Tag: steph curry

  • RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    Cara, o Richard Jefferson simplesmente entregou o ouro na transmissão da ESPN ontem à noite. O veterano, que enfrentou o Warriors nas Finais de 2016 e 2017 pelo Cavaliers, admitiu abertamente qual era a estratégia de Cleveland contra o Steph Curry: “Nossa missão era bater nele.”

    Peraí, antes que alguém ache que era sacanagem, o próprio RJ fez questão de esclarecer que não era nada sujo. Mas a orientação era clara — se vai fazer falta no Curry, que seja uma falta física mesmo. Nada de tocadinha.

    A estratégia que todo mundo sabia mas ninguém falava

    Sinceramente, isso não é novidade pra quem acompanha NBA há mais tempo. O Curry sempre foi o jogador que mais apanha na liga e menos apita consegue (desculpa, árbitros, mas é real). Enquanto outros astros vão pra linha dos lances livres por qualquer coisinha, o cara precisa ser literalmente massacrado pra conseguir uma falta.

    Olha só essa comparação absurda: em 17 anos de carreira, Curry tem média de apenas 4.3 tentativas de lance livre por jogo. O LeBron? 7.4 em 23 temporadas. É tipo comparar o tratamento que o Neymar recebe com o que um zagueiro cascudo leva — não faz sentido nenhum.

    Jefferson comentou isso quando rolou uma falta dura no Jalen Brunson durante o Jogo 2 das Finais de 2026 (sim, galera, estamos falando do futuro aqui, mas a estratégia continua a mesma). A lembrança veio na hora e ele soltou essa pérola que confirma o que a gente sempre suspeitou.

    Funcionou? Bem… mais ou menos

    Olha, a estratégia do “beat him up” até deu certo em 2016 — os Cavs conseguiram aquela virada histórica de 3-1 e levaram o título. Mas convenhamos, o Warriors deu o troco depois. Dos quatro confrontos consecutivos nas Finais, Golden State ganhou três.

    E mesmo apanhando, o Curry continuou sendo o Curry. Triple de todos os ângulos impossíveis, enterradas no contra-ataque (sim, ele enterra também), e aqueles arremessos do meio da quadra que fazem a gente questionar as leis da física.

    Vocês acham que essa estratégia ainda funciona hoje? Porque pelo que vejo, independente de quantas pancadas o cara leva, ele continua acertando uns arremessos que nem no videogame são possíveis. O monstro é simplesmente imparável — com falta ou sem falta.

    No final das contas, o Jefferson só confirmou o que todo fã de NBA já sabia: defender o Curry é um inferno, então a saída é tentar intimidar fisicamente. Funcionou uma vez… mas só uma.

  • Gary Payton só colocaria 2 caras acima do Brunson dos Knicks

    Gary Payton só colocaria 2 caras acima do Brunson dos Knicks

    Olha, quando Gary Payton — The Glove, lenda absoluta da NBA — fala, a gente escuta. E o que ele falou sobre Jalen Brunson vai mexer com muita gente por aí.

    No podcast “Game Over” dessa quinta, Payton foi direto ao ponto: só dois jogadores ele colocaria acima do armador dos Knicks neste momento. Steph Curry e Anthony Edwards. É isso. Só esses dois monstros.

    Por que só esses dois?

    “Steph Curry faria muitas cestas e muitos arremessos. Ele vem dos bloqueios. Vai ser decisivo”, explicou Payton. Cara, quem vai discordar disso? O Curry é simplesmente o maior arremessador da história.

    Sobre o Anthony Edwards, Payton curtiu o fato de que ele “pode saltar o ginásio todo e fazer um monte de coisas”. Ant-Man realmente é diferenciado — aquela explosão física é absurda.

    Mas aqui entre nós: colocar apenas dois jogadores acima do Brunson é um baita elogio, não acham? Estamos falando de um cara que há alguns anos era “só” um bom reserva do Dallas Mavericks.

    O show do Brunson nas Finals

    E Payton teve a sorte de estar lá no Frost Bank Center para ver Brunson destruir os Spurs no Jogo 1. O cara se machucou (joelho), voltou. Torceu o tornozelo, continuou jogando. 28 pontos, liderando uma virada histórica.

