Tag: Sam Presti

  • GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    Cara, o Sam Presti simplesmente perdeu a paciência. O GM do Thunder saiu em defesa do Shai Gilgeous-Alexander de uma forma que eu nunca vi antes — sete minutos DIRETO falando sobre como o MVP da liga não merece nem metade das críticas que recebe.

    E olha, eu concordo 100% com o cara.

    A frase que resume tudo

    “Ele está jogando contra seis pessoas. Cinco defensores em quadra, e o sexto defensor são as redes sociais.” Mano, que frase é essa? O Presti acertou em cheio.

    O negócio é o seguinte: o Shai virou alvo da galera por causa daqueles tombos após os arremessos. Todo mundo chamando de cera, de anti-jogo, até o Wembanyama falando sobre “basquete ético” (que frase mais sem noção, sinceramente). O Jaylen Brown também já cutucou o cara em coletiva.

    Mas aí que tá — na minha visão, isso virou uma perseguição coordenada. E o Presti sacou isso perfeitamente.

    Quebrou todos os estereótipos

    O GM foi cirúrgico na análise. Pegou todas aquelas críticas clichês que a galera faz dos jogadores da NBA e mostrou como o Shai é o oposto de tudo isso:

    Não joga defesa? O cara é um dos melhores defensores da posição. Só arremessa de 3? Trouxe o meio-de-quadra de volta como arte — e que arte! Reclama com os árbitros? Três técnicas no ano inteiro, e uma foi por balançar a toalha comemorando um companheiro.

    Sério, quando você para pra pensar, é absurdo mesmo. O Shai joga os 82 jogos, não faz drama, produz em alto nível dos dois lados da quadra, e ainda assim virou vilão?

    O circo das coletivas

    E tem uma coisa que o Presti falou que me chamou atenção: “A coletiva pós-jogo virou púlpito para criar vantagem competitiva”. Cara, isso é real demais. Antes os caras falavam do próprio time, agora todo mundo usa a coletiva pra criticar o adversário e os árbitros.

    Não que eu ache isso necessariamente errado — faz parte do jogo mental. Mas quando vira perseguição sistemática a um jogador específico, aí já é demais.

    Vocês acham que o Presti exagerou na defesa? Ou era isso mesmo que precisava ser dito? Porque pra mim, alguém tinha que falar. O Shai tá lá jogando um basquete lindo, carregando um time jovem, e ainda tem que aguentar essa pressão toda.

    Uma coisa é certa: o Thunder tem sorte de ter um GM que bota a cara a tapa pelos seus jogadores assim. E nós, como fãs de basquete, devíamos valorizar mais jogadores como o Shai — que fazem tudo certo dentro e fora das quadras.

  • Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi o Chet Holmgren praticamente desaparecer contra o Victor Wembanyama nas finais da Conferência Oeste, pensei: “Será que é isso mesmo pro menino?” Quatro pontos no Jogo 7 em casa. Quatro! Mas o Sam Presti, GM do Thunder, tá firme e forte defendendo o pivô.

    “Chet é um dos nossos”, disse Presti numa entrevista bem direta na segunda-feira. E olha, eu entendo a posição dele. O cara não é de fazer loucura, e sinceramente, seria meio burrice desistir do Holmgren depois de uma série ruim.

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que doem: Holmgren foi de monstro nos primeiros rounds pra fantasma contra os Spurs. Nas primeiras rodadas, o cara tava voando — 17.3 pontos contra o Suns, 20 pontos contra os Lakers. Aí chega o Wemby e… 10.7 por jogo. É de doer no coração de qualquer torcedor do Thunder.

    O mais absurdo? Durante a temporada regular, o menino teve sua melhor temporada: 17.1 pontos, 8.9 rebotes, quase 2 tocos por jogo. All-Star pela primeira vez, All-NBA Third Team, vice no prêmio de Defensive Player of the Year. Resumindo: foi um monstro o ano todo.

    Mas é isso aí — o playoffs é outro animal, né? E quando você enfrenta alguém como Wembanyama, que claramente tem uma rixa pessoal com você, a coisa complica. Ainda mais com Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados na série.

    Por que Presti tá certo em apostar no Chet

    Olha, eu concordo com o Presti nessa. O cara sempre foi questionado — desde o colegial, galera duvidava se ele aguentava a pancadaria da NBA por causa do físico. E olha onde ele chegou: campeão no ano passado, onde foi decisivo nas finais.

