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  • UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    Cara, que noite foi essa em Cleveland! A UCLA simplesmente destruiu South Carolina por 79-51 e conquistou o primeiro título nacional da história do basquete feminino da universidade. E olha, não foi só uma vitória — foi uma demonstração de força total.

    Vocês conseguem imaginar a emoção da técnica Cori Close? A mulher esperou anos por esse momento, e quando finalmente chegou, o time dela não deu chance pro adversário. 79-51, gente. Setenta e nove a cinquenta e um!

    Dominação Total no Garrafão

    Lauren Betts foi simplesmente monstruosa no garrafão. A pivô da UCLA mostrou por que é uma das melhores do país, dominando completamente o lado defensivo e criando espaços ofensivos que deixaram South Carolina perdida em quadra.

    E sabe o que mais me impressionou? A forma como esse time joga junto. Nada de estrelismo, nada de forçar jogada individual. Foi basquete coletivo do início ao fim — exatamente o que você espera de um time campeão.

    South Carolina Não Conseguiu Reagir

    Sinceramente, eu não esperava ver South Carolina tomando uma surra dessas. Estamos falando de uma das potências do basquete feminino universitário, mas a defesa da UCLA foi simplesmente sufocante. Os Gamecocks não conseguiam nem respirar em quadra.

    Essa foi a segunda pior derrota de South Carolina na história do March Madness. Isso diz tudo sobre como a UCLA jogou ontem à noite. Foi um daqueles jogos em que tudo deu certo pro time vencedor.

    História Pura na Califórnia

    O mais emocionante de tudo isso é pensar na história da UCLA. Estamos falando da universidade de John Wooden, lenda do basquete universitário masculino. Agora as mulheres também têm sua bandeira no teto do ginásio.

    Ann Meyers Drysdale e todas as ex-jogadoras que ajudaram a construir esse programa devem estar chorando de emoção hoje. Décadas de trabalho finalmente coroadas com o título máximo.

    E aí, pessoal — vocês acham que a UCLA consegue repetir a dose ano que vem? Com esse time jogando desse jeito, não duvido de nada!

  • South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    Olha, eu não esperava uma pancadaria dessas na Final Four feminina, mas South Carolina simplesmente destruiu o sonho perfeito de UConn ontem à noite. 62-48 para as Gamecocks, que acabaram com a invencibilidade das Huskies e avançaram para a final do campeonato nacional.

    E o mais louco? O técnico Geno Auriemma saiu da quadra sem cumprimentar ninguém de South Carolina depois de uma discussão feia com Dawn Staley no fim do jogo. Cara, nunca vi isso em uma Final Four.

    A vingança veio gelada

    As jogadoras de South Carolina carregaram essa sede de revanche desde a derrota na final do ano passado. A preparadora física Molly Binetti literalmente deixava o placar daquela final nas TVs da academia toda manhã às 6h. Imagina acordar e ver sua derrota todo santo dia?

    “A gente via isso na nossa cara, então mesmo eu não tendo vivido aquilo, eu tive que absorver essa dor porque sabia que era maior que eu”, disse Ta’Niya Latson, que chegou ao programa essa temporada.

    E funcionou. South Carolina desmontou um ataque que vinha fazendo 87 pontos por jogo. Sarah Strong, a jogadora do ano pela AP, ficou com míseros 11 pontos. Azzi Fudd, que é um monstro, conseguiu apenas 8 pontos em 3 de 15 arremessos. UConn terminou com 31% de aproveitamento nos arremessos – simplesmente não dava nada certo.

    O jogo ficou feio (literalmente)

    A partida foi física demais. South Carolina não arremessou muito melhor (37%), mas a defesa delas foi sufocante. No terceiro quarto rolou de tudo: Sarah Strong teve a camisa rasgada durante uma jogada – ela saiu com a 21 e voltou com uma 55 em branco porque não tinha reposição.

    Auriemma ficou pistola e desabafou ao vivo para a ESPN: “Foram seis faltas marcadas no quarto, todas contra a gente. E elas estão batendo pra caramba nas nossas jogadoras o jogo inteiro”. O cara estava realmente nervoso.

    Na minha visão, o jogo saiu de controle no terceiro quarto. South Carolina abriu 10 pontos, UConn respondeu com três bolas de três seguidas, mas as Gamecocks seguraram e foram para o último período com 5 pontos de vantagem.

