Tag: saúde mental

  • Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Cara, quando você pensa que já viu de tudo na NBA, aparece uma notícia dessas. Tyrese Haliburton, armador do Indiana Pacers, está passando por um perrengue que vai muito além das quadras — ele está lidando com herpes-zóster (famosa ‘cobreiro’ aqui no Brasil).

    O moleque já tinha voltado bem da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nas Finais do ano passado. Parecia que tava tudo nos conformes, mas aí a vida resolveu pregar essa peça nele.

    A situação tá complicada mesmo

    ‘Eu nem conseguia aparecer na frente de uma câmera se quisesse no início, porque meu olho estava praticamente fechado’, contou o Haliburton. ‘Estava espalhado por todo o meu rosto.’

    Sinceramente? Só de imaginar o cara passando por isso já dá uma dó. E olha que não para por aí — os remédios que ele tá tomando pra controlar os sintomas estão fazendo ele ganhar peso. Qualquer atleta sabe como isso pode mexer com o psicológico.

    ‘Eu perdi parte da minha sobrancelha; meu olho está sempre inchado de tanto coçar’, explicou o armador. ‘Eu tenho dias bons e dias ruins, mas na maior parte são dias ruins. Então, não tem sido nada divertido.’

    E agora, como fica o Pacers?

    Vocês lembram como o Haliburton foi fundamental na campanha histórica do Pacers até as Finais da Conferência Leste na temporada passada, né? O cara é peça-chave nesse time de Indiana.

    O mais complicado é que essa doença não é como uma lesão muscular que você sabe mais ou menos quando vai melhorar. Herpes-zóster pode durar semanas, às vezes meses, e cada pessoa reage de um jeito diferente.

    Na minha opinião, o mais importante agora é o cara cuidar da saúde primeiro — basquete vem depois. Já imaginou ele tentando jogar com essa dor e coceira constante? Não dá, né não.

    E aí, quem aí já passou por algo parecido? Sabem como é difícil lidar com uma situação dessas quando você precisa estar 100% fisicamente pro trabalho?

  • Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Dias ruins’

    Haliburton revela drama com herpes-zóster: ‘Dias ruins’

    Cara, às vezes o basquete é cruel mesmo. A gente tava esperando ansioso pelo retorno do Tyrese Haliburton depois daquela lesão no tendão de Aquiles que acabou com a temporada dos Pacers no ano passado — lembram daquelas Finais épicas? Mas agora o moleque tá lidando com algo totalmente inesperado: herpes-zóster. E pelo jeito, tá sendo um inferno.

    “Na maioria das vezes, são dias ruins”, disse Haliburton durante as entrevistas de fim de temporada dos Pacers. Mano, só de ver ele falando dá pra sentir o quanto tá sofrendo com isso.

    O Drama Começou em Fevereiro

    O diagnóstico veio no final de fevereiro, bem quando ele tava focado na recuperação da lesão. Imaginem a frustração: já tava fora da temporada toda por causa do Aquiles, e aí vem mais essa. O pior? A coisa pegou no rosto dele.

    “Eles me disseram que eu ia coçar muito, mas nas primeiras duas semanas eu só tive uma erupção feia. Depois que a erupção foi embora, veio a coceira e tem sido miserável”, contou. “Perdi parte da sobrancelha, meu olho tá sempre inchado de tanto coçar.”

    Gente, vocês conseguem imaginar? O cara é uma das estrelas mais promissoras da NBA e tá lidando com uma parada dessas. Sinceramente, eu não esperava ver o Haliburton passando por isso.

    Medicação Pesada e Efeitos Colaterais

    A situação tá tão complicada que ele tá tomando “quantidades absurdas de medicação” pra tentar resolver. E como tudo na vida tem um preço, os remédios fizeram ele ganhar peso — algo que virou até assunto nas redes sociais (porque né, internet é assim mesmo).

    “Isso obviamente me fez ganhar peso, ficar com uma aparência maior. Isso tem sido tópico de conversa nas redes sociais”, disse ele, claramente incomodado com os comentários.

    O mais bizarro é que o pai dele também teve herpes-zóster durante as Finais do ano passado, mas foi na barriga. No caso do Tyrese, pegou no rosto, o que torna tudo mais visível e complicado. Agora ele tá usando óculos pra evitar coçar os olhos.

