Tag: Steve Kerr

  • NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    Olha, eu sempre achei que 82 jogos na temporada regular é coisa demais. E pelo jeito, até a própria NBA concorda comigo — pelo menos quando ninguém tá olhando.

    Segundo o Chris Mannix da Sports Illustrated, os caras da liga privadamente não conseguem argumentar contra uma temporada mais curta. O Steve Kerr e um monte de gente da mídia já vem batendo nessa tecla há um tempão, e faz todo sentido: menos jogos, menos lesões, jogadores mais descansados nos jogos que realmente importam.

    A matemática cruel do dinheiro

    Mas aí que mora o problema. Os executivos da NBA são rápidos pra lembrar de uma coisinha chamada grana. Menos jogos = menos receita. E a estimativa é brutal: cerca de 20% de perda de faturamento.

    Cara, eu entendo a lógica de negócio, mas sinceramente acho que eles tão pensando pequeno. Uma temporada mais enxuta poderia valorizar cada jogo individual — imagina se cada partida valesse mais porque tem menos delas? Os ingressos poderiam custar mais caro, a audiência seria maior…

    Pra isso rolar, a NBA e o sindicato dos jogadores (NBPA) teriam que sentar e negociar numa boa. E convenhamos, convencer todo mundo a abrir mão de 20% da receita no curto prazo não vai ser moleza.

    O exemplo da NFL que incomoda

    O que me mata é ver a NFL sendo a liga esportiva mais valiosa do mundo jogando apenas 17 partidas na temporada regular. Dezessete! E eles ainda querem expandir pra 18. Enquanto isso, a NBA fica aí com seus 82 jogos, vendo estrela atrás de estrela se machucando por causa do desgaste.

    A liga até tentou ser mais esperta com os calendários — reduziu os back-to-backs (jogos em noites seguidas) e essas maluquices de 4 jogos em 6 noites. Mas é aquele remendo no problema, não a solução real.

    E tem outro detalhe que complica tudo: a NBA acabou de assinar um contrato de mídia gigantesco — 11 anos, 76 bilhões de dólares com ESPN, NBC e Amazon até 2036. Vocês acham que essas emissoras vão topar receber menos conteúdo pelo mesmo preço?

    No fim das contas, é aquela briga eterna entre o que faz sentido pro esporte e o que faz sentido pro bolso. Mas eu tô aqui torcendo pra que um dia a liga tenha coragem de apostar numa temporada mais curta e mais valiosa. Quem sabe 60 jogos? E aí, o que vocês acham — vale a pena o risco?

  • Curry calou a boca dos críticos: 35 pontos e Warriors vivos no Play-In

    Curry calou a boca dos críticos: 35 pontos e Warriors vivos no Play-In

    Cara, tem noite que é pra calar boca mesmo. E ontem foi uma delas.

    Stephen Curry simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo por que os Warriors estavam certos em apostar nele pro Play-In. 35 pontos numa vitória épica de 126-121 contra os Clippers. E olha que o bicho tava voltando de uma lesão no joelho que o deixou fora por 27 jogos!

    Steve Kerr não perdoou os haters

    O técnico foi direto ao ponto no pós-jogo: “É por isso que o Steph voltou”. Simples assim. Durante semanas ficaram enchendo o saco dizendo que era melhor poupar o cara pro ano que vem, que não valia a pena forçar… Pois é, toma essa aí.

    Eu sinceramente não entendo como alguém pode sugerir deixar o Curry de fora numa situação dessas. O cara é o Chef por um motivo — quando a coisa aperta, ele cozinha todo mundo. E foi exatamente isso que rolou ontem.

    Os Warriors estavam perdendo e precisavam de uma virada épica no último quarto. Adivinha quem apareceu pra resolver? Exato. Curry com 35 pontos, arremessos absurdos de 3 e aquela cara de “já era” que a gente conhece bem.

    Draymond também mandou a real

    Green, que teve uma noite monstro na defesa (até o Kawhi Leonard elogiou depois), falou uma verdade que todo fã de Warriors sabe: “Quando o Steph tá em quadra, você sempre tem chance”.

    E não é que é verdade mesmo? Por mais que o time tenha envelhecido, por mais que as lesões tenham atrapalhado a temporada toda, quando o 30 resolve jogar daquele jeito, qualquer coisa pode acontecer. É diferente de qualquer outro cara na liga.

