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  • Terry Stotts na briga: veterano pode assumir o comando dos Mavs

    Terry Stotts na briga: veterano pode assumir o comando dos Mavs

    Olha só quem apareceu na lista de candidatos para treinar os Dallas Mavericks: Terry Stotts. E cara, essa é uma daquelas notícias que faz todo sentido quando você para pra pensar.

    Depois que Jason Kidd e os Mavs se separaram há algumas semanas, Dallas saiu atrás de um novo técnico. Primeiro rolaram rumores sobre treinadores universitários como Jon Scheyer e Dusty May, mas agora o nome do Stotts entrou na conversa — e não é à toa.

    O cara que ajudou a conquistar 2011

    Se o nome Terry Stotts te soou familiar, é porque ele foi assistente técnico do Rick Carlisle durante aquela campanha histórica de 2011. Sim, aquela mesma temporada mágica em que os Mavs derrubaram o Heat do LeBron nas Finais. Stotts estava lá, vivendo aquele momento único na história da franquia.

    Mas a experiência do cara vai muito além disso. Desde 1994 ele tá no basquete profissional americano, começou como assistente no Seattle Supersonics (que hoje é o Thunder), passou por Milwaukee, Atlanta, Golden State… O homem é um veterano de guerra mesmo.

    Como técnico principal, Stotts tem um cartel respeitável: 402 vitórias e 318 derrotas (55,8% de aproveitamento). O auge foi mesmo em Portland, onde comandou os Blazers de 2012 até 2021. Depois tirou um tempo de folga e voltou como assistente no Warriors nas últimas duas temporadas.

    Faz sentido para os dois lados

    Sinceramente? Acho que seria uma contratação inteligente dos Mavs. Stotts já tem 68 anos e viu de tudo nessa liga. Não seria aquele técnico rookie tentando se provar — o cara já provou tudo que tinha que provar.

    E olha o timing: Dallas provavelmente vai ter um elenco jovem liderado pelo Cooper Flagg (se conseguirem draftá-lo), mas também precisa de alguém que saiba lidar com veteranos. Stotts tem esse perfil equilibrado.

    A conexão com 2011 também é um baita trunfo. Os torcedores dos Mavs ainda vivem daquela conquista, e ter alguém que fez parte daquele time especial de volta pode ser interessante para criar aquele clima de nostalgia boa.

    Um técnico de transição?

    Pelos rumores, Stotts só tá considerando vagas como técnico principal mesmo — nada de voltar a ser assistente. E cara, faz sentido. Na idade dele, por que aceitar um papel menor?

    Para Dallas, ele seria meio que um técnico de transição — alguém para colocar a casa em ordem e preparar terreno para o futuro. Mas isso não significa que seria uma escolha “meia-boca”. Pelo contrário, seria alguém experiente comandando uma reconstrução.

    Vocês acham que Stotts é o cara certo para este momento dos Mavs? Eu confesso que gosto da ideia. Experiência, histórico com a franquia, personalidade forte… Tem tudo para dar certo. E vocês, o que acham?

  • Mavs fazendo força total pra encontrar novo técnico – e a lista tá grande!

    Mavs fazendo força total pra encontrar novo técnico – e a lista tá grande!

    Os Mavs tão mexendo todas as peças pra achar o próximo técnico depois do Jason Kidd sair. E olha, a lista de candidatos tá absurda — mais de uma dúzia de nomes sendo considerados!

    Terry Stotts é praticamente garantido pra receber uma entrevista. O cara já comandou Portland, Milwaukee e Atlanta, além de ter trabalhado como assistente em Dallas antes. Pra quem não lembra, o próprio Mark Cuban (ex-dono majoritário) já tinha recomendado o Stotts pra equipe do Kidd. Agora ele saiu recentemente do Golden State, onde era assistente do Steve Kerr, e tá só aceitando propostas pra ser técnico principal mesmo.

    A caça aos assistentes tá pesada

    O foco principal tá nos assistentes da NBA. Entre os que já despertaram interesse oficial estão: Micah Nori (Minnesota Timberwolves), Royal Ivey (Houston Rockets), Jama Mahlalela (Toronto Raptors), Tony Dobbins (Boston Celtics) e Noah LaRoche (consultor do Miami Heat). Essa galera conhece o sistema NBA de dentro pra fora.

    E tem mais — eles também tão de olho em técnicos universitários como Jon Scheyer e Dusty May. Mas sinceramente? Acho que vão mesmo é de alguém que já manjou dos paranauês da liga.

    Ujiri tá comandando a busca (e isso pode ser interessante)

    Quem tá tocando essa busca é o novo GM Mike Schmitz junto com o Masai Ujiri. E cara, conhecendo o perfil do Ujiri, ele não vai se limitar só aos óbvios. O cara tem histórico de olhar pra Europa e até pro basquete feminino — foi assim que ele trouxe o Darko Rajkovic pros Raptors em 2023, substituindo o Nick Nurse.

