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  • Técnicos vão brigar mesmo com árbitros robôs na MLB

    Técnicos vão brigar mesmo com árbitros robôs na MLB

    Cara, a MLB vai começar a usar árbitros robôs pra marcar bolas e strikes nesta temporada, e todo mundo tá se perguntando: será que os técnicos vão parar de fazer aquele showzinho de xingar árbitro e ser expulso? Spoiler: não vão, não.

    Kevin Cash, técnico do Tampa Bay Rays, já deixou claro que vai ter motivo pra brigar sim. “Você só tem dois desafios por jogo, né? Isso pode acontecer já no primeiro inning”, falou o cara. E olha, ele tem razão — imagina desperdiçar seus desafios cedo e depois ter que engolir uma decisão duvidosa no final?

    O show deve continuar (só que diferente)

    Sinceramente, eu vou sentir falta daquelas brigas épicas. Quem não lembra do Billy Martin chutando terra no árbitro em 1988? Ou do Lou Piniella jogando a primeira base no campo direito em 1990? Era puro entretenimento! Earl Weaver indo na cara do árbitro Bill Haller… monstro demais.

    Mas a verdade é que essas expulsões já vinham diminuindo faz tempo. Desde que começaram com o replay em 2008, e principalmente depois de 2014 quando expandiram o sistema, os técnicos têm menos motivo pra surtar. No ano passado, 61,5% das expulsões (99 de 161) foram por causa de bolas e strikes. Com o sistema automatizado, essa porcentagem vai despencar.

    Jim Leyland, que foi expulso 73 vezes em 22 temporadas (o cara era fogo!), tá adorando a ideia: “Eu curto muito o ABS. Acho que vai ser ótimo pro jogo”.

    Aaron Boone não vai se aposentar tão cedo

    O Aaron Boone do Yankees é o rei das expulsões atualmente — liderou ou empatou na liderança nos últimos quatro anos. Em 2022, levou nove cartões vermelhos, mais que qualquer técnico desde 2007. O recordista histórico? Bobby Cox com 162 expulsões na carreira. Absurdo!

    Boone tá mais preocupado com outra coisa: e se o árbitro marcar strike três, o pitcher comemorar, e aí o sistema reverter a decisão? “É algo totalmente novo que os pitchers nunca lidaram. É uma parada emocional que vocês têm que lidar”, explicou ele.

    Cara, imagina a cena: bases lotadas, terceiro strike, o pitcher já tá comemorando saindo do monte, e de repente… “Peraí, foi bola. Volta lá”. Vai ser um reset mental complicado mesmo.

    A nova era dos protestos

    Derek Shelton, do Minnesota Twins, acha que vai rolar menos reclamação no geral sobre bolas e strikes no começo. Mas e depois que os desafios acabarem? Aí é que vamos ver o circo pegando fogo de novo.

    Bobby Valentine, que foi expulso 44 vezes na carreira (incluindo aquela vez épica que voltou pro dugout com bigode falso e óculos escuros), acha que os jogadores já evoluíram. “No final da minha carreira, aquilo era só entretenimento mesmo. Não motivava ninguém, só deixava minha esposa preocupada com a multa”.

    Olha, eu entendo o ponto dele, mas vocês acham mesmo que vai acabar a tradição das brigas? Na minha opinião, os técnicos sempre vão achar um motivo pra fazer drama. Seja por uma jogada no campo, uma interpretação de regra, ou qualquer coisa do tipo.

    No final das contas, o baseball sem aquele teatrinho de vez em quando não é a mesma coisa, né?

  • Billy Donovan pode sair do Bulls — e sinceramente, não culpo ele

    Billy Donovan pode sair do Bulls — e sinceramente, não culpo ele

    Olha, o Chicago Bulls até ganhou do Houston Rockets na segunda-feira passada num jogaço — daqueles que a gente pensa “cara, talvez esse time tenha jeito”. Mas vamos ser honestos aqui: essa temporada tá sendo mais uma montanha-russa de frustrações, e pelos rumores que tão rolando, Billy Donovan pode estar de saco cheio.

    Segundo o Joe Cowley do Chicago Sun-Times, existe uma vibe crescente no Bulls de que o Donovan pode simplesmente dar um tempo da bagunça que virou Chicago. E sinceramente? Eu entendo perfeitamente o cara.

