Tag: Rudy Gobert

  • Gobert ‘recepciona’ Wemby com falta flagrante no jogo 5

    Gobert ‘recepciona’ Wemby com falta flagrante no jogo 5

    Cara, os playoffs estão ficando cada vez mais físicos entre Timberwolves e Spurs. Depois da confusão no jogo 4 com Wembanyama sendo expulso por acertar uma cotovelada no Naz Reid, o francesão voltou pro jogo 5 e já levou uma ‘recepção’ nada amigável do Rudy Gobert.

    Logo no primeiro quarto, o Wemby tentou um arremesso de três com step-back por cima do Gobert. Só que o pivô dos Wolves fez uma jogada bem perigosa — colocou o pé bem embaixo do Wembanyama na hora do pouso. Qualquer um que joga basquete sabe o quão arriscado isso é. Tornozelo torcido na certa, ou coisa pior.

    Falta flagrante 1 após revisão

    Os árbitros inicialmente marcaram falta comum, mas depois da revisão mudaram pra flagrante 1. E fizeram certo, né? Defender tem que dar espaço pro atacante pousar depois do arremesso. É regra básica de segurança.

    O Gobert teve sorte de não ser flagrante 2, porque aí teria sido expulso igual o Wemby no jogo anterior. Mas convenhamos, a jogada foi bem calculada — parecia ‘acidental’ mas qualquer veterano da NBA sabe exatamente o que tá fazendo quando invade o espaço de pouso assim.

    Série esquentando de vez

    Sinceramente? Eu esperava que essa série ficasse física mesmo. Está 2-2 e o jogo 5 é decisivo — quem ganhar vai pra casa com 3-2 na série. Os Wolves sabem que parar o Wembanyama é fundamental, e aparentemente decidiram usar a estratégia do ‘vai que cola’.

    O problema é que o Wemby não é mais aquele garoto frágil de 19 anos que chegou na NBA. O cara cresceu, engrossou, e mostrou no jogo 4 que não vai levar desaforo pra casa. Agora é ver se os Timberwolves vão continuar testando os limites ou se vão focar no basquete mesmo.

    O que vocês acham? Essa estratégia mais física dos Wolves pode dar certo, ou vai acabar virando o tiro no pé? Uma coisa é certa: se o jogo 6 for em Minneapolis com os Wolves na frente, a torcida vai estar pegando fogo. E eu já tô aqui torcendo pra essa série ir pro jogo 7!

  • Gobert manda a real: ‘tamanho importa’ após Wolves dominarem Spurs

    Gobert manda a real: ‘tamanho importa’ após Wolves dominarem Spurs

    Cara, o Rudy Gobert simplesmente mandou a real depois do jogaço dos Timberwolves contra o Spurs. E quando digo mandou a real, é porque o francês não teve papas na língua ao explicar como Minnesota conseguiu virar o Jogo 4 da semifinal e empatar a série em 2-2.

    “Eu não deveria rir, mas acho que tamanho importa”, disse Gobert pros repórteres após a vitória por 114-109. Do outro lado da sala, dava pra ouvir o Naz Reid falando “opa!” — imagino a cara dele quando ouviu isso.

    “Desculpa, mas é verdade”, completou o pivô francês. “Tamanho importa.”

    A estratégia que funcionou perfeitamente

    Olha, eu confesso que quando vi o Chris Finch botando Gobert, Julius Randle e Naz Reid juntos na quadra, pensei: “será que não vai ficar muito pesado?” Mas cara, funcionou que foi uma beleza. Com as lesões no garrafão dos Wolves, principalmente a do Donte DiVincenzo, o técnico teve que improvisar — e que improvisação!

    O momento decisivo veio quando o Wembanyama tomou um flagrante 2 no segundo quarto e teve que sair mais cedo. Ali os Spurs ficaram vulneráveis no garrafão, especialmente quando resolveram jogar pequenos com Julian Champagnie de pivô e Devin Vassell de ala-pivô. Sinceramente, foi pedir pra sofrer.

    Nos momentos cruciais, tamanho fez a diferença

    E foi exatamente isso que aconteceu nos últimos minutos. Os Wolves estavam perdendo por 99-98 aos 4:48 do último quarto. Em pouco mais de 4 minutos, viraram pra 112-105. Como? Dominando completamente o garrafão.

