Tag: Stephen Curry

  • Kerr diz que vitória dos Warriors no play-in foi top 10 da carreira

    Kerr diz que vitória dos Warriors no play-in foi top 10 da carreira

    Olha, eu sei que a temporada dos Warriors foi um saco. Lesões pra todo lado, Curry fora por quase 30 jogos seguidos, time parecendo morto na água… Mas às vezes o basquete te surpreende de um jeito que só quem acompanha sabe explicar.

    Steve Kerr acaba de soltar uma bomba no podcast “The TK Show”: a vitória no play-in contra os Clippers foi um dos 10 jogos mais especiais da carreira dele como técnico dos Warriors. E mano, estamos falando de um cara que comandou três títulos da NBA!

    “Você não consegue isso em lugar nenhum da vida”

    “Foi um dos meus jogos favoritos de todos os tempos”, disse Kerr. “Tivemos tantos jogos incríveis que é difícil escolher, mas esse definitivamente entra no meu top 10 dos 12 anos que estou aqui. E olha que isso é muita coisa.”

    E cara, eu entendo perfeitamente o Kerr. Imagina a situação: time quase eliminado, temporada toda indo pro buraco, e aí do nada você vê aquela magia acontecer no momento que mais precisava.

    Os Warriors estavam perdendo por 13 pontos no último quarto. Treze! No Intuit Dome, casa dos Clippers. Parecia que ia dar zebra mesmo. Mas aí o Curry resolveu virar o Stephen Curry que conhecemos — 35 pontos no total, com 27 só no segundo tempo. Absurdo.

    Al Horford salvando a pátria

    E o mais louco? Al Horford — sim, o veterano Al Horford — meteu QUATRO bolas de três no último quarto. Quatro! Imagina a cara dos torcedores dos Clippers vendo aquilo. O cara simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos Warriors morrer ali.

    Sem falar no Draymond fazendo escola no Kawhi Leonard na defesa. Foi uma aula completa de basquete quando mais importava.

    “É uma boa metáfora pra mostrar que você não consegue isso em lugar nenhum da vida”, falou o Kerr. “Tem uma razão pela qual os técnicos viciam nesse trabalho — é emocionante demais.”

    O jogo que mudou tudo

    Sinceramente? Esse jogo foi tão especial que até influenciou o Kerr a ficar mais duas temporadas no comando dos Warriors. Cara, isso é o poder de um jogo bem jogado no momento certo.

    Óbvio que a magia durou pouco — dois dias depois tomaram uma surra do Suns e tchau playoffs. Mas vocês acham que isso importa? Momentos como esses são o que fazem valer a pena acompanhar esse esporte maluco.

    É por isso que eu amo a NBA, pessoal. Mesmo numa temporada ruim, sempre pode rolar aquele jogo que você nunca vai esquecer. E pelo jeito, os Warriors entregaram um desses.

  • Warriors vão renovar com Curry até ele pendurar as chuteiras

    Warriors vão renovar com Curry até ele pendurar as chuteiras

    Cara, que alívio! Os Warriors finalmente confirmaram o óbvio: vão sentar pra conversar sobre uma extensão de contrato com o Steph Curry ainda neste verão. O GM Mike Dunleavy foi direto ao ponto na sexta: querem que o cara TERMINE a carreira em Golden State.

    Olha, eu já estava ficando nervoso com essa situação. Curry tem só mais um ano de contrato (valendo mais de 62 milhões de dólares — absurdo, né?), e com 38 anos nas costas, qualquer hesitação da franquia seria loucura total.

    “Queremos ele aqui pelo tempo que quiser”

    Dunleavy não deixou margem pra interpretação: “Queremos que o Steph termine a carreira aqui, fique pelo tempo que ele quiser. Não vejo cenário algum onde não queiramos encontrar um jeito de ele terminar aqui”.

