Tag: Semifinais NBA

  • OG Anunoby assume: ‘Vacilamos mentalmente’ na derrota dos Knicks

    OG Anunoby assume: ‘Vacilamos mentalmente’ na derrota dos Knicks

    Cara, acabou a festa em Nova York. Os Knicks viram sua sequência monstro de 13 vitórias seguidas ir pro espaço ontem à noite, numa derrota dolorosa de 115-111 pros Spurs no Madison Square Garden. E o pior? Era jogo 3 das Finais da NBA — aquele que não pode perder em casa.

    Olha, eu não esperava isso. O time tava voando, havia perdido pela última vez há 46 dias (quarenta e seis!), e aí derrete logo num jogo crucial das Finais. O OG Anunoby foi direto ao ponto no pós-jogo: “Não estávamos conectados como normalmente ficamos. Tivemos alguns vacilões mentais e permitimos cestas fáceis.”

    A pressão chegou no Knicks?

    Sinceramente, acho que sim. Aquela sequência de 13 vitórias era a segunda maior da história dos playoffs — só ficou atrás dos Warriors de 2017 que ganharam 15 seguidas. Quando você chega nesse patamar, qualquer deslize vira uma montanha.

    E deslize foi o que não faltou. Treze turnovers que viraram 21 pontos pros Spurs. A defesa de transição — que tem sido o ponto forte desse time o ano todo — simplesmente não apareceu quando mais precisava.

    O Brunson fez a parte dele com 32 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. O próprio OG também — 28 pontos e 5 rebotes. Mas basquete é esporte coletivo, né? E coletivamente, o time falhou nos momentos decisivos.

    Spurs aproveitaram o desespero

    Tem que dar crédito pra San Antonio também. Chegaram no MSG com a faca no pescoço depois de perder os dois primeiros em casa. Pressão total. E na reta final, quando o jogo tava pegando fogo, mantiveram a frieza.

    Brunson e OG até tentaram uma reação épica com duas bolas de três consecutivas, mas o Stephon Castle fechou o caixão nos lances livres. Frieza total do garoto.

    As estatísticas mostram como o jogo foi equilibrado: Spurs com 46% de aproveitamento de quadra contra 45% dos Knicks. Ambos com 35% nas bolas de três. A diferença mesmo foram os erros mentais que o OG mencionou.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa pancada psicológica? O jogo 4 é na quarta-feira, e agora a pressão mudou completamente de lado. Aquela confiança inabalável pode ter rachado um pouquinho.

    Na minha visão, esse é o tipo de derrota que ou desperta um gigante ou quebra de vez o momentum. Vamos ver qual Knicks aparece no próximo jogo.

  • Draymond Green detona mentalidade dos Spurs: “Já se deram por satisfeitos?”

    Draymond Green detona mentalidade dos Spurs: “Já se deram por satisfeitos?”

    Cara, quando o Draymond Green fala sobre mentalidade de playoffs, a gente escuta. E o que ele falou sobre os Spurs depois de levarem 2 a 0 dos Knicks nas finais é de arrepiar — no mal sentido.

    O veterano dos Warriors não segurou a língua no último episódio do The Draymond Green Show. Na visão dele, o San Antonio tá parecendo uma equipe que já se deu por satisfeita só por ter chegado nas finais. E olha, eu tendo a concordar com o Green nessa.

    A ressaca do Thunder ainda não passou?

    Lembram daquela vitória épica no jogo 7 contra o Thunder? O Wembanyama chorando no final da partida, emocionado por ter derrubado o atual campeão? Aquilo foi lindo de ver, mas será que o San Antonio gastou toda sua energia emocional naquele momento?

    É isso que o Draymond tá questionando, e faz sentido. Os Spurs chegaram nas finais depois de uma batalha absurda contra Oklahoma City, com direito a MVP das finais do Oeste pro franzão. Mas desde então? Parece que estão jogando no automático.

    No jogo 1, entregaram uma vantagem no último quarto. No jogo 2, cometeram erros bobos nos segundos finais. São coisas que mostram inexperiência mesmo, mas também falta daquela fome que separa os bons dos grandes.

    Os Knicks tão voando baixo

    Do outro lado, o New York tá com uma sede absurda. Uma franquia que não ganha título desde 1973 — vocês conseguem imaginar? — jogando em casa, com uma cidade inteira esperando há mais de 50 anos.

