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  • SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    Gente, eu já sabia que a SEC era forte no basquete feminino, mas o que tá rolando no March Madness deste ano é simplesmente surreal. Seis times da conferência no Sweet 16? Isso não é coincidência não — é dominação total mesmo.

    South Carolina e Texas, ambas cabeças de chave número 1, passaram batido pras semifinais regionais. Mas a coisa fica mais interessante quando você vê que Vanderbilt (#2), LSU (#2), Oklahoma (#4) e Kentucky (#5) também seguem vivas no torneio. Cara, isso é quase 40% do Sweet 16 sendo SEC!

    Duelos internos prometem fogo na segunda fase

    O negócio vai esquentar porque várias dessas equipes vão se enfrentar entre si. South Carolina, por exemplo, pega justamente Oklahoma — que foi o único time a derrotar as Gamecocks durante a temporada regular da conferência. Imagina a pressão psicológica nisso?

    “Nossa liga nos prepara para esse nível de jogo”, disse Dawn Staley, técnica de South Carolina. E olha, ela não tá mentindo não. A SEC este ano foi uma guerra toda semana.

    UConn continua invicta, mas não tá sozinha no topo

    Enquanto isso, UConn segue como o único time invicto no basquete feminino universitário — 52 vitórias consecutivas, mano! As Huskies meteram 53 pontos de diferença contra Syracuse no segundo round. Absurdo de dominante.

    Mas ó, não é só SEC e UConn fazendo bonito. Virginia chegou no Sweet 16 pela primeira vez em 26 anos (imagina a festa lá), e ainda por cima foram o primeiro time a sair do First Four e chegar tão longe. Precisaram de dupla prorrogação pra eliminar Iowa — que jogaço deve ter sido.

    Duelo de armadoras que vai ser imperdível

    Uma das partidas que mais me chama atenção é Vanderbilt contra Notre Dame. Mikayla Blakes versus Hannah Hidalgo? Cara, isso é briga de duas das melhores armadoras do país. Hidalgo ainda lidera o país em roubos de bola — é uma máquina defensiva.

    E por falar em estrelas, todas as cinco jogadoras do primeiro time All-American da AP seguem vivas no torneio. Sarah Strong e Azzi Fudd (UConn), Madison Booker (Texas), Lauren Betts (UCLA) e a própria Blakes. Booker, inclusive, meteu 40 pontos numa partida do segundo round. Quarenta! Que monstro.

    LSU também tá fazendo história de outro jeito: quebrou o recorde da NCAA com o 16º jogo na temporada marcando mais de 100 pontos. Os Tigers vão enfrentar Duke — curiosamente, um reencontro de dezembro que LSU ganhou por 93-77.

    Vocês acham que a SEC vai conseguir colocar alguém na Final Four? Eu sinceramente acho que sim, e não seria surpresa ver duas equipes da conferência chegando lá. O nível tá assustador!

  • South Carolina faz história com show ofensivo na March Madness feminina

    South Carolina faz história com show ofensivo na March Madness feminina

    Cara, a Dawn Staley e o South Carolina simplesmente resolveram fazer história no basquete feminino universitário americano. E que história, meu amigo!

    As Gamecocks acabaram de protagonizar algo que nunca havia acontecido na história do programa: marcar mais de 100 pontos em dois jogos consecutivos do mesmo torneio da NCAA. Isso mesmo — elas fizeram 103 no sábado e 96 na segunda contra USC. Absurdo total.

    Um ataque que não perdoa

    Olha, eu já acompanho basquete feminino há um tempo, mas essa South Carolina tá num nível diferente. Seis jogadoras pontuando em dois dígitos numa partida de torneio? Joyce Edwards liderando com 23 pontos e 10 rebotes, jogando com uma eficiência de dar inveja (8/12 nos arremessos de quadra).

    A Madina Okot conseguiu um double-double monstro com 15 pontos e 15 rebotes. E não para por aí — Agot Makeer contribuiu com 15 pontos e ainda roubou 4 bolas. Quando um time tem essa distribuição ofensiva, fica complicado pra qualquer adversário.

    Sinceramente, essa profundidade ofensiva me lembra um pouco o que a Seleção Brasileira feminina sonha em ter. Quando você não depende só de uma ou duas jogadoras, o jogo fica muito mais fácil.

    Rumo ao tricampeonato?

    South Carolina já foi campeã em 2024 e chegou na final no ano passado (perdendo pra UConn, que dor). Agora, com essa campanha de 33-3 na temporada regular e essa ofensiva funcionando como um relógio suíço, elas têm tudo pra brigar pelo título de novo.

    A próxima pedreira é Oklahoma no Sweet 16, dia 28 de março. E vocês acham que as Gamecocks conseguem manter esse ritmo ofensivo contra defesas mais ajustadas? Porque uma coisa é chutar bem contra USC, outra é fazer isso quando a pressão aumenta nas fases eliminatórias.

    O que mais me impressiona é como a Dawn Staley conseguiu montar um sistema onde todo mundo contribui. Não é à toa que elas dominaram a SEC (15-1) e chegam como uma das favoritas ao título nacional.

    March Madness feminina tá cada vez mais competitiva, mas essa South Carolina parece estar um passo à frente de todo mundo. Vamos ver se conseguem confirmar o favoritismo!

  • Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Mano, que atropelo foi esse? South Carolina simplesmente destruiu USC por 101-61 e avançou pro Sweet 16 do March Madness feminino. Joyce Edwards com 23 pontos e 10 rebotes, Madina Okot fazendo mais um double-double (15 pontos e 15 rebotes) — o 22º da temporada, pasmem.

    Os Gamecocks começaram o jogo como se fosse treino: 13-0 logo de cara. USC nem teve tempo de respirar. No intervalo já estava 51-21, e aí vocês sabem como é — jogo acabou.

    O drama de JuJu Watkins

    Olha, não tem como não sentir pela JuJu Watkins. A garota que carregou USC nas costas nos últimos anos teve que assistir tudo do banco por causa da lesão no joelho. Imagina a frustração de ver seu time sendo atropelado assim e não poder fazer nada.

    Sem ela em quadra, os Trojans ficaram completamente perdidos contra a defesa sufocante de South Carolina. Jazzy Davidson, que tinha feito 31 pontos na estreia contra Clemson, conseguiu apenas 16 — e olhe lá, acertou só 5 de 15 arremessos.

    Okot é um monstro no garrafão

    Sinceramente, essa Madina Okot é surreal. 6’6″ de altura, veio do Mississippi State e tá fazendo South Carolina ainda mais dominante (se é que isso era possível). Dez pontos e 11 rebotes só no primeiro tempo. A mulher não dá sossego pra ninguém no garrafão.

    E tem mais: Raven Johnson, veterana de cinco anos, chegou aos 1.000 pontos na carreira no primeiro tempo. Jogando em casa pela última vez, a menina deve ter ficado emocionada. Colonial Life Arena explodindo de alegria.

    South Carolina agora pega Oklahoma no Sweet 16 — justamente um dos dois times que conseguiram bater os Gamecocks essa temporada (o outro foi Texas, que ganhou duas vezes). Vai ser interessante ver essa revanche em Sacramento. Vocês acham que South Carolina consegue se vingar?

    USC fechou a temporada de forma melancólica: cinco derrotas nos últimos seis jogos. Essa de ontem foi a maior goleada que eles já sofreram na história do torneio NCAA. Pesado.