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  • Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Olha, o Rick Pitino não tá nem aí pra galera que reclama da expansão do March Madness. E sinceramente? Eu concordo com o velho.

    O técnico do St. John’s soltou o verbo no X (antigo Twitter) questionando por que tem gente pistola com o torneio universitário passando de 68 pra 76 times a partir da próxima temporada. “Quando ouço pessoas chateadas porque a NCAA expandiu para 76 times, penso ‘por que e quem se importa?’”, escreveu o cara.

    A lógica do Pitino faz sentido

    E olha, a argumentação dele não tá errada não. “Os melhores times avançam e mais times conseguem experimentar o maior torneio do planeta”, completou Pitino. Cara tem razão – no final das contas, quem é bom vai passar mesmo.

    A mudança não vai mexer com a primeira rodada nem com as que vêm depois. O que muda é que vai ter mais jogos eliminatórios antes do torneio principal começar. Em vez de 8 times disputando 4 vagas em Dayton, agora serão 24 times brigando por 12 vagas em dois locais diferentes.

    Veterano que entende do riscado

    Pitino não é qualquer um falando besteira, né? Aos 73 anos, o cara já levou seis programas diferentes pro March Madness – Kentucky, Louisville, Providence, Iona, Boston University e agora St. John’s. Dois anos seguidos classificado com os Red Storm, depois de ficar de fora em 2024.

    E essa não é a primeira vez que ele defende a expansão. Já tinha falado pro CBS Sports que mais times “só pode ajudar”. Na visão dele, mais jogos significa mais emoção, mais cobertura na TV, mais atletas participando.

    “Que diferença faz?”, questionou em outubro. “Não acho que pode prejudicar, só pode ajudar. Sempre que você tem mais times, mais emoção, mais cobertura televisiva, mais coisas pra falar, mais atletas participando, só pode ser algo bom.”

    Vocês concordam com o Pitino ou acham que o March Madness já era perfeito do jeito que estava? Eu tô no time dele – quanto mais basquete, melhor. E convenhamos, se você não consegue passar por uma rodada extra, não merecia estar lá mesmo.

  • Rick Pitino pode fazer história e não tá nem aí pra pressão

    Rick Pitino pode fazer história e não tá nem aí pra pressão

    Cara, vocês viram a cara do Rick Pitino quando o St. John’s classificou pro Sweet 16? O cara simplesmente não comemorou. Enquanto os jogadores estavam enlouquecendo depois da cesta no último segundo contra Kansas, o técnico de 73 anos só ajeitou o terno e foi cumprimentar o adversário.

    Pra quem não conhece a lenda, Pitino já viu de tudo no basquete universitário. Duas vezes campeão nacional, mais de 900 vitórias na carreira — o cara é um monstro absoluto. E agora, aos 73 anos, tá fazendo mais uma mágica, dessa vez com o St. John’s.

    Pode ser o primeiro técnico da história

    Olha, eu não esperava isso mas o homem pode fazer uma coisa que NINGUÉM fez antes: levar quatro universidades diferentes para o Final Four. Já fez com Providence, Kentucky e Louisville. Agora só falta o St. John’s — e eles estão a duas vitórias disso.

    A ironia é absurda: na próxima fase, eles enfrentam justamente Duke. O mesmo Duke do Christian Laettner, que quebrou o coração do Pitino em 1992 quando ele comandava Kentucky. “Espero que a gente pegue Duke no último segundo agora”, brincou o técnico. “Pra compensar aquela cesta do Laettner.”

    E sinceramente? Eu boto fé que ele consegue. O cara tem 30 vitórias em 36 jogos nessa temporada com um time que não ganhava nada há décadas.

    “Vou treinar como se fosse meu último jogo”

    O que mais me impressiona é a mentalidade do cara. Com 73 anos, ele podia estar pensando em aposentadoria, mas tá curtindo cada segundo. “Posso estar fora do basquete ano que vem”, admitiu. “Vou treinar cada jogo como se fosse o último da minha vida.”

    Mano, isso é mentalidade de campeão. O St. John’s estava completamente apagado — última vez que ganharam três jogos seguidos no March Madness foi há 25 anos. Agora conquistaram o Big East duas vezes seguidas e estão no Sweet 16.

    E aí, vocês acham que o velho lobo consegue essa quarta Final Four histórica? Duke tá meio instável, e se tem alguém que sabe aproveitar essas oportunidades, é Rick Pitino. O cara já provou que idade é só um número no basquete.

  • Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Olha, eu sei que todo técnico fala pra não pensar muito à frente no March Madness, mas Dan Hurley simplesmente cagou e andou pra essa regra. O cara está literalmente falando sobre um possível confronto contra St. John’s nas oitavas de final — sendo que ainda nem passou do Michigan State de Tom Izzo nas quartas.

    E sabe de uma coisa? Eu meio que entendo a empolgação dele.

    A matemática do March Madness

    Vamos aos fatos: UConn pega Michigan State na sexta-feira, enquanto St. John’s enfrenta Duke (que é favorito por 6,5 pontos). Se as duas equipes do Big East passarem, teremos o quarto confronto da temporada entre elas — só que dessa vez com vaga no Final Four em jogo.

    “Acho que temos que nos apoiar na sexta contra nossos oponentes para que possamos ter uma carnificina no domingo”, disse Hurley. Cara, esse maluco não tem papas na língua mesmo.

    O mais bizarro? Hurley pediu para as torcidas rivais torcerem uma pela outra por uma noite. Imagina isso no basquete brasileiro — Flamengo torcendo pro Vasco só pra ter clássico depois. Surreal, né?

    O retrospecto que assombra Connecticut

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio dolorosa pro lado de UConn). St. John’s ganhou dois dos três confrontos essa temporada, incluindo uma surra de 20 pontos na final do torneio da Big East. A única derrota do Red Storm foi por 25 pontos em Connecticut, em fevereiro.

    Desde janeiro, St. John’s perdeu apenas esse jogo. Enquanto isso, UConn começou 22-1 mas fechou a temporada regular num modesto 7-4. Pra um time bicampeão nacional (2023 e 2024), é meio decepcionante.

    Vocês acham que essa confiança do Hurley é justificada ou ele tá subestimando demais o Tom Izzo?

    Os heróis da ressurreição

    Depois de cair na segunda rodada ano passado pro Florida (que depois virou campeão), UConn precisava dessa volta por cima. E cara, que volta foi essa.

    Tarris Reed Jr. fez algo absurdo contra Furman: 31 pontos e 27 rebotes. Isso é coisa que não se via no torneio há quase 60 anos, meu amigo. Double-double? Isso aí foi triple-double com sobra.

    Já contra UCLA, Alex Karaban meteu 27 pontos — recorde da carreira dele. E olha que legal: o cara é veterano de quarto ano que jogou a carreira inteira em UConn. Raridade no basquete universitário atual, onde todo mundo sai pulando de time.

    Sinceramente? Acho que Hurley pode estar certo em já pensar em St. John’s. Michigan State não é mais aquela máquina de guerra dos anos 2000, e UConn tem fome de mais um título. Mas no March Madness, qualquer vacilo te manda pra casa — e Tom Izzo sabe como ninguém aproveitar essas brechas.