Tag: técnicos

  • LeBron detona Memphis e técnicos saem em defesa da cidade

    LeBron detona Memphis e técnicos saem em defesa da cidade

    Cara, o LeBron James resolveu meter o pau em Memphis essa semana e, sinceramente, foi meio desnecessário. O Rei criticou a cidade dos Grizzlies em um vídeo no YouTube e basicamente disse que a NBA seria melhor se o time se mudasse pra Nashville. Olha, eu entendo que nem toda cidade tem o glamour de Los Angeles, mas daí a falar que deviam mudar de cidade…

    A declaração do LeBron foi pesada mesmo. Ele disse que em Memphis “numa quinta-feira aleatória” os jogadores não têm nada pra fazer, e que não seria o primeiro cara da NBA a falar que os Grizzlies deveriam ir pra Nashville, onde tem a Universidade Vanderbilt, NASCAR e até o time de hockey. O mais louco? Ele falou que se os Grizzlies tivessem a primeira escolha do Draft de 2003 (quando ele foi escolhido), poderia ter considerado não jogar lá.

    Técnicos saem em defesa

    Mas aí que entra a parte boa da história. Tuomas Iisalo, técnico atual dos Grizzlies, e Darko Rajakovic, do Toronto Raptors (que já foi assistente em Memphis), não deixaram passar batido.

    “Posso dizer pela minha perspectiva que tenho uma visão completamente oposta”, disse Iisalo. “Memphis onde chegamos há menos de dois anos tem sido muito calorosa. Muito acolhedora.” O cara tá no segundo ano como técnico principal e já defende a cidade como se fosse de lá.

    Rajakovic foi ainda mais direto: “Não me importa o que o resto do mundo pensa. Eu amo o povo de Memphis. Amo a comida. Amo cada vez que venho aqui.” Monstro de resposta, né?

    A realidade por trás das críticas

    Aqui que fica interessante, pessoal. Enquanto o LeBron fala que não tem o que fazer em Memphis, os Raptors chegaram na cidade um dia antes do jogo de sexta e visitaram o St. Jude Children’s Research Hospital – que trata crianças com câncer sem cobrar nada das famílias. Rajakovic disse que foi inspirador e que os próprios jogadores agradeceram por levar eles lá.

    Na minha visão, isso mostra muito mais sobre o caráter de uma cidade do que ter mil opções de balada, sabe? Memphis pode não ter o brilho de outras praças, mas tem uma torcida apaixonada e uma comunidade forte. Os Grizzlies têm uma das torcidas mais barulhentas da liga – quem já viu um playoff em Memphis sabe disso.

    Sinceramente, acho que o LeBron falou besteira. Claro, ele é uma lenda e tem direito à opinião, mas criticar uma cidade inteira assim… sei não. E vocês, acham que Memphis merece ficar na NBA ou o Rei tem razão?

  • Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Izzo quase foi técnico do Suns – revelação bombástica!

    Cara, acabei de ler uma parada que me pegou completamente de surpresa. Tom Izzo, o lendário técnico da Michigan State, quase — QUASE — virou técnico do Phoenix Suns no ano passado!

    O próprio Izzo revelou no programa do Dan Patrick que “conversou seriamente” com Mat Ishbia, dono do Suns, sobre assumir o comando técnico da equipe. E olha só a conexão: Ishbia foi jogador (walk-on) da Michigan State quando Izzo ganhou o título nacional em 2000. Imagina a pressão emocional?

    A decisão mais difícil da carreira

    “Isso foi difícil”, admitiu Izzo. “Foi uma coisa muito difícil de recusar porque… eu meio que queria ir com ele.”

    Quando perguntaram se o Suns ofereceu o cargo pra ele, Izzo foi diplomático: “Conversamos seriamente sobre isso, vamos dizer assim.” Ou seja, rolou proposta séria mesmo.

    Cara, imagina o Izzo comandando Durant, Booker e Beal? Seria absolutamente surreal ver um dos maiores técnicos universitários da história tentando traduzir sua magia no college para a NBA.

    Michigan State invadiu Phoenix

    O mais interessante é que o Suns tá praticamente virando uma filial da Michigan State. Jordan Ott (que acabou sendo contratado) foi assistente graduado e coordenador de vídeo dos Spartans. Brian Gregory, GM do time, também passou anos como assistente em Michigan State. E ainda contrataram Mateen Cleaves, ex-estrela dos Spartans, como técnico de desenvolvimento.

    Sinceramente? Acho que seria fascinante ver o Izzo na NBA. O cara tem 71 anos, levou Michigan State para 28 torneios da NCAA consecutivos e 8 Final Fours. Mas será que o estilo college dele funcionaria com os egos da NBA?

