Tag: Seattle

  • Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Vegas tem mais força que Seattle na briga por franquia da NBA

    Galera, a expansão da NBA tá esquentando! Vários grupos de investidores já manifestaram interesse em comprar novas franquias em Las Vegas e Seattle, e olha só que absurdo: a liga quer até 10 bilhões de dólares por cada time. Dez bilhões! Pra vocês terem noção, é quase três vezes o PIB do Acre.

    Mas aqui vem a surpresa — pelo menos pra mim foi: Vegas tá atraindo mais interesse inicial que Seattle. Cara, eu sempre achei que Seattle seria moleza, né? A cidade tem uma sede danada de ter o time de volta desde que os SuperSonics vazaram pra Oklahoma City em 2008.

    Magic Johnson na jogada

    Entre os interessados em Vegas, temos nomes pesados: Magic Johnson (lenda viva!), Bill Foley (dono do Vegas Golden Knights), e Marc Lasry da Avenue Capital Group. O Magic inclusive já se reuniu com o governador de Nevada mais cedo esse ano. Imaginem essa conversa…

    Foley é esperto — o cara já co-controla a T-Mobile Arena junto com o Anschutz Entertainment Group e MGM Resorts. Basicamente, ele já tem a casa pronta pra receber o time. Confirmou o interesse dele numa TV local em março.

    Seattle não desiste

    Do lado de Seattle, quem tá puxando a fila é Samantha Holloway, através da One Roof Sports and Entertainment — a mesma galera que cuida do grupo que possui o Kraken da NHL. Eles falaram que estão “prontos para trabalhar com o comissário e a liga para explorar trazer a NBA de volta para Seattle”.

    Sinceramente? Eu torço pros dois conseguirem. Seattle merece ter seu time de volta depois dessa injustiça de 2008, e Vegas… cara, Vegas seria um show à parte. Imaginem os jogos lá, a atmosfera, os shows no intervalo!

    A matemática maluca da expansão

    Adam Silver, o comissário, deixou claro em março que a discussão principal é sobre a diluição das receitas existentes se a expansão rolar em 2028 ou 2029. Faz sentido — mais times significa dividir o bolo por mais gente.

    Pra vocês terem dimensão dos valores: os Lakers foram vendidos por 10 bilhões no ano passado (único negócio esportivo global a chegar nessa cifra), e o Celtics estabeleceu uma referência em 2025 com 6,1 bilhões. A última expansão da NBA foi em 2004, quando Charlotte pagou “apenas” 300 milhões pelos Bobcats. Como os tempos mudaram…

    O conselho de governadores deve votar ainda este ano se aprova uma ou ambas as franquias. E aí, vocês acham que os dois entram junto ou vai ser só um mesmo?

  • NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    Cara, a NBA tá literalmente nadando em dinheiro — e isso vai mudar tudo. Bilionários do mundo inteiro estão praticamente fazendo fila pra investir na liga, e a expansão pra Seattle e Las Vegas nunca esteve tão próxima. É muita grana envolvida, gente.

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, existe um “oceano de capital” esperando pra entrar na NBA. E olha, não é só bilionário americano não — fundos soberanos da Europa tão disputando essas oportunidades como se fosse Black Friday.

    A mudança de opinião dos donos

    O mais interessante? Donos de times que há 2-3 anos eram totalmente contra expansão agora mudaram completamente de ideia. E sinceramente, não é difícil entender o porquê quando você vê os números envolvidos.

    Mark Walter, CEO da Guggenheim Partners, comprou uma fatia controladora dos Lakers por incríveis 10 bilhões de dólares em junho. Dez bilhões! E logo depois, a empresa holding dele recebeu outros 10 bilhões do Mubadala Capital — que é o braço de investimentos do fundo soberano de Abu Dhabi. É dinheiro que não acaba mais.

    Europa também quer sua fatia

    Mas não para por aí. A liga tá até considerando criar uma NBA Europa — uma liga separada que rodaria por lá e potencialmente substituiria a Euroliga atual. Imagina só: jogadores da NBA disputando uma liga europeia oficial. Seria monstro demais.

    O Qatar também já entrou na dança, comprando participações nos Wizards tanto em 2023 quanto agora em 2025. Atualmente as regras da NBA limitam fundos soberanos a no máximo 20% de participação por time, mas eles tão dando um jeito de contornar isso através de empresas privadas.