    A sequência dos caras é de dar medo: 13 vitórias consecutivas nos playoffs. É a segunda maior sequência da história da NBA nos playoffs. Treize seguidas, mano!

    E o mais impressionante é que eles conseguiram isso começando as finais fora de casa, em San Antonio. Pegaram o jogo 1 de virada e confirmaram no jogo 2. Isso é coisa de time campeão.

    Wembanyama precisa acordar pro jogo

    O Victor é um monstro, a gente sabe. Mas nas finais ele ainda não mostrou por que ganhou o MVP das finais do Oeste. Tá meio perdido no sistema, parece que os Knicks encontraram uma forma de neutralizar parte do impacto dele.

    Sinceramente? Acho que o Green tocou numa ferida real dos Spurs. Eles têm talento de sobra, mas talento sozinho não ganha final da NBA. Precisa de garra, de querer mais que o adversário, de sentir que aquela é sua única chance.

    E aí, o que vocês acham? Os Spurs conseguem acordar pro jogo 3 no Madison Square Garden, ou vai ser mais uma noite frustrante pra galera de San Antonio?

    Uma coisa é certa: se não mudarem a postura rapidinho, a festa vai ser toda de Nova York. E vai ser uma festa e tanto depois de 53 anos de espera.

  • KAT dominando as Finais de 2026 – mas e o Wemby ali na cola?

    KAT dominando as Finais de 2026 – mas e o Wemby ali na cola?

    Gente, eu sei que estamos falando de 2026 aqui (sim, essa é uma projeção/simulação), mas olha que dados absurdos chegaram até mim sobre as Finais da NBA! Karl-Anthony Towns está literalmente destruindo tudo com um PER de 24.1 nos dois primeiros jogos. Vinte e quatro vírgula um, meus amigos.

    E sabe quem tá logo ali atrás? Victor Wembanyama com 21.2. Cara, imaginem essa dupla brigando pelo título — o gigante francês que já tá virando lenda contra o KAT que finalmente achou seu momento de brilhar nas Finais.

    O top 3 que ninguém esperava

    Terceiro lugar vai para OG Anunoby com 20.4 de PER. Sinceramente? Anunoby sempre foi aquele cara que faz tudo um pouco — defesa, arremesso de 3, rebote — mas nunca achei que ele ia aparecer no top 3 de eficiência numa Final. Isso mostra como o basquete tá evoluindo, né?

    Mikal Bridges (18.5) e Dylan Harper (18.0) completam o top 5. Harper é rookie nessa simulação de 2026, então imaginem a pressão que esse moleque deve estar sentindo jogando sua primeira Final da NBA.

    Os astros que estão abaixo do esperado

    Agora vem a parte que me chocou: Jalen Brunson aparece apenas em 12º lugar com PER de 10.5. Dez vírgula cinco! Para um cara que carrega o ataque do time nas costas, esse número está bem abaixo do esperado.

    E olha o De’Aaron Fox ali em 14º com 9.5. Fox é velocidade pura, mas parece que nas Finais a intensidade defensiva tá pegando pesado no cara. Miles McBride então… 6.7 de PER. Complicado.

    O mais impressionante é ver Mitchell Robinson (14.4) tendo um rendimento decente considerando que ele sempre foi mais um especialista defensivo. Mas jogaço do cara!

    E aí, vocês acham que KAT consegue manter essa eficiência absurda durante toda a série? Porque uma coisa eu sei — quando ele tá nesse ritmo, é muito difícil parar o monstro.

  • Spurs podem surpreender os Knicks no MSG? Três razões pra acreditar

    Spurs podem surpreender os Knicks no MSG? Três razões pra acreditar

    Olha, eu sei que o cenário não tá nada fácil para os Spurs. Estar perdendo por 2-0 nas Finais da NBA contra os Knicks no Madison Square Garden é de amargar qualquer um. Mas calma aí — se tem uma coisa que essa temporada de 2026 nos ensinou é que esse time de San Antonio não desiste nunca.

    Sinceramente? Eu acho que a galera tá subestimando os Spurs. E vou te contar por quê.

