cima crescer no momento decisivo. Começou meio perdido, admito, mas terminou mostrando porque foi a primeira escolha.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser All-Star já no segundo ano? Eu tô começando a acreditar que sim…

  • Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Cara, que corrida foi essa! Cooper Flagg acabou de levar o prêmio de Rookie of the Year da NBA numa disputa que me deixou grudado até o último voto. E o mais louco? Ele bateu justamente o Kon Knueppel, que foi seu companheiro de equipe em Duke. Imagina a zueira no grupo do WhatsApp dos caras.

    O placar final foi apertadíssimo: 412 votos pro Flagg contra 386 do Knueppel. VJ Edgecombe ainda apareceu em terceiro com 96 pontos, mas essa foi mesmo uma disputa de dois.

    Quando Duke domina tudo

    Sinceramente, eu não lembro da última vez que dois ex-companheiros de faculdade fizeram uma corrida tão parelha pro ROY. E olha que estamos falando de Duke — esse programa simplesmente não para de produzir talentos absurdos.

    O que mais me impressiona no Flagg é como ele conseguiu dominar caras que são literalmente 10-15 anos mais velhos que ele. Mano tem 19 anos e tá jogando como se fosse veterano há década. Nos Mavericks então? O cara virou peça fundamental desde o primeiro jogo.

    Já o Knueppel no Charlotte, cara… lembram quando todo mundo duvidou da escolha dele na 4ª posição do draft? “Muito arriscado”, “não tem físico pra NBA”, essas coisas. Hoje ninguém mais fala isso. O garoto provou que tem jogo pra caramba.

    O futuro tá garantido

    Olha, eu tô falando: esses dois vão brigar por títulos pelos próximos 15 anos fácil. Flagg já mostrou que tem potencial pra ser um dos melhores da liga, e Knueppel não fica muito atrás não.

    E vocês, acham que foi justa essa vitória do Flagg? Porque olhando os números da temporada, os dois estavam bem pareados mesmo. Talvez o fator “time melhor” tenha pesado — Dallas teve campanha bem superior ao Charlotte.

    De qualquer forma, Duke Basketball tá de parabéns. Ter os dois primeiros colocados do ROY vindos do mesmo programa é algo que não se vê todo dia. A Brotherhood continua forte!

  • Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Gente, era meio óbvio que ia dar Cooper Flagg, né? O garoto simplesmente destruiu na temporada de estreia e levou o prêmio de Rookie of the Year da NBA 2025-26, deixando o ex-companheiro de Duke, Kon Knueppel, na segunda colocação.

    Flagg recebeu 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel — uma disputa bem acirrada, mas no final das contas a escolha número 1 do draft mostrou por que foi a primeira pick.

    Os números não mentem

    Olha só os números do moleque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 33.5 minutos por jogo ao longo de 70 partidas pelo Dallas Mavericks. Absurdo, né?

    E o mais impressionante é que ele conseguiu isso jogando ao lado do Luka Dončić — não é fácil brilhar quando você tem um dos melhores do mundo no seu time. Mas o Flagg se adaptou rapidinho e mostrou que veio pra ficar.

    Sinceramente, eu esperava números bons dele, mas 21 pontos de média na primeira temporada? Isso aí é coisa de craque mesmo. O último rookie que fez algo parecido foi… cara, nem lembro. Tem que voltar alguns anos.

    Knueppel também arrebentou

    Agora, vamos falar do Knueppel porque o cara também teve uma temporada monstruosa. 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências em 81 jogos pelo Charlotte Hornets.

    Mas o que mais impressiona é a eficiência dele do perímetro: 42.5% em 642 tentativas de três pontos, convertendo 273 bolas — um RECORDE para rookies. Monstro!

    Vocês acham que se ele tivesse caído num time melhor teria levado o prêmio? Porque olha, jogar em Charlotte não é moleza… O time não ajuda muito mesmo.

    O futuro está garantido

    “Essa é uma honra verdadeiramente especial”, disse Flagg após receber o prêmio. “Sou grato por receber esse reconhecimento e agradeço a todos na organização do Dallas Mavericks que acreditaram em mim desde o primeiro dia.”

    O cara ainda completou dizendo que nada disso aconteceria sem os companheiros de equipe e técnicos — classe pura. Gosto de ver essa humildade.