    $20 bilhões na mesa

    Agora vem a parte que deixa qualquer dono de time babando: entre duas novas franquias domésticas e a NBA Europa, a liga pode receber até 20 bilhões de dólares. Dividindo entre os 30 donos atuais, cada um embolsaria cerca de 666 milhões. Ou seja, mais de 3 bilhões de reais por cabeça.

    Claro que tem gente preocupada com a “diluição de talentos” — ou seja, se vai ter jogador bom o suficiente pra mais times. E tem também o papo do tanking aumentar. Mas convenhamos, com essa grana toda envolvida, essas preocupações ficam meio em segundo plano.

    Na minha visão, a expansão é questão de tempo. Adam Silver pode não ter garantido ainda, mas quando você tem tanto dinheiro batendo na porta assim, fica difícil dizer não. E vocês, acham que Seattle e Vegas merecem suas franquias de volta/pela primeira vez?

  • Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Olha, o Josh Hart dos Knicks soltou uma que deixou todo mundo pensando. O cara quer que os jogadores ganhem uma fatia das taxas de expansão da NBA — e sinceramente? Faz sentido pra caramba.

    A situação é a seguinte: lá em março, os 30 donos de franquias da NBA bateram o martelo de forma unânime. Vão abrir o processo de licitação para duas novas franquias — Las Vegas e Seattle. E quando digo que vai rolar grana, é MUITA grana mesmo. Estamos falando de aproximadamente US$ 10 bilhões por franquia.

    “A gente precisa de uma fatia disso”

    Hart não foi com rodeios: “A gente precisa ganhar uma parte disso”. E cara, pensando bem, o argumento dele não é absurdo não. Afinal, são os jogadores que colocam o show na quadra, que fazem a liga valer esses bilhões todos.

    Na minha visão, essa expansão só é possível porque a NBA virou um fenômeno global — e quem construiu isso? Os caras que suam a camisa (literalmente) todas as noites. Desde o Magic e Bird nos anos 80, passando pelo Jordan, até chegar nos LeBron, Curry e companhia de hoje.

    É meio como se você ajudasse a construir uma casa e na hora de vender por um valor astronômico, só o dono embolsasse tudo. Complicado, né?

    Knicks tropeçam contra Charlotte

    Falando em Hart, o cara até que jogou bem na derrota por 114-103 para o Charlotte Hornets. Fez 16 pontos, 7 rebotes, 5 roubos de bola e 4 assistências. Jalen Brunson liderou com 26 pontos e 13 assistências — esse garoto é um monstro mesmo.

    Os Knicks estão com 48-26 na temporada, segurando a terceira posição no Leste. Nada mal, mas dá pra melhorar. O próximo teste é contra o Oklahoma City Thunder, e vai ser interessante ver como eles reagem.

    A discussão só começou

    Hart levantou uma questão que provavelmente vai render muito papo nos bastidores. Com a próxima negociação do acordo coletivo sempre no horizonte, esse tipo de demanda pode ganhar força.

    E vocês, o que acham? Os jogadores merecem mesmo uma parte dessa grana toda da expansão? Ou os donos têm razão em embolsar tudo, já que assumem os riscos financeiros?

    Uma coisa é certa: com Las Vegas e Seattle chegando, a NBA vai ficar ainda mais interessante. E essa discussão sobre divisão de receitas promete esquentar os debates entre liga e sindicato dos jogadores.

  • NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    NBA vai expandir! Seattle e Las Vegas podem ter times em 2028

    Galera, finalmente aconteceu! A NBA aprovou oficialmente dar os próximos passos para adicionar dois novos times — um em Seattle e outro em Las Vegas. Sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    A votação rolou na última quarta-feira e agora a liga vai começar a aceitar propostas para as duas franquias. E preparem-se: estão falando em valores entre 7 e 10 bilhões de dólares por time. Dez bilhões! É dinheiro que nem conseguimos imaginar direito.

    Magic Johnson já tá de olho em Vegas

    O que mais me empolga é ver que já tem gente interessada pra caramba. O Magic Johnson já disse abertamente que quer fazer parte do grupo que vai comandar o time de Las Vegas. Imaginem só — o cara que revolucionou a NBA nos anos 80 agora como dono de franquia. Seria absurdo demais.