    Na minha opinião, Dallas precisa de alguém que consiga extrair o melhor do Luka e ainda dar uma organizada na defesa. O time tem talento pra brigar pelos playoffs, mas precisa de uma direção tática mais clara.

    E vocês, quem acham que seria a escolha ideal pros Mavs? Apostam no Stotts pela experiência ou preferem uma cara nova?

  • Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Gente, vocês viram essa? Terry Stotts quer VOLTAR a ser técnico do Portland Trail Blazers. Isso mesmo, o cara que treinou o time por nove anos (de 2012 a 2021) tá praticamente implorando pra voltar.

    O bagulho foi assim: Stotts mandou uma mensagem pro Dwight Jaynes, um jornalista veterano que cobre os Blazers há décadas, dizendo “Eu adoraria voltar pros Blazers e pra Portland”. E não parou por aí — o agente dele já entrou em contato com a franquia pra demonstrar interesse na vaga.

    O que Terry fez em Portland

    Olha, vou ser justo aqui. O trabalho do Stotts não foi ruim não. Em nove temporadas, ele teve 402 vitórias contra 318 derrotas — um aproveitamento bem respeitável. E o mais impressionante: levou Portland pros playoffs oito vezes consecutivas, de 2014 a 2021.

    Lembro bem dessa época. Dame Lillard explodindo, CJ McCollum fazendo aqueles arremessos impossíveis… Era um time que sempre incomodava. Mas aí que tá — eles nunca passaram das Finais de Conferência. E isso machuca, cara.

    Por que ele saiu e onde tá agora

    Stotts foi demitido em 2021 quando ficou claro que o time tinha chegado no seu teto com ele. Portland precisava de uma nova voz, uma nova energia. Depois disso, ele foi ser assistente do Steve Kerr no Golden State Warriors — pensa só, foi aprender com um dos melhores.

    Agora que saiu dos Warriors, ele tá livre no mercado. E visivelmente querendo sua segunda chance em Portland. A pergunta que fica é: será que faz sentido?

    Sinceramente? Eu acho complicado. Não que ele seja um técnico ruim — longe disso. Mas às vezes a relação entre técnico e franquia simplesmente se esgota. Portland tá numa fase de reconstrução, tentando descobrir o que fazer com o futuro do Dame Lillard… Não sei se voltar pro passado é a resposta.

    E vocês, o que acham? Terry Stotts merece uma segunda chance ou os Blazers devem apostar em sangue novo? Deixem aí nos comentários!

  • Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Olha, eu confesso que não vi essa vindo. Os Warriors conseguiram segurar o Steve Kerr com um novo contrato, mas vão perder dois caras importantes da comissão técnica: Terry Stotts e Jerry Stackhouse.

    Segundo o Anthony Slater da ESPN, os dois assistentes não vão renovar seus contratos e já estão de saída da baía.

    Terry Stotts quer voltar a ser técnico principal

    O Stotts tá procurando uma nova oportunidade como técnico principal, e sinceramente? Faz todo sentido. O cara tem mais de 30 anos de experiência no basquete profissional e o período mais marcante da carreira dele foi em Portland (2012-2021), quando levou os Blazers aos playoffs consecutivamente e ainda fez aquela campanha monstro até a final do Oeste em 2019.

    Essa já era a segunda passagem dele pelos Warriors – a primeira foi lá em 2004-05. “Eu aproveitei meu tempo com o Steve, a comissão e os jogadores”, disse Stotts pra ESPN. “Meus dois anos lá foram gratificantes. Só tenho boas energias pra desejar.”

    Stackhouse também quer comandar um time

    Já o Jerry Stackhouse chegou junto com o Stotts em 2024, vindo direto do basquete universitário onde comandou Vanderbilt por seis temporadas. O cara até ganhou o prêmio de Técnico do Ano da SEC em 2023, mas foi demitido depois de uma temporada meio apagada.

    Agora ele também tá atrás de uma vaga como técnico principal na NBA. E olha, considerando o currículo tanto como jogador quanto como técnico universitário, não duvido que alguém dê uma chance pra ele.

    A situação fica ainda mais complicada porque os Warriors já perderam Chris DeMarco em janeiro – ele saiu pra ser técnico do New York Liberty. Ou seja, o Kerr vai ter que montar praticamente uma nova comissão técnica.

    Willie Green pode voltar pra casa?

    Uma possibilidade que tá circulando é a volta do Willie Green. Lembram dele? Começou a carreira de técnico justamente nos Warriors em 2016, passou pelo Phoenix Suns e comandou o New Orleans Pelicans de 2021 a 2025.

    Seria interessante ver o Green de volta, principalmente porque ele conhece a casa e já trabalhou com vários caras que ainda estão lá. Tem também aquela especulação sobre o André Iguodala entrar como assistente – imagina que loucura seria ter o Finals MVP de 2015 orientando os mais novos?