    Sinceramente, eu não esperava que o Brunson chegasse nesse nível quando ele saiu de Dallas. Mas o garoto provou que tem sangue de killer nas veias. Aqueles step backs no fim do jogo foram de outro planeta.

    A questão é: será que uma eventual conquista do título colocaria Brunson no mesmo patamar de Curry e Edwards na visão de Payton? Olha, se os Knicks ganharem essas Finals depois de décadas, eu acho que qualquer conversa sobre ranking fica em segundo plano. O cara vai virar lenda instantânea em Nova York.

    E vocês, concordam com a lista do Gary Payton? Ou acham que tem outros nomes que deveriam estar acima do Brunson?

  • Ex-jogadores da NBA preferem marcar Wembanyama do que Curry

    Ex-jogadores da NBA preferem marcar Wembanyama do que Curry

    Olha, eu não esperava ouvir isso. Richard Jefferson e Channing Frye, dois caras que já apanharam bastante do Steph Curry nos Finals, foram questionados sobre quem eles prefeririam marcar: o gigante Victor Wembanyama ou o armador dos Warriors. A resposta? Unânime pro francesão.

    “Eu marcaria o Wemby qualquer dia ao invés do Steph”, disse Jefferson sem pestanejar. “Me dá o Wemby, 100%”. O Frye concordou na lata: “Cara, eu nem conseguia entrar em quadra quando o Steph tava jogando”.

    E olha que não é falta de respeito com o Wembanyama não, viu? O moleque tem 2,21m, é um monstro dos dois lados da quadra e tá fazendo uma campanha absurda nos playoffs. Mas o bagulho é que o Curry simplesmente quebra esquemas táticos inteiros só de existir.

    O pesadelo dos esquemas defensivos

    Jefferson explicou a diferença na real. Com o Wemby, você pode errar e levar uma enterrada, ok. Doeu, mas é isso. Agora com o Curry? “Se você erra na marcação do Steph, os companheiros dele se beneficiam por causa do ataque em movimento. Três caras correm pra ele, ele pode não conseguir o arremesso, mas ficam dois caras livres atrás dele”.

    E aí que tá o pulo do gato. O francesão pode ser gigante e talentosíssimo, mas ele ainda joga um basquete mais “tradicional”. Já o Curry? Cara, o maluco revolucionou o jogo. Ele puxa a defesa de lugares que nem existiam antes.

    A dupla maldita dos Warriors

    Jefferson ainda lembrou de um detalhe cruel: quando ele enfrentava o Curry, tinha o Klay Thompson do lado. “O maior arremessador da história. Quem é o companheiro dele? Sei lá, talvez o segundo melhor arremessador da história”, brincou.

    Sinceramente, faz todo sentido. Imagina você sendo responsável por não deixar o cara que mudou o basquete moderno fazer o que ele faz de melhor? Sendo que ele faz isso de qualquer lugar da quadra, com qualquer tipo de marcação? É desesperador.

    O Wembanyama vai chegar lá, tenho certeza. O potencial é gigantesco (literalmente). Mas hoje, neste momento, marcar o Steph Curry ainda é o maior pesadelo que existe na NBA. E olha que isso vem de caras que já enfrentaram os dois e sabem do que tão falando.

    Vocês concordam com essa? Ou acham que o tamanho do Wemby já deixa ele mais complicado de marcar?

  • Warriors querem ficar com a 11ª pick — e faz todo sentido

    Warriors querem ficar com a 11ª pick — e faz todo sentido

    Olha, eu tô impressionado com a direção que o Golden State tá tomando. Segundo fontes da ESPN, os Warriors devem mesmo ficar com a 11ª escolha geral do próximo draft — e sinceramente, acho que é a jogada mais inteligente que eles podem fazer agora.

    Pensa comigo: o time tem um dos elencos mais velhos da liga. Steph Curry tá com 38 anos, né? O cara ainda joga bola pra caramba, mas precisam urgentemente de sangue novo pra dar fôlego à dinastia de Golden State.

    Mike Dunleavy deixa todas as portas abertas

    O GM Mike Dunleavy falou com os repórteres em San Francisco na sexta e foi bem direto: todas as opções estão na mesa. Trocar a pick pra subir no draft, trocar pra descer, usar ela direto ou incluir num pacote por um jogador já estabelecido.

