Tag: Toronto Raptors

  • Ingram machucado? Rajakovic não tá preocupado (ainda bem!)

    Ingram machucado? Rajakovic não tá preocupado (ainda bem!)

    Olha, não vou mentir: quando vi que o Brandon Ingram foi cortado da escalação de última hora contra o Jazz ontem, meu coração já gelou. Inflamação no calcanhar. Qualquer fã dos Raptors sabe que lesão + playoffs = combinação perigosa, ainda mais com o histórico do cara.

    Mas calma aí. O técnico Darko Rajakovic tranquilizou todo mundo depois da vitória monstro por 143-127 em Salt Lake City. “Realmente não é uma grande preocupação por aqui. Só inflamou um pouco. Vamos dar uma olhada e ver como ele se sente amanhã, mas não acho que será nada sério”, disse o treinador sérvio.

    RJ Barrett assumiu o protagonismo

    E sabe de uma coisa? Os Raptors nem sentiram falta do Ingram nessa. O RJ Barrett simplesmente resolveu fazer um show particular: 27 pontos com 10 de 15 arremessos, sendo 4 de 5 do perímetro. Absurdo de eficiência.

    O Sandro Mamukelashvili também chegou junto com 23 pontos, 4 rebotes e 5 roubadas de bola. Ja’Kobe Walter, que entrou no lugar do Ingram no quinteto, marcou 20 pontos. Scottie Barnes? Também chegou na casa dos 20. Era festa canadense no Delta Center.

    Raptors voando alto rumo aos playoffs

    A estatística que mais me impressionou foi o aproveitamento de arremessos: 61% de campo geral e 20 de 37 do perímetro (54%!). Chegaram a abrir 35 pontos de vantagem. Foi um massacre técnico, desses que você assiste e fala “caraca, esses caras tão jogando muito”.

    Com essa vitória – a quarta em seis jogos – Toronto chegou aos 40-31 e se mantém firme na quinta colocação do Leste. Depois de três temporadas seguidas fora dos playoffs, os canadenses finalmente parecem ter encontrado o caminho.

    Sinceramente? Acho que essa inflamação do Ingram não deve ser nada demais mesmo. O cara já passou por coisa muito pior na carreira, e pelo jeito que o Rajakovic falou, parece mais precaução do que desespero. Ainda assim, torço para que ele esteja 100% na quarta-feira contra os Clippers.

    E vocês, acham que os Raptors conseguem manter esse ritmo até os playoffs mesmo com esses sustos de lesão?

  • Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Cara, o Darius Garland simplesmente resolveu virar o Michael Jordan ontem à noite. 41 pontos na vitória dos Clippers sobre Dallas na prorrogação por 138 a 131. Quarenta e um! Eu tô aqui ainda processando esse número.

    E o melhor? Agora os Clippers (35-36) recebem o Toronto Raptors (40-31) hoje à noite, em Inglewood, às 23h30 (horário de Brasília). Depois de uma performance dessas do Garland, dá pra imaginar que a confiança tá lá em cima.

    Clippers em casa são outros 50

    Os caras de LA têm feito um trabalho decente jogando em casa – 20 vitórias em 35 jogos. Não é espetacular, mas dá pro gasto. O problema é que eles não conseguem fechar jogos apertados: apenas 6-8 em partidas decididas por uma posse. Isso me incomoda, sinceramente.

    Do outro lado, Toronto tá bem melhor na estrada (21-15) do que eu esperava. Os Raptors são o oitavo melhor time da liga pontuando no garrafão – 51.9 pontos por jogo. Scottie Barnes é o cara que mais machuca lá dentro, com 10.5 de média. Esse moleque é um monstro mesmo.

    Guerra das bolas de três

    Olha só que interessante: os Clippers acertam 12.3 bolas de três por jogo, enquanto Toronto permite 12.8. Quase empatados! Já os Raptors fazem 11.5 de três por partida, contra 13.4 que LA costuma tomar. Ou seja, pode rolar um festival de arremessos de longa distância hoje.

    Os times já se enfrentaram essa temporada e foi aquele jogaço. Clippers ganharam na prorrogação por 121 a 117, lá em janeiro. Jordan Miller foi o cestinha com 19 pontos naquela noite.

    Os protagonistas

    Kawhi Leonard segue sendo o cara dos Clippers – 28.3 pontos, 6.3 rebotes e 3.7 assistências de média. E depois da explosão de ontem, Garland tá empolgado (16.9 pontos nos últimos dez jogos, mas esse número deve subir depois dos 41 de ontem).