    Vocês acham que essas mudanças vão afetar o rendimento dos Warriors na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: mexer na comissão técnica sempre gera um período de adaptação, por mais experiente que seja o técnico principal.

  • Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Cara, não esperava ver os Warriors mexendo tanto na comissão técnica assim. Terry Stotts e Jerry Stackhouse estão de saída do time de assistentes do Steve Kerr — e olha que isso acontece logo depois do Kerr renovar por mais dois anos.

    O timing é meio estranho, não acham? Os Warriors vindo de uma temporada frustrante (37 vitórias e fora dos playoffs), e agora perdem dois caras experientes da comissão. O Stotts já tinha avisado pro Kerr ainda durante a temporada que não ia ficar.

    Saídas que fazem barulho

    Terry Stotts não é qualquer um, pessoal. O cara tem quase 30 anos de experiência, passou nove temporadas comandando o Portland — lembram daqueles times do Lillard que sempre incomodavam nos playoffs? Era ele no comando. Agora tá de olho em outras oportunidades como técnico principal.

    Já o Stackhouse chegou só em julho passado, substituindo o Kenny Atkinson (que foi pro Cleveland). Cara ficou só uma temporada e já vazou. Antes dos Warriors, ele comandou Vanderbilt por cinco anos. É mais um querendo voltar a ser head coach.

    E não para por aí — Chris DeMarco já tinha saído em janeiro pra virar técnico do New York Liberty. Kris Weems assumiu no lugar e deve continuar.

    Willie Green de volta?

    A notícia que mais me chamou atenção: Willie Green pode voltar pros Warriors. O cara já trabalhou com o Kerr entre 2016 e 2019, depois foi pro New Orleans como técnico principal. Agora pode assumir uma das vagas de assistente.

    Sinceramente, faz sentido. Green conhece a casa, tem uma relação boa com o Kerr, e depois da experiência como head coach no Pelicans, volta mais maduro. Além disso, os Warriors precisam de alguém que entenda a cultura deles.

    O que vocês acham dessa reformulação toda? É reflexo da temporada decepcionante ou apenas ciclo natural mesmo? Uma coisa é certa: com Kerr sendo o técnico mais bem pago da liga, a pressão pra voltar aos playoffs em 2024-25 vai ser absurda.

  • Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Cara, o Golden State Warriors está perdendo dois dos principais assistentes técnicos do Steve Kerr de uma vez só. Terry Stotts e Jerry Stackhouse disseram tchau pra Bay Area, e sinceramente? Isso me preocupa um pouco.

    Os dois caras simplesmente não renovaram os contratos e estão atrás de oportunidades como técnicos principais. Olha, eu entendo — ficar de assistente eternamente não é pra qualquer um, ainda mais quando você tem experiência e conhecimento pra assumir um time.

    Stotts e Stackhouse: dupla que funcionava

    Esses dois chegaram ao Warriors antes da temporada 2024-25, depois que o Kenny Atkinson aceitou ser técnico principal do Cleveland Cavaliers. E cara, eles encaixaram bem no esquema do Kerr.

    O Terry Stotts trouxe mais de uma década de experiência como técnico principal e ajudou a estruturar melhor o ataque centrado no Steph Curry. Até teve uma situação hilária onde ele assumiu a coletiva depois que o Kerr foi expulso de jogo em janeiro, falando que estava “poupando uma grana pro Steve”.

    Já o Jerry Stackhouse era o cara da defesa. Ex-jogador da NBA e ex-técnico de Vanderbilt, ele tinha a responsabilidade de cobrar os jogadores — especialmente o Draymond Green. E olha, sabemos que cobrar o Draymond não é tarefa fácil (risos).

    Warriors em reconstrução… de novo

    Agora o time está procurando substitutos, mas cara — não é simples assim encontrar assistentes de qualidade. O Warriors já tinha perdido outro assistente durante a temporada, o Chris DeMarco, que virou técnico principal do New York Liberty na WNBA.

    E convenhamos, a temporada não foi das melhores: 37 vitórias e 45 derrotas, décimo colocado no Oeste e eliminação no play-in tournament. Será que essa saída dos assistentes tem a ver com o desempenho? Ou é só coincidência mesmo?

    Na minha visão, perder dois assistentes experientes de uma vez é complicado. O Kerr vai ter que reconstruir parte da comissão técnica justamente quando o time precisa se reencontrar. Vocês acham que isso pode afetar o desempenho na próxima temporada?

    Uma coisa é certa: tanto Stotts quanto Stackhouse saíram em bons termos. O próprio Terry falou que “foram dois anos gratificantes” e que só tem “bons desejos” pro Warriors. Isso é positivo — pelo menos não teve treta interna.

    Agora é torcer pra que o Kerr encontre assistentes à altura. Porque com Curry chegando nos 40 anos e a necessidade de aproveitar o que resta da janela de títulos, cada detalhe na comissão técnica faz diferença.