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  • Bucks apostam PESADO em Taylor Jenkins: contrato de 6 anos

    Bucks apostam PESADO em Taylor Jenkins: contrato de 6 anos

    Gente, o Milwaukee Bucks não tá brincando em serviço. Enquanto todo mundo fica especulando sobre o futuro do Giannis, a franquia foi lá e fechou um contrato de SEIS ANOS com Taylor Jenkins para ser o novo técnico. Seis anos, cara! Isso é comprometimento de verdade.

    E não é só a duração que impressiona — segundo o The Athletic, o cara vai embolsar mais de US$ 10 milhões por temporada. Olha, eu sabia que técnico da NBA ganhava bem, mas isso aí é outro nível. Até o Abel Ferreira deve estar com inveja!

    Uma aposta em quem conhece playoffs

    Sinceramente? Acho que os Bucks fizeram a escolha certa. O Jenkins pode não ter dirigido nenhum time na temporada passada (foi demitido pelo Memphis no final de 2024), mas o currículo fala por si só. Em quase seis anos no comando dos Grizzlies, ele teve um retrospecto de 250 vitórias e 214 derrotas — nada mal para um time que ainda estava se construindo.

    Mas o que mais me impressiona são as três classificações para os playoffs. Lembrem que estamos falando do Memphis, não dos Lakers ou Celtics. Conseguir levar aquele time jovem dos Grizzlies para a pós-temporada três vezes é trabalho de gente boa mesmo.

    O futuro do Giannis na mesa

    Agora vem a pergunta de um milhão de dólares: será que essa contratação vai influenciar a decisão do Giannis sobre ficar ou não? Porque vamos combinar — não faz sentido dar um contrato de seis anos para um técnico se você não tem certeza de que vai manter sua maior estrela.

    Na minha opinião (e posso estar viajando), esse movimento dos Bucks é um recado claro para o Greek Freak: “Olha, estamos construindo algo sólido aqui. Fica com a gente.” Vocês acham que essa estratégia vai funcionar?

    Uma coisa é certa — com o Jenkins no comando e hopefully o Giannis renovando, Milwaukee pode voltar a sonhar alto. Mas aí só o tempo vai dizer se essa aposta de US$ 60 milhões vai valer a pena.

  • Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Olha, essa situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O co-proprietário dos Bucks, Jimmy Haslam, veio a público dizer que quer resolver o futuro do Greek Freak antes do Draft da NBA do mês que vem. E cara, pelo tom da conversa, parece que não é só o Giannis quem vai decidir se fica ou não.

    Durante a apresentação do novo técnico Taylor Jenkins (que inclusive já trabalhou com o Giannis quando era assistente), Haslam foi bem direto: “Se o Giannis vai jogar em outro lugar, a gente precisa de muitos assets. Se ele fica, construímos o time de forma diferente.” Meio óbvio, né? Mas o que me chamou atenção foi ele falar como se a decisão fosse tanto dos Bucks quanto do próprio jogador.

    A pressão tá aumentando

    Giannis sempre deixou claro que gosta de Milwaukee, mas quer jogar numa franquia comprometida com o título. E depois de uma temporada 32-50 — que quebrou uma sequência de nove playoffs consecutivos — é compreensível que ele esteja questionando se os Bucks ainda têm esse comprometimento.

    O monstro de 31 anos pode assinar uma extensão de quatro anos e 275 milhões de dólares em outubro. Se não assinar, vira agente livre na temporada que vem. Mas Haslam não quer esperar até lá. “Nas próximas seis ou sete semanas, vamos decidir se o Giannis vai assinar um contrato máximo e ficar conosco, ou se vai jogar em outro lugar”, disse o dirigente.

    Jenkins no meio da turbulência

    Imagina a situação do Taylor Jenkins? Cara chega pra ser o quarto técnico dos Bucks em cinco temporadas (sem contar interinos) e já tem que lidar com essa bomba. Ele vem do Memphis Grizzlies, onde fez um trabalho legal mas foi demitido no final da temporada passada.