    VJ Edgecombe ficou em terceiro na votação, mas sinceramente, essa disputa foi mesmo entre os dois ex-Blue Devils.

    E aí, pessoal, vocês concordam com a escolha? Na minha opinião foi a decisão certa — Flagg teve mais impacto no time e ajudou Dallas a brigar por playoffs. Knueppel teve números incríveis, mas no final das contas o Flagg foi mais completo.

  • VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    Olha só que notícia boa chegou pra gente! VJ Edgecombe, o jovem dos Sixers, foi nomeado finalista para o prêmio de Rookie of the Year da temporada 2025-26. E sinceramente? Mereceu demais.

    O garoto de 20 anos dividirá a disputa com Cooper Flagg (Dallas Mavericks) e Kon Knueppel (Charlotte Hornets). Três nomes que movimentaram a liga nesta temporada, mas vamos combinar — só um deles levou seu time pros playoffs, né?

    Os números não mentem

    Edgecombe foi simplesmente um monstro durante toda a temporada regular. Liderou TODOS os rookies em minutos jogados — o que já diz muito sobre a confiança que o Philadelphia depositou nele desde o começo.

    Em 75 jogos, o cara cravou médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubadas de bola. Entre os calouros que jogaram pelo menos 20 partidas, ficou em terceiro lugar tanto em pontos quanto em assistências por jogo. E pasmem: foi o primeiro em roubos de bola por partida.

    Pra mim, essa versatilidade defensiva faz toda a diferença. Não é só meter a bola na cesta — o maluco contribui em ambos os lados da quadra.

    A concorrência é pesada

    Flagg nos Mavs teve números um pouco melhores no ataque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas convenhamos, Dallas teve uma temporada horrível com 26 vitórias e 56 derrotas. Fica mais fácil inflar os números quando seu time não disputa nada, não acham?

    Já Knueppel em Charlotte mostrou que o arremesso de 3 continua sendo sua marca registrada — 42.5% do perímetro é coisa de outro mundo. Cravou 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Pena que os Hornets não passaram do play-in do Leste.

    E aí está a grande diferença: dos três finalistas, só Edgecombe conseguiu levar sua equipe para os playoffs de verdade. Tá, o Sixers tomou uma surra no primeiro jogo contra Boston (ai, que dor), mas chegaram lá.

    Tradição em ROY

    Se Edgecombe levar essa, será o quarto Rookie of the Year da história dos Sixers. A franquia já teve Allen Iverson (1997), Michael Carter-Williams (2014) e Ben Simmons (2018) levando o prêmio.

    Cara, imaginem se ele realmente ganhar? Seria o coroamento perfeito para uma temporada de estreia sensacional. O resultado sai em breve, e eu tô aqui na torcida — vocês acham que ele tem chances reais de levar?

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cara, que azar do Cooper Flagg. O garoto que tava tendo uma temporada de rookie absolutamente monstruosa acabou de machucar o tornozelo no último jogo da temporada regular dos Mavs, contra o Chicago. Saiu mancando no segundo quarto e não voltou mais.

    Olha, eu tava acompanhando essa temporada do Flagg desde o começo, e sinceramente? O moleque é um fenômeno. Com apenas 19 anos, ele tava fazendo coisas que a gente só vê uma vez a cada década na liga.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 21.0 pontos, 5.4 rebotes e 4.5 assistências de média em 70 jogos. Pra um rookie, isso é absurdo. Mas o que mais me impressiona não são só os números — é a maturidade do garoto em quadra.

    Lembra daqueles dois jogos no penúltimo fim de semana da temporada? O maluco fez 96 pontos em duas partidas. NOVENTA E SEIS! E ainda teve o jogo de 51 pontos contra o Orlando, se tornando o primeiro adolescente na história da NBA a fazer 50+ numa partida. Monstro demais.

    Na minha visão, isso que ele fez contra os Lakers foi histórico também. 45 pontos contra o LeBron e ainda passou o King no número de jogos de 40+ pontos para um adolescente. Imagina a pressão de jogar contra seu ídolo e ainda assim dominar daquele jeito?