    No final das contas, Izzo ficou em East Lansing perseguindo seu segundo título nacional. E vocês, acham que ele fez a escolha certa? Ou perdeu a chance da vida de testar seu talento no maior palco do basquete mundial?

  • Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Snyder faz história: 500 vitórias e Hawks imparáveis

    Cara, que momento absurdo pro Quin Snyder! O técnico do Atlanta Hawks conquistou sua 500ª vitória na carreira na noite de sábado, na vitória por 123 a 113 sobre o Sacramento Kings. E olha só que loucura: essa foi a 15ª vitória dos Hawks em 17 jogos. Quinze! Em dezessete!

    Os jogadores acharam que a marca merecia uma comemoração especial e despejaram o cooler de Gatorade na cabeça do técnico. Imagina a cena — o cabelo sempre arrumadinho do Snyder todo molhado, mas com um sorrisão no rosto.

    Clube seleto de 500 vitórias

    Snyder se tornou o 41º técnico na história da NBA a alcançar 500 vitórias, e apenas o sexto entre os técnicos atualmente ativos. Isso é coisa pra poucos, viu? Na minha opinião, o cara merece muito reconhecimento pelo trabalho que vem fazendo.

    “Foi especial”, disse Snyder depois do jogo. “Quando você está nesta liga há um tempo, percebe que os técnicos mantêm seu registro, mas são realmente os jogadores e outras pessoas que permitem que isso aconteça. Tive muita sorte de poder treinar não apenas jogadores muito bons, mas pessoas de muita qualidade.”

    Reconstrução monstro dos Hawks

    E o mais impressionante? Snyder teve que praticamente reconstruir o time esse ano. Foram sete caras novos até o trade deadline de fevereiro. Imagina você ter que ensinar seu sistema pra metade do elenco no meio da temporada!

    Mas o resultado tá aí. Jalen Johnson, Nickeil Alexander-Walker, Onyeka Okongwu e Dyson Daniels estão todos tendo as melhores temporadas da carreira. Coincidência? Eu acho que não.

    Jock Landale, que chegou em fevereiro e já fez dois double-doubles com o time, foi direto ao ponto sobre o técnico: “Quin é incrível, honestamente, e não digo isso levianamente. Ele foi fundamental para me colocar no ritmo do que está acontecendo. É um ótimo técnico para jogar.”

    Antes dos Hawks, Snyder comandou o Utah Jazz por oito temporadas e levou o time aos playoffs seis vezes. Agora, no quarto ano em Atlanta, parece que finalmente encontrou a fórmula certa.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter esse ritmo absurdo? Com 15 vitórias em 17 jogos, sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente nos playoffs.

  • Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Gente, que loucura é essa? Will Wade voltou pra LSU depois de apenas uma temporada na NC State, e olha… essa história tem mais drama que novela das nove.

    O cara simplesmente anunciou ontem no X (antigo Twitter) que tava voltando pra casa — no mesmo dia em que a LSU demitiu o técnico atual, Matt McMahon. E quando eu falo que essa mudança custou caro, eu tô falando MUITO caro mesmo.

    A conta que não fecha

    Preparem-se pra esses números absurdos: a LSU vai ter que pagar mais de 8 milhões de dólares pro McMahon pelo contrato que sobrou. E ainda por cima, vai desembolsar outros 5 milhões pra tirar o Wade da NC State antes do prazo. Só nesses dois movimentos já são 13 milhões jogados no lixo.

    Mas a coisa fica ainda mais insana quando você vê o quadro geral. A universidade deve 54 milhões pro Brian Kelly (técnico de futebol americano que foi demitido), pagou 3 milhões pra contratar o Lane Kiffin, e ainda vai gastar mais de 40 milhões com o elenco do Kiffin. Somando tudo, são mais de 60 milhões em “dinheiro morto” nos últimos quatro meses.

    Sinceramente? Nunca vi uma administração esportiva queimar dinheiro dessa forma.

    A política por trás da jogada

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio conspiratória. Toda essa movimentação tem dedo do governador Jeff Landry, que é chegado do Wade. O cara basicamente orquestrou uma limpa geral na administração da LSU pra abrir caminho pro retorno do técnico.

    Primeiro, demitiu o diretor atlético Scott Woodward (que se recusava a recontratar o Wade). Depois trouxe o presidente Wade Rousse, que já tinha trabalhado com Wade antes. E pra fechar com chave de ouro, contratou Heath Schroyer como diretor atlético — outro cara próximo do Wade.

    Foi uma operação cirúrgica pra trazer o cara de volta. Política e esporte sempre deram uma mistura interessante, né?

    Vale a pena apostar no Wade?