    Cinco bandejas (duas do Reid, uma do Gobert, uma do Ant Edwards e uma do Ayo Dosunmu), mais uma enterrada do Gobert. Ainda teve duas faltas convertidas em and-one — do próprio Gobert e do Dosunmu, que converteram os lances livres na sequência.

    Cara, foi uma demonstração de como o físico ainda importa muito na NBA. Por mais que o jogo tenha evoluído pro lado dos arremessos de três, quando você tem um trio de torres como esse e consegue impor seu ritmo lá embaixo, o negócio fica complicado pro adversário.

    Vocês acham que os Wolves conseguem manter essa pegada física pro resto da série? Porque se conseguirem, vai ser difícil pros Spurs pararem esses caras no garrafão.

  • Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Mano, às vezes o que acontece na arquibancada é quase mais divertido que o jogo em si. Ontem, no Jogo 2 entre Timberwolves e Spurs, rolou uma das cenas mais aleatórias que eu já vi nos playoffs.

    Uma torcedora de San Antonio decidiu que ia desconcentrar o Rudy Gobert de um jeito bem criativo: pegou um cartaz gigante com a cara do Keldon Johnson e ficou abanando o francesão durante o jogo. Sério, quem pensa nisso? A criatividade da torcida americana não tem limites mesmo.

    Gobert nem aí pra zoação

    O mais engraçado é que o Gobert nem ligou. O cara tava tão concentrado na missão de parar o Wembanyama que nem percebeu a performance teatral da tia na primeira fileira. Profissionalismo puro — ou talvez ele só não entendeu por que diabos estavam abanando ele com a cara do Johnson.

    Olha, eu admiro essa frieza do Gobert. No Jogo 1, ele já tinha mostrado serviço: segurou o Wemby em apenas 5 de 17 arremessos, incluindo um 0 de 8 do perímetro. Simplesmente anulou o fenômeno francês. Sete pontos, 10 rebotes, três assistências e quatro roubadas de bola. O monstro não precisa pontuar pra dominar.

    O duelo franco-francês continua

    É bonito ver o respeito que o Wembanyama tem pelo Gobert. Antes da série, o garoto falou que se inspirou muito no veterano, principalmente na dedicação aos cuidados com o corpo. “Ele deveria ser modelo para todos os pivôs”, disse o Wemby.

    Sinceramente? Essa admiração mútua deixa tudo mais especial. Dois franceses se enfrentando nos playoffs da NBA, um passando conhecimento pro outro mesmo sendo adversários. É isso que o basquete tem de lindo.

    Mas no final das contas, parece que a zoação da torcida surtiu algum efeito. Os Wolves acabaram perdendo o Jogo 2, com o Wembanyama fazendo 19 pontos e 14 rebotes contra os 5 pontos e 10 rebotes do Gobert.

    E aí, vocês acham que a torcedora merece crédito pela vitória dos Spurs? Porque eu tô começando a acreditar que essa brincadeira com o cartaz do Keldon Johnson foi o fator decisivo mesmo.

  • Spurs x Wolves: Wemby contra Gobert promete ser um duelo épico

    Spurs x Wolves: Wemby contra Gobert promete ser um duelo épico

    Cara, chegou a hora que todo mundo tava esperando. San Antonio vai receber Minnesota no primeiro jogo das semifinais da Conferência Oeste, e mesmo com toda a incerteza sobre o Anthony Edwards (que tá ralado das duas pernas), os Spurs entram como favoritos. E olha, faz sentido — esse time jovem de San Antonio tem mostrado que não treme nas horas decisivas.

    Mas vamos ser realistas aqui. Se o Edwards voltar minimamente parecido com aquele monstro que conhecemos, a coisa muda de figura completamente. O cara é diferenciado, e mesmo machucado pode virar a chave numa série dessas. Por outro lado, se ele ficar fora mesmo, os Spurs não podem vacilar contra um time veterano que já esteve nas finais de conferência duas vezes seguidas.

    O duelo que todo mundo quer ver: Wemby vs Gobert

    Sinceramente, eu tô ansioso demais pra ver essa batalha. O Gobert acabou de fazer o Jokic passar trabalho na série contra Denver — e convenhamos, fazer o Jokic suar a camisa defensivamente não é pra qualquer um. Agora ele vai ter que lidar com o Wembanyama, e essa vai ser uma parada completamente diferente.

