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  • Kiffin chega na LSU com expectativas nas alturas e 40 reforços

    Kiffin chega na LSU com expectativas nas alturas e 40 reforços

    Olha só, Lane Kiffin não é de papas na língua. Logo no primeiro treino da pré-temporada da LSU, o cara já foi direto ao ponto: “As coisas não acontecem da noite pro dia”. E eu concordo 100% com ele.

    O técnico, que deixou Ole Miss após uma temporada absurda (11-1 na temporada regular), chegou em Baton Rouge sabendo que a torcida quer resultados imediatos. Mas peraí — a LSU teve apenas 7 vitórias na temporada passada. É um pulo gigantesco mesmo.

    Uma reformulação completa do elenco

    A coisa mais louca? Kiffin trouxe praticamente um time novo. Foram 54 jogadores novos no primeiro treino! Quase 40 transferências e mais de uma dúzia de calouros. Isso é uma reformulação completa, cara.

    Entre os destaques está o quarterback Sam Leavitt, que veio do Arizona State e ainda está se recuperando de uma cirurgia no pé. Também vieram Princewill Umanmielen e TJ Dottery, que seguiram o técnico desde Ole Miss. Imagina a cara dos torcedores do Mississippi vendo isso…

    Mas Kiffin foi honesto: “Vamos ter talentos de primeira linha no nosso elenco, e vamos ter alguns problemas de profundidade”. Na era do portal de transferências e dos pagamentos milionários, montar um time profundo virou missão quase impossível.

    O negócio mais caro do futebol americano universitário

    E por falar em dinheiro, que loucura foi essa contratação! A LSU demitiu Brian Kelly no meio de um contrato de 10 anos e $100 milhões, pagando uma multa de $54 milhões. Depois ofereceu pra Kiffin um contrato de 7 anos e $91 milhões, mais dezenas de milhões para pagar jogadores.

    Brian Kelly, o técnico demitido, chegou a sugerir que o elenco atual do Kiffin pode ter custado uns $40 milhões. Quarenta milhões! É mais que o orçamento de alguns times profissionais por aí.

    O mais irônico? Depois de aceitar o cargo, Kiffin foi proibido pela Ole Miss de comandar o time nos playoffs. Imagina a frustração dos jogadores que ele deixou pra trás…

    Pressão e responsabilidade

    Apesar de estar curtindo a cultura local (o cara já foi pro Mardi Gras e tá postando tudo no Instagram), Kiffin sabe o peso que carrega. “Não se enganem, porque vocês me veem fazendo coisas pela comunidade… isso não significa que não há uma busca implacável pela grandeza aqui”.

    Sinceramente, eu admiro a honestidade do cara. Ele sabe que chegou num programa histórico, com uma torcida apaixonada e um estádio lendário. A responsabilidade é enorme.

    E aí, o que vocês acham? Kiffin vai conseguir colocar os Tigers de volta no topo em quanto tempo? Com esse investimento todo e essa pressão, qualquer coisa menos que um título nacional vai ser considerado fracasso.

  • SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    Gente, eu já sabia que a SEC era forte no basquete feminino, mas o que tá rolando no March Madness deste ano é simplesmente surreal. Seis times da conferência no Sweet 16? Isso não é coincidência não — é dominação total mesmo.

    South Carolina e Texas, ambas cabeças de chave número 1, passaram batido pras semifinais regionais. Mas a coisa fica mais interessante quando você vê que Vanderbilt (#2), LSU (#2), Oklahoma (#4) e Kentucky (#5) também seguem vivas no torneio. Cara, isso é quase 40% do Sweet 16 sendo SEC!

    Duelos internos prometem fogo na segunda fase

    O negócio vai esquentar porque várias dessas equipes vão se enfrentar entre si. South Carolina, por exemplo, pega justamente Oklahoma — que foi o único time a derrotar as Gamecocks durante a temporada regular da conferência. Imagina a pressão psicológica nisso?

    “Nossa liga nos prepara para esse nível de jogo”, disse Dawn Staley, técnica de South Carolina. E olha, ela não tá mentindo não. A SEC este ano foi uma guerra toda semana.

    UConn continua invicta, mas não tá sozinha no topo

    Enquanto isso, UConn segue como o único time invicto no basquete feminino universitário — 52 vitórias consecutivas, mano! As Huskies meteram 53 pontos de diferença contra Syracuse no segundo round. Absurdo de dominante.

    Mas ó, não é só SEC e UConn fazendo bonito. Virginia chegou no Sweet 16 pela primeira vez em 26 anos (imagina a festa lá), e ainda por cima foram o primeiro time a sair do First Four e chegar tão longe. Precisaram de dupla prorrogação pra eliminar Iowa — que jogaço deve ter sido.

    Duelo de armadoras que vai ser imperdível

    Uma das partidas que mais me chama atenção é Vanderbilt contra Notre Dame. Mikayla Blakes versus Hannah Hidalgo? Cara, isso é briga de duas das melhores armadoras do país. Hidalgo ainda lidera o país em roubos de bola — é uma máquina defensiva.

    E por falar em estrelas, todas as cinco jogadoras do primeiro time All-American da AP seguem vivas no torneio. Sarah Strong e Azzi Fudd (UConn), Madison Booker (Texas), Lauren Betts (UCLA) e a própria Blakes. Booker, inclusive, meteu 40 pontos numa partida do segundo round. Quarenta! Que monstro.

    LSU também tá fazendo história de outro jeito: quebrou o recorde da NCAA com o 16º jogo na temporada marcando mais de 100 pontos. Os Tigers vão enfrentar Duke — curiosamente, um reencontro de dezembro que LSU ganhou por 93-77.

    Vocês acham que a SEC vai conseguir colocar alguém na Final Four? Eu sinceramente acho que sim, e não seria surpresa ver duas equipes da conferência chegando lá. O nível tá assustador!