    Além dele, o Billy Foley (dono do Vegas Golden Knights da NHL) também manifestou interesse. O cara já tem 15% de participação na T-Mobile Arena, que provavelmente seria a casa do novo time. Ou seja, a estrutura já existe.

    Seattle merece uma segunda chance

    Agora, sobre Seattle… cara, essa cidade merece muito ter um time da NBA de novo. Os SuperSonics foram embora em 2008 e até hoje os fãs de lá não superaram. Quem acompanha basquete sabe o quanto aquela torcida era fanática. O Gary Payton, o Shawn Kemp, depois o Kevin Durant começando a carreira lá… tem muita história.

    Na minha visão, Seattle vai ser um sucesso imediato. A galera de lá está com saudade há mais de 15 anos.

    E aí, como fica a competição?

    Olha, vou ser sincero — tem dois lados nessa história. Por um lado, mais times significa mais oportunidades pros jogadores, mais empregos, mais diversão pra gente que acompanha. Por outro, diluir o talento entre 32 times em vez de 30 pode deixar algumas equipes bem fracas por um tempo.

    Vocês acham que isso vai aumentar o problema do tanking? Eu acho que sim, pelo menos nos primeiros anos. Os times novos vão precisar de tempo pra se estabelecer, e isso pode gerar umas temporadas bem sofridas.

    Ah, e tem a questão das conferências também. Com Seattle e Vegas no oeste, um time vai ter que mudar pra conferência leste. As apostas estão no Minnesota Timberwolves ou Memphis Grizzlies. Faz sentido geograficamente.

    O plano é que tudo esteja funcionando na temporada 2028-29. Ainda tem muita coisa pra resolver — principalmente quem vai bancar essa fortuna toda. Mas uma coisa é certa: a NBA vai ficar ainda mais interessante.

    E vocês, torcendo pra que times? Eu já tô imaginando como vai ser ver esses novos times no Draft…

  • SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    SuperSonics voltando? Seattle tá cada vez mais perto do retorno

    Galera, parece que finalmente tá acontecendo. Depois de 20 anos esperando, Seattle pode estar voltando pra NBA — e com o nome SuperSonics de volta!

    A liga aprovou por unanimidade o início do processo de expansão, e Seattle é uma das duas cidades na mira (a outra é Las Vegas). O preço? Entre 7 e 10 bilhões de dólares por franquia. É dinheiro que não acaba mais.

    A diferença é que Seattle já tem história

    Enquanto Las Vegas vai ter que criar tudo do zero — nome, logo, identidade —, Seattle tem uma vantagem absurda: pode simplesmente ressuscitar os SuperSonics. E cara, que marca é essa! Qualquer fã de NBA que se preze conhece os Sonics.

    O nome veio da Boeing, que na época (1967) estava desenvolvendo um avião supersônico. Genial, né? A franquia ficou em Seattle por 40 anos até 2008, quando foi vendida e virou Oklahoma City Thunder. Sim, aquele mesmo Thunder do Kevin Durant.

    Vocês lembram dos times dos anos 90? Gary Payton, Shawn Kemp, Detlef Schrempf… Que equipe era aquela! Chegaram nas finais de 96 com 64 vitórias na temporada regular, mas esbarraram no Michael Jordan. O que dói até hoje, imagino.

    O título de 79 que ninguém esquece

    Os SuperSonics foram campeões uma vez, em 1979. Time dirigido por Lenny Wilkens e com Jack Sikma como estrela. Bateram Lakers, Suns e Washington Bullets — sendo que tinham perdido pra esse mesmo Washington na final do ano anterior. Que revanche!

    Sinceramente, acho que poucos times tiveram uma identidade tão forte quanto aqueles Sonics dos anos 90. Era basquete bonito de assistir, mesmo perdendo pro Bulls.

    A última vez que eles fizeram playoffs foi em 2005, com Ray Allen e Rashard Lewis. Depois disso, só ladeira abaixo até a mudança pra Oklahoma City em 2008 — um ano depois de draftarem o Kevin Durant. Imaginem se ele tivesse ficado em Seattle…

    2028 pode ser o ano

    Se tudo der certo, as novas franquias começam a jogar na temporada 2028-29. Seattle já tem arena (Climate Pledge Arena) e, mais importante, tem uma base de fãs que nunca desistiu. Já vi muito fã dos Sonics por aí que até hoje usa a camisa do time.