    Mano, é isso aí! O cara literalmente CONSTRUIU a dinastia Warriors. Quatro títulos, revolucionou o jogo com os arremessos de 3… seria um crime deixar ele sair.

    O próprio Curry já tinha sinalizado que toparia conversas de longo prazo. Sinceramente, faz todo sentido — por que sair agora? Mesmo com 38 anos, continua sendo um monstro quando está saudável.

    Momento delicado pro time

    Mas não vou mentir, o timing é complicado. Os Warriors tiveram uma temporada terrível (37-45), ficaram de fora dos playoffs. É aquele momento de transição que todo mundo odeia — time não é mais campeão, mas também não tá no fundo do poço.

    Têm várias decisões importantes pela frente: o Draymond Green tem player option, precisam decidir sobre jogadores como Kristaps Porzingis… é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem montar mais um time competitivo ao redor do Curry? Ou será que o ciclo dourado realmente acabou? Na minha opinião, com o Chef ainda jogando nesse nível, sempre dá pra sonhar com mais uma campanha especial.

    Uma coisa é certa: ver Curry aposentar com a camisa dos Warriors vai ser emocionante demais. O cara merece terminar onde começou essa revolução toda.

  • Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Olha, depois de amarrar o Steve Kerr por mais dois anos, agora é que a coisa fica interessante mesmo para o Mike Dunleavy e os Warriors. E o cara tem uma baita decisão pela frente: o que fazer com essa 11ª pick do Draft 2026?

    “É uma pick de loteria, e numa draft forte dessas, a gente pode conseguir um jogador muito bom”, disse o GM. “Mas vamos olhar tudo. Se aparecer oferta pela pick, pra subir, descer, ou trocar por um veterano que pode ajudar, com certeza vamos analisar.”

    A memória do Klay e a pressão do momento

    Dunleavy não tá inventando moda quando fala que já teve sucesso com a 11ª pick antes. Foi exatamente nessa posição que os Warriors pescaram o Klay Thompson em 2011 — e cara, que pescada foi essa, né?

    Mas sinceramente, a situação hoje é bem diferente. O Curry tá chegando nos 37 anos, o Draymond também não é mais um pivete, e Golden State sabe que não pode ficar esperando um rookie desenvolver por 2-3 anos. O negócio é agora ou nunca.

    Por isso que o Yaxel Lendeborg, de Michigan, tá sendo cotado como favorito. Com 24 anos, o cara já vem mais “pronto” que a maioria dos calouros. Faz sentido, né?

    A tentação das mega trocas

    E aí que fica interessante. Segundo informações do Brett Siegel, os Warriors provavelmente vão trocar essa pick mesmo. E quando você junta ela com o resto do capital de draft que eles têm… meu amigo, dá pra sonhar alto.

    Imagina só: Giannis? Kawhi Leonard? Ou apostas menores como Michael Porter Jr. ou Trey Murphy? Dunleavy foi esperto e não entregou nada, mas deixou a porta aberta: “Sempre temos capital de draft pra estar na conversa.”

    Eu, particularmente, acho que eles vão mesmo por uma troca. Não faz sentido desperdiçar os últimos anos do Curry apostando numa loteria de rookie — por melhor que seja o draft.

    O dilema eterno: presente vs futuro

    Se resolverem ficar com a pick mesmo, aí vem outro papo: draftar pra agora ou pra depois? Porque cara, são filosofias completamente diferentes.

    Um Nate Ament do Tennessee pode ter um teto altíssimo, mas vai precisar de tempo. Já o Lendeborg pode contribuir desde o primeiro dia, mas talvez não tenha o mesmo potencial explosivo.

    Como o próprio Kerr falou, eles querem “construir uma fundação mais sólida pra próxima temporada que vai durar por anos”. Traduzindo: não querem só pensar no agora, mas também não podem ignorar a janela do Curry.

    E vocês, acham que os Warriors devem apostar alto numa troca ou ir com calma no Draft mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.