    Jenkins disse que já conversou com o Giannis desde que assumiu e que o jogador demonstrou “tremenda empolgação” por ele e sua família. Pelo menos isso é um bom sinal, né? Os dois já tinham uma boa relação de quando Jenkins era assistente em Milwaukee na temporada 2018-19, quando Giannis ganhou seu primeiro MVP.

    Sinceramente, acho que essa pressão toda antes do Draft faz sentido. Se o Giannis sair mesmo, os Bucks precisam se preparar pra uma reconstrução completa. Eles têm uma escolha de loteria este ano (a própria ou a de New Orleans, seja qual for a pior), e isso pode ser crucial dependendo da decisão do Greek Freak.

    E vocês, acham que o Giannis aguenta mais uma temporada de incerteza em Milwaukee? Ou será que é hora dele procurar novos ares mesmo? Uma coisa é certa: essa definição vai mexer com todo o mercado da NBA.

  • Dono dos Bucks põe prazo para Giannis: 6 semanas pra decidir o futuro

    Dono dos Bucks põe prazo para Giannis: 6 semanas pra decidir o futuro

    Olha, a situação do Giannis em Milwaukee tá ficando séria mesmo. O dono dos Bucks, Jimmy Haslam, finalmente botou as cartas na mesa: eles têm de 6 a 7 semanas pra resolver se o Greek Freak fica ou não na franquia.

    Cara, imagina a pressão. Estamos falando do cara que trouxe o segundo título da história dos Bucks — o primeiro em 50 anos! — e agora pode estar de saída. Sinceramente, eu não esperava que chegasse nesse ponto, mas aqui estamos.

    O novo técnico e a ausência do Giannis

    O que mais me chamou atenção foi saber que o Giannis não participou da escolha do novo técnico, Taylor Jenkins. Gente, isso é meio estranho, não é? Normalmente os astros têm pelo menos uma conversa com os candidatos a treinador. O GM Jon Horst tentou amenizar dizendo que “não foi sobre Giannis ou não Giannis”, mas convenhamos… quando seu melhor jogador não participa de uma decisão dessas, algo tá acontecendo nos bastidores.

    Por outro lado, Jenkins já conversou com o Giannis depois de ser contratado e disse que a comunicação foi “tremendous” (como eles falam por lá). Será que rola uma química entre os dois?

    Rumores de trade que não param

    Os rumores de troca do Giannis já rolam há algumas temporadas, mas essa season foi diferente. A conversa com os Knicks no verão passado — que não deu em nada — acabou virando uma bola de neve. Todo dia era uma especulação nova.

    O mais louco é que o próprio Giannis sempre disse que nunca pediria uma troca. Deixou a decisão totalmente nas mãos da franquia. Na minha visão, isso é até mais complicado pro Milwaukee — imagina ter que decidir se troca ou não o melhor jogador da história da franquia?

    Haslam foi bem direto: “Faremos o que é melhor para o Giannis e o que é melhor para a organização. Não sabemos se ele vai ficar conosco ou não, mas vamos resolver isso com ele nas próximas semanas.”

    O que esperar daqui pra frente?

    Com US$ 121,2 milhões restantes no contrato (incluindo uma player option de US$ 62,7 milhões no verão que vem), o Giannis tem poder de decisão. Mas será que ele quer mesmo sair de Milwaukee?

    Olha, eu tenho minhas dúvidas. O cara construiu um legado lá, ganhou dois MVPs, um título… Mas se a franquia não conseguir montar um time competitivo ao redor dele, é compreensível que queira buscar novos ares.

    E vocês, acham que o Giannis fica em Milwaukee ou é hora de uma mudança radical? Essas próximas semanas vão ser decisivas, e eu tô aqui na torcida pra que seja qual for a decisão, seja a melhor pra carreira de um dos maiores jogadores da atualidade.