    O jogo sem Wemby que mudou tudo

    Lembra do Jogo 3 contra o Portland na primeira rodada? Victor Wembanyama tinha levado uma concussão no jogo anterior e não podia jogar. Time jovem, perdendo no placar, sem o cara mais importante — receita perfeita pro desastre, né?

    Pois é, não foi bem isso que rolou. Os Spurs estavam perdendo por 15 pontos no terceiro quarto quando Dylan Harper simplesmente resolveu que ia carregar o time nas costas. O garoto fez 27 pontos (a maioria na segunda metade) e San Antonio virou aquele jogo de uma forma absurda.

    Esse foi o momento que eu pensei: “Opa, esse time tem algo especial”. Ganhar na estrada, sem o melhor jogador, virando um jogo que parecia perdido? Isso é coisa de time grande.

    A goleada que calou Minnesota

    Se o jogo contra Portland mostrou garra, o Jogo 6 contra Minnesota foi pura dominação. Os Timberwolves precisavam desesperadamente daquela vitória em casa, mas Stephon Castle tinha outros planos.

    32 pontos do Castle, liderando uma vitória por 30 pontos de diferença. Trinta pontos! Os Spurs ganharam todos os quartos e simplesmente humilharam Minnesota na frente da torcida deles. Anthony Edwards até estava machucado, mas mesmo assim foi constrangedor.

    Aquela performance me fez ter certeza: esses caras não eram mais apenas “o futuro”. Eles eram o presente.

    O Jogo 7 que calou todo mundo

    E aí chegamos no jogo mais importante de todos — Jogo 7 das finais do Oeste contra Oklahoma City Thunder, os campeões vigentes. Na casa deles. Vale-tudo.

    Cara, eu não vou mentir: eu estava nervoso. Mas os Spurs? Eles estavam tranquilos. Começaram bem, responderam a todas as tentativas de reação do Thunder, e no quarto período simplesmente fecharam o caixão.

    Arrancar o título da conferência das mãos dos campeões, na casa deles, em um Jogo 7? Isso não é sorte — é caráter.

    Por que isso importa contra os Knicks?

    Então me diz uma coisa: vocês realmente acham que um time que fez essas três coisas vai se entregar agora? No Madison Square Garden, com toda a pressão do mundo?

    Eu sei que estar perdendo por 2-0 nas Finais é punk. Mas se tem uma coisa que esses Spurs provaram é que eles jogam melhor quando ninguém acredita neles. E sendo brutalmente honesto, depois do que eu vi nessa temporada, eu não duvidaria nada se eles fizessem a virada.

    Os Knicks que se cuidem. Porque se rolar um Jogo 3 como aqueles que eu citei aí em cima, essa série pode virar muito rápido. E aí eu quero ver quem vai ter mais nervos de aço no final.

  • Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Cara, imagina só: estar perdendo de 2-0 nas Finais da NBA jogando em casa. É exatamente isso que está acontecendo com Victor Wembanyama e os Spurs contra os Knicks. E o francês não tá fugindo da real — ele sabe que agora é questão de caráter mesmo.

    “O desafio tem sido principalmente sobre força de vontade, a vontade de fazer acontecer”, disse Wemby após o segundo jogo. “Eu vou dar uma respirada só no final da temporada.” Traduzindo: o monstro não vai desistir enquanto não acabar tudo.

    Olha, eu entendo a frustração dele. Os Knicks estão jogando um basquete físico, grudento, daqueles que te deixa louco. Karl-Anthony Towns está colado nele o tempo todo, e Mitchell Robinson não dá sossego no garrafão. É aquele basquete raiz dos playoffs que a gente ama, mas que deve ser um inferno pra quem tá jogando.

    A pressão tá pesando no gigante francês

    O que mais me impressiona é como o Wemby tá tendo que fazer de tudo nessa série. Não é só atacar e defender — ele tá sendo usado como protetor de aro, ajudando em todas as jogadas defensivas. É muita responsabilidade pra um cara de 20 e poucos anos, mesmo sendo um alienígena do basquete.

    E os números dele estão até bons, mas vocês sabem como é: nas Finais não adianta só números bonitos. Tem que ganhar jogo. Os Knicks vieram pra San Antonio e roubaram dois jogos — coisa que praticamente ninguém consegue fazer.