    Pelo Toronto, Scottie Barnes continua mostrando por que foi uma das melhores escolhas do draft: 18.6 pontos, 7.8 rebotes, 5.4 assistências e 1.5 tocos. RJ Barrett também tá mandando ver – 22.7 pontos nos últimos dez.

    Vocês acham que os Clippers conseguem embalar depois dessa performance absurda do Garland? Ou Toronto vai estragar a festa?

  • Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Cara, se você assistiu esse jogo na segunda à tarde, provavelmente foi porque não tinha nada melhor pra fazer — tipo eu mesmo, navegando no League Pass procurando qualquer coisa pra passar o tempo entre os jogos do March Madness.

    E olha, que espetáculo deprimente foi esse Jazz 143 x 125 Raptors. Uma surra que deixou Utah de volta aos dinossauros, como diz o título original que eu li. Sinceramente? Era o que a gente esperava mesmo.

    O Jazz não consegue nem com 8 jogadores

    A situação do Utah tá tão dramática que eles foram pro jogo com apenas 8 caras disponíveis. Cody Williams foi “descansar” na praia — ops, digo, fazer fisioterapia no ombro (claro, né). E os veteranos Svi Mykhailiuk e Kevin Love continuam encostados no banco, aparentemente pra não “infectar” os outros com velhice. Monstro isso aí.

    Do outro lado, Toronto também poupou peças importantes como Ingram, Quickley e Poeltl, que tinham acabado de tomar 22 pontos de diferença do Phoenix na noite anterior. Mesmo assim, foi suficiente pra passar o rodo no Jazz em casa.

    Começou bem, terminou mal (como sempre)

    O primeiro quarto até enganou. John Konchar — que virou artilheiro por uns 12 minutos — começou perfeito, 2/2 nos arremessos e 8 pontos. Jazz chegou a abrir 5 pontos de vantagem e eu pensei: “será que hoje vai?”. Claro que não ia.

    Toronto virou com uma sequência de 8-0, acertando 57% dos chutes e distribuindo 11 assistências em 12 cestas convertidas. Kennedy Chandler ainda contribuiu com 3 pontos e 2 roubadas em 5 minutos. Fechou o primeiro quarto 31-25 pros canadenses.

    Aí no segundo quarto a coisa desandou de vez. Utah fez um bonito 0-4 nas bolas de três e mal conseguiu respirar em quadra. Ace Bailey até tentou com seus 13 pontos no jogo, mas não dava conta sozinho. O cara ainda meteu uma enterrada absurda que viralizou no Twitter, mas que não mudou o rumo da partida.

    Sandro virou o Giannis grego

    Vocês viram o que o Sandro Mamukelashvili fez? 15 pontos só no primeiro tempo, 4 roubadas (recorde da carreira) e 1 toco em 15 minutos. O cara virou literalmente o “verdadeiro Greek Freak” da noite. Jamal Shead também distribuiu 8 assistências e comandou o show.

    No terceiro quarto foi o enterro definitivo. Toronto fez 18-3 nos primeiros quatro minutos e abriu 24 pontos de diferença. Game over. Os Raptors terminaram o terceiro quarto com 117 pontos (!!) — recorde da franquia até ali — e incríveis 38 assistências coletivas.

    E aí, vocês ainda acreditam nesse Jazz ou já desistiram também? Porque eu tô achando que eles vão precisar de muito mais que força de vontade pra sair dessa situação. Pelo menos Ace Bailey tá dando uns sinais de vida…

  • Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Cara, a história do Markelle Fultz é de dar dó mesmo. O cara foi primeira escolha do draft de 2017 — PRIMEIRA ESCOLHA! — e agora tá aí mendigando um contrato de 10 dias com os Raptors. É de quebrar o coração de qualquer fã de basquete.

    Os Raptors acabaram de anunciar a contratação do armador, que não jogava na NBA desde a temporada passada quando fez uns jogos apagados pelo Kings. E quando digo apagados, é apagado mesmo: 2.9 pontos por jogo em 21 partidas. Praticamente um fantasma em quadra.

    De promessa a decepção

    Vocês lembram da expectativa em cima do Fultz? O Philadelphia trocou a terceira escolha E MAIS uma primeira rodada só pra subir duas posições no draft e pegar ele. Imaginem o desespero dos caras hoje em dia vendo onde ele chegou.

    As lesões perseguiram o moleque desde o começo. Nos dois primeiros anos na NBA, jogou menos de 20 partidas por temporada. Menos de vinte! É como se ele fosse um jogador fantasma no roster dos Sixers.