    Herpes-zóster geralmente ataca pessoas com mais de 50 anos, mas pode aparecer em qualquer idade. É causado pelo mesmo vírus da catapora — uma daquelas coisas que ficam “dormindo” no seu corpo e podem acordar na pior hora possível.

    “Não tem sido divertido, e espero que suma logo”, desabafou. “É difícil explicar dor nos nervos — tenho sentido essa dor há dois meses, e no mundo da dor nos nervos, pra quem já teve isso antes, dois meses não é muito tempo.”

    E aí, galera, o que acham? O Haliburton vai conseguir voltar 100% na próxima temporada, ou essa situação toda pode afetar ainda mais a preparação dele? Uma coisa é certa: quando ele voltar às quadras, vai ter uma história e tanto pra contar.

  • Dick Vitale enfrenta novo susto com a saúde aos 86 anos

    Dick Vitale enfrenta novo susto com a saúde aos 86 anos

    Cara, meu coração apertou quando vi a notícia do Dick Vitale ontem. O lendário comentarista da ESPN, que já bateu tanto câncer que parecia indestrutível, acabou de anunciar que os exames de rotina trouxeram algumas “anormalidades”. E olha, eu sei que vocês pensam: “mas o que isso tem a ver com NBA?” Tem tudo a ver, porque esse cara É o basquete americano.

    Aos 86 anos, Dickie V (como todo mundo carinhosamente chama) continua sendo aquela força da natureza que conhecemos. Segundo ele mesmo, fisicamente tá se sentindo ótimo e mentalmente afiado como sempre. Mas os médicos encontraram algo suspeito nos últimos exames — PET scan, tomografia, duas ressonâncias magnéticas. O pacote completo, sabe?

    A luta que não para

    Sinceramente, a resistência desse homem é absurda. Desde 2021, ele já enfrentou melanoma, linfoma e até câncer nas cordas vocais em 2023. Imaginem só: um cara que vive da voz tendo que lidar com isso. Mas conseguiu voltar às transmissões no ano passado, inclusive fazendo dupla com o Charles Barkley pela primeira vez — que deve ter sido um jogaço de comentários!

    “É um milagre. É absolutamente um milagre”, disse ele em março quando perguntaram sobre ainda estar trabalhando. E o cara fica emocionado falando disso. Como não ficar?

    O nervosismo de todo mundo

    A declaração dele foi bem honesta sobre como é passar por isso: “Toda vez que vou fazer qualquer tipo de exame, fico um caco nervoso. A ansiedade que você sente com a incerteza é absurda. Você nunca sabe o que vem pela frente, pode ser surpreendente ou assustador.”

    Cara, isso me tocou porque é exatamente assim que qualquer um de nós se sentiria, né? Por mais forte que seja, por mais batalhas que já tenha vencido, aquele friozinho na barriga sempre volta.

    Agora ele tá esperando uma biópsia pra saber qual vai ser o próximo passo. Mas típico do Vitale: “Como sempre, planejo continuar ativo como sempre e lutar com todas as forças.”

    E vocês acham que ele vai parar de comentar? Eu duvido muito. Esse cara é puro basquete correndo nas veias, e enquanto tiver força pra gritar “AWESOME BABY!” nas transmissões, ele vai estar lá. Torcendo muito pra que seja só mais um susto e que logo logo ele esteja de volta fazendo o que mais ama.

  • PG volta aos Sixers após suspensão histórica: ‘Foi o que eu precisava’

    PG volta aos Sixers após suspensão histórica: ‘Foi o que eu precisava’

    Cara, que situação complicada essa do Paul George. Depois de ficar 25 jogos fora por usar uma substância proibida, o astro dos Sixers finalmente voltou ontem contra o Bulls — e sinceramente, a entrevista coletiva dele me deixou dividido.

    O PG abriu o coração de uma forma que eu não esperava. Pediu desculpas pra franquia, pros torcedores, pra família. “Decepcionar as pessoas doeu mais que qualquer coisa”, disse ele. E olha, dá pra ver que o cara estava genuinamente abalado.

    A questão mental por trás da suspensão

    Aqui que a coisa fica mais séria. George ligou o uso da substância proibida aos problemas mentais que enfrentou depois da lesão no joelho na offseason. “O mais difícil é quando seu corpo não está onde você sabe que precisa estar”, explicou.

    Mano, isso me fez pensar. O cara tem 35 anos, tá numa idade em que cada lesão pesa mais. Imagina a pressão psicológica de saber que você não é mais o mesmo jogador? Especialmente depois de assinar um contrato de 212 milhões de dólares.