    Agora é questão de orgulho mesmo

    Sinceramente? Eu admiro a postura do Wemby. Podia estar chorando, arrumando desculpa, mas não. O cara assume que é questão de “will” — força de vontade mesmo. É isso que separa os grandes dos muito bons na NBA.

    A estatística é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 2-0 jogando em casa. Mas se alguém pode quebrar essa maldição, é esse Spurs com Wembanyama. O francês já mostrou que não é humano várias vezes na carreira — quem sabe não faz mais uma das suas?

    Vocês acham que os Spurs conseguem dar a volta por cima? Porque eu tô começando a acreditar que essa série pode ter reviravolta…

  • NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    Olha, a NBA fez algo que raramente acontece: admitiu que errou. A liga voltou atrás e cancelou a falta técnica que Mitchell Robinson, do Knicks, tinha levado no Jogo 2 das Finais contra o Spurs.

    A situação foi assim: Robinson e Wembanyama estavam brigando por posição no garrafão quando o francesão deu um empurrão no pivô do Knicks. Robinson empurrou de volta — nada demais, só aquela briguinha normal de pivô que a gente vê todo jogo. Mas os árbitros marcaram técnica só pro Robinson.

    Decisão que não fez sentido

    Sinceramente, quando eu vi a jogada ao vivo, pensei: “Que técnica é essa?”. O contato foi mínimo, coisa normal de disputa no garrafão. Wembanyama empurrou primeiro, Robinson respondeu, e só o americano levou a punição? Não batia.

    O timing foi péssimo também. Faltavam 4:56 pro fim do primeiro tempo, e o técnico dos Knicks teve que tirar Robinson de quadra, colocando Karl-Anthony Towns no lugar. Wemby ainda converteu o lance livre da técnica.

    Mas aqui está a ironia: foi justamente o Robinson quem defendeu o arremesso final do Wembanyama que poderia ter empatado o jogo. Que jogada absurda foi aquela defesa, monstro!

    Robinson jogando machucado

    O que torna tudo mais impressionante é que o cara tá jogando com a mão direita enfaixada. Ele quebrou o quinto metacarpo (aquele ossinho da mão) antes das Finais e teve que operar. Imagina defender o Wembanyama com uma mão só funcionando direito?

    “Eu sabia que a gente precisava de paradas defensivas e eu já tinha umas três faltas nele no início”, disse Robinson após o jogo. “Na minha cabeça era só: defender sem cometer falta.”

    O pivô terminou com 7 pontos, 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola em 14 minutos. Os Spurs tentaram a estratégia de mandá-lo pra linha de lance livre algumas vezes, mas Robinson se virou bem.

    Com essa decisão da NBA, os Knicks lideram a série por 2-0 e voltam pra casa no Madison Square Garden. Vocês acham que essa polêmica pode influenciar a arbitragem do Jogo 3? Eu espero que não, mas arbitragem em Finais sempre é um negócio delicado.

  • Wemby elogia KAT após apanhar dos Knicks: ‘Ele é bom jogador’

    Wemby elogia KAT após apanhar dos Knicks: ‘Ele é bom jogador’

    Cara, eu não esperava ver o Victor Wembanyama reconhecendo superioridade de alguém tão cedo na carreira dele. Mas é exatamente isso que tá rolando nas Finais da NBA.

    Depois de levar uma surra no Jogo 2, o francesinho foi direto ao ponto sobre o que tá incomodando os Spurs: Karl-Anthony Towns simplesmente resolveu virar jogador completo na hora que mais importa.

    O elogio que ninguém esperava

    “É muito diferente das séries anteriores”, disse Wemby após o jogo. “Ele (Towns) está nos levando para áreas difíceis porque eles têm bons jogadores. Ele é um bom jogador. Precisamos descobrir como resolver isso.”

    Olha, quando um monstro de 2m20 que domina a NBA há dois anos fala que precisa “descobrir como resolver” você, é porque você tá jogando MUITO basquete. E o KAT tá mesmo — 21 pontos em 8 de 12 arremessos no Jogo 2, incluindo 3 de 5 do perímetro. Absurdo.

    A defesa que ninguém acreditava existir

    Mas aqui vem a parte mais louca da história: Towns tá defendendo. Sim, o mesmo cara que a vida toda foi criticado por ser moleza na defesa agora tá dando trabalho para o Wembanyama. Sinceramente, eu nunca pensei que veria isso.