    E aí, vocês acham que vai rolar mesmo? Eu tô bem confiante dessa vez. A NBA tá com sede de expandir, Seattle nunca parou de querer a volta, e agora tem dinheiro suficiente circulando pra fazer acontecer.

    Uma coisa é certa: se os SuperSonics voltarem, vai ser uma festa que o mundo todo vai querer ver.

  • NBA vai ganhar R$ 100 bilhões com expansão – cada dono leva R$ 3 bi

    NBA vai ganhar R$ 100 bilhões com expansão – cada dono leva R$ 3 bi

    Cara, segurem os cavalos porque a NBA tá prestes a fazer uma grana ABSURDA com expansão. Estamos falando de US$ 20 bilhões — isso é mais de R$ 100 bilhões na cotação atual. E o mais louco? Cada um dos 30 donos atuais vai embolsar pelo menos US$ 650 milhões só com as franquias americanas.

    Na minha visão, isso muda completamente o jogo. A liga votou oficialmente na quarta-feira pra buscar expansão doméstica, com Las Vegas e Seattle na mira, além da tal NBA Europe que deve começar em 2027.

    Seattle quer vingança, Vegas quer sua primeira chance

    Seattle perdeu o SuperSonics em 2008 (que virou o Thunder de Oklahoma City), e desde então a cidade não para de fazer lobby pra voltar. A dona do Kraken de hockey, Samantha Holloway, tá movendo céus e terras pra trazer a NBA de volta. Inclusive, ela acabou de criar uma empresa guarda-chuva pro Kraken e a Climate Pledge Arena — que, olha só, foi construída pensando no basquete também.

    Las Vegas é outro papo. A cidade que nunca dorme quer sua primeira franquia da NBA, e pelo que parece, vai ter briga feia entre vários grupos interessados. Sinceramente? Faz todo sentido. A cidade já tem os Golden Knights (NHL) e os Raiders (NFL) bombando.

    Europa entra no páreo com força total

    Mas o negócio não para por aí. A NBA Europe vai ter entre 10 e 12 times espalhados por Londres, Paris, Berlim, Madrid e Barcelona. Os grupos interessados? PSG, Real Madrid, AC Milan… e até fundos soberanos da Arábia Saudita estão na jogada.

    Cada licença europeia deve custar entre US$ 300-500 milhões, e a NBA vai ficar com 50% da liga. É praticamente impossível dar errado financeiramente falando.

    Vocês acham que isso vai diluir o produto? Ou pelo contrário, vai globalizar ainda mais o basquete? Eu tô dividido, mas uma coisa é certa: com o Celtics valendo US$ 6,1 bilhões e os Lakers US$ 10 bilhões, ter uma franquia da NBA hoje é praticamente imprimir dinheiro.

    O prazo pra primeira rodada de propostas europeias é 31 de março. Vai ser interessante ver quem entra com força nessa disputa. Uma coisa eu tenho certeza: os donos atuais da NBA vão dormir muito bem sabendo que cada um vai ganhar pelo menos meio bilhão de dólares só por existir.

  • NBA vai expandir pra 32 times – Seattle e Las Vegas na mira!

    NBA vai expandir pra 32 times – Seattle e Las Vegas na mira!

    Galera, aconteceu! A NBA finalmente deu o primeiro passo oficial para expandir a liga. O Conselho de Governadores aprovou ontem uma votação para começar a explorar propostas de expansão, com foco em chegar aos 32 times. E adivinha quais cidades estão na mira? Seattle e Las Vegas.

    Olha, eu sempre soube que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde. A liga tá bombando, os números não param de subir, e ter duas cidades como essas sem times da NBA é quase um crime. Seattle principalmente – que saudade dos SuperSonics, né?

    Quanto custa um time da NBA hoje?

    Prepara o coração: cada nova franquia deve custar entre US$ 7 bilhões e US$ 10 bilhões. Isso mesmo, bilhões com B. Pra vocês terem ideia, quando Charlotte entrou em 2004 (sim, faz 20 anos da última expansão!), foi “só” US$ 300 milhões.