    E aí que fica interessante — essa 11ª pick pode ser a chave pra ir atrás de caras como Giannis Antetokounmpo (Milwaukee Bucks) ou Kawhi Leonard (Clippers). Qualquer negociação dessas bombásticas ia precisar da pick como moeda de troca central.

    Mas olha só: mesmo com essas possibilidades no ar, tudo indica que eles querem mesmo é ficar com o garoto que vier. E eu concordo totalmente.

    Steve Kerr tá pronto pra apostar no calouro

    O que me deixa mais animado é a postura do Steve Kerr. Perguntaram se ele tava disposto a dar minutos pra um rookie, e o cara foi categórico: “Totalmente”.

    “Conversei com o Mike. Não conheço o draft todo, mas ele tá muito confiante que vamos pegar um bom jogador. Pode ser um garoto de 19 anos ou alguém mais velho… Esse cara tem que jogar. Tem que conquistar, mas estamos comprometidos com o desenvolvimento dos nossos jovens”, disse Kerr.

    Cara, isso me dá uma esperança absurda. Quantas vezes a gente não viu times veteranos que simplesmente ignoram os calouros? Os Warriors tão falando que vão dar chance real.

    Dunleavy ainda reforçou que considera esse draft bem forte até a loteria. Ou seja, a 11ª pick tem valor real mesmo — não é só uma posição “meia boca” que sobrou.

    Na minha visão, ficar com a escolha é o movimento mais sensato. Os Warriors ainda têm uma janela aberta com Curry jogando em alto nível, mas precisam pensar no futuro também. E vocês, acham que eles deveriam apostar no desenvolvimento ou partir pro tudo ou nada com uma troca bombástica?

  • Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Cara, essa confissão do Curry me pegou completamente desprevenido. O cara que construiu uma das maiores dinastias da NBA no Golden State Warriors praticamente não sabia nem onde o time ficava quando foi draftado em 2009!

    Em um podcast recente, o Steph admitiu que assim que recebeu a ligação do Warriors — ele foi a 7ª escolha geral —, a primeira coisa que fez foi pegar o celular para procucar onde diabos ficava Golden State. Imagina a cena: Larry Riley (GM na época) e Don Nelson (técnico) ligando todo empolgados, e o Curry ali “ahan, legal, mas… onde fica isso mesmo?”

    O sonho era outro: Nova York

    E olha só que plot twist. O Curry tava de olho mesmo era no New York Knicks. “Tudo que eu pensava era Nova York”, confessou ele. Sinceramente, faz todo sentido né? Jovem de 21 anos, a Big Apple chamando, Madison Square Garden… quem não sonharia?

    Mas aí que tá o lance. Os próprios fãs dos Knicks acabaram criando uma das memórias favoritas dele da noite do draft. Quando o Warriors escolheu o Curry antes do New York ter chance, a torcida no Madison Square Garden surtou — e vaiou ALTO.

    No primeiro momento, o Steph não entendeu nada. Depois caiu a ficha: “Aaah, eles me queriam aqui!” Meio irônico pensar que os fãs que vaiaram são os mesmos que hoje em dia sofrem vendo ele meter 30 pontos no MSG como se fosse brincadeira.

    Quando o destino acerta em cheio

    “Cuidado com o que você deseja”, disse o próprio Curry. E cara, que sorte a dele (e nossa, que acompanhamos essa loucura). O que começou como confusão sobre geografia virou uma das maiores histórias de sucesso da NBA.

    4 títulos da NBA, 2 MVPs, 12 All-Star Games, e o cara que revolucionou o basquete com os arremessos de 3. Imaginem se ele tivesse ido mesmo pros Knicks? Provavelmente ainda estaríamos esperando eles chegarem nos playoffs.

    E vocês, acham que o Curry teria se tornado o mesmo monstro jogando em Nova York? Ou foi essa confusão geográfica que mudou o rumo da NBA para sempre?

    PS: Detalhe mórbido que o próprio Curry mencionou — o draft de 2009 foi no mesmo dia que Michael Jackson morreu (25 de junho). Meio pesado pensar nisso, mas faz parte da história.

  • Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Gente, eu tô meio perdido aqui. O Steph Curry, que ganhou o prêmio de Melhor Companheiro de Equipe da NBA no ano passado, acabou de perder o título pra… DeAndre Jordan? Sim, você leu certo. O veteranom de 37 anos que jogou apenas 12 jogos pelo New Orleans Pelicans.

    Olha, eu respeito muito o Jordan — cara é uma lenda, três vezes All-NBA, tá na liga há mais de uma década. Mas vamos combinar: 12 jogos e ganhar o prêmio de melhor companheiro? É meio estranho, né não?

    Os Warriors tiveram uma temporada complicada

    Não vou mentir, foi um ano difícil pra Golden State. Jimmy Butler e Moses Moody se machucaram feio no joelho, a situação do Jonathan Kuminga virou uma novela mexicana que durou quase o ano todo, e o Brandin Podziemski conseguiu irritar a torcida com aquela arrogância dele (e aquele cabelo que parece shampoo de R$ 200, sinceramente).

    O resultado? Perderam no play-in. E agora o Curry perdeu esse troféu também.

    O Chef aumentou a pontuação dele pra 26.6 por jogo nesta temporada, mas pelo visto isso não foi suficiente pros eleitores. Enquanto isso, Jordan ajudou um time que fez apenas 26 vitórias em 82 jogos — e nem jogou a temporada toda!

    Prêmio da simpatia ou mérito real?

    Cara, eu fico pensando: será que esse prêmio Twyman-Stokes não virou meio que um troféu de participação? Jordan é querido por todo mundo na liga, isso é fato. O Kyrie Irving e o Kevin Durant fizeram questão de levar ele junto pro Brooklyn Nets em 2019. Mas daí a ganhar esse prêmio jogando só 12 partidas…

    A votação foi apertada — Jordan ganhou por apenas 8 pontos do Jrue Holiday, que já ganhou três vezes e provavelmente foi vítima daquele cansaço dos eleitores. Jeff Green ficou em terceiro, só 25 pontos atrás, lidando com mais um escândalo do Durant nas redes sociais.

    E vocês, o que acham? Faz sentido um cara que jogou 12 jogos ganhar o prêmio de melhor companheiro de equipe? Eu sei que o Jordan tem histórico — cuidou dos rookies dos Pelicans como um pai — mas isso não parece meio injusto com quem jogou a temporada inteira?

    Conhecendo o Curry, ele já tá guardando cada crítica, cada tweet zoando ele por ter perdido esse troféu. Vai voltar ano que vem com sede de vingança, pode ter certeza. A questão é: com quais companheiros de equipe ele vai estar jogando?

  • Warriors em declínio: Curry precisa de um parceiro ou já era?

    Warriors em declínio: Curry precisa de um parceiro ou já era?

    Cara, dói ver o que tá acontecendo com o Golden State Warriors. Steve Kerr foi direto ao ponto em dezembro: chamou o time de “dinastia em declínio”. Doeu, né? Mas sinceramente, quem tava acompanhando já sabia que não era mais 2017… nem mesmo 2022.

    A temporada acabou na sexta com derrota de 111-96 pro Phoenix Suns no Play-In. Uma vitória longe dos playoffs de verdade. E olha que isso não é novidade — já aconteceu antes, com Memphis em 2021, com Sacramento em 2024. A diferença é que antes sempre tinha um jeito de se reinventar.

    O problema é real: Curry não é mais aquele monstro

    Steph Curry aos 38 anos perdeu 27 jogos por lesão no joelho. Lesão de uso excessivo — o cara literalmente correu demais na quadra durante todos esses anos. Jimmy Butler, que veio pra salvar a temporada? ACL rompido em janeiro. Moses Moody, última esperança da tal “estratégia de duas eras”? Tendão patelar. É muita azar junto, mas também mostra que o time tá velho mesmo.

    E aí, o que fazer? Na minha visão, os Warriors têm três caminhos possíveis — e nenhum é fácil.

    Opção 1: Partir pra cima do Giannis (ou alguém do nível)

    A ideia mais óbvia seria trazer um superestrela pra dividir o peso com Curry. Os Warriors já ofereceram quatro picks de primeira rodada pelo Giannis Antetokounmpo no deadline — Milwaukee nem quis conversa.