    O que tá acontecendo é que os Knicks bolaram um esquema perfeito. Com Towns espalhando a defesa do Spurs (o cara arremessa de qualquer lugar), o Wemby não consegue ficar plantado no garrafão fazendo aquele terrorismo defensivo de sempre. E quando o francês sai da área, o KAT aproveita para marcar presença no perímetro e ainda consegue acompanhar ele na defesa.

    13 rebotes e 4 assistências completaram a noite mágica do pivô dos Knicks. O cara tá tendo a melhor fase da carreira dele justamente nas Finais. Timing perfeito, não?

    Nova York a um passo da glória

    Com 2-0 na série, os Knicks estão praticamente com um pé no título. E olha que eu achava que seria o contrário — que o Towns ia ser o elo fraco contra esse fenômeno francês. Mano, como eu estava errado.

    A verdade é que Towns tá mostrando que quando você junta talento com motivação máxima, coisas incríveis acontecem. Ele sempre teve o potencial, mas nunca mostrou essa consistência dos dois lados da quadra. Agora, nas Finais, resolveu virar o jogador completo que todo mundo sabia que ele podia ser.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível até o fim da série? Porque se conseguir, pode preparar o discurso de Finals MVP.

  • Spurs em apuros: Castle admite situação difícil após 0-2 contra Knicks

    Spurs em apuros: Castle admite situação difícil após 0-2 contra Knicks

    Cara, que reviravolta maluca nessas finais da NBA! Os Spurs chegaram como favoritos absolutos contra os Knicks, e agora estão perdendo por 2-0 jogando em casa. Eu sinceramente não esperava isso.

    Depois de destruírem o Oklahoma City Thunder — que era considerado o time mais forte pra levar o título — todo mundo achava que San Antonio já tinha o que precisava. Mas os Knicks estão dando uma aula de como parar os Spurs.

    Castle sendo realista sobre a situação

    Stephon Castle, que foi Rookie of the Year, não tentou dourar a pílula quando falou sobre estar perdendo em casa: “Esse tipo de situação vai ser difícil, mas não acho que seja algo que não conseguimos lidar”, disse o armador.

    E olha, eu gosto dessa postura dele. Nada de papinho furado — reconheceu que tá complicado mas manteve a confiança.

    Só que o Castle precisa jogar muito melhor se quiser que os Spurs virem essa série. Na defesa ele foi um monstro, como sempre, mas no ataque… rapaz, foi sofrível. 14 pontos em 14 arremessos pra um cara que deveria ser a segunda opção ofensiva? Não dá.

    Os erros que estão custando caro

    O pior de tudo foram os quatro turnovers que ele cometeu. Castle sempre teve esse problema com decisões ruins, e nos momentos mais importantes isso aparece. Pra fechar com chave de ouro, ainda torceu o tornozelo na segunda parte do jogo — voltou a jogar, mas claramente não estava 100%.

    E aquela jogada final? Meu Deus. Uma falta de comunicação entre ele e o Wembanyama nos últimos 10 segundos que acabou virando turnover e selou a derrota. Dói só de lembrar.

    Será que conseguem virar?

    Os Spurs já mostraram que sabem virar séries difíceis — fizeram isso contra o Thunder saindo de 2-3. Mas esses Knicks parecem ter a fórmula perfeita pra parar San Antonio dos dois lados da quadra.

    Vocês acham que esse time jovem dos Spurs tem estrutura emocional pra virar uma série começando 0-2 fora de casa? Porque se não conseguirem pelo menos uma vitória em Nova York, pode esquecer o título.

    Agora é ver se o Castle consegue se recuperar fisicamente e mentalmente. Porque sem ele jogando no nível que sabemos que pode, fica muito difícil pros Spurs incomodarem esses Knicks que estão voando.

  • RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    Cara, o Richard Jefferson simplesmente entregou o ouro na transmissão da ESPN ontem à noite. O veterano, que enfrentou o Warriors nas Finais de 2016 e 2017 pelo Cavaliers, admitiu abertamente qual era a estratégia de Cleveland contra o Steph Curry: “Nossa missão era bater nele.”