    Sinceramente, eu sempre torci pra esse cara dar a volta por cima. Ele até teve uns momentos em Orlando — na temporada 2022-23 chegou a fazer uma média de 14 pontos com 51.4% de aproveitamento nos arremessos. Nada mal pra quem tava praticamente morto e enterrado.

    Última chance nos playoffs?

    O timing da contratação não é coincidência. O Immanuel Quickley tá com fasceíte plantar no pé direito (que lesão chata, meu Deus), e os Raptors precisam de profundidade na posição. Eles tão em quinto no Leste e querem brigar nos playoffs.

    O mais interessante é que o Fultz pode jogar na pós-temporada porque não tava em roster da NBA depois de 1º de março. Regra meio estranha, mas enfim.

    Antes de voltar pra NBA, ele tava jogando no Raptors 905 (o time da G League). Os números não eram absurdos — 9.4 pontos e 6.2 assistências em cinco jogos — mas pelo menos mostrou que ainda sabe jogar basquete.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser mais uma tentativa frustrada de ressurreição? Eu, na moral, torço pra que ele consiga. Todo mundo merece uma segunda (terceira, quarta…) chance.

  • Raptors meteu 143 no Jazz com show de bolas de 3

    Raptors meteu 143 no Jazz com show de bolas de 3

    Mano, que pancada foi essa dos Raptors no Jazz ontem! 143 a 127 — praticamente um massacre em Salt Lake City. E o mais impressionante? Foi um verdadeiro festival de arremessos de 3 pontos que deixou qualquer fã de basquete babando.

    RJ Barrett foi o cara da noite com 27 pontos, mas sinceramente? O time todo estava inspirado. Sandro Mamukelashvili (que nome é esse, cara?) cravou 23, Ja’Kobe Walter fez 21 e o Scottie Barnes quase fechou um triple-double com 20 pontos, 10 assistências e 7 rebotes.

    Chuva de bolas de 3 que deu até dó

    Agora vem a parte absurda: Toronto acertou 20 das 37 tentativas de 3 — isso é 54% de aproveitamento, gente! Barrett estava com o braço quente (4 de 5 do perímetro) e Walter simplesmente não errava: 6 de 8 de três pontos. Quando o time está assim, não tem defesa que segure.

    A pancada mesmo veio no terceiro quarto, quando os Raptors fizeram 49 pontos contra apenas 30 do Jazz. Virou passeio técnico depois disso. Barrett jogou apenas 25 minutos — nem precisou se esforçar muito — e ainda distribuiu 6 assistências sem cometer nenhuma bola perdida.

    Ace Bailey brilhou em vão pelo Jazz

    Do lado de Utah, o rookie Ace Bailey mostrou que tem futuro na liga: 37 pontos em uma noite perdida. Cara, 37 pontos sendo calouro e o time perdendo de lavada? Isso é personalidade. Brice Sensabaugh ainda ajudou com 24 saindo do banco, mas quando o adversário acerta 61% dos arremessos gerais, não tem muito o que fazer.

    O Jazz já estava matematicamente eliminado dos playoffs mesmo, então pelo menos serviu pra dar experiência pros jovens. E que experiência, né? Levar 143 pontos deve ensinar alguma coisa sobre defesa (risos).

    Curiosidade da noite: Markelle Fultz voltou à NBA depois de um tempo sumido! O cara que foi primeira escolha geral do draft de 2017 assinou contrato de 10 dias com Toronto e jogou 16 minutinhos saindo do banco. Dois pontos, 5 assistências — nada demais, mas é bom ver ele de volta às quadras.

    Com essa vitória, os Raptors (40-31) pararam uma sequência negativa de 2 derrotas e seguem brigando por uma vaga direta nos playoffs. Estão meio jogo à frente do Atlanta na briga pelo 5º lugar do Leste. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo ofensivo nos próximos jogos?

  • Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Fultz assina com os Raptors – será que a primeira escolha de 2017 ressurge?

    Cara, essa notícia me pegou de surpresa. Markelle Fultz — sim, aquele mesmo que foi a primeira escolha do draft de 2017 — acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Oito anos depois daquela escolha polêmica, o armador tenta mais uma vez se firmar na liga.

    Na moral, eu sempre torci pro Fultz dar certo. Lembram da confusão toda? O cara era pra ser o futuro dos Sixers, mas aí começaram os problemas no ombro, mudou completamente o arremesso e virou aquele drama todo na Filadélfia. Foi doloroso de assistir.

    A jornada até Toronto

    Antes de chegar aos Raptors, Fultz estava jogando pelo Raptors 905 — o time da G League. Em seis jogos por lá, fez uma média de 9.8 pontos e 5.3 assistências. Não é absurdo, mas também não é de quebrar o pau. O destaque foi aquele jogo contra o Rip City no dia 20 de março: 17 pontos numa vitória fora de casa. Pelo menos mostrou que ainda tem basquete nas veias.