  • Taylor Jenkins volta aos Bucks ganhando mais de R$ 50 milhões por ano

    Taylor Jenkins volta aos Bucks ganhando mais de R$ 50 milhões por ano

    Olha, quando eu vi essa notícia quase cuspi o café. Taylor Jenkins assinou com o Milwaukee Bucks por mais de 10 milhões de dólares anuais pra ser o novo técnico. Isso é mais de 50 milhões de reais por ano, gente! Pra colocar em perspectiva: o cara vai ganhar mais em um ano do que muito jogador brasileiro de elite ganha na carreira inteira.

    Jenkins agora faz parte do seleto grupo dos técnicos mais bem pagos da NBA. Tá atrás só dos monstros Steve Kerr (17,5 milhões com o Warriors) e Erik Spoelstra (15 milhões no Heat). Pra vocês terem noção da disparidade, Doug Christie ganha “apenas” 2 milhões no Kings. É a diferença entre andar de Ferrari e de Corolla.

    A volta pra casa faz sentido

    E aqui que a história fica interessante — Jenkins não é novato em Milwaukee. Cara trabalhou como assistente do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, exatamente quando o Giannis tava explodindo pro estrelato. Imagina a confiança que os caras devem ter nele pra pagar essa bolada?

    Sinceramente, acho que foi uma jogada esperta dos Bucks. Jenkins conhece a casa, conhece a cultura, e principalmente: conhece o Giannis. Com toda essa incerteza sobre o futuro do Greek Freak em Milwaukee, contratar alguém que já tem essa conexão pode ser o diferencial.

    Saiu do Memphis direto pro jackpot

    O mais louco é que Jenkins passou a temporada passada “encostado” depois que o Memphis dispensou ele no finalzinho da temporada 2024-25. Seis anos construindo um programa competitivo no Grizzlies, chegando nos playoffs consistentemente, e de repente… tchau.

    Mas olha como o basquete dá voltas, né? Um ano longe das quadras e agora volta ganhando uma fortuna pra treinar um dos melhores jogadores do planeta. Doc Rivers foi demitido e abriu essa oportunidade de ouro.

    E aí, vocês acham que Jenkins vai conseguir segurar o Giannis em Milwaukee? Porque vamos combinar: com esse salário todo, a pressão vai ser absurda desde o primeiro dia.

  • Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Os Bucks finalmente bateram o martelo. Taylor Jenkins é o novo técnico de Milwaukee, e cara… que contratação interessante. O ex-comandante dos Grizzlies chega pra tentar tirar essa franquia do buraco depois de uma temporada desastrosa de 50 derrotas.

    Olha, vou ser sincero com vocês: Jenkins não é exatamente o nome que eu esperava. O cara tem 41 anos, vem de ser demitido no meio da temporada em Memphis (com 9 jogos restantes, imagina a situação), mas também não dá pra ignorar que ele levou os Grizzlies pros playoffs três anos seguidos entre 2021-23.

    O histórico que pesa a favor

    A real é que Jenkins já conhece a casa. Ele foi assistente do Budenholzer em Milwaukee na temporada 2018-19, quando os Bucks fizeram incríveis 60-22 na temporada regular. E adivinha quem ganhou o primeiro MVP naquele ano? Exato, o Giannis. Isso pode ser um fator importante pra chemistry entre os dois.

    Antes de Memphis, Jenkins rodou por Atlanta também como assistente do Bud, então experiência ele tem. O recorde de 250-214 nos Grizzlies não é de chorar não – são números sólidos, principalmente considerando que ele pegou um time em reconstrução e transformou numa força no Oeste.

    A pressão do Giannis

    Mas vamos ao que realmente importa: essa contratação consegue convencer o Greek Freak a ficar? Porque o elefante na sala tem 2,11m e pode virar agente livre depois da próxima temporada se não assinar a extensão de 4 anos e US$ 275 milhões em outubro.