    Mas agora a situação mudou um pouco. Golden State vai ter a 11ª melhor chance na loteria do Draft 2026 — mesma posição que Dallas ganhou ano passado. Não é ruim não. Com isso, eles podem montar um pacote mais atrativo: pick da loteria de 2026, mais quatro futuros picks e algumas trocas.

    O problema? Milwaukee não parece nem um pouco interessada em trocar o Giannis. E convenhamos, outros superstars disponíveis no mercado… bom, não tem muitos não.

    As outras opções na mesa

    A segunda alternativa seria fazer movimentos menores, tipo buscar alguns veteranos sólidos e torcer pra tudo se encaixar magicamente. Mas olha, eu não tô muito confiante nessa não. Time precisa de mais que remendos.

    A terceira — e talvez mais sensata — seria começar a pensar no futuro mesmo. Proteger a próxima era, desenvolver jovens, fazer algumas trocas pensando a longo prazo. Mas aí você tá basicamente admitindo que a era Curry acabou, e isso deve doer demais pra organização aceitar.

    Vocês acham que vale a pena os Warriors irem all-in mais uma vez? Ou já é hora de aceitar que os bons tempos passaram? Porque uma coisa é certa: ver esse time brigando no Play-In machuca qualquer fã de basquete que tem memória.

  • Curry salva Warriors no fim e elimina Clippers no play-in

    Curry salva Warriors no fim e elimina Clippers no play-in

    Meu Deus do céu, que jogo foi esse ontem à noite! O Steph Curry simplesmente resolveu virar o Super Saiyan no segundo tempo e mandou os Clippers pra casa na primeira fase do play-in. Warriors 126, Clippers 121. E olha que eu achava que essa temporada dos Warriors já era história.

    O cara estava com restrição de minutos por causa da lesão no joelho direito, jogou um primeiro tempo horroroso (só 8 pontos!), mas aí veio o segundo tempo e… 27 pontos. Vinte e sete! Terminou a noite com 35 pontos em 12/23 nos arremessos. É por isso que ele é o Curry, né pessoal?

    A virada que ninguém esperava

    Sinceramente? Eu estava quase desligando a TV no terceiro quarto. Os Warriors passaram a maior parte do segundo tempo atrás no placar, até que o Al Horford (sim, o veterano de 40 anos) acertou uma bomba de três faltando dois minutos. Mas a que selou mesmo foi a do Curry com 50 segundos no relógio.

    Que arremesso absurdo. O cara simplesmente pegou a bola, olhou pro aro e disse: “Hoje não, Clippers.” Foi daquelas que você sabe que vai entrar no momento que sai da mão dele.

    Agora é Phoenix ou fracasso

    Bom, mas a missão ainda não acabou. Sexta-feira os Warriors vão ter que ir até Phoenix enfrentar os Suns numa eliminatória direta pela 8ª colocação. Quem ganhar pega o Thunder (que está voando) na primeira rodada dos playoffs.

    A boa notícia é que Golden State ganhou três dos quatro jogos contra Phoenix na temporada regular, incluindo o último lá no deserto em fevereiro. Mas vocês acham que os Warriors conseguem manter esse nível? Com Curry ainda se recuperando da lesão, vai depender muito do Kristaps Porziņģis (20 pontos ontem) e do jovem Gui Santos, que meteu 20 também.

    Uma coisa eu sei: se os Warriors conseguirem essa vaga nos playoffs, vai ser uma das classificações mais épicas da história recente da franquia. Porque ninguém — e eu digo NINGUÉM — dava nada por esse time há algumas semanas.

  • Warriors terminam em 10º no Oeste – que decepção!

    Warriors terminam em 10º no Oeste – que decepção!

    Cara, que temporada bizarra dos Warriors. Depois de fazerem aquela trade monstro pelo Jimmy Butler no ano passado, todo mundo (eu inclusive) achava que Golden State ia brigar lá em cima no Oeste. Resultado? 10ª posição e dependendo do play-in pra sonhar com playoffs.

