Tag: Técnico do Ano

  • Bickerstaff renova com os Pistons depois do milagre em Detroit

    Bickerstaff renova com os Pistons depois do milagre em Detroit

    Olha, eu tenho que admitir: quando os Pistons contrataram o J.B. Bickerstaff no meio da temporada passada, não esperava que a coisa ia virar desse jeito. E agora o cara acabou de renovar o contrato com Detroit — literalmente um dia depois de eliminar o Orlando Magic no jogo 7 da primeira rodada.

    Sinceramente? O que esse treinador fez em Detroit é de outro mundo. Pegou um time que estava na lama total, daqueles que você nem lembra que existe na NBA, e transformou eles no primeiro colocado da Conferência Leste. Primeiro colocado da Leste, gente. Os Pistons.

    De piada da liga para candidatos ao título

    Quando ele assumiu o lugar do Monty Williams em 2024, todo mundo pensou “mais um técnico tentando ressuscitar os mortos em Detroit”. Mas não, o homem chegou e fez o trabalho sujo. Segundo ano consecutivo como finalista a técnico do ano — e dessa vez eu acho que ele leva mesmo.

    O mais louco é que agora na segunda rodada ele vai enfrentar justamente o Cleveland, time onde ele trabalhou antes. Imagina a pressão? Conhece todo mundo lá, sabe como os caras jogam, mas agora está do outro lado. Vai ser um jogaço psicológico.

    E agora, aguenta a pressão dos playoffs?

    Claro que uma coisa é fazer milagre na temporada regular, outra é manter isso nos playoffs. Mas cara, se conseguiu tirar os Pistons do buraco e ainda eliminar o Magic numa série de sete jogos, o cara tem algo especial.

    Vocês acham que Detroit tem chance real de chegar longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar nesse time — e olha que nunca pensei que ia falar isso sobre os Pistons em 2024.

  • Fred Hoiberg é eleito técnico do ano e faz história em Nebraska

    Fred Hoiberg é eleito técnico do ano e faz história em Nebraska

    Olha, eu confesso que não esperava ver Nebraska brigando por prêmio de técnico do ano quando a temporada começou. Mas Fred Hoiberg simplesmente fez mágica no programa dos Cornhuskers e foi eleito o técnico do ano pela Associated Press — e cara, que história bonita.

    Hoiberg recebeu 17 votos de um painel de 61 jornalistas, deixando Jon Scheyer (Duke) com 13 votos para trás. Tommy Lloyd, do Arizona, ficou em terceiro com 11 votos. Mas o que torna isso especial vai muito além dos números.

    Uma volta pra casa histórica

    A conexão de Hoiberg com Nebraska é de arrepiar. O cara nasceu em Lincoln, os pais se formaram lá, e olha só isso: o avô materno dele, Jerry Bush, foi técnico dos Cornhuskers de 1953 a 1963. O avô paterno deu aula na universidade por 30 anos. É Nebraska no DNA mesmo.

    Quando assumiu em 2019, o programa estava destruído — uma classificação pro March Madness em 21 temporadas. As duas primeiras campanhas dele? Um desastre: 7 vitórias e 45 derrotas combinadas. Imagina a pressão que o cara não sentiu.

    A temporada dos sonhos

    Mas 2024 foi diferente. Completamente diferente. Nebraska fez 28 vitórias na temporada — recorde do programa na Big Ten com 15 triunfos. E olha que detalhe emocionante: o filho dele, Sam Hoiberg, estava no time como armador titular.

    O time começou com 20 vitórias consecutivas (20!) e chegou ao 5º lugar no ranking da AP — a melhor posição da história do programa. No March Madness, finalmente quebraram o jejum: primeira vitória em torneio NCAA em nove tentativas, atropelando Troy por 76-47.

    A jornada terminou no Sweet 16 com derrota para Iowa, mas sinceramente? Ninguém lá tava reclamando. “Quando a dor passar, e uma hora vai passar, esses caras merecem muito crédito pelo que fizeram pelo basquete de Nebraska”, disse Hoiberg depois da eliminação.

    Montando o quebra-cabeça perfeito

    A fórmula do sucesso teve ingredientes interessantes: Pryce Sandfort (transferido de Iowa), o holandês Rienk Mast no garrafão, e claro, Sam Hoiberg comandando a armação. “Levou tempo pra chegar aqui, mas era questão de trazer os jogadores certos, especialmente aqueles que a torcida pudesse abraçar”, explicou o técnico.

    Vocês acham que Nebraska consegue manter esse nível? Eu tô curioso pra ver como o programa vai se comportar agora que finalmente voltou ao mapa do basquete universitário americano. Uma coisa é certa: Fred Hoiberg fez algo que poucos imaginavam ser possível em Lincoln.

  • Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Olha, eu já esperava algo assim do Joe Mazzulla, mas mesmo assim ele conseguiu me surpreender. O técnico do Celtics simplesmente detonou o prêmio de Técnico do Ano da NBA, chamando de “estúpido” e dizendo que nem deveria existir. E sabe o que é mais engraçado? Ele é um dos favoritos para ganhar o troféu este ano.

    “Eu não preciso disso, acho que é um prêmio estúpido”, disse Mazzulla com aquela cara de paisagem dele. “Eles não deveriam ter isso, é mais sobre os jogadores e o trabalho que a comissão técnica faz. É simples assim, eu realmente não quero mais ser perguntado ou falar sobre isso de novo. É simplesmente idiota. Os jogadores jogam, a comissão técnica trabalha pra caramba e eu sou grato por tê-los.”

    O cara que não quer reconhecimento está dominando

    A ironia toda é que Mazzulla tem a segunda melhor odd (+280) para levar o prêmio, perdendo só para JB Bickerstaff do Pistons. Vocês conseguem imaginar ele ganhando e tendo que fazer um discurso? Cara, seria épico demais. Aposto que ele pegaria o troféu e entregaria pro gandula mais próximo só de sacanagem.

    E olha, por mais que ele odeie esse tipo de coisa, o mérito está aí. O Celtics tem mais de 50 vitórias numa temporada em que todo mundo achava que eles iam ser coadjuvantes por causa da lesão no Aquiles do Jayson Tatum. Mas aqui estamos no final de março, com Boston tendo o segundo melhor record do Leste.

    Mazzulla sendo Mazzulla

    Sinceramente acho que ele tem um ponto. Esses prêmios individuais no basquete são meio complicados mesmo – é um esporte coletivo, monstro. O técnico só funciona se os jogadores comprarem a ideia e se o staff todo estiver alinhado.

    Mas vamos combinar: seria hilário demais ver como ele reagiria ganhando o prêmio. Provavelmente falaria “obrigado” e sairia de cena. Típico Mazzulla – o cara que levou o Celtics ao título em 2024 e agora está fazendo mágica com Tatum voltando das lesões.

    E aí, vocês acham que ele tem razão sobre o prêmio ser desnecessário, ou é só mais uma das provocações clássicas dele?