    Giannis já deixou claro que vai “sentar com a família” pra decidir o futuro. Sinceramente? Se eu fosse ele, também estaria pensando duas vezes depois de ver o time fazer apenas 32 vitórias e quebrar uma sequência de nove playoffs consecutivos.

    Jenkins tem tudo pra dar certo – é jovem, conhece a organização, tem experiência com estrelas (Ja Morant que o diga), e os próprios donos elogiaram sua “atenção aos detalhes” e “habilidades de comunicação”. Mas também pode dar muito errado se não conseguir recuperar o time rapidamente.

    E aí pessoal, acham que foi uma boa? Ou os Bucks erraram a mão de novo? A coletiva dele é na quarta-feira no Museu de Arte de Milwaukee – pelo menos vão fazer bonito na apresentação.

  • Jenkins volta ao Bucks: será que Giannis fica ou vai?

    Jenkins volta ao Bucks: será que Giannis fica ou vai?

    Olha só que reviravolta: Taylor Jenkins está voltando pra Milwaukee como técnico principal dos Bucks. Cara, esse cara conhece a casa — foi assistente técnico lá em 2018-19 antes de ir comandar o Grizzlies por seis anos.

    E pode acreditar, a contratação não podia vir em momento mais tenso. O futuro do Giannis na cidade está mais incerto do que nunca.

    A situação do Greek Freak tá complicada

    Vamos falar a real: temporada 32-50 é de dar dó pra uma franquia que sonha em título. E o Giannis? Bem, a novela sobre ele pedir trade rolou a temporada inteira. Na minha visão, os Bucks estão numa encruzilhada — ou fazem acontecer agora ou perdem o cara que mudou a história da franquia.

    Jenkins é uma aposta interessante porque ele serve pros dois cenários. Se o Giannis fica, o cara já conhece como trabalhar com ele (lembram que foram colegas?). Se ele vai embora… bom, Jenkins pegou um time jovem em Memphis e transformou em candidato aos playoffs rapidinho.

    A matemática não tá fácil

    Sinceramente? Tô vendo que vai ser difícil convencer o Giannis a ficar. Aquela jogada de dispensar o Damian Lillard pra contratar o Myles Turner foi um tiro no pé — agora eles têm 22,5 milhões do salário do Dame comendo espaço salarial pelos próximos três anos. Absurdo.

    Os Bucks vão pro Draft com a décima pior campanha da liga. Podem até conseguir uma pick legal na loteria, mas não vai ser a primeira geral — isso porque os Hawks ficam com a melhor pick entre Bucks e Pelicans (que tá em sétimo nas odds).

    E aí, vocês acham que o Jenkins consegue segurar o Giannis? Ou será que já era e Milwaukee vai partir pra reconstrução total? Uma coisa é certa: essa offseason vai definir o futuro da franquia pelos próximos anos.

    Pessoalmente, acho que se não rolou com o Budenholzer (que ganhou título) e nem com o Doc Rivers, talvez seja hora de pensar diferente. O Giannis merece brigar por anel — e os Bucks precisam decidir se ainda conseguem oferecer isso pra ele.

  • Giannis sumiu! Não fala com os chefões dos Bucks há meses

    Giannis sumiu! Não fala com os chefões dos Bucks há meses

    Gente, a situação do Giannis com os Bucks tá ficando cada vez mais estranha. O cara simplesmente não conversa com a diretoria de Milwaukee desde o trade deadline — isso foi em fevereiro, pessoal. Ou seja, já faz mais de meio ano que o Greek Freak não troca uma palavra substancial com os chefões do time.

