Tag: torneio

  • Kendrick Perkins explica barraco em jogo do filho: ‘Jogador de 2m deu bodyslam’

    Kendrick Perkins explica barraco em jogo do filho: ‘Jogador de 2m deu bodyslam’

    Cara, quando eu vi esse vídeo do Kendrick Perkins brigando em um torneio AAU, pensei: “lá vamos nós de novo”. Mas depois de ouvir a versão dele no Pat McAfee Show, sinceramente… meio que entendo a revolta do cara.

    O negócio foi assim: o time do Perkins, o Young Perkins Global, tinha acabado de ganhar um jogo acirrado na categoria 17U lá no Trae Young Family Athletic Center, em Oklahoma. Até aí, tudo normal. Aí que a coisa desandou.

    O que realmente aconteceu

    Segundo o próprio Kendrick, depois que o jogo terminou, um jogador do outro time – que ele descreveu como tendo “2 metros de altura e 180 quilos” – simplesmente partiu pra cima de um dos garotos da equipe dele e deu um bodyslam. Bodyslam! Imagina a cena, mano.

    “Depois do jogo, esse cara veio e deu um bodyslam em um dos meus meninos”, explicou Perkins. E olha, se fosse filho meu ou um garoto sob minha responsabilidade, eu também ia pirar. O cara tinha 15 anos de carreira na NBA, sabe como é pancadaria de verdade – se ele ficou pistola, é porque a coisa foi séria mesmo.

    O interessante é que o Kendrick tentou ser o adulto da situação no começo. Ficou sentado, depois se levantou só pra separar os próprios jogadores e tentou conversar com o técnico adversário numa boa: “Pega seus jogadores que eu pego os meus e a gente sai daqui”.

    Quando a bomba explodiu

    Aí que o técnico do outro time vacilou feio. Em vez de colaborar, o cara veio com: “Eu não vou pegar nada. Quem diabos você pensa que é?”

    Irmão, falar isso pro Kendrick Perkins? O cara que enfrentava Shaq, Tim Duncan e toda a elite dos pivôs durante 15 anos na NBA? (risos) Era óbvio que ia dar merda.

    “Quando ele foi grosso comigo de novo, aí eu perdi a paciência. Falei: ‘Com quem você tá falando?’”, contou Kendrick. E pelo vídeo que vazou no TMZ, dava pra ver que precisou de várias pessoas pra segurar o cara.

    Mas aqui tem uma coisa que eu achei massa: depois de todo o estresse, os dois se entenderam. Se cumprimentaram, pediram desculpa um pro outro e seguiram em frente. Isso sim é exemplo pra molecada – mesmo quando rola treta, resolve como homem e acabou.

    Lições de um veterano

    Olha, AAU basketball é tenso pra caramba. Todo mundo sabe disso. Pais e técnicos vivem se estressando porque tá em jogo o futuro dos garotos, bolsas de estudo, sonhos de NBA… A pressão é absurda.

    Mas o Kendrick mostrou uma maturidade interessante ao explicar a situação. Não tentou se passar de vítima nem bancou o machão. Assumiu que perdeu a linha, mas também deixou claro que não ia aceitar violência contra os jogadores da sua organização.

    E vocês, o que acham? Kendrick fez certo em partir pra cima quando viram que um dos garotos dele apanhou? Ou deveria ter deixado quieto e resolvido depois com a organização do torneio?

    No final das contas, a polícia local nem quis saber de processo ou nada. Determinaram que foi só uma discussão acalorada entre adultos que se resolveu ali mesmo. Coisa de basquete, né? A gente conhece.

  • March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    Cara, depois de 15 anos sem mexer no formato, a NCAA finalmente decidiu expandir o March Madness. E olha, não tá todo mundo comemorando não.

    Na quinta-feira passada rolou a confirmação oficial: tanto o torneio masculino quanto o feminino vão de 68 pra 76 times. Isso significa que praticamente um quinto de todos os programas da Divisão I vão ter uma chance no maior show do basquete universitário americano.

    A reação dos técnicos foi mista

    O Rick Barnes, do Tennessee, tá no time dos otimistas. “Sou a favor das três semanas”, disse ele. “É muito difícil ganhar seis jogos em três semanas. Sou totalmente a favor de dar chance pros times menores participarem, de verdade.”

    Mas nem todo mundo pensa assim. O Mike Morrell, técnico do UNC Asheville, tem suas ressalvas. E olha que ele conhece os dois lados da moeda — já foi assistente técnico no Texas quando eles eram cabeças de chave 6 e 10.

    “Não sei se ‘diluir’ é a palavra certa, mas isso meio que tira a importância da temporada regular”, desabafou Morrell. “Quantos times vão entrar agora com campanha negativa na própria conferência? Imagino que vai ser um percentual muito maior.”

    Sinceramente? Ele tem um ponto. Quando você facilita demais a entrada, o cara pode relaxar durante o ano e ainda assim garantir uma vaga.

    Como vai funcionar na prática

    Os famosos jogos de Dayton vão continuar, mas agora com mais ação. Vão ser 12 jogos eliminatórios divididos em duas cidades — seis em Dayton (como sempre) e seis em outro lugar que a NCAA ainda não revelou.

    A divisão vai ser assim: seis confrontos entre os 12 campeões de conferência com pior ranking, e outros seis entre os 12 times com vaga “at-large” (convite) com pior seed.

    Tom Crean, que já passou por Marquette, Indiana e Georgia, não se surpreendeu. “Era inevitável desde o momento que isso foi cogitado há anos atrás”, disse ao USA TODAY Sports. “Só me surpreende ter demorado tanto.”