    Olha, não dá pra negar que o cara sabe treinar. Na primeira passagem pela LSU (2018-2022), fez um trabalho monstro: 105 vitórias, 51 derrotas, três participações no March Madness e o primeiro título da temporada regular da SEC em uma década, em 2019.

    O problema é que ele saiu de lá com uma baita sujeira. Foi pego numa escuta telefônica falando sobre uma “oferta pesada” pra um calouro — resultado: cinco violações sérias da NCAA, suspensão de 10 jogos e uma marca na ficha que vai carregar pra sempre.

    Depois disso, foi pra McNeese e se redimiu um pouco, ganhando 58 jogos em duas temporadas. Na NC State foi só uma temporada, mas terminou perdendo no First Four do March Madness pro Texas.

    E aí, vocês acham que ele consegue repetir o sucesso da primeira passagem? Ou a LSU tá jogando dinheiro fora numa aposta arriscada demais? Pra mim, é 50/50 — o cara tem talento, mas essa história toda deixa um gosto amargo na boca.

  • Técnicos vão brigar mesmo com árbitros robôs na MLB

    Técnicos vão brigar mesmo com árbitros robôs na MLB

    Cara, a MLB vai começar a usar árbitros robôs pra marcar bolas e strikes nesta temporada, e todo mundo tá se perguntando: será que os técnicos vão parar de fazer aquele showzinho de xingar árbitro e ser expulso? Spoiler: não vão, não.

    Kevin Cash, técnico do Tampa Bay Rays, já deixou claro que vai ter motivo pra brigar sim. “Você só tem dois desafios por jogo, né? Isso pode acontecer já no primeiro inning”, falou o cara. E olha, ele tem razão — imagina desperdiçar seus desafios cedo e depois ter que engolir uma decisão duvidosa no final?

    O show deve continuar (só que diferente)

    Sinceramente, eu vou sentir falta daquelas brigas épicas. Quem não lembra do Billy Martin chutando terra no árbitro em 1988? Ou do Lou Piniella jogando a primeira base no campo direito em 1990? Era puro entretenimento! Earl Weaver indo na cara do árbitro Bill Haller… monstro demais.

    Mas a verdade é que essas expulsões já vinham diminuindo faz tempo. Desde que começaram com o replay em 2008, e principalmente depois de 2014 quando expandiram o sistema, os técnicos têm menos motivo pra surtar. No ano passado, 61,5% das expulsões (99 de 161) foram por causa de bolas e strikes. Com o sistema automatizado, essa porcentagem vai despencar.

    Jim Leyland, que foi expulso 73 vezes em 22 temporadas (o cara era fogo!), tá adorando a ideia: “Eu curto muito o ABS. Acho que vai ser ótimo pro jogo”.

    Aaron Boone não vai se aposentar tão cedo

    O Aaron Boone do Yankees é o rei das expulsões atualmente — liderou ou empatou na liderança nos últimos quatro anos. Em 2022, levou nove cartões vermelhos, mais que qualquer técnico desde 2007. O recordista histórico? Bobby Cox com 162 expulsões na carreira. Absurdo!

    Boone tá mais preocupado com outra coisa: e se o árbitro marcar strike três, o pitcher comemorar, e aí o sistema reverter a decisão? “É algo totalmente novo que os pitchers nunca lidaram. É uma parada emocional que vocês têm que lidar”, explicou ele.

    Cara, imagina a cena: bases lotadas, terceiro strike, o pitcher já tá comemorando saindo do monte, e de repente… “Peraí, foi bola. Volta lá”. Vai ser um reset mental complicado mesmo.

    A nova era dos protestos

    Derek Shelton, do Minnesota Twins, acha que vai rolar menos reclamação no geral sobre bolas e strikes no começo. Mas e depois que os desafios acabarem? Aí é que vamos ver o circo pegando fogo de novo.

    Bobby Valentine, que foi expulso 44 vezes na carreira (incluindo aquela vez épica que voltou pro dugout com bigode falso e óculos escuros), acha que os jogadores já evoluíram. “No final da minha carreira, aquilo era só entretenimento mesmo. Não motivava ninguém, só deixava minha esposa preocupada com a multa”.

    Olha, eu entendo o ponto dele, mas vocês acham mesmo que vai acabar a tradição das brigas? Na minha opinião, os técnicos sempre vão achar um motivo pra fazer drama. Seja por uma jogada no campo, uma interpretação de regra, ou qualquer coisa do tipo.

    No final das contas, o baseball sem aquele teatrinho de vez em quando não é a mesma coisa, né?

  • Billy Donovan pode sair do Bulls — e sinceramente, não culpo ele

    Billy Donovan pode sair do Bulls — e sinceramente, não culpo ele

    Olha, o Chicago Bulls até ganhou do Houston Rockets na segunda-feira passada num jogaço — daqueles que a gente pensa “cara, talvez esse time tenha jeito”. Mas vamos ser honestos aqui: essa temporada tá sendo mais uma montanha-russa de frustrações, e pelos rumores que tão rolando, Billy Donovan pode estar de saco cheio.