    Seis anos tentando fazer milagre

    Pensa comigo: o homem tá há seis temporadas tentando montar um time competitivo sem ter um astro de verdade no elenco. É tipo tentar construir uma casa com palito de dente — dá pra fazer alguma coisa, mas não espera que aguente vendaval.

    E o pior? Foram três eliminações seguidas no play-in, todas pro Miami Heat. Três! Se fosse uma vez, beleza. Duas, ok, azar. Mas três vezes pro mesmo time? Aí complica.

    O Cowley até reconheceu que “embora Donovan seja o cara mais otimista do mundo e não esteja nem perto de parar de treinar, já são seis temporadas sem um talento elite comprovado, sendo pedido pra construir uma casa de tijolos com palha e lama”. Mano, que analogia perfeita.

    Tem esperança no horizonte?

    Não vou mentir — finalmente o Bulls parece ter alguma direção com Josh Giddey, Matas Buzelis, e quem sabe mais um talento jovem dependendo de como rola a loteria do draft em maio. Mas será que o Donovan tem paciência pra mais um processo de reconstrução?

    Eu, no lugar dele, já teria pedido pra sair faz tempo. Seis anos é muito tempo pra ficar remendando time sem perspectiva real de título. E vocês, acham que ele deveria ficar ou procurar um projeto melhor estruturado?

    Por enquanto, o Bulls joga na quarta-feira contra o Philadelphia 76ers. Mais um teste pra ver se esse time tem pelo menos orgulho pra terminar a temporada com dignidade.

  • Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Olha, março não é só sobre a loucura da March Madness não. Enquanto a galera tá de olho nos playoffs universitários, tem coisa séria rolando nos bastidores — o famoso carrossel de técnicos do basquete universitário americano.

    É aquela época do ano em que os programas apostam suas fichas em alguém que pode ser o próximo Phil Jackson ou… bem, mais um que vai durar três anos e sair pela porta dos fundos. E cara, é cada aposta!

    As fichas estão na mesa

    Vou ser sincero: prever se uma contratação vai dar certo é praticamente como jogar na mega-sena. Nos últimos 10 anos a gente viu contratações que eram “óbvias” como Archie Miller em Indiana e Chris Mack em Louisville virarem desastre total. E aí do nada aparece um Tommy Lloyd no Arizona — cara que nunca tinha sido técnico principal — e chega nas finais regionais no primeiro ano.

    É por isso que eu sempre falo: nesse negócio de basquete universitário, quem garante alguma coisa?

    Jerrod Calhoun em Cincinnati: nota A-

    Essa aqui eu curti demais. Cincinnati tá há anos patinando desde que o Mick Cronin vazou para UCLA em 2019, e finalmente parece que acertaram na contratação.

    O cara tem tudo que você quer num técnico: conhece a região (é de Ohio), se formou em Cincinnati, trabalhou com Bob Huggins nos tempos áureos do programa. Mas o principal — o cara sabe ganhar jogo.

    Na Division II ele fez 124-38 em cinco temporadas e chegou numa final nacional. Em Youngstown State, que é osso duro de roer, conseguiu ficar com saldo positivo (118-106). E no Utah State? 55-15 em duas temporadas com duas classificações para o torneio.

    Claro que Big 12 é outra pegada completamente — é uma das conferências mais insanas do país. Mas no papel, faz todo sentido. Cincinnati precisa de alguém que entenda a pressão e saiba o que é vestir essa camisa.

    Randy Bennett vai para Arizona State: mais uma nota A-

    Arizona State é um caso à parte. Imagina: universidade gigante, cidade massa (Phoenix), estrutura boa… e mesmo assim o time não consegue passar de um seed 10 desde 2009, quando James Harden ainda jogava lá. Absurdo, né?

    Bennett pode ser a solução. O cara pegou Saint Mary’s — que antes dele tinha ido apenas três vezes para o torneio na história — e levou 12 vezes em 22 temporadas. O estilo dele é aquele basquete raiz, físico, que frustra todo mundo.

    E aí, vocês acham que essas contratações vão colar? Eu tô apostando que pelo menos uma das duas vai surpreender todo mundo — mas sabem como é, né? No basquete universitário, a única certeza é que não tem certeza nenhuma.