  • Kerr renova com Warriors: ‘Não conseguia imaginar deixar o time’

    Kerr renova com Warriors: ‘Não conseguia imaginar deixar o time’

    Cara, o Steve Kerr quase nos deu um susto. Por uma semana inteira, depois da eliminação dos Warriors no play-in, o técnico ficou refletindo se continuaria ou não em Golden State. Spoiler: ele ficou. E ainda bem!

    “Não conseguia imaginar deixar os Warriors”, disse Kerr na sexta-feira, do alto da arena do time, olhando para São Francisco. Mano, essa frase me pegou. Porque sinceramente, depois da temporada frustrante que eles tiveram, muita gente achava que ele ia cair fora mesmo.

    A esposa que deu o toque

    Mas quem convenceu o técnico foi a própria esposa, Margot. Ela mandou a real: “Você pode treinar outros times no futuro, mas nunca mais vai treinar os Warriors”. Olha que conselho certeiro! E Kerr caiu na real na hora.

    “Eu amo esse time, amo nossos jogadores”, confessou ele. E dá pra sentir a sinceridade nas palavras do cara. Não é todo dia que você vê um técnico falando assim, né?

    O processo de renovação foi bem interessante. Kerr conversou várias vezes com o GM Mike Dunleavy Jr. e o dono Joe Lacob. Até chamou o Curry e o Draymond pra conversar, mas deixou bem claro: os jogadores não influenciaram na decisão dele.

    Warriors exigem comprometimento real

    Uma coisa que me chamou atenção foi a exigência da diretoria. Eles não queriam só mais uma temporada “de despedida” – queriam um compromisso real de pelo menos dois anos. E faz sentido total. Ninguém quer um técnico com um pé fora da porta.

    “Precisávamos de um compromisso de vários anos, e Steve nos deu isso de forma inequívoca”, explicou Dunleavy. O GM chegou a confessar que teve várias noites onde foi dormir achando que Kerr não voltaria. Imagina a tensão!

    Mas a realidade é que as expectativas vão ter que mudar um pouco. Curry e Green estão mais velhos, e o time não vai ter os reforços do Jimmy Butler e Moses Moody no início da temporada por causa de lesões.

    Mesmo assim, o Joe Lacob – que todo mundo sabe que é obcecado por títulos – não baixou muito a régua. “Eu sou o dono e não posso deixar de dizer: espero estar nos playoffs todo ano e ter uma chance”, declarou ele pra Kerr.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa. Kerr ainda tem fogo no olho, e separar essa dupla histórica Curry-Kerr seria uma loucura. E vocês, acham que os Warriors conseguem brigar por playoffs de novo na próxima temporada?

  • Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Dunleavy é genial ou está no mundo da lua sobre o elenco dos Warriors?

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que o Mike Dunleavy falou sobre a temporada dos Warriors. O GM dos guerreiros de San Francisco saiu com uma análise que me deixou aqui pensando: o cara é um estrategista genial ou está completamente desconectado da realidade?

    Depois de uma temporada 37-45 que nem perto dos playoffs chegou, Dunleavy teve a coragem de dizer que o problema não foi o elenco. Segundo ele, foram as lesões e os turnovers que estragaram tudo. Sério mesmo? Olha, eu respeito o cara, mas isso aí me soou meio delirante.

    Warriors vs realidade dos playoffs

    Vamos ser honestos aqui — quem acompanhou os playoffs este ano viu times como Spurs, Knicks e o campeão Thunder jogando em outro nível. E não é só questão de sistema ou química não. É talento bruto, atletismo, envergadura. Coisas que o elenco envelhecido dos Warriors, por mais que o Curry ainda seja um monstro, simplesmente não tem.

    O mais bizarro é que Dunleavy citou os turnovers sete vezes em 21 minutos de entrevista. Sete! Como se resolver isso fosse magicamente transformar os Warriors em candidatos ao título. Claro que turnover prejudica — deve ter custado uns 6-8 jogos pra eles na temporada. Mas cara, o Portland teve mais turnovers que Golden State e ainda assim terminou com 42-40, cinco vitórias a mais.