    E ele já vê como isso vai afetar o bracket: times que seriam 14 ou 15 vão ter que disputar vaga, enquanto alguns nomes grandes das conferências poderosas podem acabar como 12 ou até 13.

    E aí, vocês acham que mais times significa March Madness melhor? Ou será que a magia tá justamente na exclusividade? Na minha visão, 68 já tava bom — mas entendo o lado comercial da coisa. Mais jogos, mais dinheiro, mais audiência.

    Uma coisa é certa: o caminho pra Final Four vai ficar ainda mais insano. Se já era difícil prever alguma coisa com 68 times, imaginem com 76. Os brackets vão virar uma zona total — e talvez seja exatamente isso que torna tudo mais emocionante.

  • Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Cara, a NCAA finalmente fez a burrada que todo mundo temia. Depois de dois anos enrolando, eles oficializaram: o March Madness vai de 68 para 76 times a partir da próxima temporada. E olha, eu tô aqui pensando… por quê? Sério, por quê?

    O torneio universitário americano estava perfeito do jeito que tava. 68 times era o número ideal — criava drama suficiente, mas mantinha aquela exclusividade que faz o March Madness ser especial. Agora? Vão incluir mais oito equipes que, convenhamos, não merecem estar lá.

    Quem realmente se beneficia com isso?

    A NCAA tenta vender que essa expansão vai ajudar as universidades menores, mas quem conhece o esquema sabe que é papo furado. Desde 2021, apenas 29% dos times que ficaram de fora eram de conferências pequenas. O resto? Gigantes como Indiana (18-14) e Auburn (17-16) que tiveram temporadas mediocres mas carregam nome pesado.

    E aí que tá o problema. Esses oito lugares extras não vão para as equipes que realmente fizeram por merecer nas suas conferências. Vão é para os times grandes que se arrastaram durante a temporada regular porque sabem que no final das contas vão ter uma vaga garantida.

    Russell Turner, técnico da UC Irvine, já sacou o esquema: “Acho que a intenção da expansão é só colocar mais times das grandes conferências no torneio, e isso é frustrante”.

    A temporada regular vai virar piada

    Vocês conseguem imaginar o que isso significa? Times como Duke, North Carolina, Kentucky vão poder relaxar ainda mais na temporada regular. Afinal, mesmo com 15 ou 16 vitórias, eles sabem que vão estar no March Madness.

    E as universidades pequenas que lutam o ano inteiro, que fazem temporadas incríveis nas suas conferências? Essas vão continuar de fora, assistindo times mediocres das power conferences pegarem as vagas extras.

    O pior é que isso vai criar um ciclo vicioso. Os times grandes vão marcar jogos mais fáceis para melhorar o retrospecto, e as equipes menores vão ficar sem adversários de qualidade. É como se o basquete universitário tivesse criado uma liga própria para os ricos.

    March Madness ou March Medíocre?

    Sinceramente, acho que a NCAA perdeu completamente a noção do que faz o March Madness ser especial. A magia toda tá na exclusividade, na pressão de cada jogo ser vida ou morte, na possibilidade real de uma Cinderela aparecer.

    Com 76 times, vamos ter mais jogos de primeira fase entre equipes que mal chegaram a 0.500 de aproveitamento. Onde tá a emoção nisso? Vão ser jogos que a gente vai querer nem assistir.

    E vocês acham que isso vai melhorar alguma coisa? Porque eu tô vendo é o torneio mais querido do esporte americano perdendo sua essência só por causa de mais alguns dólares no bolso da NCAA. Uma pena mesmo.

  • March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    Pessoal, preparem-se para uma March Madness ainda mais maluca! A NCAA tá praticamente batendo o martelo pra expandir tanto o torneio masculino quanto o feminino de 68 para 76 times a partir da temporada 2026-27. Sim, vocês leram certo — mais oito times na dança!

    Segundo fontes da ESPN, só faltam as aprovações burocráticas finais, que são consideradas “procedimentais” nessa altura do campeonato. Um dos caras por dentro do processo foi direto ao ponto: “Eles já têm tudo que precisam pra seguir em frente”. O anúncio oficial pode rolar já em maio.

    Mais vagas, mais confusão (do jeito que a gente gosta)

    A ideia é criar oito vagas adicionais at-large — ou seja, aquelas vagas que não são automáticas por ganhar a conferência. E olha só que interessante: as conferências de elite (Big Ten, SEC, Big 12…) foram as principais responsáveis por pressionar essa mudança. Faz sentido né? Com tantas fusões e expansões nos últimos anos, eles queriam mais times garantidos na festa.

    Agora vem a parte que vai mexer com todo mundo: o atual First Four (aqueles quatro jogos em Dayton) vai virar First Twelve. Isso mesmo, 12 jogos com 24 times disputando nas terças e quartas-feiras antes da tradicional primeira rodada de quinta. Dayton deve manter uma das sedes, mas ainda tão decidindo onde vai ser a segunda.

    Vale a pena financeiramente?

    Aqui que fica interessante, galera. Diferente do que muita gente pensa, a grana não é o principal motivo dessa expansão. As fontes falam que o aumento de receita vai ser “modesto” depois que pagarem todos os custos extras de logística e as unidades adicionais do torneio NCAA.

    Então por que fazer isso? Na minha visão, é mais uma jogada política pra agradar as conferências gigantes que tão dominando o basquete universitário americano. Com times como Duke, Kansas e Kentucky às vezes ficando de fora por causa de temporadas ruins, essa expansão dá uma margem de segurança maior.

    E aí, o que vocês acham? Mais times significa mais emoção ou vai diluir a magia do March Madness? Eu confesso que tô curioso pra ver como vai ficar essa primeira rodada expandida. Imaginem 12 jogos eliminatórios seguidos — vai ser um caos total (do melhor tipo)!