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  • Presti usa ‘method acting’ para montar elenco do Thunder

    Presti usa ‘method acting’ para montar elenco do Thunder

    Cara, vocês já pararam pra pensar como o Sam Presti montou esse monstro chamado Oklahoma City Thunder? O cara literalmente desmontou um time que tinha Russell Westbrook e Paul George e criou uma máquina perfeita do zero. E olha só que loucura: ele usa uma técnica que parece coisa de cinema pra avaliar jogadores.

    O processo ‘Miyagi’ de avaliação

    A história mais absurda é do Chet Holmgren. Quando o grandalhão estava terminando a temporada em Gonzaga, Presti foi até Spokane — mas não pra ver ele jogando basquete. Foi só pra observar como ele se comportava com os companheiros e técnicos. O Holmgren nem desconfiava!

    “Descobri depois que ele não estava prestando atenção em nada relacionado ao basquete”, contou Holmgren. “Não sabia que tinha esse nível de impacto. Agora sei que ele estava fazendo aquela rotina de leitura mental do Sr. Miyagi em mim.”

    Mark Daigneault, técnico do Thunder, descreve o processo do Presti como “method acting” — aquela técnica de atuação onde o ator vive o personagem 24 horas.

    “Enquanto avalia o jogador, Sam realmente imagina ele no nosso time”, explica Daigneault. “É como method acting mesmo. Ele vai fundo. Está tentando avaliar como seria ter o cara andando pelo nosso prédio.”

    A obsessão pelos detalhes

    E quando você entra no centro de treinamento do Thunder, entende tudo. As bolas estão perfeitamente alinhadas nos suportes, as garrafinhas d’água ficam com o rótulo voltado pra frente na geladeira, e as toalhas são dobradas com as listras na mesma formação. Não é frescura — é filosofia.

    “Tem limitações em tudo: minutos, vagas no elenco, salary cap”, diz Daigneault. “Mas não tem limitação no investimento que você pode fazer quando eles chegam aqui todo dia.”

    Na minha opinião, isso explica muito sobre como o Thunder conseguiu essa química absurda. Não é só talento — é cultura mesmo.

    O resultado na quadra

    E os resultados? O Thunder varreu os Suns e Lakers nos playoffs e chega às finais da Conferência Oeste como favorito ao título. A troca que mandou Paul George pro Clippers em 2019 rendeu Shai Gilgeous-Alexander e cinco picks de primeira rodada. Simplesmente genial.

    Como o próprio Shai resumiu sobre o histórico do Presti: “Ele não erra muitas vezes.”

    Vocês acham que esse nível de obsessão pelos detalhes realmente faz diferença no basquete? Eu tô começando a acreditar que sim, viu. O Thunder virou referência pra franquias do mundo todo justamente por essa abordagem.

  • Presti é um gênio: Thunder se preparou pra ser dinastia sem quebrar

    Presti é um gênio: Thunder se preparou pra ser dinastia sem quebrar

    Cara, o Sam Presti continua sendo o GM mais esperto da NBA. Enquanto todo mundo fica preocupado com o novo CBA que pune quem gasta muito, o cara do Thunder já estava jogando xadrez em 4D há anos.

    Olha só que absurdo: o OKC vai pagar fortunas pros três caras principais — Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren e Jalen Williams. Estamos falando de contratos supermax, ou seja, uma grana que faria qualquer dono de time pensar duas vezes. Mas o Presti? O maluco já tinha plano desde o começo.

    O plano genial do Presti

    A jogada é simples mas brilhante. Em 2026-27, o Thunder tem team options (opções do time) sobre vários contratos importantes. Isaiah Hartenstein tem uma opção de 28,5 milhões de dólares. Dort tem 18,2 milhões. Kenrich Williams, 7,1 milhões.

    Fazendo as contas — são mais de 54 milhões que podem simplesmente SUMIR da folha salarial se o time quiser. É como ter um botão de reset no cap space. Monstro demais.

    “Sam Presti tinha um plano quando estendeu todos esses caras”, explicou o insider Brett Siegel. E é isso aí — enquanto outros GMs improvisam, o cara estava construindo uma estrutura pra ser competitivo por anos.

    Será que vira dinastia mesmo?

    Vamos aos números duros: só os três principais já vão custar 122 milhões na próxima temporada. E quando o supermax do Shai entrar em vigor total? Vai pra uns 152 milhões só nesses três jogadores. É uma grana absurda.

    Mas aqui que mora a diferença do Thunder pros outros times. Eles têm jovens baratos como Jared McCain e Ajay Mitchell. Têm picks de primeira rodada guardados. E principalmente — têm flexibilidade.

    Sinceramente? Acho que o OKC pode sim virar uma dinastia. Não só pelo talento (que é indiscutível), mas porque o Presti montou uma estrutura inteligente. Enquanto outros times vão ficar presos no luxury tax sem escapatória, Oklahoma vai poder se reinventar quando necessário.

    E vocês, acham que o Thunder tem cara de dinastia ou vai ser mais um time que promete muito mas não entrega título?