    “Ele não precisa de ninguém cutucando ele pra melhorar”, falou Presti. E faz sentido. Depois de ganhar o título ano passado, o cara veio ainda melhor na temporada seguinte. Isso mostra caráter, né?

    A questão é: será que o Thunder tem que se preocupar em enfrentar os Spurs e o Wemby pelos próximos anos? Com certeza. Mas trocar o Holmgren agora seria meio desesperado. O núcleo com Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e ele ainda tem muito pano pra manga.

    Eu acho que o Presti tá jogando o jogo longo aqui. Uma série ruim não apaga tudo que o Chet fez. E convenhamos — quando o cara tá no dia dele, é muito difícil parar. O Thunder só precisa encontrar uma forma de neutralizar o efeito Wemby, porque pelo jeito, esses dois vão se encontrar muito nos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em manter a fé no Holmgren ou deveria pensar em mudanças mais drásticas?

  • Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Olha, não vou mentir — ver o Chet Holmgren praticamente desaparecer nos playoffs contra o San Antonio foi de partir o coração. Mas o Sam Presti, GM do Thunder, saiu em defesa do garoto de uma forma que me impressionou.

    Os números são brutais mesmo: Chet foi de 17.1 pontos por jogo na temporada regular para míseros 10.7 contra os Spurs. No jogo 7? Quatro pontos. QUATRO. Com apenas dois arremessos tentados. É o tipo de performance que faz qualquer torcedor questionar se o cara aguenta a pressão dos playoffs.

    A defesa do chefe

    Mas Presti não tá nem aí pra crítica. “Ele contribui para nossas vitórias em tantos níveis diferentes”, disparou o GM na segunda-feira. E não posso negar que o cara tem argumentos: All-Star pela primeira vez, segundo lugar no prêmio de Melhor Defensor, terceiro time All-NBA. Não é qualquer um que consegue isso logo na segunda temporada.

    “Estávamos varrendo nosso caminho para as finais da Conferência Oeste principalmente por causa dos esforços dele na série contra os Lakers”, lembrou Presti. E é verdade — contra o Lakers, Chet foi monstro. O problema foi quando chegou a hora do vamos ver contra San Antonio.

    Motivação não é o problema

    A parte que mais me chamou atenção foi quando Presti disse que Chet não precisa de pressão externa pra melhorar. “Ele é intrinsecamente motivado. Não precisa de gente questionando ele ou coisas na internet para impulsionar sua evolução.”

    Sinceramente? Eu entendo o ponto do Presti. Lembro quando o pessoal duvidava do Chet desde o colégio — muito magro, muito frágil, não ia aguentar a NBA. Aí o cara chega e domina logo de cara. Talvez essa série ruim contra os Spurs seja só um tropeço mesmo.

    E convenhamos, o Thunder apostou pesado no garoto: extensão de cinco anos por US$ 239,2 milhões ao lado do Jalen Williams. Não é o tipo de investimento que você faz em alguém que você não acredita totalmente.

    Vocês acham que o Chet vai conseguir superar esse trauma dos playoffs? Ou foi só um gostinho do que pode vir pela frente quando a pressão apertar de verdade? Porque uma coisa é certa: na NBA, você é tão bom quanto sua última performance nos playoffs.

  • Thunder encara dilema milionário com Hartenstein e Dort

    Thunder encara dilema milionário com Hartenstein e Dort

    Olha, o Sam Presti tá numa situação que todo GM queria ter — mas que ao mesmo tempo deve dar uma dor de cabeça danada. O Thunder tem até 29 de junho pra decidir se vai exercer as opções de Isaiah Hartenstein (28,5 milhões) e Lu Dort (17,7 milhões), e o cara simplesmente disse que não tem pressa nenhuma.

    “É possível que a gente simplesmente aceite as opções de todo mundo e vá pra próxima temporada”, falou Presti na segunda-feira. E eu entendo a tranquilidade dele — quando você tem dinheiro sobrando, dá pra ser zen mesmo.

    A bomba financeira que vem por aí

    Aqui que a coisa fica interessante. O Thunder vai saltar de 186,7 milhões em salários nesta temporada pra mais de 250 milhões na próxima. Isso mesmo, mais de 250 milhões! Tudo porque as extensões de cinco anos do Chet Holmgren e Jalen Williams começam a valer agora.