    O negócio é que o Toronto tá precisando mesmo de ajuda no garrafão. O Jamal Shead, que tem sido o armador reserva, não tá jogando nada — domingo mesmo contra o Phoenix acertou só 1 de 6 tentativas. Sinceramente, acho que vale a pena dar uma chance pro Fultz.

    Será que rola uma ressurreição?

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu sempre acreditei que o Fultz tinha talento pra ser pelo menos um jogador sólido de rotação. Em Orlando ele até conseguiu isso — chegou a ser titular em 60 jogos numa temporada, o que não é pouca coisa. Depois passou pelo Sacramento no final da temporada passada.

    O monstro tem 25 anos ainda. Na teoria, deveria estar no auge da carreira, mas a realidade é que já são oito temporadas na NBA tentando encontrar seu lugar. Às vezes eu fico pensando: e se ele nunca tivesse tido aquele problema no ombro? Seria completamente diferente hoje?

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Fultz consegue se firmar em Toronto? Ou vai ser mais um contrato de 10 dias que não vira nada? Na minha opinião, se o cara conseguir pelo menos ser um backup decente pro Scottie Barnes na criação de jogadas, já tá valendo. Toronto tem um time jovem e promissor, talvez seja o ambiente perfeito pra ele finalmente engrenar de vez.

  • Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Gente, vocês lembram do Markelle Fultz? Aquele garoto que foi primeira escolha geral do draft em 2017 e que simplesmente esqueceu como arremessar? Pois é, o cara tá de volta à NBA — Toronto Raptors acabou de assinar um contrato de 10 dias com ele.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Fultz vinha jogando pela filial dos Raptors na G League, o tal do Raptors 905, e os números até que não estavam ruins: 9.4 pontos, 2.4 rebotes e 6.2 assistências em quase 24 minutos por jogo. Nada espetacular, mas pro cara que praticamente sumiu do basquete, tá valendo.

    O que esperar do retorno?

    A real é que Fultz virou quase uma lenda urbana da NBA. Primeira escolha geral dos Sixers, promessa absurda, e do nada desenvolveu aqueles problemas de arremesso que ninguém conseguia explicar direito. Lembram daqueles vídeos dele tentando acertar lance livre? Era de dar dó.

    Na temporada passada pelo Sacramento Kings, ele mal viu quadra — só 21 jogos, média de menos de 9 minutos, números praticamente inexistentes. Mas cara, às vezes um cara só precisa da oportunidade certa, né?

    Toronto fazendo a aposta certa?

    Os Raptors tão em quinto no Leste, disputando posição com Hawks e Sixers (que ironia, né?). Com apenas um jogo de vantagem na coluna de derrotas, cada movimento conta. E sinceramente? Acho que eles não têm muito a perder com essa.

    Fultz sempre teve visão de jogo absurda — essas 6.2 assistências na G League mostram que a cabeça ainda funciona. Se o arremesso voltar nem que seja 70% do que era antes dos problemas, o Toronto pode ter achado um diamante bruto no lixão.

    E aí, vocês acham que o Fultz consegue se reerguer dessa vez? Ou será mais uma tentativa que vai dar em pizza? Eu, particularmente, torço pelo garoto — todo mundo merece uma segunda (ou terceira, ou quarta) chance.

  • Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Cara, quem diria que em 2026 ainda estaríamos falando do Markelle Fultz? O moleque que foi primeira escolha geral em 2017 pelo Sixers acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors, e olha — eu tô torcendo pra dar certo dessa vez.

    Vocês lembram da saga toda, né? O garoto chegou sendo vendido como o próximo grande armador da liga, mas as lesões simplesmente destruíram os primeiros anos de carreira dele. Menos de 20 jogos em CADA uma das duas primeiras temporadas. Absurdo o azar que esse moleque teve.

    Da promessa ao ostracismo

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada passada no Sacramento Kings jogando apenas 21 partidas. Depois disso? G-League com o Raptors 905. É duro ver um cara que já foi primeira escolha geral tendo que provar seu valor na liga de desenvolvimento, mas pelo menos ele não desistiu.

    Na minha visão, a melhor fase dele foi mesmo em 2022-23 pelo Orlando Magic. 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, aproveitamento de 51.4% nos arremessos. Nada espetacular, mas sólido. O cara se reinventou como um armador defensivo que sabe distribuir a bola — bem diferente daquele prospecto que prometia ser o próximo grande cestinha da liga.