    O mais louco é que Kerr disse que essa foi uma das vitórias favoritas dele em mais de uma década comandando Golden State. Imagina só — o cara já ganhou quatro títulos e ainda assim fica emocionado com uma vitória no Play-In. Isso mostra o quanto essa temporada foi difícil pra eles.

    “Tem um motivo pra gente ter quatro campeonatos”, disse Kerr. “Foi uma demonstração linda de vontade competitiva.” Olha, eu arrepio só de pensar no que pode rolar nos próximos jogos se o Curry continuar assim.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem fazer mais uma dessas mágicas ou foi só um último suspiro? Eu tô começando a acreditar que ainda tem lenha pra queimar nesse grupo. Principalmente com o Chef voltando no ponto certo da temporada.

  • Kerr pode estar fazendo seu último jogo no Warriors hoje

    Kerr pode estar fazendo seu último jogo no Warriors hoje

    Olha só que situação doida: Steve Kerr pode estar comandando o Golden State Warriors pela última vez HOJE. É isso mesmo que vocês leram.

    O Warriors enfrenta o Clippers hoje à noite num jogo eliminatório do play-in, e acabamos de descobrir que o futuro do Kerr como técnico não vai ser resolvido logo depois da temporada acabar. Ele quer ter “conversas sobre o panorama geral” antes de tomar qualquer decisão definitiva.

    A situação tá tensa demais

    Cara, o timing disso é quase cinematográfico. O cara que transformou o Warriors de azarão em dinastia — mudando o basquete pra sempre, diga-se de passagem — tá no último ano de contrato. E vai comandar um time quebrado (37-45 na temporada regular) em Los Angeles, numa partida que se perder, já era.

    Pensa na pressão que é isso. Kerr tá lá há mais de uma década, ganhou quatro títulos, criou aquele ataque mágico que todo mundo copia hoje. A forma como ele aproveitou a gravidade do Curry pra abrir espaço pro resto do time? Genial. Parecia que ia durar pra sempre.

    Só que agora ele tá treinando um time que mal conseguiu se arrastar pela temporada regular, perdendo o Jimmy Butler e o Moses Moody por lesão. E o mais louco: Kerr QUER ficar no Warriors. Ele mesmo disse que adoraria continuar, mas também admitiu que a situação tá fluida.

    Jogo com peso extra

    Então hoje não é só Warriors x Clippers pelo direito de avançar. É o Steve Kerr possivelmente comandando pela última vez um time que ele construiu, numa partida que pode acabar com a temporada antes mesmo dessas “conversas maiores” acontecerem.

    Na minha visão, isso adiciona uma camada extra de drama que já não precisava existir. Imaginem o Kerr ali na lateral, sabendo que pode ser o último jogo dele com essa camisa? Pesado.

    E aí, vocês acham que o pedigree de campeão do Kerr (cinco títulos como jogador, quatro como técnico) vai ser suficiente pra entregar mais uma vez quando tudo tá em jogo? Porque uma coisa é certa: sucesso no passado não garante emprego no presente, e o Kerr sabe disso melhor que ninguém.

    Hoje descobrimos se a magia ainda funciona quando as costas estão contra a parede.

  • Kerr explica por que Curry terá minutos limitados no play-in

    Kerr explica por que Curry terá minutos limitados no play-in

    Olha, eu não vou mentir — quando vi que o Curry ia ter restrição de minutos no play-in, meu coração apertou um pouco. Cara voltou de uma lesão no joelho que o tirou de 27 jogos seguidos, e agora os Warriors precisam dele mais do que nunca contra os Clippers.

    Steve Kerr foi bem direto ao explicar a situação na rádio. Não é questão de querer limitar o cara por estratégia — é literalmente porque ele não consegue aguentar mais minutos e manter a eficiência. “Não é sobre o quanto queremos ganhar, é sobre quantos minutos os caras conseguem literalmente jogar e continuar efetivos”, disse o técnico.

    A realidade da situação

    E não é só o Curry não. Al Horford e Kristaps Porzingis também estão na mesma situação. Kerr foi claro: é uma mistura de condicionamento físico e risco de lesão. “As duas coisas andam juntas”, explicou.

    Cara, eu entendo a preocupação do Kerr. O Curry tem 36 anos e acabou de voltar de uma lesão séria. Forçar a barra agora pode significar perder ele de vez nos playoffs — se é que chegarem lá.