    Temporada dos Mavs foi uma decepção

    Agora, vamos ser honestos — a temporada dos Mavs como um todo foi bem frustrante. Começaram com expectativas altíssimas, mas as lesões destruíram tudo. O Anthony Davis passou mais tempo no departamento médico que em quadra, e acabou sendo trocado pro Washington. O Kyrie Irving? Nem jogou, depois daquela lesão feia no joelho em março do ano passado.

    Mas sabe o que mais me impressiona? Mesmo com o time desandando, o Flagg nunca abaixou a cabeça. Continuou jogando no mais alto nível, fazendo história toda semana.

    A briga pelo ROY tá pegando fogo

    E aí, vocês acham que ele leva o Rookie of the Year? A disputa com o Kon Knueppel (que foi seu companheiro em Duke, inclusive) tá bem acirrada. Eu ainda acho que o Flagg leva — os números falam por si só, e aqueles jogos históricos que ele fez devem pesar bastante na votação.

    O cara já tinha mostrado que era diferenciado em Duke, levando o time até a Final Four e sendo apenas o quarto calouro da história a ganhar o prêmio de melhor jogador universitário do país. Na NBA, só confirmou que veio pra ficar.

    Espero que essa lesão no tornozelo não seja nada sério e que ele volte 100% pra próxima temporada. Porque sinceramente? Com esse nível de jogo, os Mavs podem estar construindo algo especial ali em Dallas.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cara, que fim de temporada complicado pro Cooper Flagg. O garoto que chegou com toda a expectativa em Dallas acabou machucando o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada contra o Bulls, domingo passado.

    Foi uma dessas jogadas chatas que a gente odeia ver. O Flagg foi disputar um rebote, aterrisou torto e pronto — saiu mancando direto pro vestiário. Nem voltou mais pra quadra. Sinceramente, deu até uma dor no coração ver o mlk saindo assim depois de uma temporada que, convenhamos, já não tava fácil pros Mavs.

    Números que impressionam mesmo assim

    Olha, mesmo com essa temporada difícil do Dallas (25-56, longe pra caramba dos playoffs), o Flagg mostrou por que era tão esperado. Média de 21.2 pontos e 6.7 rebotes em 69 jogos? Monstro demais pra um rookie.

    E tem mais: o cara se tornou o mais novo jogador da história da NBA a fazer 50 pontos em um jogo. Foram 51 contra o Magic no começo do mês. Absurdo total. Na minha opinião, isso já garante ele na briga pelo Rookie of the Year — mesmo com a concorrência do Kon Knueppel, que inclusive era companheiro dele em Duke.

    O que vem por aí?

    Por enquanto, ninguém sabe a gravidade da torção. Pode ser só um susto ou algo mais sério. De qualquer forma, a temporada já tinha acabado mesmo pra Dallas — estavam mais de 10 jogos atrás das vagas do play-in no Oeste.

    O que me deixa empolgado é pensar no potencial desse garoto. 1.473 pontos na temporada rookie? Isso é coisa de craque. E vocês acham que ele consegue levar o prêmio de calouro do ano mesmo com essa lesão no final?

    Uma coisa é certa: Dallas tem uma joia nas mãos. Agora é torcer pra esse tornozelo sarar logo e pro Flagg voltar ainda mais forte na próxima temporada. O futuro dos Mavs pode estar nas mãos desse mlk de 19 anos.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde os playoffs da NBA

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde os playoffs da NBA

    Cara, que azar desgraçado. Cooper Flagg, a primeira escolha do Draft e favorito absoluto ao prêmio de Calouro do Ano, torceu o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada regular dos Mavericks contra o Bulls e tá fora dos playoffs.

    O moleque se machucou tentando fazer uma das jogadas mais bonitas do basquete — pegar o próprio rebote ofensivo pra converter a cesta. Só que na hora de descer, pisou torto entre dois defensores do Chicago. Deu pra ver que doeu só de olhar a cara dele no chão.

    Numbers de rookie sensacional

    Olha, mesmo com esse final amargo, o que o Flagg fez na temporada de estreia foi simplesmente absurdo. Média de 21 pontos, 5.4 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 70 jogos. Liderou Dallas em praticamente tudo — pontos totais, rebotes, assistências e roubos. Ficou apenas 5 tocos atrás do Daniel Gafford!