    Adam Silver foi claro: “É questão de quando, não de se”, disseram fontes da ESPN. O cara tá confiante mesmo. E sinceramente? Eu também tô. Com esses valores astronômicos, a liga vai faturar algo entre US$ 14-20 bilhões só com as taxas de entrada. Cada um dos 30 times atuais vai embolsar uma grana absurda.

    Seattle merece voltar ao mapa

    Cara, Seattle sem NBA desde 2008 é uma das maiores injustiças do esporte americano. Os SuperSonics eram tradição pura – imaginem Gary Payton e Shawn Kemp jogando lá nos anos 90? E o pessoal de Seattle nunca esqueceu. Toda vez que rola papo de expansão, eles fazem barulho.

    Las Vegas também faz todo sentido. A cidade virou o centro de entretenimento dos EUA, tem arena nova lindona, e já mostrou que consegue sustentar times profissionais com o Golden Knights da NHL e o Raiders da NFL.

    Uma curiosidade: em 2013, Sacramento quase mudou para Seattle. Steve Ballmer (sim, o da Microsoft) tava na jogada, mas o negócio não rolou. Ironicamente, Ballmer acabou comprando o Clippers depois.

    LeBron fora da jogada

    Uma notícia que me pegou de surpresa: LeBron James, que sempre falou em ter um time em Las Vegas, aparentemente não tá mais na corrida. O Fenway Sports Group (donos do Liverpool) desistiu do processo. Será que o King vai arrumar outra forma de entrar nessa?

    O cronograma ainda não tá definido, mas tudo indica que pode rolar até 2028-29. A liga contratou o banco PJT Partners pra avaliar as propostas, infraestrutura das arenas, e todo o impacto econômico.

    E aí, o que vocês acham? Seattle e Las Vegas são as escolhas certas? Eu tô empolgado demais pra ver como isso vai desenrolar. Duas cidades novas, mais jogos, mais rivalidades… A NBA só cresce!

  • Vegas e Seattle na NBA? Os donos votam essa semana e tá ficando sério

    Galera, depois de mais de 20 anos sem expansão, a NBA finalmente parece que vai crescer de novo. Os donos das franquias vão votar essa semana (terça e quarta) se querem mesmo explorar a entrada de Las Vegas e Seattle na liga. E olha, pelo que tô vendo, essa parada tá ganhando força pra valer.

    A última vez que a NBA expandiu foi em 2004 com os Charlotte Hornets. Se os novos times estrearem na temporada 2028-29 como estão planejando, seriam 24 anos sem expansão — de longe o maior intervalo da história da liga. Antes disso, o recorde eram nove anos. Expansão costumava ser coisa normal na NBA, mas hoje? Ninguém mais sabe como funciona.

    E é aí que a coisa fica interessante (e complicada).

    Draft de expansão: quem protege quem?

    Vamos ao que interessa: como vai funcionar esse draft de expansão? Algumas regras são claras — cada time tem que disponibilizar pelo menos um jogador, e as novas franquias podem dispensar quem quiserem sem contar no salary cap. Mas tem uma pegadinha no acordo coletivo que deixa muita coisa em aberto.

    Em 2004, os times puderam proteger oito jogadores cada (incluindo os restricted free agents). Todo mundo além desses oito estava disponível, mas cada time só podia perder um jogador máximo. Será que oito ainda faz sentido hoje?

    Cara, o basquete mudou MUITO desde 2004. Agora temos contratos two-way, gleague ignite, desenvolvimento de jogadores é completamente diferente. Na minha opinião, oito pode ser pouco — ou muito, dependendo de como você vê.

    Impacto financeiro que vai dar dor de cabeça

    Os novos times vão começar devagar no gasto: só 66,67% do salary cap no primeiro ano, 80% no segundo, 100% no terceiro. Isso é fixo. Mas e os outros 30 times? Como fica a distribuição de receita? Revenue sharing? Playoff format?

    Sinceramente, acho que ninguém tem essas respostas ainda. A liga não expandia há tanto tempo que basicamente estão inventando a roda de novo. E isso me deixa curioso — vocês acham que Seattle e Vegas vão conseguir competir logo de cara ou vai ser aquele sofrimento de franquia nova?