    O dilema dos Warriors

    A situação é complicada, né? Os Warriors estão na 10ª posição e vão enfrentar os Clippers amanhã. Se ganharem, pegam os Suns na sexta pela 8ª colocação. Mas como você joga um jogo eliminatório com seu melhor jogador limitado?

    Na minha opinião, é um risco calculado. Melhor ter 25-30 minutos de Curry efetivo do que 40 minutos de um cara que não consegue produzir no final do jogo. E sinceramente? Depois de tudo que esse time já passou, eles sabem como gerenciar essas situações.

    Vocês acham que os Warriors conseguem passar dos Clippers mesmo com essas limitações? Eu tô torcendo, mas confesso que tô nervoso com essa história toda.

  • Curry com restrição de minutos no play-in? Kerr tá louco!

    Curry com restrição de minutos no play-in? Kerr tá louco!

    Gente, eu não sei se rio ou choro com essa notícia. Steve Kerr confirmou que vai limitar os minutos do Curry, Porzingis e Al Horford no jogo mais importante da temporada dos Warriors. Isso mesmo — no play-in contra os Clippers, onde uma derrota significa fim de papo, o técnico vai segurar os caras em menos de 40 minutos!

    Olha, eu entendo que o Curry tá com problemas no joelho desde o início da temporada. O Horford também tá sofrendo com a panturrilha, e tanto o Porzingis quanto o Draymond Green estão com dores nas costas. Mas cara, é literalmente vida ou morte aqui.

    Warriors na corda bamba

    Golden State conseguiu a última vaga do play-in com apenas 37 vitórias em 82 jogos. Sinceramente? Já é um milagre eles estarem aí. E agora vão enfrentar justamente os Clippers, que bateram neles por 115 a 110 no último jogo da temporada regular no domingo.

    A situação fica ainda mais tensa quando você lembra que o Jimmy Butler está fora desde janeiro por causa da lesão no joelho. O time já tá desfalcado, e agora ainda por cima vai jogar com o freio de mão puxado?

    Kerr vs NBA: a briga continua

    O mais interessante é que o próprio Kerr tem batido o pé contra o calendário maluco da NBA. Em março, ele mandou a real: “Sei que essa não será uma opinião popular no escritório da liga, mas vou continuar dizendo porque é óbvio que precisamos jogar menos jogos — precisamos tirar 10 jogos do calendário.”

    E olha, o cara tem razão. Seria uma liga mais competitiva e saudável se jogassem menos. Mas no fim das contas, dinheiro fala mais alto, né?

    Do outro lado, os Clippers pouparam o Kawhi Leonard nos últimos jogos da temporada regular justamente pra ele chegar inteiro no play-in. E Leonard teve uma temporada monstro: 27.9 pontos, 6.4 rebotes e 3.6 assistências por jogo em 68 partidas. Depois de jogar apenas 37 jogos na temporada passada por lesão, o cara voltou com tudo.

    Vocês acham que Kerr tá certo em poupar os jogadores numa situação dessas? Ou é hora de partir pra cima de vez, lesão ou não? Eu confesso que fico dividido — por um lado, saúde em primeiro lugar. Por outro, é agora ou nunca pros Warriors.

  • Curry com minutos limitados no jogo da vida ou morte dos Warriors

    Curry com minutos limitados no jogo da vida ou morte dos Warriors

    Cara, a situação dos Warriors tá complicada mesmo. Stephen Curry vai jogar com restrição de minutos no play-in contra os Clippers na quarta-feira — justamente no jogo que pode acabar com a temporada de Golden State.

    Steve Kerr confirmou que Curry, junto com Kristaps Porzingis e Al Horford, não vai passar dos 40 minutos na quadra. Isso num jogo de vida ou morte, hein? A pressão tá absurda.

    Warriors quebrados chegam ao limite

    O time de Golden State conseguiu a última vaga do play-in com uma campanha de apenas 37 vitórias e 45 derrotas. Sinceramente? Uma temporada pra esquecer mesmo.

    E olha só a situação dos caras: Curry vem lidando com problemas no joelho a temporada inteira, Jimmy Butler rompeu o ligamento cruzado em janeiro, Horford tá com lesão na panturrilha, e Draymond Green junto com Porzingis estão com dores nas costas. É muita coisa, né?

    O pior é que isso é uma revanche. Os Clippers já bateram os Warriors por 115-110 no último jogo da temporada regular. Se perderem de novo, era isso — temporada encerrada.