    O que mais me empolga é que, diferentemente do que rolou contra os Nuggets, os Spurs têm criação de jogada espalhada pelo time todo. Isso significa que o Wemby pode funcionar como isca, puxar o Gobert pra longe do garrafão e abrir espaços absurdos pro resto do time. Se o Gobert resolver colar no francesão lá na linha de três, o bicho vai castigar de fora. Se recuar pra proteger o aro, aí o Wemby pode partir pro ataque.

    E tem outro detalhe que acho crucial: o Victor não é tão dependente do poste baixo quanto o Jokic. O cara funciona bem vindo dos bloqueios, correndo pra cesta, fazendo de tudo um pouco. Essa versatilidade pode ser a chave pra quebrar aquela defesa tradicionalmente sólida de Minnesota.

    A matemática pode não fechar pra Minnesota

    Aqui que a coisa fica interessante. Se o Gobert não conseguir dar conta do Wemby sozinho, o técnico Chris Finch vai ter que improvisar. Julius Randle até teve alguns momentos bons marcando o francês na temporada regular, especialmente sendo mais físico e dificultando as jogadas dele no garrafão. Mas aí vem o problema: onde você coloca o Gobert?

    Os Blazers tentaram colocar o centro deles no Stephon Castle, mas o garoto tem acertado os arremessos e — mais importante ainda — tem tomado as decisões certas sobre quando chutar e quando tocar a bola. Não é qualquer pivô que você pode esconder na defesa contra esse time de San Antonio.

    Na minha visão, essa série vai se decidir na capacidade dos Spurs de usar a versatilidade do Wembanyama sem forçar a barra. O cara entendeu que nesse momento da carreira, sem ter ainda aquela jogada matadora definida, a variedade é sua maior arma.

    E aí, galera? Acham que o Gobert aguenta a pressão ou o Wemby vai fazer a festa? Essa promete ser uma das séries mais táticas que vamos ver nesses playoffs.

  • Gobert revela papo bizarro com Wemby: ‘Perguntou sobre filtro d’água’

    Gobert revela papo bizarro com Wemby: ‘Perguntou sobre filtro d’água’

    Mano, que história mais aleatória é essa? O Rudy Gobert soltou uma pérola sobre o Victor Wembanyama antes do confronto entre Timberwolves e Spurs nos playoffs. E olha, não é sobre enterradas ou bloqueios — é sobre filtro de água mesmo.

    Segundo o pivô francês dos Wolves, o Wemby tem uma mentalidade completamente diferente dos outros caras jovens da liga. “Eu assisto muito ele, vejo como ele evoluiu, como ele trabalha, como cuida de si mesmo”, disse Gobert. “Algumas semanas atrás ele me perguntou que tipo de filtro de água eu tinha em casa. Isso te mostra como funciona a cabeça dele.”

    Mentalidade de outro planeta

    Cara, imagina só a cena: dois gigantes franceses conversando sobre sistemas de purificação de água. Enquanto isso, Gobert tenta conscientizar os jovens dos Wolves sobre alimentação e não consegue nem despertar interesse básico. “Eu tento falar com os garotos daqui sobre a comida que comem e essas coisas. Mas não recebo esse tipo de pergunta”, completou.

    Sinceramente? Isso explica muito sobre por que Wembanyama já chegou fazendo a diferença na NBA. O cara pensa em cada detalhe — desde o que entra no corpo dele até como otimizar a recuperação. É obsessão no melhor sentido.

    O duelo que todo mundo quer ver

    Agora vem a parte boa: os dois vão se enfrentar nas semifinais da Conferência Oeste depois que Minnesota detonou Denver na primeira rodada. Gobert foi peça-chave naquela série, principalmente na marcação do Jokic — média de 7.7 pontos, 10.7 rebotes e mais de um toco por jogo.

    Do outro lado, Wemby estreou nos playoffs literalmente destruindo Portland. 21 pontos, 8.8 rebotes e 4 tocos de média — tudo isso com 58% nos arremessos de quadra e absurdos 53% do perímetro. O garoto de 20 anos jogando como veterano de 30.

    E aí, pessoal — acham que a experiência do Gobert vai pesar mais que o talento puro do Wembanyama? Porque se o francesinho continuar nesse nível, pode ser que nem o filtro de água mais caro do mundo salve os Wolves dessa.

