Tag: temporada 2024-25

  • Ty Lue vai ficar MUITO tempo nos Clippers, garante dirigente

    Ty Lue vai ficar MUITO tempo nos Clippers, garante dirigente

    Cara, mesmo com aquele início horroroso de temporada — 6 vitórias em 27 jogos, algo simplesmente absurdo — os Clippers nunca pensaram em mandar o Ty Lue embora. Lawrence Frank, o presidente de operações de basquete da franquia, foi bem claro na coletiva de fim de temporada: “Ty vai ser o técnico aqui por muito, muito tempo”.

    E olha, eu entendo a confiança deles. O homem que comandou aquela virada histórica dos Cavs em 2016 — quando derrubaram os Warriors de 73 vitórias depois de estar perdendo por 3-1 nas Finais — merece essa paciência mesmo. Aquela campanha foi simplesmente monstro, uma das maiores zebras da história da NBA.

    Da tempestade à calmaria

    Sinceramente, começar 6-21 é de quebrar qualquer técnico. Mas Frank elogiou a tranquilidade do Lue durante toda essa turbulência: “Ty e a comissão técnica fizeram um trabalho incrível, aparecendo todo dia com um grande espírito”. E cara, quando você pensa que eles conseguiram virar o jogo e terminar com 42-40, realmente foi um trabalho e tanto.

    O problema? Aquele quarto período contra os Warriors no play-in foi de partir o coração. Depois de toda aquela recuperação na temporada, ver tudo desmoronar nos minutos finais deve ter sido uma facada no peito da torcida.

    Investimento de longo prazo

    Lue tem contrato até 2029 e, pasmem, é um dos técnicos mais bem pagos da liga — empatado com o Erik Spoelstra como segundo colocado, só perdendo pro Steve Kerr. Isso mostra que os Clippers realmente apostam suas fichas nele.

    Desde que chegou como assistente em 2019 e virou técnico principal em 2020 (substituindo o Doc Rivers), Lue levou LA à sua única final de conferência na história, em 2021. Mas aí que tá o problema: já são cinco temporadas consecutivas sem vencer uma série de playoffs. Cinco!

    Vocês acham que essa paciência toda vai compensar? Porque uma hora a pressão por resultados vai apertar, né não?

  • Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Olha, eu não sei se esperava essa. Russell Westbrook acabou de deixar claro que topa ficar mais uma temporada no Sacramento Kings — mesmo depois de uma temporada que, vamos combinar, foi bem longe do ideal.

    “Se eu for bem-vindo de volta, então eu volto”, disse o armador veterano quando perguntaram se ele retornaria para os Kings na próxima temporada. Simples assim. Direto ao ponto, no estilo Westbrook.

    Uma temporada para esquecer

    Cara, que temporada difícil foi essa para Sacramento. O time terminou empatado na última posição da Conferência Oeste, e ainda por cima Westbrook ficou de fora dos últimos jogos por lesão. Não é exatamente o final que você sonha quando assina com um time novo, né?

    Mas olhando os números individuais do Russ, a coisa não foi tão catastrófica assim. Em 64 jogos (foi contratado praticamente em cima da hora, antes do início da temporada regular), ele teve médias de 15.2 pontos, 5.4 rebotes, 6.7 assistências e 1.3 roubos de bola.

    Vale a pena apostar no veterano?

    Sinceramente, acho que os números do Westbrook não são ruins para um cara que já passou dos 35 anos e que chegou no Kings meio que de paraquedas. O problema é que números individuais não ganham jogos sozinhos — e Sacramento mostrou isso na pele.

    A questão agora é: o Kings vai querer de volta? Westbrook ainda tem aquela intensidade toda, aquela vontade de competir que sempre teve. Mas será que ele encaixa no projeto de Sacramento para 2024-25?

    E aí, o que vocês acham? Dariam mais uma chance para o Westbrook em Sacramento, ou acham que é hora dos Kings tentarem algo diferente? Eu fico na dúvida, pra ser honesto. O cara ainda joga, mas talvez não seja exatamente o que o Kings precisa para sair dessa situação complicada.

  • Kings mantém Doug Christie: decisão certa ou desespero?

    Kings mantém Doug Christie: decisão certa ou desespero?

    Cara, eu confesso que fiquei surpreso com essa. Os Sacramento Kings anunciaram que vão manter Doug Christie como técnico na próxima temporada, mesmo depois de terminarem no fundo do poço da Conferência Oeste.

    Olha, eu entendo a lógica da diretoria até certo ponto. O cara nunca teve uma chance real com o elenco inteiro saudável — e isso é verdade mesmo. O quinteto titular que eles projetaram no papel nunca jogou um minuto sequer juntos. É de chorar.