    Pra vocês terem noção: eles vão passar do segundo apron da luxury tax. É dinheiro pra caramba, mesmo pra padrões da NBA. Mas sabe o que mais me impressiona? Presti tá de boa com isso.

    “Só porque estamos em Oklahoma City, não acho que devemos ser limitados nos nossos sonhos ou gastar menos que um time da costa”, disse ele. Monstro de declaração.

    O quebra-cabeça do draft

    E tem mais: o Thunder tem as picks 12, 17 e 37 no draft que vem aí, mas zero vagas no roster. Matematicamente não fecha, né? A galera já esperava que Presti fosse cortar alguns caras pra abrir espaço, mas ele deixou claro que pode simplesmente… não fazer isso.

    Mais maluco ainda: ele falou que pode draftar jogadores que nem vão ficar no time ativo. “Podemos estar numa situação onde temos mais jogadores que as 15 vagas do roster. Se sentirmos que é mais benéfico ter os direitos de draft de certos jogadores, podemos draftá-los independente se vão estar no time”.

    Cara, isso é next level de planejamento. O cara tá jogando xadrez 4D enquanto todo mundo joga damas.

    Oklahoma City sem complexo de inferioridade

    O que mais me chamou atenção foi a postura do Presti sobre ser um mercado pequeno. O Thunder tem uma arena nova de 850 milhões garantida pela cidade, o novo contrato de TV da liga trazendo mais grana, e ainda a possível expansão da NBA.

    Sinceramente? Acho que ele tá certo. Por que diabos Oklahoma City deveria se contentar com menos sendo que tem uma das melhores equipes jovens da liga e recursos pra bancar tudo?

    E aí, vocês acham que Presti vai mesmo manter todo mundo e partir pro all-in já na próxima temporada? Ou será que é só blefe pra valorizar os jogadores nas negociações? Uma coisa é certa: vai ser divertido de acompanhar.

  • Thunder vai manter Chet Holmgren apesar da decepção nos playoffs

    Thunder vai manter Chet Holmgren apesar da decepção nos playoffs

    Olha, eu sei que todo mundo ficou meio decepcionado com o Thunder perdendo nas finais da Conferência Oeste pro Spurs. E o Chet Holmgren? Cara, ele mesmo admitiu que não jogou no nível que esperava. Mas calma aí — antes que alguém saia falando que vão trocar o pivô, a situação é bem diferente.

    O Oklahoma City não tem absolutamente nenhuma intenção de se desfazer do Holmgren. E faz todo sentido, né? O cara ainda é jovem, tem potencial absurdo e, convenhamos, uma temporada ruim nos playoffs não apaga tudo que ele mostrou durante a temporada regular.

    Sam Presti vai mexer no elenco, mas com cuidado

    Agora, isso não quer dizer que o Thunder vai ficar parado. Sam Presti tá com aquele problema bom de ter: muito talento, mas precisa lidar com os limites salariais da liga. A expectativa é que ele seja bem ativo, sim, mas mexendo em outras peças.

    As primeiras escolhas do draft de 2026? Essas podem virar moeda de troca. E veteranos como Aaron Wiggins e Isaiah Joe também estão na mira — nada contra eles, mas às vezes você precisa abrir espaço financeiro pra manter os principais.

    Decisões importantes pela frente

    E tem mais coisa rolando por lá. O Thunder precisa decidir sobre as opções de renovação de Lu Dort, Isaiah Hartenstein e Kenrich Williams. Dort, especialmente, é uma peça que eu acho fundamental — defesa de elite e já provou que aguenta a pressão dos playoffs.

    Sinceramente? Acho que o Thunder tá certo em apostar no Holmgren. O cara tem apenas 22 anos e já mostrou que pode ser um dos melhores pivôs da liga. Uma temporada de playoffs ruim não define carreira, e quem acompanha sabe disso.

    E vocês, acham que o Thunder deveria mesmo mexer no elenco ou dar mais uma chance pro grupo atual? Eu tô curioso pra ver como o Presti vai equilibrar essas contas…

  • Cason Wallace pode ganhar US$ 108 milhões no Thunder — merecido?

    Cason Wallace pode ganhar US$ 108 milhões no Thunder — merecido?

    Olha só que notícia chegou agora do Thunder: especialistas já estão projetando que Cason Wallace pode embolsar US$ 108 milhões na renovação com Oklahoma City. Sim, você leu certo — mais de 100 milhões de dólares.