    A suspensão custou uns 11,7 milhões pra ele — aproximadamente 470 mil dólares por jogo perdido. Uma grana absurda que qualquer um de nós levaria décadas pra ganhar.

    Sixers precisando desesperadamente do PG

    E os Sixers? Cara, que situação. Foram 13-12 sem o Paul George — até que não foi tão mal quanto eu esperava. Mas o time tá completamente quebrado: Embiid fora há 13 jogos com lesão no oblíquo, Maxey há 9 com problema no tendão do dedo.

    Vocês acham que o PG volta no mesmo nível? Ele disse que se sente confiante, que está “de volta àquele patamar de conseguir performar e ser o cara focal”. Mas uma coisa é falar, outra é mostrar na quadra depois de quase dois meses parado.

    Na minha visão, esses 25 jogos podem ter sido uma benção disfarçada. O próprio George admitiu: “Esses 25 jogos foram exatamente o que eu precisava, acho que pro meu corpo”.

    Com apenas 10 jogos restantes na temporada regular e os Sixers na 7ª posição do Leste, cada jogo é decisivo. Se o PG voltar mesmo no gás e o Embiid conseguir retornar logo, ainda dá tempo de fazer barulho nos playoffs. Agora é torcer pra que a cabeça dele esteja realmente no lugar certo.

  • Paul George admite: problemas mentais levaram ao doping

    Paul George admite: problemas mentais levaram ao doping

    Cara, que situação complicada essa do Paul George. O cara voltou ontem pro Philadelphia 76ers depois de 25 jogos suspenso por usar substância proibida, e pela primeira vez ele abriu o jogo sobre o que realmente aconteceu.

    Na coletiva, PG foi direto ao ponto: pediu desculpas pro time, pros fãs e pra família pela cagada que fez. Mas o mais impressionante foi ele admitir que tudo começou com problemas de saúde mental por causa das lesões no joelho.

    O drama por trás da suspensão

    “A coisa mais difícil é quando seu corpo não está onde você sabe que precisa estar”, disse George. Olha, eu meio que entendo o cara. Imagina você sendo All-Star nove vezes e de repente não conseguir nem correr direito por causa de lesão?

    George teve uma das piores temporadas da carreira ano passado – apenas 16,2 pontos por jogo em só 41 partidas. Pro cara que ganhou $212 milhões em quatro anos, a pressão deve ter sido absurda. Aí veio cirurgia no joelho esquerdo em julho, perdeu os primeiros 12 jogos desta temporada… É muita coisa pra cabeça de qualquer um, né?

    “Ser atleta profissional cobra seu preço”, admitiu PG. “Meu corpo não estava onde eu queria. As expectativas de performance… obviamente eu ia ter expectativas comigo mesmo. Foi isso que levou a uma decisão ruim.”

    O preço da suspensão

    A suspensão custou caro – literalmente. George perdeu $11,7 milhões do salário, quase $470 mil por jogo perdido. Dinheiro que não volta mais.

    Mas talvez o mais importante seja que ele usou esses 25 jogos pra se recuperar fisicamente e mentalmente. “Essas 25 partidas foram exatamente o que eu precisava pro meu corpo”, disse.

    E olha que timing horrível: enquanto PG estava fora, Joel Embiid também se machucou (lesão no oblíquo) e ficou 13 jogos no departamento médico. Tyrese Maxey também se lesionou. Os Sixers basicamente viraram um hospital ambulante.

    Hora da redenção

    Mesmo com tudo isso, o time foi surpreendentemente bem: 13 vitórias e 12 derrotas sem PG. Estão em 7º no Leste com 39-33, brigando pra escapar do play-in.

    George voltou contra o Chicago ontem à noite dizendo que se sente “explosivo” e “forte” de novo. Será que é papo ou ele realmente voltou no nível All-Star? A última boa que ele fez antes da suspensão foi meter 32 pontos com NOVE bolas de três contra o Milwaukee. Monstro.

    “Eu me sinto de volta naquele nível de conseguir performar e ser o cara focal, o pontuador”, garantiu PG.

    Sinceramente? Torço pra que ele tenha aprendido com essa. Mental health não é brincadeira, e pelo menos o cara teve coragem de assumir o erro. Agora é torcer pros Sixers conseguirem uma vaga direta nos playoffs com ele de volta. Vocês acham que ele consegue resgatar o nível All-Star nessa reta final?