    Uma temporada amaldiçoada

    Christie assumiu em dezembro de 2024 depois que mandaram o Mike Brown embora (que decisão questionável aquela, né?). Mas cara, olha só o azar que bateu: Keegan Murray rasgou o ligamento do polegar na pré-temporada. Domantas Sabonis caiu em novembro com menisco parcialmente rompido e só conseguiu jogar 19 jogos antes de ter que fazer cirurgia. E o Zach LaVine? Apenas 39 partidas antes de precisar operar a mão direita.

    Sacramento começou 3-13 — um horror completo — e em determinado momento da temporada estava com 12-46. Doze vitórias em quarenta e seis jogos! Sinceramente, é difícil julgar qualquer técnico nessas condições.

    Apostando no futuro

    A decisão também parece refletir o que a franquia viu nos jovens. Os rookies Maxime Raynaud e Dylan Cardwell mostraram bons sinais, assim como o forward de primeira rodada Nique Clifford. E faz sentido — se você vai apostar numa reconstrução com garotos, melhor ter continuidade na comissão técnica.

    Scott Perry, o GM, assinou Christie num contrato de três anos no verão passado. Mandar o cara embora após um ano numa temporada completamente atípica seria meio injusto, não acham?

    Mas vou ser honesto com vocês: ainda tenho minhas dúvidas se Christie tem o que precisa para ser técnico titular na NBA. Uma coisa é ser assistente, outra é comandar um time inteiro. A próxima temporada vai ser o teste real dele — sem desculpas de lesões.

  • Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Olha, quando o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles e os Celtics perderam três titulares do time campeão, todo mundo já tinha decretado: temporada perdida em Boston. Mas o Jaylen Brown? Cara, ele viu isso de um jeito completamente diferente.

    “Do ponto de vista financeiro, isso era uma reconstrução, né?”, disse Brown para a ESPN. “Mas eu não encarei assim. Eu vi como uma oportunidade de mostrar pro mundo quem eu sou e o que posso fazer.”

    E mano, ele fez exatamente isso. O cara tá tendo a melhor temporada da carreira – recordes pessoais em pontos, rebotes e assistências. Tá carregando o segundo maior usage rate da NBA inteira e botou Boston como segundo colocado no Leste. Quem diabos previu isso no começo da temporada? Ninguém.

    O isolamento que mudou tudo

    A base dessa transformação toda foi construída no verão passado, num momento bem difícil. Três semanas depois da cirurgia no menisco, Brown se trancou em casa em Boston. Não atendia chamada de ninguém – nem amigos, nem família, nem companheiros de time.

    “Um dos meus defeitos é que tenho dificuldade de deixar as pessoas me verem fraco”, confessou.

    Mas olha que loucura o que ele fez durante a recuperação: meditava, estudava mapas astrais e numerologia dos companheiros pra entender melhor a personalidade de cada um no vestiário. Além disso, fazia terapia de luz vermelha no joelho várias vezes por dia. Dedicação total.

    Brad Stevens apostou alto

    O Brad Stevens, presidente dos Celtics, foi direto com Brown: o time tinha se reconstruído várias vezes desde que o draftaram em 2017, mas ainda esperavam competir forte apesar de todas as mudanças.

    “Muitos caras teriam interpretado mal isso e não teriam feito o que ele fez”, disse Stevens. “E o que ele fez foi jogar de forma espetacular e empoderar os outros. A gente precisava que ele fizesse os dois pra equipe ser realmente boa.”

    Stevens disse que a chave era Brown reconhecer do que os novos companheiros eram capazes. “A única coisa que muitos desses caras eram era não-testados”, explicou. Brown sabia que Jordan Walsh conseguia jogar, que Baylor Scheierman tinha potencial, que Neemias Queta e Luka Garza podiam contribuir. Mas ele também sabia que mostrando confiança neles, tiraria o melhor de cada um.

    E cara, Brown levou isso a sério mesmo. Organizava jantares do time, mentorava os mais novos individualmente, defendia publicamente a candidatura do Queta pro Most Improved Player. O Walsh até chama ele de “tio” por causa dessa mentoria toda.

    Os números não mentem: os Celtics têm 65,2% de aproveitamento nos arremessos que saem de passes do Brown – quinta melhor marca entre jogadores com mais de 500 assistências na temporada. Payton Pritchard, Sam Hauser, Derrick White e Queta estão todos com recordes pessoais de pontuação.

    Uma nova versão do Jaylen

    Por muito tempo, a motivação do Brown vinha de críticas, rumores de trade e a sensação de que o mundo do basquete o subestimava. Mas essa temporada algo mudou nele.

    “Às vezes eu me diminuía pra outras pessoas se sentirem confortáveis”, refletiu. “Há uma diferença entre isso e se diminuir apagando sua própria luz.”