    Sabe qual é a diferença? Tamanho e atletismo. Duas coisas que os Warriors estão desesperadamente precisando.

    A esperança está na estratégia ou na ilusão?

    Agora vem a parte interessante. Será que Dunleavy realmente acredita nisso ou está jogando um jogo de poker com a imprensa? Porque sinceramente, como fã de basquete, eu prefiro acreditar que ele tá sendo esperto e não quer entregar os planos da franquia.

    Pense bem: você vai chegar na coletiva e falar “nossa, o elenco tá uma droga, precisamos trocar metade do time”? Óbvio que não. Isso desvalorizaria os jogadores na hora de negociar trocas.

    Mas mano, quando ele fala que Jimmy Butler III e Moses Moody vão fazer falta como as peças mais atléticas do time… aí você percebe o tamanho do buraco que os Warriors estão. Se esses são os caras mais atléticos do seu elenco, você já sabe que tá com problema.

    O draft e o futuro incerto

    Os Warriors têm a 11ª escolha do draft chegando em junho, além da 54ª. Dunleavy apostou fichas na “melhoria interna” do elenco atual, mas eu acho que ele sabe que isso não vai ser suficiente.

    A real é que Golden State precisa de uma troca grande. Precisa de uma estrela jovem que possa fazer impacto imediato ao lado do Curry. E isso todo mundo sabe — inclusive o próprio Dunleavy, mesmo que ele não tenha falado isso explicitamente.

    O que vocês acham? Dunleavy tá sendo um gênio disfarçado ou realmente acredita que alguns ajustes menores vão resolver? Porque olhando os playoffs deste ano, a diferença entre os Warriors e os times que estão brigando por título é gritante.

    Vamos ver o que rola nessa offseason. Se vier só ajuste aqui e ali, aí a gente vai saber que o cara tava delirando mesmo. Mas se pintar uma troca grande ou uma contratação espetacular, talvez ele seja mais esperto do que imaginamos.

  • Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Olha, eu não esperava que o novo álbum do Drake ia virar papo de NBA, mas aqui estamos. O cara lançou “Iceman” na quinta-feira e, cara, ele não perdoou ninguém — bom, quase ninguém.

    Enquanto o LeBron tomou uma alfinetada do rapper canadense (coisa que já tava no ar faz tempo), o Stephen Curry ganhou foi elogio. E olha que curioso: Drake mencionou até a faculdade do Curry numa das faixas vazadas.

    “Todo mundo com a camisa 30 azul nas costas”

    A linha que chamou atenção foi essa: “Back when they was asking bout where Davison was at, now everybody got a blue 30 on they back” (algo como “quando perguntavam onde Davidson estava, agora todo mundo tem o 30 azul nas costas”). Mano, isso é genial. Davidson College — aquela faculdadezinha que ninguém conhecia até o Curry aparecer e destruir todo mundo no March Madness de 2008.

    Sinceramente, faz todo sentido. O Curry transformou Davidson numa marca global. Quantas pessoas não conheciam essa universidade antes dele fazer aquelas enterradas absurdas na NCAA? Hoje em dia todo fã de basquete sabe onde fica Davidson.

    Histórico de parcerias entre Drake e Curry

    Não é a primeira vez que o Drake manda um salve pro Chef Curry. Lembram daquele “Steph Curry with the shot boy” lá em 2014? Clássico. E quem esquece o “Golden State running practice at my house” no Summer Sixteen? Irônico que essa música saiu justamente antes dos Warriors perderem pros Cavs do LeBron em 2016.

    O que me chama atenção é como o Drake sempre soube escolher os lados. Ele é torcedor dos Raptors, mas reconhece talento quando vê. E convenhamos — o Curry mudou o jogo pra sempre. Quatro títulos da NBA não mentem.