    Peraí, antes que alguém ache que era sacanagem, o próprio RJ fez questão de esclarecer que não era nada sujo. Mas a orientação era clara — se vai fazer falta no Curry, que seja uma falta física mesmo. Nada de tocadinha.

    A estratégia que todo mundo sabia mas ninguém falava

    Sinceramente, isso não é novidade pra quem acompanha NBA há mais tempo. O Curry sempre foi o jogador que mais apanha na liga e menos apita consegue (desculpa, árbitros, mas é real). Enquanto outros astros vão pra linha dos lances livres por qualquer coisinha, o cara precisa ser literalmente massacrado pra conseguir uma falta.

    Olha só essa comparação absurda: em 17 anos de carreira, Curry tem média de apenas 4.3 tentativas de lance livre por jogo. O LeBron? 7.4 em 23 temporadas. É tipo comparar o tratamento que o Neymar recebe com o que um zagueiro cascudo leva — não faz sentido nenhum.

    Jefferson comentou isso quando rolou uma falta dura no Jalen Brunson durante o Jogo 2 das Finais de 2026 (sim, galera, estamos falando do futuro aqui, mas a estratégia continua a mesma). A lembrança veio na hora e ele soltou essa pérola que confirma o que a gente sempre suspeitou.

    Funcionou? Bem… mais ou menos

    Olha, a estratégia do “beat him up” até deu certo em 2016 — os Cavs conseguiram aquela virada histórica de 3-1 e levaram o título. Mas convenhamos, o Warriors deu o troco depois. Dos quatro confrontos consecutivos nas Finais, Golden State ganhou três.

    E mesmo apanhando, o Curry continuou sendo o Curry. Triple de todos os ângulos impossíveis, enterradas no contra-ataque (sim, ele enterra também), e aqueles arremessos do meio da quadra que fazem a gente questionar as leis da física.

    Vocês acham que essa estratégia ainda funciona hoje? Porque pelo que vejo, independente de quantas pancadas o cara leva, ele continua acertando uns arremessos que nem no videogame são possíveis. O monstro é simplesmente imparável — com falta ou sem falta.

    No final das contas, o Jefferson só confirmou o que todo fã de NBA já sabia: defender o Curry é um inferno, então a saída é tentar intimidar fisicamente. Funcionou uma vez… mas só uma.

  • Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Towns manda recado emocionante pra mãe falecida após vitória

    Cara, o que rolou com o Karl-Anthony Towns ontem foi de arrepiar. Depois de ajudar os Knicks a vencerem por 105-104 contra o Spurs no Jogo 2 das Finais, o cara foi direto falar sobre a mãe dele que morreu de COVID em 2020.

    “Quando você perde um dos pais, você fica procurando por sinais. Eu rezei pra ela antes daquela última posse”, disse o KAT pra ABC. E olha, não é que o Wembanyama errou aquele arremesso no último segundo? Towns teve certeza: foi a mãe dele protegendo.

    O jogo que mudou tudo

    Os Knicks tavam perdendo feio no começo – mais de dez pontos de diferença. Aí o Towns simplesmente resolveu pegar o time nas costas. 21 pontos, 13 rebotes, e ainda deu aquela segurada no Wemby quando precisou. Monstro absoluto.

    Sinceramente? Eu sempre achei que o Towns tinha potencial pra ser diferenciado, mas ver ele jogando assim nas Finais é outro nível. O cara tá jogando como se a vida dependesse disso – e talvez dependa mesmo, né?

    A dor que vira força

    A história da mãe do Towns é de partir o coração. Jackie Cruz-Towns morreu em abril de 2020, vítima da COVID. E foi o próprio KAT que teve que tomar a decisão mais difícil da vida dele – desligar os aparelhos.

    Imagina a pressão que esse cara carrega? Perdeu a mãe no auge da pandemia, teve que lidar com tudo isso sendo figura pública, e agora tá a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos dos Knicks. Se isso não é filme, eu não sei o que é.

    “Eu sei que ela tá orgulhosa, não importa o que aconteça. Mas cara, se ela pudesse ver como eu tô perto de conquistar tudo…” – foi mais ou menos isso que ele quis dizer, mas com muito mais emoção na voz.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Porque depois de ver o Towns jogar desse jeito, eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano deles mesmo.