    Kerr detona a NBA (mais uma vez)

    Steve Kerr não tá nem aí e continua metendo o pau na liga. O cara falou em março que a NBA precisa tirar 10 jogos do calendário regular porque tá todo mundo se machucando.

    “Eu sei que essa não vai ser uma opinião popular no escritório da liga, mas vou continuar falando porque é óbvio que precisamos jogar menos jogos”, disparou Kerr. E eu concordo com ele — 82 jogos é loucura mesmo.

    Na minha visão, os Warriors tão pagando o preço de anos tentando gerenciar os minutos dos veteranos. Curry, Green, todos esses caras não são mais os mesmos de 2016.

    Clippers descansados e prontos

    Do outro lado, Kawhi Leonard descansou nos jogos finais se preparando justamente pra esse momento. O cara fez uma baita temporada — média de 27,9 pontos, 6,4 rebotes e 3,6 assistências em 68 jogos.

    Pra vocês terem ideia, Leonard jogou apenas 37 partidas na temporada passada por causa de lesões. Agora ele tá inteiro e os Warriors vão enfrentar isso com meio time no departamento médico.

    Vocês acham que os Warriors conseguem essa classificação mesmo com todas essas limitações? Porque eu tô bem cético, não vou mentir.

  • Kerr alerta sobre ‘malandragem’ do Kawhi antes do Warriors x Clippers

    Kerr alerta sobre ‘malandragem’ do Kawhi antes do Warriors x Clippers

    Olha, o Steve Kerr não tá para brincadeira quando o assunto é Kawhi Leonard. O técnico dos Warriors sabe muito bem que quarta-feira vai ser um inferno contra os Clippers no play-in, e já tá preparando o time para as “artimanhas” do Kawhi na linha de lance livre.

    E cara, que temporada absurda o Kawhi teve! 27.9 pontos, 6.4 rebotes e ainda por cima acertando 38.7% dos arremessos de 3. Números de MVP, sem dúvida nenhuma. O cara simplesmente decidiu que ia jogar mais rápido e chutar mais de longe — e deu certo demais.

    A tática que deixa Kerr preocupado

    Mas o que mais chamou atenção na coletiva do Kerr foi ele falando abertamente sobre como o Kawhi “vai tentar muito ser faltado”. Nas palavras dele: “Ele vai fazer aquela coisa da NBA que vários jogadores fazem. O próprio Podziemski faz isso pra gente”.

    Sinceramente? Achei genial essa franqueza do Kerr. Ele basicamente disse que o Kawhi vai usar as regras a favor dele — e todo mundo que assiste NBA sabe exatamente do que ele tá falando. Aqueles contatos forçados, aqueles arremessos “naturais” que acabam em falta… 89.2% de aproveitamento nos lances livres não é brincadeira.

    O Curry também não tá iludido: “Você pode fazer sua melhor defesa possível e ele ainda vai fazer os números dele. É sobre como ele consegue esses pontos e fazer ele trabalhar”.

    Histórico recente é assustador

    E os números contra os Warriors são de arrepiar. O Kawhi ganhou 5 dos últimos 6 jogos como Clipper contra Golden State. Pior ainda: os Clippers venceram 10 dos últimos 11 confrontos desde dezembro de 2023. Dez de onze, gente!

    Lembro até hoje daquele jogo no último dia da temporada regular que mandou um time direto pro playoff e outro pro play-in. Vitória dos Clippers por 124-109 na prorrogação — e adivinha quem foi o protagonista?

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem parar essa sangria? O jogo é quarta às 23h no Amazon Prime, e quem perder vai pra casa. Pressão total.

    Na minha opinião, vai ser um jogaço. O Warriors tem experiência de sobra em jogos decisivos, mas esse Kawhi tá numa forma absurda. E convenhamos — quando ele decide que vai dominar um jogo, é muito difícil parar o homem.

  • NBA pode ter até 12 trocas de técnico – A faxina vem aí!

    NBA pode ter até 12 trocas de técnico – A faxina vem aí!

    Olha, se vocês acham que a temporada regular da NBA é movimentada, esperem só pra ver o que vem por aí na offseason. Fontes da liga estão falando que podemos ter entre 8 a 12 mudanças de técnico — isso é mais de um terço dos times! Absurdo.

    “Vão ser de 8 a 12 mudanças”, disse uma fonte com conhecimento direto do mercado de técnicos. Cara, isso é praticamente uma revolução no banco de reservas da liga inteira.