    Vocês acham que essa proximidade com o Curry tem a ver com aquela treta antiga do Drake com o LeBron? Porque olha, não é coincidência ele exaltar um e alfinetar o outro no mesmo álbum.

    “Iceman” faz parte de uma trilogia que o Drake tá preparando, e os Raptors até ajudaram na promoção com aquelas cadeiras “iced out” num jogo em abril. O cara sabe fazer marketing, não vou mentir.

    E aí, pessoal — acham que vamos ter mais NBA nos próximos álbuns do Drake? Porque depois daquela treta épica com o Kendrick Lamar, parece que o homem tá voltando com tudo pra reconquistar o topo.

  • Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Olha, eu já vi muito jovem cheio de si no basquete, mas o AJ Dybantsa conseguiu me surpreender. O garoto que é cotado como número 1 do Draft de 2026 montou seu quinteto ideal da NBA atual e… bem, digamos que ele não teve papas na língua.

    Na combine de Chicago essa semana, Dybantsa soltou essa pérola: “LeBron de armador, Jokić no garrafão, eu na ala, Durant de ala-pivô e o Steph Curry de escolta — mas ele tá lá só pra arremessar de 3”.

    Só pra arremessar de 3? Cara, o Curry revolucionou o basquete moderno! O moleque falou como se o Chef fosse um Eric Gordon da vida, entende?

    A lógica meio torta do garoto

    Tá, vou ser justo com o Dybantsa. Tecnicamente, faz sentido você botar o LeBron organizando — o cara sempre foi um armador natural de 2,06m. E convenhamos, num time hipotético você quer a bola nas mãos do cara com mais QI de basquete da história, né?

    Mas reduzir o Curry a um “specialist” é de doer o coração. O homem tem duas MVPs, revolucionou o jogo e ainda por cima é clutch pra caramba. Sinceramente acho que o jovem AJ ainda não entendeu completamente o que torna o Steph especial.

    Um time cheio de problemas

    Agora vamos falar sério — esse quinteto seria um pesadelo defensivo. LeBron com 41 anos, Curry com 38, Durant com 37… O garoto Dybantsa seria praticamente um personal trainer tentando segurar a galera veterana em quadra!

    E outra: vocês conseguem imaginar o ego desse time? Cinco caras acostumados a ser a primeira opção ofensiva? Seria um reality show melhor que qualquer coisa da Netflix.

    O mais engraçado é que o Dybantsa se colocou de titular no meio desses monstros todos. A confiança é admirável, mas cara… humildade também é uma virtude, sabe?

    E aí, o que vocês acham? O moleque tem razão ou foi apenas mais um caso de prospect se achando o tal antes mesmo de pisar na NBA? Uma coisa é certa: ele vai precisar provar muito em quadra pra justificar esse papo todo!

  • Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr simplesmente assumiu o que todo mundo já sabia mas ninguém queria falar: a dinastia dos Warriors morreu. E olha, admiro a honestidade do cara.

    Em entrevista pra ESPN, o técnico foi cirúrgico: “O que tínhamos se foi, mas estamos tentando se agarrar nisso. Não sei se alguém realmente sabe se ainda existe.” Caramba, que declaração.

    A realidade bateu na porta

    Curry e Draymond Green ainda estão lá, mas vamos ser sinceros — são versões mais velhas, mais lentas e que se machucam mais fácil. Curry continua sendo um monstro, óbvio, mas até mesmo o maior jogador da história da franquia não consegue parar o tempo.

    Kerr renovou por mais duas temporadas, e sinceramente? Eu acho que ele sabe que vai ser pra acompanhar o fim dessa era. É meio que aquela situação onde você não consegue abandonar o barco, sabe? Ele mesmo admitiu que “não consegue ir embora”.

    A temporada acabou com derrota no play-in — que tristeza pra um time que já foi o terror da liga. Kerr chamou de “dinastia em declínio”, mas insiste que há “beleza na luta” de “tentar lutar até o último suspiro”.