    Timing perfeito para os Raptors

    E o timing dessa contratação? Perfeito. Os Raptors estão numa briga insana pra não cair no play-in da Conferência Leste, dividindo essa zona de perigo com Hawks, Sixers (ironia do destino), Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço nessa altura do campeonato pode fazer a diferença.

    Sinceramente, eu acho que o Fultz pode ajudar. O cara amadureceu, passou por perrengue e hoje sabe exatamente qual é o papel dele numa equipe NBA. Não vai ser aquele armador franchise que todo mundo esperava, mas pode ser um sexto homem competente que entra, joga duro na defesa e não faz besteira com a bola.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar em Toronto? Dez dias pode parecer pouco, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra provar que ainda tem lugar na melhor liga de basquete do mundo.

  • Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Olha só quem tá de volta! Markelle Fultz, aquele mesmo que foi primeira escolha geral do draft de 2017, acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sinceramente? Eu não esperava essa.

    O cara passou a temporada toda na G League jogando pelo Raptors 905 — meio que testando as águas, né? E agora aos 27 anos, tá ganhando mais uma chance na liga. A última vez que vimos ele na NBA foi temporada passada, quando jogou 21 partidas pelo Sacramento Kings.

    A montanha-russa da carreira do Fultz

    Cara, a história desse moleque é de dar dó e admirar ao mesmo tempo. Lembram quando os Sixers pegaram ele como número 1? Todo mundo achava que seria o próximo Russell Westbrook. Aí veio aquela lesão estranha no ombro que simplesmente destruiu o arremesso dele.

    Nas duas primeiras temporadas, o cara mal conseguiu jogar — menos de 20 jogos em cada uma. Foi uma loucura total. Mas ó, o que eu mais admiro no Fultz é que ele nunca desistiu.

    A melhor fase dele foi em Orlando, na temporada 2022-23. O monstro fez 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, acertando mais de 51% dos arremessos. Nada mal pra quem quase teve a carreira acabada, né?

    Encaixe perfeito no momento dos Raptors?

    E olha que timing interessante dos Raptors. O time tá numa briga insana pra não cair no play-in do Leste, disputando vaga com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Todo mundo grudadinho na tabela.

    Fultz hoje é um cara completamente diferente daquele rookie assombrado. Virou um armador defensivo muito sólido, que sabe movimentar a bola e não força jogada ruim. Não tem mais aquele arremesso de 3 pontos devastador que prometia, mas compensou virando um jogador inteligente.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Toronto nessa reta final? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta. Dez dias não é muito tempo, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra mostrar que ainda tem lenha pra queimar.

    No final das contas, torço pelo cara. Já passou por tanta coisa que merece pelo menos essa chance de mostrar que ainda pode contribuir na melhor liga de basquete do mundo.

  • Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Olha só quem tá voltando: Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sim, o mesmo cara que foi a primeira escolha geral do draft de 2017 e que teve uma trajetória bem… complicada na liga.

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada na G League defendendo o Raptors 905. O cara ficou longe das quadras da NBA desde a temporada passada, quando jogou apenas 21 partidas pelo Sacramento Kings. E convenhamos, não foi exatamente uma temporada marcante.

    A montanha-russa da carreira

    Mano, a história do Fultz é de dar dó mesmo. Quando foi draftado pelos Sixers em 2017, todo mundo achava que seria o próximo grande armador da liga. Mas as lesões simplesmente acabaram com os primeiros anos dele — menos de 20 jogos em cada uma das duas primeiras temporadas. Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagina pra uma primeira escolha.

    Mas o cara não desistiu, e isso eu respeito muito. Depois que foi pra Orlando, conseguiu se reinventar um pouco. A melhor temporada dele foi em 2022-23, quando fez 14 pontos e 5.7 assistências por jogo, com impressionantes 51.4% nos arremessos de quadra. Nada mal, né?

    O que ele pode oferecer pros Raptors?

    Hoje em dia, o Fultz virou um armador mais focado na defesa e na distribuição de bolas. Não é mais aquele cara que ia ser o próximo grande cestinha da liga, mas evoluiu pra ser um jogador sólido que faz o time funcionar.

    Os Raptors tão numa briga danada no Leste — disputando vaga no play-in com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço pode fazer diferença nessa reta final, mesmo que seja só por 10 dias.

    Sinceramente? Eu torço pro cara dar certo. A NBA fica mais interessante quando jogadores que passaram por perrengue conseguem se reerguer. E vocês, acham que o Fultz consegue ajudar Toronto nessa briga pela pós-temporada?