    E sinceramente? Não dá pra dizer que é surpresa total. O cara foi All-Defensive Second Team nessa temporada, terminou em terceiro na liga em roubos de bola (1.9 por jogo) e virou peça-chave do Thunder. Mas 108 milhões… cara, é muito dinheiro.

    A situação é mais complicada do que parece

    Keith Smith, da Spotrac, apontou o dedo na ferida: “Wallace tem sido absurdo na defesa desde que foi draftado. Seu jogo ofensivo melhorou, mas a eficiência caiu conforme o papel dele cresceu.”

    É exatamente isso que me deixa na dúvida. Wallace fez uma temporada monstro defensivamente — 8.6 pontos, 3.1 rebotes e 2.6 assistências sendo titular em 58 jogos. Mas será que ele aguenta carregar um time ofensivamente? A boa notícia é que no Thunder ele não precisa — tem o Shai Gilgeous-Alexander pra isso.

    A situação fica ainda mais interessante quando você lembra que Lu Dort também está no último ano de contrato. Dort ganhou All-Defensive First Team (melhor que Wallace), mas tá ganhando 18 milhões por ano. Wallace pode ganhar mais que o dobro disso anualmente.

    “Não sou movido pelo dinheiro”

    Depois da eliminação dolorosa pro Spurs no Jogo 7 das Finais de Conferência, Wallace disse uma coisa que me impressionou: “Não sou movido pelo dinheiro. Eu quero competir. Esse é meu foco principal. Se eu for pago neste verão ou não, vou melhorar porque é isso que preciso fazer pra ficar nesta liga.”

    Cara, que mentalidade. Jogador de 22 anos falando isso depois de uma eliminação? Isso sim é maturidade.

    O Thunder ainda tem a opção de time no último ano do contrato atual dele (7.4 milhões em 2026-27). Sam Presti não é bobo — se ele tá pensando em pagar 108 milhões, é porque vê algo especial no garoto.

    E vocês, acham que Wallace vale esse investimento? Na minha visão, defensivamente ele já provou que é elite. A questão é: será que vai conseguir desenvolver o lado ofensivo pra justificar esse salário monstro? Pro Thunder, que tem dinheiro e paciência, talvez seja uma aposta que vale a pena fazer.

  • 4 peças que o Thunder precisa manter até 2026 (e uma me preocupa)

    4 peças que o Thunder precisa manter até 2026 (e uma me preocupa)

    Olha, o Thunder tá numa situação interessante. Acabaram de conquistar o título (sim, estamos falando do futuro aqui) e agora o Sam Presti precisa montar um quebra-cabeças financeiro que daria dor de cabeça em qualquer GM da liga. Com os contratos máximos do Chet Holmgren e Jalen Williams entrando em vigor, a coisa vai apertar — e muito.

    A questão não é só sobre talento. É sobre matemática pura: como manter esse núcleo competitivo sem quebrar o banco e cair naquela armadilha do luxury tax que deixa qualquer dono de franquia nervoso?

    Isaiah Hartenstein é prioridade absoluta

    Cara, eu não canso de falar: o I-Hart foi uma das contratações mais certeiras dos últimos anos. Especialmente nas finais do Oeste contra o Wemby e os Spurs — que dupla defensiva absurda ele fez com o Chet!

    O Thunder teve a melhor defesa da liga por dois anos consecutivos, e não é coincidência. Hartenstein tem team option de $28.5 milhões para 2026-27, mas seria burrice esperar ele virar agente livre restrito. Estende logo esse cara por 3 anos e resolve o garrafão de vez.

    Na minha opinião, perder o Hartenstein seria um erro que custaria outro título. Vocês acham que dá pra achar outro pivô dessa qualidade no mercado?

    Cason Wallace: o jovem que virou problema bom

    Mano, esse moleque é diferente. 22 anos, All-Defensive Second Team na terceira temporada, quinto lugar em roubadas de bola da liga (1.9 por jogo). Os números falam por si só.

    Mas aqui tá o dilema: Wallace pode custar até $108 milhões nos próximos anos, segundo o Keith Smith da Spotrac. É muito dinheiro pra um cara que ainda tá aprendendo a carregar o ataque — embora na defesa ele já seja monstro.

    “A eficiência dele caiu conforme o papel cresceu”, disse Smith. E faz sentido. Mas sinceramente? No Thunder ele não precisa carregar time nenhum. Ele só precisa ser esse pitbull defensivo que já é e ir melhorando aos poucos no ataque.