    A discussão que ninguém esperava

    Quando o jogo acabou, Auriemma foi em direção a Staley para o cumprimento de praxe. Só que deu ruim. Os dois começaram a discutir ali mesmo, assistentes tiveram que intervir, e Auriemma simplesmente deu as costas e foi direto para o vestiário sem cumprimentar ninguém.

    Dawn Staley ficou na dela depois: “Não tenho ideia do que aconteceu. Mas vou te falar uma coisa: eu tenho caráter. Se fiz algo errado pro Geno, não foi de propósito”.

    Sinceramente? Nunca vi um técnico sair assim de uma Final Four. Auriemma é lenda do basquete feminino, mas ali ele pisou na bola. As jogadoras dele ficaram sozinhas na quadra enquanto ele já estava no vestiário.

    South Carolina vai para sua terceira final consecutiva sob Dawn Staley. Quatro finais em cinco anos – os números dessa mulher são absurdos. E vocês, acham que UConn volta mais forte na próxima temporada ou essa derrota vai marcar o programa?

  • SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    Gente, eu já sabia que a SEC era forte no basquete feminino, mas o que tá rolando no March Madness deste ano é simplesmente surreal. Seis times da conferência no Sweet 16? Isso não é coincidência não — é dominação total mesmo.

    South Carolina e Texas, ambas cabeças de chave número 1, passaram batido pras semifinais regionais. Mas a coisa fica mais interessante quando você vê que Vanderbilt (#2), LSU (#2), Oklahoma (#4) e Kentucky (#5) também seguem vivas no torneio. Cara, isso é quase 40% do Sweet 16 sendo SEC!

    Duelos internos prometem fogo na segunda fase

    O negócio vai esquentar porque várias dessas equipes vão se enfrentar entre si. South Carolina, por exemplo, pega justamente Oklahoma — que foi o único time a derrotar as Gamecocks durante a temporada regular da conferência. Imagina a pressão psicológica nisso?

    “Nossa liga nos prepara para esse nível de jogo”, disse Dawn Staley, técnica de South Carolina. E olha, ela não tá mentindo não. A SEC este ano foi uma guerra toda semana.

    UConn continua invicta, mas não tá sozinha no topo

    Enquanto isso, UConn segue como o único time invicto no basquete feminino universitário — 52 vitórias consecutivas, mano! As Huskies meteram 53 pontos de diferença contra Syracuse no segundo round. Absurdo de dominante.

    Mas ó, não é só SEC e UConn fazendo bonito. Virginia chegou no Sweet 16 pela primeira vez em 26 anos (imagina a festa lá), e ainda por cima foram o primeiro time a sair do First Four e chegar tão longe. Precisaram de dupla prorrogação pra eliminar Iowa — que jogaço deve ter sido.

    Duelo de armadoras que vai ser imperdível

    Uma das partidas que mais me chama atenção é Vanderbilt contra Notre Dame. Mikayla Blakes versus Hannah Hidalgo? Cara, isso é briga de duas das melhores armadoras do país. Hidalgo ainda lidera o país em roubos de bola — é uma máquina defensiva.

    E por falar em estrelas, todas as cinco jogadoras do primeiro time All-American da AP seguem vivas no torneio. Sarah Strong e Azzi Fudd (UConn), Madison Booker (Texas), Lauren Betts (UCLA) e a própria Blakes. Booker, inclusive, meteu 40 pontos numa partida do segundo round. Quarenta! Que monstro.

    LSU também tá fazendo história de outro jeito: quebrou o recorde da NCAA com o 16º jogo na temporada marcando mais de 100 pontos. Os Tigers vão enfrentar Duke — curiosamente, um reencontro de dezembro que LSU ganhou por 93-77.

    Vocês acham que a SEC vai conseguir colocar alguém na Final Four? Eu sinceramente acho que sim, e não seria surpresa ver duas equipes da conferência chegando lá. O nível tá assustador!

  • South Carolina faz história com show ofensivo na March Madness feminina

    South Carolina faz história com show ofensivo na March Madness feminina

    Cara, a Dawn Staley e o South Carolina simplesmente resolveram fazer história no basquete feminino universitário americano. E que história, meu amigo!