    Seattle pelo menos tem tradição (RIP SuperSonics), mas Vegas… é apostaria no basquete? A cidade funciona bem com hockey e football, mas NBA é outro nível de compromisso de 82 jogos.

    O futuro tá chegando

    O que mais me chama atenção é que praticamente nenhum dos donos e GMs de hoje estavam no cargo em 2004. É uma geração completamente nova lidando com um processo que eles nunca viveram. Vai ser interessante ver como isso desenrola.

    Uma coisa é certa: se isso for pra frente mesmo, as próximas temporadas vão ser bem movimentadas. Dois times novos significa mais oportunidades para jogadores, mudanças nas conferências, talvez até nos playoffs. E convenhamos, mais basquete é sempre bom, não é?

    Agora é esperar o resultado da votação dessa semana. Apostam que vai passar?

  • Seattle e Vegas na NBA? Mock Draft da expansão é absurdo

    Seattle e Vegas na NBA? Mock Draft da expansão é absurdo

    Pessoal, vocês viram essa bomba? A NBA tá séria mesmo sobre a expansão e pode ser que Seattle e Las Vegas ganhem times novos já na temporada 2028-29. Cara, eu sempre achei que isso era só conversa, mas agora as coisas estão esquentando de verdade.

    O processo todo é bem interessante — e meio cruel também, não vou mentir. Na minha opinião, ver como seria um expansion draft hoje já dá uma noção do caos que seria redistribuir o talento da liga.

    Como funcionaria esse expansion draft?

    Olha, as regras ainda podem mudar, mas a base é assim: cada um dos 30 times atuais pode proteger até 8 jogadores, mas TEM que deixar pelo menos um desprotegido. Imagina só a dor de cabeça dos GMs! “Cara, eu protejo o veterano ou aposto no moleque?”

    Os dois novos times (Seattle e Vegas, pelo visto) então podem escolher um jogador de cada franquia existente. É tipo um draft reverso — você tá pegando jogadores já prontos, mas obviamente não os melhores de cada equipe.

    O mais louco? Estão falando em valores de 7 a 10 bilhões de dólares por franquia. Isso é muita grana, monstro! E faz sentido os donos estarem considerando — dilui um pouco a participação de cada um na liga, mas o bolo fica bem maior.

    O que esperar desse talento disponível?

    Sinceramente, acho que seria uma mistura bem interessante. Você teria alguns nomes grandes que os times não conseguiriam proteger (Zion em Seattle seria surreal), jogadores em final de contrato que poderiam render uma boa, e também alguns contratos ruins que os times adorariam se livrar.

    Tyler Herro em Vegas também faria sentido — um cara que ainda tem potencial, mas que talvez Miami não conseguisse proteger dependendo de como tá o roster deles. E olha que ironia: Vegas recebendo um jogador que já tem aquela pegada de apostador nas mãos quentes dele.

    O timing também é perfeito. 2028 dá tempo suficiente pra organizar tudo direitinho, construir as arenas se necessário, e fazer um marketing pesado. Seattle especialmente tá doida pra ter um time de novo — desde que perderam os Sonics pro Oklahoma City em 2008, a cidade vive pedindo um time de volta.

    E aí, quem vocês acham que protegeriam?

    Cara, imagina a situação de times como os Lakers. LeBron provavelmente já tá aposentado em 2028, então fica mais fácil. Mas e equipes que tão no meio da reconstrução? Vão proteger os veteranos ou apostar na molecada?

    O Warriors seria interessante também. Curry já vai ter 40 anos — ainda protegem ele? Klay? Draymond? Ou focam nos jovens que podem estar surgindo até lá?

    Uma coisa é certa: expansion draft sempre mexe com todo mundo. Não é só os dois times novos que mudam — a liga inteira se reorganiza. Jogadores que estavam confortáveis de repente podem estar em uma cidade completamente diferente, com uma cultura de time nova.

    Pessoalmente, acho que seria mágico ver Seattle de volta. A atmosfera lá sempre foi absurda, e Vegas… cara, imagina os jogos em Vegas? A NBA já é entretenimento puro, agora coloca isso na capital mundial do entretenimento.

    O que vocês acham? Quais jogadores iriam bem nessas duas cidades? E mais importante: acham que realmente vai rolar ou é só mais uma especulação que vai morrer na praia?