    Quando o Tatum voltou da lesão em março, viu de perto o que Brown construiu na ausência dele. E não tem dúvida do que motivou essa transformação: “Obviamente ele sempre foi capaz disso. Foi só uma oportunidade onde mais foi exigido de todo mundo, especialmente dele. A NBA é sobre oportunidades, e os caras especiais fazem o máximo dela. Foi exatamente isso que ele fez esse ano.”

    Sinceramente? Essa versão do Jaylen Brown me impressiona mais que qualquer estatística. Ver um cara usar um momento difícil pra se reinventar e ainda por cima elevar todo mundo ao redor… isso é liderança de verdade. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível quando o time voltar a ter todas as peças?

  • Wells machuca o pé e Memphis vira hospital da NBA

    Wells machuca o pé e Memphis vira hospital da NBA

    Gente, o Memphis Grizzlies virou uma maldição ambulante. Jaylen Wells agora também vai ficar fora pelo resto da temporada depois de uma cirurgia no pé direito. Fratura por avulsão do tendão no dedão — nome complicado pra uma lesão que basicamente acabou com a temporada do cara.

    Olha, eu já esperava mais lesões no Memphis, mas isso tá virando piada de mau gosto. Wells estava tendo uma temporada sólida, evoluindo bem depois de uma estreia surpreendente ano passado. O ala de 2,01m estava fazendo 12.5 pontos e 3.2 rebotes por jogo, além de continuar sendo aquela pedra na defesa que a gente conhece.

    Memphis = hospital da NBA

    Agora são SETE jogadores fora pelo resto da temporada. Sete! Wells se junta a Santi Aldama, Kentavious Caldwell-Pope, Brandon Clarke, Zach Edey, Ja Morant e Scotty Pippen Jr. na enfermaria.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou se choro com essa situação do Memphis. É impressionante como um time consegue ter tanto azar assim. Ja Morant lesionado, o rookie Edey que era uma das apostas também machucado, e agora o Wells que estava sendo uma das poucas alegrias da temporada.

    Wells merecia mais

    O mais triste é que o garoto estava realmente evoluindo. Na temporada passada já tinha impressionado como rookie, e este ano estava consolidando ainda mais seu jogo. Defesa sólida, pontuação consistente… tudo o que você quer de um ala moderno.

    E aí, vocês acham que o Memphis consegue se recuperar disso na próxima temporada? Porque olhando esse cenário, parece que o time vai ter que praticamente recomeçar do zero quando a galera voltar das lesões. Uma pena mesmo, porque quando saudável, esse elenco tem potencial pra incomodar qualquer um no Oeste.

  • Ja Morant tá fora pelo resto da temporada – de novo

    Ja Morant tá fora pelo resto da temporada – de novo

    Cara, eu nem sei mais o que falar do Ja Morant. O Memphis Grizzlies anunciou ontem à noite que o armador vai ficar fora pelo resto da temporada por causa de uma lesão no ligamento do cotovelo esquerdo. Sinceramente? Já era meio que esperado.

    O moleque jogou apenas 20 partidas nesta temporada. Vinte! Pra vocês terem uma ideia, isso é menos que um quarto da temporada regular. E olha que ele já voltou de uma ausência de duas semanas por causa de dor na panturrilha, jogou dois jogos, e se machucou de novo no segundo. É de amargar mesmo.

    Memphis tentou trocar, mas ninguém quis

    Aqui fica mais interessante (e triste ao mesmo tempo). Os Grizzlies tentaram negociar o Ja antes do prazo limite das trades em fevereiro, mas não rolou interesse dos outros times. Imagina a situação: um cara que já foi All-Star duas vezes, com apenas 24 anos, e ninguém quer? É o reflexo de tudo que aconteceu nos últimos anos.

    A lesão aconteceu no dia 21 de janeiro – exatamente no segundo jogo depois que ele voltou da tal dor na panturrilha. Agora os médicos recomendaram uma injeção de plasma rico em plaquetas pra ajudar na cicatrização do ligamento. Pelo menos dizem que ele vai estar pronto pro início da próxima temporada.

    Três anos perdidos

    Vamos fazer as contas aqui, que fica assustador: nas últimas três temporadas, Ja Morant jogou apenas 79 partidas. Setenta e nove! Isso por causa de suspensões múltiplas e um monte de lesões diferentes. O cara ainda tem dois anos de contrato pela frente, com direito a 87 milhões de dólares.

    E aí, vocês acham que o Ja consegue se recuperar completamente na próxima temporada? Porque sinceramente, tô começando a achar que aquele armador explosivo que a gente conheceu nas primeiras temporadas pode não voltar mais. As lesões e os problemas fora de quadra parecem ter cobrado um preço alto demais.

    Memphis tá numa situação complicada. Apostaram todas as fichas no Morant, construíram o time ao redor dele, e agora? Três anos praticamente perdidos. É de partir o coração de qualquer torcedor dos Grizzlies.