    O cenário atual já tá pegando fogo

    Até agora, só tivemos duas mudanças “oficiais” na offseason: os Knicks trocaram Tom Thibodeau pelo Mike Brown (que saída inesperada, não é?), e o Phoenix mandou o Budenholzer embora pra colocar o Jordan Ott no lugar.

    Mas a temporada foi uma loucura mesmo. Memphis demitiu o Taylor Jenkins bem antes dos playoffs, Denver fez o mesmo com Michael Malone. Os dois times promoveram os assistentes — Tuomas Iisalo e David Adelman, respectivamente — e mantiveram eles no cargo. Sacramento e San Antonio também efetivaram Doug Christie e Mitch Johnson, que começaram como interinos.

    E tem mais coisa pegando fogo por aí. Os Pelicans demitiram Willie Green no meio da temporada, deixando James Borrego tocando o barco. Situação complicada também em Portland, onde Tiago Splitter assumiu enquanto Chauncey Billups tá afastado por causa daquela investigação federal de apostas — que situação bizarra, né?

    Os técnicos na corda bamba

    Doc Rivers já falou abertamente sobre a possibilidade de sair do Milwaukee. Sinceramente? Depois da temporada que os Bucks fizeram, não duvido nada. O time tinha tudo pra brigar pelo título e… bem, vocês viram no que deu.

    Jamahl Mosley no Orlando Magic também tá com o futuro incerto. Os caras tinham expectativa alta depois da evolução do Paolo Banchero, mas a temporada foi decepcionante mesmo.

    E Steve Kerr? O cara que ganhou 4 títulos com Golden State tá entrando na offseason sem contrato garantido pra 2026-27. Imaginem só — um dos técnicos mais vitoriosos da última década pode estar procurando emprego.

    A faxina que vem por aí

    Na minha opinião, essa quantidade de mudanças faz sentido. A liga tá cada vez mais competitiva e os donos de franquia não têm paciência quando o time não atinge as expectativas. É cruel? Talvez. Mas é a realidade do esporte profissional.

    O que me impressiona é a magnitude. 8 a 12 mudanças significa que praticamente 40% da liga vai estar com técnico novo na próxima temporada. Isso vai mexer completamente com a dinâmica dos times.

    E aí, galera — vocês acham que essa revolução nos bancos vai resultar em jogos melhores ou só vai criar mais instabilidade? Porque uma coisa é certa: a offseason de 2025 vai ser histórica pra posição de head coach na NBA.

  • Moses Moody se machuca feio e deixa Warriors em choque na vitória

    Moses Moody se machuca feio e deixa Warriors em choque na vitória

    Cara, que noite bizarra para os Warriors. Eles conseguiram bater o Dallas Mavericks por 137-131 na prorrogação, mas sinceramente? Ninguém tava comemorando no final. O Moses Moody se machucou de uma forma que deu um nó no estômago de todo mundo que tava assistindo.

    O moleque tinha acabado de voltar de uma lesão no pulso — 10 jogos fora, imagina a ansiedade pra voltar a jogar. E aí ele vai lá e faz um jogaço: 23 pontos em 34 minutos, defendendo absurdamente bem, mudando completamente o ritmo da partida. Tava sendo o melhor em quadra, monstro.

    A lesão que parou tudo

    Mas aí veio aquela cena que ninguém quer ver. Numa jogada de contra-ataque aparentemente normal, o Moody caiu no chão e você sabia na hora que tinha algo muito errado. Lesão sem contato no joelho esquerdo — do tipo que faz todo mundo parar de respirar por uns segundos.

    O Draymond Green abraçou ele enquanto saía de maca. Silêncio total na arena. Você já viu essas cenas antes e nunca é fácil, especialmente com um cara jovem como o Moses, que tava só começando a mostrar todo seu potencial.

    “A gente não sabe o que é, mas com certeza pareceu feio”, disse o Steve Kerr depois do jogo. E olha, quando o técnico fala assim, você sabe que a coisa tá séria mesmo.

    Warriors já cansados de lesão

    O que mais me deixa puto é que os Warriors já estão calejados com essas paradas. Quantas vezes esse time não perdeu jogadores importantes por lesão? E agora o Moody, que é uma peça fundamental pro futuro da franquia.

    “É brutal, vocês sabem que a gente tava esperando todo mundo voltar saudável”, desabafou o Draymond na entrevista pós-jogo. “Moses é um cara que faz tudo certo… e ele mudou o jogo pra gente hoje à noite.”

