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  • Skip Bayless compara LeBron com Pippen e fãs piram na internet

    Skip Bayless compara LeBron com Pippen e fãs piram na internet

    Gente, eu não sei mais o que passa na cabeça do Skip Bayless. O cara simplesmente acordou e decidiu comparar LeBron James com Scottie Pippen, do nada. E olha, não foi uma comparação elogiosa não.

    No Twitter, o jornalista soltou essa: “Eu cobri os Bulls de 98 como colunista do Chicago Tribune. LeBron me lembra Pippen: características intangíveis duvidosas, resistência mental frágil. Pippen era um bom número 2, mas sofria no quarto período sem MJ.”

    A treta histórica continua

    Skip ainda citou exemplos específicos, como o jogo 6 das finais de 98 contra o Utah Jazz, onde Jordan fez 45 dos 87 pontos dos Bulls e ainda acertou a cesta da vitória, enquanto Pippen fez apenas 8 pontos. Para ele, isso prova que MJ tinha o “gene clutch” que falta nos outros.

    Cara, eu entendo que Skip não gosta do LeBron – isso não é novidade para ninguém que acompanha a NBA há mais de 5 minutos. Mas comparar o cara que tem uma das carreiras mais longas e dominantes da história com Pippen? Meio forçado, não acham?

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Pippen teve uma carreira absurda, 6 títulos com os Bulls, Hall da Fama, considerado um dos maiores alas de todos os tempos. Médias de 16.1 pontos, 6.4 rebotes e 5.2 assistências por jogo.

    Agora o LeBron? 27.1 pontos, 7.5 rebotes e 7.4 assistências de média na carreira. Quatro títulos por times diferentes, conseguiu levar Cleveland ao título depois de 52 anos de seca. E ainda tá jogando aos 39 anos como se fosse moleque.

    Sinceramente, acho que Skip tá só tentando gerar buzz mesmo. Pippen foi sensacional como coadjuvante do Jordan, mas LeBron sempre foi protagonista absoluto dos seus times. São jogadores completamente diferentes em contextos completamente diferentes.

    E vocês, o que acham dessa comparação maluca do Skip? Faz algum sentido ou é só mais uma das teorias conspiratórias dele contra o King?

  • Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Cara, o Paul George estava indo tão bem nos playoffs… E aí vai lá e faz uma dessas. Sinceramente, eu achava que ele tinha deixado essas zebras no passado, mas o último quarto contra o Knicks foi de doer os olhos.

    Olha só a situação: sem Joel Embiid, o 76ers precisava que todo mundo aparecesse no jogo 2. E o PG13 estava cumprindo sua parte — 17 pontos com 7/13 nos arremessos até o terceiro quarto. Philly ainda liderava por 90 a 89 entrando no último período.

    O pesadelo do último quarto

    Foi aí que a coisa desandou. George simplesmente travou. Zero de cinco nos arremessos no quarto período. ZERO. Incluindo uma bola de três que nem chegou perto da cesta — aquela que o Mike Breen narrou com um “way off” que virou meme instantâneo.

    E o pior? Era exatamente quando o time mais precisava dele. Tyrese Maxey também estava frio, o ataque do 76ers tinha empacado, e era ali que o veterano deveria assumir as rédeas. Mas não conseguiu. Philadelphia perdeu por 108 a 102 e agora está em desvantagem na série.

    “Playoff Pee” — o apelido que ninguém quer

    Skip Bayless, que nunca perde uma oportunidade de alfinetar, já sacou um apelido novo (na verdade antigo) para o George: “Playoff Pee”. É uma variação cruel do antigo “Playoff P” que ele mesmo criou anos atrás, mas agora no sentido pejorativo.

    Olha, eu entendo a frustração. George tem histórico de sumir em momentos decisivos dos playoffs, e essa performance trouxe tudo de volta à tona. As redes sociais já estão pegando fogo com memes e zoações — você sabe como é essa galera.

    Mas vamos ser justos aqui: na defesa, o cara foi um monstro. Marcou o Karl-Anthony Towns no último quarto e ainda protegeu o aro várias vezes. O problema é que isso não aparece no placar quando você erra tudo no ataque.

    Hora da redenção

    Agora é aquela pressão absurda no jogo 3. Com Embiid ainda machucado, a temporada do 76ers pode estar nas mãos do George. Será que ele consegue se redimir, ou vai ser mais uma decepção nos playoffs?

    Vocês acham que o PG13 aguenta essa pressão? Porque sinceramente, aos 34 anos, as chances de redenção não são infinitas. E se ele entregar mais uma dessas, pode esquecer — vai ser lembrado como o cara que nunca conseguiu dar o salto quando mais importava.