  • McDaniels brilha e Wolves eliminam os Nuggets mesmo sem 3 titulares

    McDaniels brilha e Wolves eliminam os Nuggets mesmo sem 3 titulares

    Olha, eu não esperava isso não. O Minnesota Timberwolves eliminou o Denver Nuggets por 110 a 98 no jogo 6 ontem, mesmo jogando sem TRÊS armadores titulares machucados. Edwards, DiVincenzo e Dosunmu todos no departamento médico, e mesmo assim os Wolves conseguiram a classificação pra segunda rodada dos playoffs de 2026.

    O destaque da noite foi Jaden McDaniels — cara simplesmente decidiu que não ia pra casa hoje. 32 pontos e 10 rebotes. Trinta e dois pontos! E o mais impressionante foi como ele fechou o jogo: uma cesta de meia distância gelada faltando 1:06 no relógio pra abrir sete pontos de vantagem, seguida de um roubo de bola crucial no Jokic.

    Garrafão foi a casa dos Wolves

    Sem os armadores, Minnesota apostou pesado no front court. Gobert, Julius Randle e Naz Reid dominaram completamente o garrafão — 64 a 40 em pontos na área pintada e 50 a 33 no rebote. Foi um massacre físico mesmo.

    “Isso é o que você realmente não ensina. É sobre vontade, é sobre coração, e foi assim que conseguimos superar esse grande desafio”, falou Gobert depois do jogo. E realmente, o cara teve razão. 10 pontos, 13 rebotes e 8 assistências. Gobert fazendo de tudo um pouco.

    Murray sumiu na marcação do McDaniels

    Enquanto isso, Jamal Murray teve uma das piores noites da temporada. McDaniels grudou no cara o jogo inteiro e limitou Murray a apenas 12 pontos em 4 de 17 arremessos. Pra vocês terem noção, o Nuggets como um time acertou só 10 de 27 bolas de três — Cameron Johnson sozinho tentou quase metade disso.

    Jokic até que jogou bem (28 pontos, 10 assistências e 9 rebotes), mas não teve ajuda suficiente quando mais precisava. O MVP sérvio até tentou forçar algumas jogadas no final, mas foi aí que McDaniels apareceu com aquele roubo de bola que selou o jogo.

    Agora os Wolves vão encarar o San Antonio Spurs na segunda rodada, começando na segunda-feira. E olha, não vai ser fácil — os Spurs são favoritos por 14.5 pontos no jogo 1. Mas depois do que eu vi ontem, sinceramente acho que esse time do Minnesota pode incomodar qualquer um quando joga com essa garra toda.

    “Estou feliz que acabou, feliz que conseguimos sair por cima”, disse McDaniels no pós-jogo. “Algumas coisas foram ditas. Estou feliz que pudemos provar nosso ponto, conseguir a vitória e seguir pra próxima rodada.”

    E aí, acham que os Wolves conseguem fazer barulho contra San Antonio também?

  • Gobert com inalador em Denver? A altitude tá pegando pesado

    Gobert com inalador em Denver? A altitude tá pegando pesado

    Olha só que situação bizarra: Rudy Gobert foi flagrado usando um inalador durante o Jogo 5 dos Timberwolves contra os Nuggets em Denver. E não, não é brincadeira não.

    A galera de Minnesota tá a uma vitória de eliminar os atuais campeões na primeira rodada — algo que ninguém esperava, convenhamos. Com 3-1 na série, parecia que ia ser tranquilo fechar em casa dos Nuggets. Só que aí a altitude de Denver resolveu aparecer pra complicar.

    Quando a montanha pesa

    Denver fica a uma milha acima do nível do mar, pessoal. E isso não é só detalhe técnico — é uma realidade física que pode quebrar qualquer atleta que não tá acostumado. Pelo jeito, o Gobert tá sentindo na pele (ou melhor, no pulmão) o que é jogar nessa altitude.

    Sinceramente? Eu já imaginava que isso ia ser problema. O cara tem 2,16m e mais de 110 quilos — imagina o tanto de oxigênio que esse monstro precisa pra se mover pela quadra por 35 minutos. Em Denver então…

    E não é só impressão minha não. Os Nuggets aproveitaram pra martelar o garrafão: 32 pontos na pintura só no primeiro tempo. Até o Cam Johnson, que não é exatamente conhecido por ser um finalizador agressivo, tava fazendo bandeja na cara do Gobert como se fosse treino.