    E não é papo furado do Dray não. O garoto tava realmente fazendo a diferença. Pressão na defesa, arremessos importantes caindo, energia contagiante. Tudo que você quer de um ala jovem em desenvolvimento. E aí… essa.

    Jonathan Kuminga, que nem joga mais com ele, postou uma reação nas redes que mostrava como todo mundo ficou abalado. Essa é a parte mais humana do esporte — independente de rivalidade ou time, ninguém quer ver um atleta se machucar assim.

    Agora é esperar e torcer

    Por enquanto é só especulação, mas todo mundo que acompanha basquete sabe que lesão de joelho sem contato raramente é coisa simples. O Warriors vão fazer todos os exames possíveis, mas a cara do Kerr falando sobre o assunto já dizia tudo.

    Vocês acham que o Moses consegue se recuperar bem dessa? Porque, sinceramente, ele tava numa crescente absurda e seria uma pena ver a carreira dele ser prejudicada por essas lesões seguidas. O cara tem potencial pra ser um dos melhores alas da liga nos próximos anos.

    Agora é torcer pra que seja menos grave do que pareceu. Força, Moses!

  • Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Iguodala choca: MVP das Finais pelos Warriors ‘não significou nada’

    Cara, essa é dessas declarações que te fazem parar tudo e pensar: será que eu ouvi direito? Andre Iguodala, aquele mesmo que foi MVP das Finais de 2015 pelos Warriors contra o LeBron e os Cavs, mandou a real no podcast “Roommates Show” dos caras do Knicks. E olha, a resposta dele quando perguntaram o que aquele prêmio significou pra ele foi de quebrar o queixo:

    “Sinceramente? Nada.”

    Nada. O cara que saiu do banco e virou herói nas três últimas partidas da série, que freou o LeBron quando ninguém conseguia, que foi FUNDAMENTAL pro primeiro título dos Warriors na era moderna… e fala que não significou nada.

    O sacrifício que ninguém vê

    Mas calma, antes de sair xingando o Iguodala, deixa eu explicar o raciocínio do monstro. Ele tava falando da dificuldade de ser “aquele cara” do time – sabe, o que faz a parada funcionar mas que estatisticamente não aparece tanto.

    “Todo time precisa ter aquele cara que vai se sacrificar pelo bem maior da equipe. Mas aí todo mundo vai pegar os seus números e receber bem, menos você”, disse ele. E mano, isso é real demais. Durante a temporada regular de 2014-15, o Iggy fez apenas 7,8 pontos por jogo. Saindo do banco, fazendo o trabalho sujo.

    Na minha visão, isso é uma das maiores injustiças do basquete moderno. O cara que faz a defesa, que conecta as jogadas, que aceita um papel menor pelo time… na hora da renovação, os GMs só olham os números no papel. “Sete pontos? Qualquer um faz isso.” Não, chefe. Não faz não.

    A luta interna que quase mudou tudo

    Agora vem a bomba: Iguodala quase pediu trade três vezes durante aquela temporada. Três vezes! O Steve Kerr chegou pro cara e falou “você é melhor saindo do banco” depois de um pré-temporada absurdo. Imagina a frustração.

    “Eu achava que era o segundo melhor jogador do time depois da pré-temporada”, contou ele. “Nunca tinha saído do banco na carreira. É um ritmo completamente diferente.”

    E olha que ironia: o cara ficou desconfortável a temporada toda, só foi se encontrar mesmo na terceira rodada dos playoffs. Daí nas Finais? Monstro total. 16,3 pontos, 5,8 rebotes e 4,0 assistências por jogo contra os Cavs. E mais importante que os números: ele foi quem conseguiu incomodar de verdade o LeBron naquele período.

    Vocês acham que o Iguodala tem razão em minimizar o prêmio assim? Eu entendo o ponto dele sobre o sacrifício, mas cara… MVP das Finais da NBA é MVP das Finais da NBA. Não dá pra fingir que isso não é gigante.

    No final das contas, o próprio Iggy admite que “funcionou do jeito que tinha que funcionar”. E funcionou mesmo – aquele título de 2015 foi só o começo da dinastia Warriors. Mas essa declaração dele mostra o lado mais humano de uma das conquistas mais icônicas da década passada. Às vezes o que parece um sonho realizado por fora pode ser bem mais complicado por dentro.