    O dilema do Chet pós-Game 7

    Ninguém vai esquecer daqueles 4 pontos horríveis no jogo 7 das finais do Oeste. Eu mesmo fiquei com raiva na hora. Mas também não dá pra esquecer que 2025-26 foi a temporada de explosão do Chet: primeiro All-Star, primeiro All-NBA, e parte fundamental da melhor defesa que eu já vi o Thunder jogar.

    O cara tem 23 anos e já mostrou que pode ser cornerstone de um time campeão. Óbvio que vai ficar — a questão é quanto vai custar e se o Presti consegue encaixar as peças financeiramente.

    Olha, eu entendo a pressão do Sam Presti. Ter que escolher entre manter todo mundo e não quebrar o orçamento é o tipo de problema que todo GM gostaria de ter, mas que também tira o sono. Uma coisa eu tenho certeza: se conseguir manter esses quatro até 2026, o Thunder vai continuar sendo candidato ao título por muito tempo.

  • Que pepino o Chet arrumou pro Thunder com aquele Game 7 horroroso

    Que pepino o Chet arrumou pro Thunder com aquele Game 7 horroroso

    Cara, o que aconteceu com o Chet Holmgren no Game 7 contra o Spurs foi de dar dó. Quatro pontos. QUATRO. Numa final de conferência, com a temporada na linha. Os fãs já tão zoando no McDonald’s pedindo “four-piece chicken nuggets” em referência ao desempenho dele. É brincadeira, mas dói.

    O Sam Presti, GM do Thunder, deve estar com uma baita dor de cabeça agora. Não que ele vá trocar o Chet — isso seria loucura depois de todo o investimento que fizeram no cara. Mas, sinceramente, aquela atuação vai ficar na cabeça de todo mundo durante toda a offseason.

    O Thunder não vai desistir do Chet tão fácil

    Olha, eu entendo a frustração da torcida. Ver seu pivô All-Star fazer 4 pontos num jogo decisivo é de arrancar os cabelos. Mas o Presti não é maluco de fazer uma loucura dessas depois de um Game 7 onde o time tava sem o Jalen Williams — que, convenhamos, faz uma diferença absurda.

    O cara acabou de ganhar um título no ano passado, tem um núcleo bilionário com Shai Gilgeous-Alexander (bicampeão de MVP), Jalen Williams e o próprio Chet. Você não joga fora um investimento desses por causa de um jogo ruim, por pior que tenha sido.

    Mas a real é que o Wembanyama e os Spurs não vão ficar mais fracos. Eles só vão melhorar. E o Thunder sabe disso.

    A conta vai chegar em 2026

    Aqui que a coisa fica interessante (e complicada). O Chet vai sair daquele contrato de rookie e passar a ganhar $41,5 milhões em 2026-27. De repente, o Thunder vai estar batendo no segundo teto salarial da NBA — aquele de $207,8 milhões que praticamente quebra a flexibilidade de qualquer franquia.

    Sabe aquelas trocas espertas que o Presti sempre faz? Tipo pegar o Jared McCain na trade deadline? Pois é, isso vai ficar muito mais difícil se ele não cortar salário agora no verão.

    E depois do que rolou contra o Spurs, ficou claro que eles precisam de mais opções no garrafão e na defesa de perímetro. Não dá pra depender só do Chet quando o Wembanyama tá do outro lado fazendo o que quer.

    Isaiah Hartenstein pode ser a solução

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o Isaiah Hartenstein entrou no quarto período daquele Game 7. Enquanto o Chet tava completamente perdido, o cara fez aquele and-one que quase virou o jogo. E na defesa contra o Wemby? Monstro.

    Hartenstein provou que ter outro pivô de 2,10m que não tem medo de encarar desafio faz toda a diferença. Especialmente contra um time como o Spurs, que tem o Victor fazendo coisas absurdas a toda hora.

    A pergunta que fica é: vocês acham que o Presti vai conseguir manter o núcleo e ainda assim dar as peças que o Thunder precisa pra voltar às finais? Porque uma coisa é certa — esse vexame do Game 7 não pode se repetir.

  • Thunder vai atrás do Giannis? Rivais da NBA não acreditam nisso

    Thunder vai atrás do Giannis? Rivais da NBA não acreditam nisso

    Olha, depois daquela eliminação dolorosa pro Spurs no jogo 7 das finais do Oeste, todo mundo ficou pensando: será que o Thunder vai fazer alguma loucura nessa offseason? E a pergunta que não quer calar é se eles vão tentar buscar o Giannis Antetokounmpo.