    Wolves resistindo mesmo assim

    O que mais me impressiona é que, mesmo com Gobert claramente não no seu melhor e sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo pro resto da série, Minnesota conseguiu manter o jogo competitivo. Perdendo por apenas 9 pontos no intervalo (60-51) — diferença que dá pra virar tranquilo.

    Ayo Dosunmu foi o herói do Jogo 4, mas agora a pressão tá toda em cima dele e do resto do banco. Vocês acham que os Wolves conseguem fechar mesmo com todas essas adversidades?

    Porque olha, seria uma das maiores zebras dos últimos playoffs ver os atuais campeões sendo eliminados na primeira rodada por um time tão desfalcado. E com o Gobert precisando de inalador pra respirar… cara, isso seria história pra contar pros netos.

  • Jokic tem a pior noite da carreira nos playoffs e Wolves abrem 2-1

    Jokic tem a pior noite da carreira nos playoffs e Wolves abrem 2-1

    Cara, eu nunca pensei que veria o Nikola Jokic passar por uma noite dessas. O MVP sérvio teve literalmente a pior performance de arremesso da carreira inteira nos playoffs: 7 de 26 tentativas. Sete de vinte e seis! É de doer o coração de qualquer fã do Denver.

    Os Minnesota Timberwolves massacraram os Nuggets por 113 a 96 ontem e agora lideram a série por 2-1. Sinceramente, eu não esperava ver Denver sendo dominado desse jeito — principalmente depois daquele ataque histórico que eles tiveram na temporada regular.

    O Gobert virou pesadelo do Jokic

    E o que mais impressiona? O Rudy Gobert simplesmente grudou no Jokic a noite inteira. Os dois ficaram em quadra pelo mesmo tempo, e o resultado foi devastador para Denver. Jokic fez apenas 7 de 21 contra o francesão no jogo 3, e considerando os dois jogos que Minnesota ganhou, ele tá 8 de 29 tentativas contra Gobert.

    Olha, o Jokic é monstro, mas até os melhores têm suas noites ruins. O problema é que veio tudo junto: ele também tá 5 de 24 nas bolas de três na série toda. Isso não é o Jokic que a gente conhece.

    E o Jamal Murray? Também não ajudou nada, fazendo 5 de 17 arremessos. Nos dois jogos que perderam, Murray tá com um aproveitamento horrível de 15 de 42. Quando seus dois principais jogadores não conseguem acertar nada, fica difícil ganhar de qualquer um na NBA.

    Lesões complicam ainda mais

    Como se não bastasse, o Aaron Gordon ficou fora com lesão na panturrilha — foi cortado da escalação duas horas antes do jogo. O Peyton Watson também continua no departamento médico desde abril. Denver tá literalmente se desintegrando na hora H.

    O técnico David Adelman tentou amenizar: “Ele teve uma noite difícil. Acontece com jogadores. Esse cara jogou milhões de jogos de playoff. Há noites que são ruins. Ele vai se recuperar”.

    Murray também saiu em defesa do companheiro: “Nunca vi ele arremessar o que arremessou hoje. Esse é um jogo atípico”.

    Na minha visão, eles têm razão. O Jokic não vai continuar errando desse jeito — é impossível. Mas o fato é que Minnesota encontrou a fórmula: colocar o Gobert pra grudar nele e fazer os outros jogadores de Denver baterem os arremessos. E por enquanto, tá funcionando perfeitamente.

    Vocês acham que Denver consegue se recuperar no jogo 4? Porque mesmo com duas derrotas seguidas, as casas de apostas ainda consideram os Nuggets favoritos por 2.5 pontos no próximo jogo. Minnesota tem 55% de chance de levar a série, segundo as odds.

    Jogo 4 é sábado. Se Denver perder em casa de novo, a situação fica muito complicada. E olha que estamos falando dos atuais campeões da NBA…

  • Gobert destruiu o Jokic no Jogo 3 – Wolves dominam em casa

    Gobert destruiu o Jokic no Jogo 3 – Wolves dominam em casa

    Gente, o que eu vi ontem à noite foi simplesmente absurdo. Rudy Gobert literalmente destruiu o Nikola Jokic no Jogo 3, e os Timberwolves fizeram uma lavada histórica nos Nuggets jogando em casa.

    Olha, eu sempre soube que o Gobert era monstro na defesa, mas o que ele fez com o MVP sérvio foi de outro mundo. Jokic terminou com números até decentes no papel – 27 pontos e 15 rebotes – mas a verdade nua e crua tá no arremesso: 7/26 da quadra. Sete de vinte e seis, cara!