    E olha que coisa absurda: quando os Bucks contrataram o Taylor Jenkins como técnico, o Giannis nem foi consultado. Imagina só — o cara que carrega o time nas costas, bicampeão de MVP, e a franquia nem pergunta a opinião dele sobre quem vai comandar o time. Jenkins até conhece o Giannis, foi assistente do Budenholzer quando o grego ainda tava crescendo na liga, mas mesmo assim…

    A bomba de 275 milhões que pode explodir

    A parada é a seguinte: em outubro, Giannis pode assinar uma extensão de quatro anos por 275 milhões de dólares com os Bucks. Isso mesmo, quase 300 milhões. Mas pelo jeito que as coisas tão andando, será que ele vai querer ficar?

    Sinceramente, eu não culpo o cara. Desde que ganharam o título em 2021, os Bucks só decepcionaram nos playoffs. Ano passado foram eliminados pelo Heat na primeira rodada — um vexame histórico. E agora a diretoria não consegue nem manter um diálogo com o jogador mais importante da franquia?

    “Não sei se joguei meu último jogo aqui”

    Quando perguntaram se ele já tinha jogado sua última partida pelos Bucks, a resposta do Giannis foi de arrepiar:

    “Essa é uma boa pergunta. Eu não sei. Não depende de mim. Vamos ver.”

    Cara, essa resposta não é de alguém que tá planejando ficar, né? Se fosse eu, já tava preocupado demais se fosse torcedor dos Bucks. O Greek Freak tá claramente deixando a porta aberta pra uma saída.

    E vocês, acham que ele vai mesmo embora de Milwaukee? Porque se sair, vai ser um dos maiores terremotos da NBA dos últimos anos. Times como Lakers, Heat, Warriors… todo mundo vai dar um jeito de fazer espaço salarial pra tentar buscar o monstro.

    A temporada 2024-25 pode ser histórica, pessoal. E não necessariamente pelos motivos que os fãs dos Bucks gostariam.

  • Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Olha só que reviravolta interessante: o Milwaukee Bucks está fechando com Taylor Jenkins para ser o novo técnico da equipe. E cara, essa não é uma contratação qualquer — Jenkins já conhece muito bem a franquia.

    O cara foi assistente técnico dos Bucks na temporada 2018-19, justamente sob o comando do Mike Budenholzer. Depois saiu para ser técnico principal do Memphis Grizzlies, onde ficou até o final da temporada passada quando foi demitido.

    Uma temporada fora das quadras

    Jenkins passou esta temporada 2024-25 inteira longe do basquete, meio que recarregando as baterias depois da saída de Memphis. Mas na minha opinião, isso pode até ter sido bom para ele — às vezes um tempo fora ajuda a ver o jogo com outros olhos.

    Os Bucks foram até Memphis na semana passada para conversar com ele pessoalmente, e pelo visto ele era mesmo o alvo número um da diretoria. Faz sentido, né? O cara conhece a organização, sabe como as coisas funcionam lá.

    O elefante na sala: e o Giannis?

    Mas vamos falar do que realmente importa aqui. A grande questão é o que vai rolar com o Giannis Antetokounmpo. O Greek Freak está na berlinda, e a diretoria está avaliando se continua construindo o time em volta dele ou se parte para uma reconstrução total.

    Sinceramente, acho que contratar o Jenkins pode ser um sinal de que querem manter o Giannis. O cara teve experiência com jovens talentos em Memphis — trabalhou com Ja Morant, desenvolveu aquele time que chegou até as semifinais do Oeste.

    E vocês, acham que essa é a escolha certa? Jenkins foi considerado o melhor técnico disponível no mercado agora, mas convenhamos — o desafio em Milwaukee não vai ser moleza. Principalmente se o Giannis realmente estiver pensando em vazar.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante ver como essa dupla Jenkins-Giannis vai funcionar. Ou se vai funcionar mesmo…

  • Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Olha só que movimento interessante rolando em Milwaukee. Taylor Jenkins, que acabou de ser demitido do Memphis Grizzlies, se reuniu na semana passada com a diretoria dos Bucks pra discutir a vaga de técnico principal que ficou em aberto com a saída do Doc Rivers.