    Segundo o Joe Cowley do Chicago Sun-Times, existe uma vibe crescente no Bulls de que o Donovan pode simplesmente dar um tempo da bagunça que virou Chicago. E sinceramente? Eu entendo perfeitamente o cara.

    Seis anos tentando fazer milagre

    Pensa comigo: o homem tá há seis temporadas tentando montar um time competitivo sem ter um astro de verdade no elenco. É tipo tentar construir uma casa com palito de dente — dá pra fazer alguma coisa, mas não espera que aguente vendaval.

    E o pior? Foram três eliminações seguidas no play-in, todas pro Miami Heat. Três! Se fosse uma vez, beleza. Duas, ok, azar. Mas três vezes pro mesmo time? Aí complica.

    O Cowley até reconheceu que “embora Donovan seja o cara mais otimista do mundo e não esteja nem perto de parar de treinar, já são seis temporadas sem um talento elite comprovado, sendo pedido pra construir uma casa de tijolos com palha e lama”. Mano, que analogia perfeita.

    Tem esperança no horizonte?

    Não vou mentir — finalmente o Bulls parece ter alguma direção com Josh Giddey, Matas Buzelis, e quem sabe mais um talento jovem dependendo de como rola a loteria do draft em maio. Mas será que o Donovan tem paciência pra mais um processo de reconstrução?

    Eu, no lugar dele, já teria pedido pra sair faz tempo. Seis anos é muito tempo pra ficar remendando time sem perspectiva real de título. E vocês, acham que ele deveria ficar ou procurar um projeto melhor estruturado?

    Por enquanto, o Bulls joga na quarta-feira contra o Philadelphia 76ers. Mais um teste pra ver se esse time tem pelo menos orgulho pra terminar a temporada com dignidade.

  • Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Olha, março não é só sobre a loucura da March Madness não. Enquanto a galera tá de olho nos playoffs universitários, tem coisa séria rolando nos bastidores — o famoso carrossel de técnicos do basquete universitário americano.

    É aquela época do ano em que os programas apostam suas fichas em alguém que pode ser o próximo Phil Jackson ou… bem, mais um que vai durar três anos e sair pela porta dos fundos. E cara, é cada aposta!

    As fichas estão na mesa

    Vou ser sincero: prever se uma contratação vai dar certo é praticamente como jogar na mega-sena. Nos últimos 10 anos a gente viu contratações que eram “óbvias” como Archie Miller em Indiana e Chris Mack em Louisville virarem desastre total. E aí do nada aparece um Tommy Lloyd no Arizona — cara que nunca tinha sido técnico principal — e chega nas finais regionais no primeiro ano.

    É por isso que eu sempre falo: nesse negócio de basquete universitário, quem garante alguma coisa?

    Jerrod Calhoun em Cincinnati: nota A-

    Essa aqui eu curti demais. Cincinnati tá há anos patinando desde que o Mick Cronin vazou para UCLA em 2019, e finalmente parece que acertaram na contratação.

    O cara tem tudo que você quer num técnico: conhece a região (é de Ohio), se formou em Cincinnati, trabalhou com Bob Huggins nos tempos áureos do programa. Mas o principal — o cara sabe ganhar jogo.

    Na Division II ele fez 124-38 em cinco temporadas e chegou numa final nacional. Em Youngstown State, que é osso duro de roer, conseguiu ficar com saldo positivo (118-106). E no Utah State? 55-15 em duas temporadas com duas classificações para o torneio.

    Claro que Big 12 é outra pegada completamente — é uma das conferências mais insanas do país. Mas no papel, faz todo sentido. Cincinnati precisa de alguém que entenda a pressão e saiba o que é vestir essa camisa.

    Randy Bennett vai para Arizona State: mais uma nota A-

    Arizona State é um caso à parte. Imagina: universidade gigante, cidade massa (Phoenix), estrutura boa… e mesmo assim o time não consegue passar de um seed 10 desde 2009, quando James Harden ainda jogava lá. Absurdo, né?

    Bennett pode ser a solução. O cara pegou Saint Mary’s — que antes dele tinha ido apenas três vezes para o torneio na história — e levou 12 vezes em 22 temporadas. O estilo dele é aquele basquete raiz, físico, que frustra todo mundo.

    E aí, vocês acham que essas contratações vão colar? Eu tô apostando que pelo menos uma das duas vai surpreender todo mundo — mas sabem como é, né? No basquete universitário, a única certeza é que não tem certeza nenhuma.