    E olha, não foi por falta de expectativa não. A temporada começou com tudo, mas aí as lesões começaram a chover. Primeiro o Butler rompeu o ligamento cruzado em janeiro — fim de temporada pro cara. Como se não bastasse, aquela lesão “rapidinha” no joelho do Curry virou 27 jogos fora. Vinte e sete! E pra fechar com chave de ouro, o Moses Moody também se machucou feio no mês passado.

    A matemática cruel do play-in

    Mas tem que reconhecer: mesmo com todo esse azar, o time do Steve Kerr nunca entregou os pontos. Noite após noite eles foram lá e competiram, mesmo muitas vezes jogando com meio time titular machucado.

    Agora a realidade é essa: Warriors precisam de duas vitórias como visitante no play-in pra conseguir uma vaga nos playoffs de verdade. E sinceramente? Com o Curry voltando, eu não descarto nada. O cara tá descansado e com fome depois de ficar tanto tempo parado.

    As odds da FanDuel não tão nem aí pros Warriors — +70.000 pra ganhar o título. Praticamente um chute no escuro. Enquanto isso, o Thunder (atual campeão) aparece como favorito com +115. Mas ó, playoff é playoff, e se tem uma coisa que a NBA nos ensinou é que nunca se pode contar fora um time com Curry no elenco.

    Como ficou o Oeste

    O Thunder terminou na primeira posição, seguido pelos Spurs — que surpresa boa San Antonio teve esse ano! Denver ficou em terceiro, Lakers em quarto. No play-in, além dos Warriors na 10ª, temos Suns, Trail Blazers e Clippers também brigando por vaga.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem passar pelo play-in? Eu sei que foi uma temporada frustrante, mas com Curry de volta e alguns veteranos experientes, vai que rola uma surpresa? O cara já fez milagre antes…

    Uma coisa é certa: se conseguirem a 8ª posição, podem pegar logo de cara o Thunder na primeira rodada. Imagina só — de favoritos ao título no começo da temporada pra potencial zebra contra o atual campeão. Basquete é isso aí, né?

  • Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Podziemski fez 30 pontos e trollou todo mundo – que noite!

    Cara, finalmente aconteceu. Brandin Podziemski chegou nos 30 pontos pela primeira vez na carreira na sexta-feira contra o Sacramento Kings, e o cara ainda teve a pachorra de zoar com todo mundo no pós-jogo. Que personalidade!

    O mais hilário é que existe uma conta no Twitter chamada @currysnotafraud que estava parada desde novembro de 2024 – simplesmente porque o Podziemski não conseguia fazer 30 pontos. A conta virou até piada na internet. Aí ontem o cara vai lá, faz os 30 pontos e ainda manda um “MY GOAT KNOWS ME” com emoji de reza e tudo. Monstro demais.

    A pressão estava pesada

    Sinceramente, eu não sei como o Podziemski aguentou a pressão. O cara vinha sendo zoado nas redes sociais praticamente a temporada inteira. E olha que absurdo: chegaram até a vaiar ele no Oracle Park no começo de abril. Vaiar um jogador do próprio time? Torcida pesada essa dos Warriors.

    Mas vamos ser justos aqui – o garoto jogou TODOS os 81 jogos da temporada até agora. Isso é dedicação pura. E chegou perto dos 30 pontos várias vezes, fazendo 25 ou mais em oito ocasiões diferentes. A galera tava cobrando, mas ele sempre esteve ali firme.

    Curry fora, Podziemski dentro

    E não dá pra esquecer o contexto: com o Steph Curry fora por 27 jogos seguidos por causa de um problema no joelho, alguém tinha que segurar a bronca. O Podziemski assumiu essa responsabilidade e, na minha visão, fez um trabalho muito digno.

    Ok, os 30 pontos vieram no “garbage time” da derrota por 124-118 pros Kings, mas e daí? Ponto é ponto, né não? E agora com o Curry voltando bem na hora do play-in, imaginem só o que esse Warriors pode fazer se o Podziemski continuar nesse nível.

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose nos playoffs? Porque sinceramente, depois dessa noite histórica e dessa zoação épica no pós-jogo, eu tô começando a acreditar que esse moleque tem muito mais personalidade e jogo do que a gente imaginava.