    Marketing não gostou nada

    Uma coisa que me fez rir foi saber que o departamento de marketing pediu pro Kerr parar de falar sobre “morte” da dinastia enquanto eles tentavam vender temporadas. Imagina você tentando convencer o torcedor a renovar e o técnico falando que tudo acabou? (risos)

    Mas olha, eu prefiro essa honestidade brutal do que ficar vendendo ilusão. Kerr tá sendo real — eles não conseguem mais competir com os melhores do Oeste por uma série inteira de playoffs.

    O último suspiro de uma era

    Não é bem “The Last Dance” como foi com o Bulls de 98, mas tem um quê nostálgico nisso tudo. Kerr estava naquele time também, ironicamente. A diferença é que os Bulls tinham um objetivo claro de ganhar mais um título. Os Warriors de hoje? Estão só tentando permanecer competitivos.

    Joe Lacob e Mike Dunleavy ainda acreditam que com Curry podem bater qualquer um — talvez não por quatro séries seguidas, mas numa noite especial, quem sabe? Lembram da vitória contra o Clippers no play-in? Foram momentos assim que mantêm a esperança viva.

    Vocês acham que Curry ainda tem uma última campanha épica no tanque? Ou é melhor aceitar que essa fase dourada realmente acabou? Eu fico dividido entre a nostalgia e o realismo.

    Uma coisa é certa: Kerr decidiu ficar até o fim, mesmo sabendo que vai ser “bagunçado”. Respeito isso. Às vezes é melhor ir junto com o navio do que pular fora na primeira dificuldade.

  • Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Cara, quase perdemos o Steve Kerr! O técnico dos Warriors estava 95% decidido a pendurar as chuteiras após 12 temporadas no comando da franquia. Mas aí aconteceu algo que mudou tudo: a vitória épica sobre os Clippers no play-in.

    “Eu não vou embora”, disse Kerr para sua comissão técnica no vestiário depois da virada contra o Clippers. A esposa dele, Margot, mandou um texto dizendo exatamente a mesma coisa. Imagina a tensão!

    O drama interno que quase tirou Kerr da NBA

    Desde junho do ano passado, o técnico já vinha batendo papo com a família sobre aposentadoria. Na cabeça dele, a dinastia dos Warriors tinha chegado ao fim e ele não queria ser aquele cara que fica além da conta. Sabe como é, né? Ele viu o que aconteceu com o Gregg Popovich no Spurs — o cara simplesmente não conseguia largar o osso.

    “Percebi que ele não conseguia fazer isso”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia se afastar.”

    Mas olha só a ironia: Kerr quase caiu na mesma! Quando chegou o play-in, ele estava praticamente decidido. Até contou para a comissão técnica que a decisão estava quase batida. Só que daí rolou aquela virada absurda contra os Clippers, com Al Horford metendo quatro bolas de três seguidas e o Curry fazendo a jogada decisiva.

    A pressão da família e o papo com Curry

    Depois da vitória, Kerr foi direto na casa do Curry em Atherton para bater um papo franco com o craque. Conversou também com o dono Joe Lacob e o GM Mike Dunleavy. A filha dele, Maddy, deu uma bronca nele por ficar focando no que não gostava no trabalho ao invés das mil coisas boas. E a Margot queria que ele ficasse — até porque isso mantinha o filho Nick e a família por perto.

    “Treinar desbloqueou a melhor versão de mim mesmo”, confessou Kerr. “Acho que tenho medo de perder esse envolvimento diário e propósito que não só alimenta minha alma, mas me ajuda a lidar com minha dor crônica literal.”

    Sinceramente, dá para entender o dilema do cara. Lacob deixou claro que queria ele de volta, e os dois — mesmo depois de algumas divergências durante a temporada — concordaram que o que os Warriors construíram vale a pena ser protegido.

    O futuro ainda reserva surpresas?