    A reunião foi em Memphis mesmo, com Jon Horst (GM), Wes Edens e Jimmy Haslam presentes. E pelo visto a conversa foi boa, porque já tão planejando um segundo encontro pra aprofundar as discussões.

    O histórico de Jenkins em Milwaukee

    Pra quem não lembra, Jenkins já trabalhou nos Bucks antes — foi assistente técnico do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, justamente antes de assumir o comando dos Grizzlies. Ou seja, ele conhece a casa, conhece a estrutura e, principalmente, conhece o Giannis.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Jenkins fez um trabalho sólido em Memphis — levou os Grizzlies aos playoffs em quatro das seis temporadas que ficou lá. O time tinha uma identidade forte, jogava duro e incomodava todo mundo. Só que aí veio aquela demissão meio do nada no final desta temporada, que deixou todo mundo surpreso.

    A situação delicada dos Bucks

    Agora, vamos ser realistas: os Bucks tão numa situação bem delicada. O Giannis tá aí, mas ninguém sabe se ele fica ou se vai ser trocado nesta offseason. A franquia ainda não sinalizou nada sobre uma possível extensão de contrato ou troca do Greek Freak.

    Jenkins tá sendo considerado um dos melhores técnicos disponíveis no mercado, então ele pode muito bem esperar pra ver que outras oportunidades aparecem — tipo o Orlando Magic, que também tá procurando técnico. Mas cara, voltar pros Bucks seria um baita movimento, especialmente se o Giannis ficar.

    E aí, vocês acham que seria uma boa contratação? Jenkins conseguiu fazer um trabalho interessante com um time jovem em Memphis, será que conseguiria dar aquela renovada que Milwaukee precisa?

    Uma coisa é certa: a offseason dos Bucks promete ser bem movimentada, e a escolha do novo técnico vai ser crucial pro futuro da franquia.

  • Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Olha, os Bucks estão numa situação bem complicada mesmo. Depois de mandarem o Doc Rivers embora no final da temporada, o GM Jon Horst vai ter que fazer a primeira busca séria por um técnico desde 2018. E por que primeira busca séria? Porque as duas últimas contratações foram meio que garantidas antes mesmo de começar o processo.

    O Adrian Griffin foi contratado basicamente porque o Giannis queria ele lá. Já o Rivers? Bom, quando demitiram o Griffin no meio da temporada, o Rivers era literalmente a única opção que eles consideraram. Agora é diferente — vai ser uma busca de verdade.

    Os candidatos que já estão no radar

    Taylor Jenkins e Darvin Ham, ambos ex-assistentes dos Bucks que viraram técnicos principais, já estão sendo cotados para a vaga. O Jenkins, inclusive, tá sendo cobiçado também por Washington e Orlando — então os Bucks vão ter concorrência.

    Mas aqui que fica interessante: o Horst vai «cast a wide net», como dizem por lá. Traduzindo: vai pescar em águas mais amplas mesmo. Sinceramente, acho que é a estratégia certa depois das últimas duas contratações não terem dado muito certo.

    O problema é vender o peixe

    Agora vem o desafio real do Horst — como convencer um técnico a aceitar o trabalho sem saber nem como vai ser o elenco na próxima temporada? Os Bucks têm várias indefinições sobre o futuro, e isso complica na hora de vender o projeto para os candidatos.

    É tipo tentar convencer alguém a ser técnico do seu time de pelada sem saber se os melhores jogadores vão continuar ou não. Complicado, né?

    E por falar em Jenkins, ele também tá na mira dos Wizards e do Magic. Washington disse que provavelmente vai manter o Brian Keefe, mas Orlando ainda não definiu o futuro do Jamahl Mosley — eles vão esperar terminar os playoffs primeiro. Aliás, o Magic acabou de vencer o Charlotte e garantiu vaga nos playoffs como 8° colocado do Leste.

    Vocês acham que os Bucks conseguem atrair um nome de peso mesmo com todas essas incertezas? Ou será que vão ter que se contentar com uma opção menos badalada?