    A clínica defensiva do Gobert

    O francesão mostrou por que é considerado um dos melhores defensores da liga. Jokic, que normalmente faz o que quer na área, passou a noite toda sofrendo com a presença intimidadora do Gobert. 2/10 de três pontos também – o cara simplesmente não conseguia encontrar ritmo nenhum.

    E tem um detalhe que eu achei genial: Gobert não só defendeu bem, como também contribuiu no ataque. 10 pontos, 12 rebotes, 3 assistências e 3 tocos. Um double-double completíssimo do pivô que todo mundo criticava quando chegou em Minnesota.

    Sinceramente? Eu não esperava ver o Jokic tão perdido assim. O cara é tricampeão do MVP, mas ontem pareceu que tava jogando com uma televisão de 50 polegadas nas costas.

    Wolves dominaram de cabo a rabo

    A coisa foi feia pros Nuggets desde o primeiro quarto. 25-11 logo de cara e nunca mais deram chances pro Denver reagir. E olha que os Nuggets tavam sem o Aaron Gordon machucado – isso pesou demais.

    Ayo Dosunmu foi o cestinha com 25 pontos e 9 assistências (esse cara tá voando), Jaden McDaniels cravou um double-double com 20 e 10, e o Anthony Edwards “só” fez 17 pontos – quando o Ant1 faz 17 e você ganha fácil, é porque o time tá funcionando mesmo.

    68 pontos no garrafão, 48% nos arremessos, 31 assistências… Os números não mentem. Foi uma aula de basquete coletivo dos Wolves.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem se recuperar no Jogo 4? Porque do jeito que tá, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginava. Com o Gobert jogando nesse nível, vai ser difícil pro Jokic encontrar espaço pra respirar.

    O Jogo 4 é amanhã, mesmo horário, mesma casa. Se os Wolves ganharem, praticamente carimbam a vaga. Vai ser jogaço!

  • Gobert humilha Jokić e Wolves abrem 2-1 nos playoffs

    Gobert humilha Jokić e Wolves abrem 2-1 nos playoffs

    Olha, eu não esperava ver o Rudy Gobert transformar o Nikola Jokić em jogador comum, mas foi exatamente isso que rolou no Jogo 3 entre Timberwolves e Nuggets. Minnesota meteu 113-96 em Denver e agora lidera a série por 2-1. E o francesão foi simplesmente monstro.

    O mais impressionante? Gobert conseguiu tirar completamente o Jokić do jogo. O sérvio até fez 27 pontos, mas precisou de 26 arremessos pra isso — um aproveitamento de apenas 26,9%. Pra quem acompanha a NBA sabe que isso é bizarro pro atual MVP.

    A revanche do Gobert

    Sinceramente, acho que o Rudy estava com algo a mais pra provar. Cara ficou puto por não ser finalista do Prêmio de Melhor Defensor do Ano (que foi pro Wembanyama), e resolveu mostrar seu valor onde mais importa: nos playoffs.

    Nos últimos dois jogos contra Minnesota, Jokić está acertando apenas 32,6% dos arremessos. Isso é absurdo considerando que ele teve 56,9% de aproveitamento na temporada regular. O Gobert literalmente tirou o melhor jogador do mundo da zona de conforto.

    Nuggets sem resposta

    E não foi só o Jokić que sumiu, não. Cameron Johnson, Spencer Jones e Christian Braun — três titulares — somaram apenas 14 pontos juntos. Quatorze! Isso sem contar a ausência do Aaron Gordon, que faz muita falta na defesa.

    O que mais me chamou atenção foram as jogadas defensivas do Gobert. O cara estava em todo lugar: tocando, incomodando, fazendo o Jokić forçar arremessos difíceis. E na ofensiva? Teve até passe sem olhar pro Julius Randle que foi de arrepiar.

    Vocês acham que Denver consegue se recuperar sem o Gordon? Porque se o Gobert continuar nesse nível, vai ser complicado pro atual campeão. Minnesota tá jogando um basquete muito físico e inteligente — exatamente o que precisa pra incomodar os Nuggets.

    Próximo jogo vai ser decisivo. Se os Wolves conseguirem fechar em casa, aí a coisa fica preta pro Denver. E pelo que vi ontem, o Rudy tá determinado a provar que ainda é um dos melhores defensores da liga.