    Sinceramente, não esperava que um rookie se adaptasse tão rápido à liga. Tem jogador veterano que não consegue esses números, imagina um moleque de 19 anos na primeira temporada.

    Disputa acirrada pelo prêmio de Rookie

    Agora vem a parte interessante: a briga pelo Rookie of the Year tá pegando fogo. Do outro lado temos o Kon Knueppel — que por acaso foi companheiro de quarto do Flagg em Duke. Os caras dividiam apartamento na faculdade e agora disputam o prêmio principal da NBA. Isso é roteiro de filme!

    Knueppel teve números também impressionantes no Charlotte: 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências. Mas o que mais impressiona é que o cara quebrou o recorde de rookies com 273 bolas de três convertidas. É muita pancada de longe!

    E aí, galera, quem vocês acham que leva? O Flagg com números mais completos ou o Knueppel com essa chuva de três? Vai ser uma votação apertada demais.

    O que dói mesmo é saber que não vamos ver esse monstro nos playoffs. Dallas tinha tudo pra fazer barulho com o talento do garoto, mas lesão é algo que a gente nunca sabe quando vai aparecer. Torcer pra ser só um susto e ele voltar 100% na próxima temporada.

  • Mavs tomam cacete dos Spurs: Flagg brilha mas Wemby foi absurdo

    Mavs tomam cacete dos Spurs: Flagg brilha mas Wemby foi absurdo

    Cara, que massacre foi esse ontem à noite em San Antonio. Os Mavs levaram uma surra de 139-120 dos Spurs, e olha que começou até equilibrado — mas quando Victor Wembanyama resolve jogar basquete, não tem jeito mesmo.

    Os caras de Dallas entraram desfalcadíssimos. P.J. Washington, Naji Marshall, Klay Thompson — todo mundo na enfermaria. Temporada já acabou mesmo, né? Com 25 vitórias em 81 jogos, é praticamente impossível piorar. Mas aí que tá: mesmo nessa situação, teve coisa boa pra tirar do jogo.

    Cooper Flagg não tá de brincadeira

    Mano, esse garoto é um monstro. 33 pontos em 52% de aproveitamento, quase o dobro de arremessos do segundo colocado do time (Ryan Nembhard). E o mais importante: não forçou nada. Cinco assistências também, jogando dentro do sistema.

    Sinceramente, se esse moleque não ganhar o ROY vai ser uma injustiça histórica. Tá claro que os Mavs tão dando mais bola pra ele nessas últimas partidas justamente pra empurrar a candidatura. E funciona — porque o cara simplesmente entrega.

    É surreal pensar que ele pode ficar de fora do prêmio. Vocês acham que a campanha ruim do time pode prejudicar ele? Porque pelo que tô vendo, não deveria.

    Wembanyama fez o que quis

    Victor jogou “só” 26 minutos (era pra ser 20, mas né…) e mesmo assim foi decisivo. O francês tava pegando fogo desde o primeiro quarto, ajudou os Spurs a abrirem 11 pontos na primeira parcial e depois simplesmente controlou o jogo quando precisava.

    No terceiro quarto rolou aquela sequência absurda: nove posses seguidas convertidas pelos Spurs. Foi aí que acabou qualquer esperança dos Mavs, que até tinham conseguido encostar no segundo período (39 pontos no segundo quarto — não tava brincadeira).

    O quarto período virou garbage time completo. AJ Johnson, Tyler Smitth e John Poulakidas comandaram os últimos minutos, e pelo menos não foi um vexame total (perderam a parcial só por 31-27).

    Max Christie aprendendo com Klay

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Max Christie. O cara tá claramente absorvendo as lições do Klay Thompson — principalmente sobre soltar o arremesso mais rápido. Converteu 4 de 7 tentativas do perímetro, e uma delas foi com o Wemby vindo pra cima dele no corner. Só rede.

    Olha, os Mavs estão no fundo do poço em tudo relacionado a bolas de três. Se o Christie conseguir virar uma opção confiável no perímetro, já é alguma coisa positiva pra próxima temporada. Ter o Klay como professor não é qualquer coisa, né?

    E aí, vocês acham que dá tempo do Flagg conquistar o ROY ainda? Ou o prejuízo da temporada horrível dos Mavs vai pesar demais na votação?