    Kerr ligou para o Curry para contar a decisão, e os dois conversaram sobre os planos para frente. Até o Draymond Green entrou na jogada, indo no “Inside the NBA” repetir os temas de uma carta pessoal que Kerr tinha escrito para ele durante uma fase complicada da temporada.

    “Sou igualzinho ao Riley”, riu Kerr, fazendo referência à famosa incapacidade do Pat Riley de se afastar do basquete. E olha que não faltaram ofertas — tinha proposta para virar presidente de time e até voltar para a TV.

    “Eu não sou um cara de terno e gravata”, disse sobre comandar um front office. “Eu quero o apito.”

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Eu, particularmente, acho que os Warriors ainda têm lenha para queimar com essa dupla Curry-Kerr. Mas vai saber o que o futuro reserva para essa franquia…

  • Kerr fica! Por que renovar com o técnico foi a única saída dos Warriors

    Kerr fica! Por que renovar com o técnico foi a única saída dos Warriors

    Cara, os Warriors fizeram o óbvio — e era isso mesmo que tinha que ser feito. Steve Kerr renovado por mais dois anos, continuando como o técnico mais bem pago da liga. E olha, mesmo com todos os perrengues dos últimos anos, não tinha outra escolha melhor.

    Vou ser sincero com vocês: a relação entre Kerr e a diretoria não tava das melhores. Teve atrito sobre o Jonathan Kuminga, sobre esse papo de “duas linhas do tempo” que a galera tanto fala, e até sobre o estilo de jogo do time. Mas e daí? Qual era a alternativa?

    Quem diabos ia substituir o cara?

    Não tem ninguém disponível no mercado que chegue perto do currículo do Kerr. Quatro títulos da NBA, quarto técnico mais rápido da história a chegar nas 600 vitórias… O cara simplesmente sabe treinar basquete, mano.

    E olhem os exemplos recentes: aquela série contra o Houston nos playoffs — por mais que o Curry e o Thompson tenham jogado demais, quem ganhou aquilo foi o esquema tático do Kerr. Quando o Curry se machucou em janeiro, ele tirou leite de pedra desse elenco, fez o Podziemski e o Gui Santos evoluírem absurdamente.

    Ah, e o trabalho psicológico com o Draymond? Monstro. Todo mundo sabe que o Green tá em declínio, num time que não vai brigar por título, e Kerr conseguiu manter ele focado na temporada inteira. Isso é manejo de vestiário de altíssimo nível.

    Curry, Green e toda a panela querem ele lá

    Depois da eliminação no play-in, o próprio Curry falou: “Quero que o técnico esteja feliz, que acredite que é o cara certo pro trabalho”. O Draymond nem quis cogitar a possibilidade de não jogar mais sob comando do Kerr.

    Vocês acham que os Warriors iam contrariar os dois caras mais importantes da franquia? Claro que não.

    Joe Lacob, o dono, teve várias reuniões com Kerr nas últimas semanas e chegaram num acordo bom pra todo mundo. Dois anos de contrato, salário mais alto da liga para técnico. É investimento em estabilidade quando tudo tá meio caótico.

    A dinastia tá acabando, mas ainda dá pra aproveitar

    Vamos combinar uma coisa: os Warriors sabem que a festa tá chegando ao fim. O Curry não é eterno, o Green já não é mais aquele monstro defensivo, e o time precisa se reinventar.

    Mas é exatamente por isso que manter o Kerr faz sentido. O cara conhece essa organização de cabo a rabo, tem respeito da mídia, dos jogadores e da torcida. É o tipo de figura unificadora que você quer quando a coisa aperta.

    Ainda tem pergunta sem resposta, né? O que fazer com a pick da loteria que eles vão ter, como resolver os problemas ofensivos, se o Draymond vai exercer a opção de jogador… Mas pelo menos agora eles têm estabilidade no comando técnico.

    Na minha visão, foi a decisão mais sensata possível. E aí, vocês concordam ou acham que era hora de mudar mesmo?