    As Gamecocks acabaram de protagonizar algo que nunca havia acontecido na história do programa: marcar mais de 100 pontos em dois jogos consecutivos do mesmo torneio da NCAA. Isso mesmo — elas fizeram 103 no sábado e 96 na segunda contra USC. Absurdo total.

    Um ataque que não perdoa

    Olha, eu já acompanho basquete feminino há um tempo, mas essa South Carolina tá num nível diferente. Seis jogadoras pontuando em dois dígitos numa partida de torneio? Joyce Edwards liderando com 23 pontos e 10 rebotes, jogando com uma eficiência de dar inveja (8/12 nos arremessos de quadra).

    A Madina Okot conseguiu um double-double monstro com 15 pontos e 15 rebotes. E não para por aí — Agot Makeer contribuiu com 15 pontos e ainda roubou 4 bolas. Quando um time tem essa distribuição ofensiva, fica complicado pra qualquer adversário.

    Sinceramente, essa profundidade ofensiva me lembra um pouco o que a Seleção Brasileira feminina sonha em ter. Quando você não depende só de uma ou duas jogadoras, o jogo fica muito mais fácil.

    Rumo ao tricampeonato?

    South Carolina já foi campeã em 2024 e chegou na final no ano passado (perdendo pra UConn, que dor). Agora, com essa campanha de 33-3 na temporada regular e essa ofensiva funcionando como um relógio suíço, elas têm tudo pra brigar pelo título de novo.

    A próxima pedreira é Oklahoma no Sweet 16, dia 28 de março. E vocês acham que as Gamecocks conseguem manter esse ritmo ofensivo contra defesas mais ajustadas? Porque uma coisa é chutar bem contra USC, outra é fazer isso quando a pressão aumenta nas fases eliminatórias.

    O que mais me impressiona é como a Dawn Staley conseguiu montar um sistema onde todo mundo contribui. Não é à toa que elas dominaram a SEC (15-1) e chegam como uma das favoritas ao título nacional.

    March Madness feminina tá cada vez mais competitiva, mas essa South Carolina parece estar um passo à frente de todo mundo. Vamos ver se conseguem confirmar o favoritismo!

  • Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Mano, que atropelo foi esse? South Carolina simplesmente destruiu USC por 101-61 e avançou pro Sweet 16 do March Madness feminino. Joyce Edwards com 23 pontos e 10 rebotes, Madina Okot fazendo mais um double-double (15 pontos e 15 rebotes) — o 22º da temporada, pasmem.

    Os Gamecocks começaram o jogo como se fosse treino: 13-0 logo de cara. USC nem teve tempo de respirar. No intervalo já estava 51-21, e aí vocês sabem como é — jogo acabou.

    O drama de JuJu Watkins

    Olha, não tem como não sentir pela JuJu Watkins. A garota que carregou USC nas costas nos últimos anos teve que assistir tudo do banco por causa da lesão no joelho. Imagina a frustração de ver seu time sendo atropelado assim e não poder fazer nada.

    Sem ela em quadra, os Trojans ficaram completamente perdidos contra a defesa sufocante de South Carolina. Jazzy Davidson, que tinha feito 31 pontos na estreia contra Clemson, conseguiu apenas 16 — e olhe lá, acertou só 5 de 15 arremessos.

    Okot é um monstro no garrafão

    Sinceramente, essa Madina Okot é surreal. 6’6″ de altura, veio do Mississippi State e tá fazendo South Carolina ainda mais dominante (se é que isso era possível). Dez pontos e 11 rebotes só no primeiro tempo. A mulher não dá sossego pra ninguém no garrafão.

    E tem mais: Raven Johnson, veterana de cinco anos, chegou aos 1.000 pontos na carreira no primeiro tempo. Jogando em casa pela última vez, a menina deve ter ficado emocionada. Colonial Life Arena explodindo de alegria.

    South Carolina agora pega Oklahoma no Sweet 16 — justamente um dos dois times que conseguiram bater os Gamecocks essa temporada (o outro foi Texas, que ganhou duas vezes). Vai ser interessante ver essa revanche em Sacramento. Vocês acham que South Carolina consegue se vingar?

    USC fechou a temporada de forma melancólica: cinco derrotas nos últimos seis jogos. Essa de ontem foi a maior goleada que eles já sofreram na história do torneio NCAA. Pesado.