    Mas calma aí. Segundo o Marc Stein, que conversou com vários executivos da liga, ninguém acredita que o Sam Presti vá fazer uma jogada tão dramática assim. E sinceramente? Faz sentido.

    O estilo Presti de fazer negócios

    Quem acompanha o Thunder sabe que o Presti não é de fazer loucuras. O cara é metódico, calculista — não é à toa que conseguiu montar esse elenco absurdo que temos hoje. Lembram como ele pegou o Shai Gilgeous-Alexander? Foi se aproveitando da burrada do Clippers há sete anos atrás.

    Como o próprio Stein falou, “fazer uma resposta tão drástica a uma série de playoffs — por mais decepcionante que tenha sido — simplesmente não é o estilo Thunder de ser”. E eu concordo 100%. Não é o DNA da franquia.

    Mas será que não precisam de uma mexida?

    Por outro lado, cara, aquele Spurs só vai melhorar daqui pra frente. E vamos ser sinceros: o Chet Holmgren, mesmo sendo um monstro, mostrou algumas limitações naquela série. Será que não precisam de um upgrade em alguma posição?

    O Giannis, obviamente, resolveria qualquer problema ofensivo que eles tenham. Mas aí vem a questão: vale a pena desmontar o que já tá funcionando? Ainda mais considerando que o Greek Freak vem com um histórico de lesões que preocupa.

    E vocês, o que acham? O Thunder deveria ir com tudo atrás do Giannis ou manter a filosofia de crescimento orgânico? Na minha opinião, eles já têm uma base sólida demais pra arriscar tudo numa jogada só.

    O mercado de trocas abre ainda este mês, então logo logo vamos saber se o Presti vai manter a linha ou se vai nos surpreender. Mas pelos sinais que tão vindo, parece que a calma vai continuar sendo a marca registrada do Thunder.

  • SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    Olha, eu não sei vocês, mas essa situação do Lu Dort no Thunder tá me deixando bem curioso. Depois daquela eliminação dolorosa pros Spurs nas finais da Conferência Oeste, todo mundo ficou se perguntando: quem fica e quem sai em Oklahoma City?

    E o nome do Dort tá rolando como possível moeda de troca. Cara que foi HERÓI na corrida ao título do ano passado, agora tá sendo questionado depois de praticamente sumir na série contra San Antonio. Sam Presti, aquele GM que não tem dó na hora de trocar ídolo da torcida, pode estar pensando em usar o Dort pra buscar uma estrela comprovada.

    A amizade canadense pode fazer a diferença

    Mas tem um detalhe interessante nessa história toda. O Shai Gilgeous-Alexander pode ser a tábua de salvação do Dort. Os dois são amigões de longa data — jogaram juntos na seleção do Canadá e desenvolveram uma química absurda dentro e fora de quadra.

    Segundo o Tim MacMahon, da ESPN, o SGA disse publicamente que não ia se meter nas decisões do Presti (chamou o cara de “melhor GM da história”, imagina). Mas por baixo dos panos? A história pode ser diferente.

    “Me disseram que o Shai estava sendo um pouco esperto ali”, revelou MacMahon. “Ele vai pelo menos lembrar o Sam Presti e a diretoria do Thunder o quanto valoriza ter o Lu Dort como companheiro de equipe.”

    Dort realmente decepcionou tanto assim?

    Vamos ser sinceros: o desempenho do Dort contra os Spurs foi de partir o coração. Médias de apenas 4.2 pontos por jogo, minutos reduzidos drasticamente… Para um cara que sempre foi conhecido pela defesa impecável e energia contagiante, foi meio decepcionante mesmo.

    Mas será que vale a pena se desfazer de um jogador que conhece o sistema, tem química com o astro da equipe e já provou que pode aparecer nos momentos grandes? Na minha opinião, seria precipitação demais.

    O Thunder tem uma base jovem incrível, e a continuidade pode ser mais valiosa do que uma troca arriscada. Além disso, se o SGA realmente der uma cutucadinha no Presti — mesmo que sutilmente —, pode ser o suficiente para manter essa dupla canadense junta.

    E aí, vocês acham que a amizade vai falar mais alto ou o Presti vai fazer mais uma de suas famosas trocas bombásticas?