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  • Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young seria uma das melhores coisas que poderia acontecer pro Hawks? Eu confesso que não esperava isso quando rolou a trade, mas olha só o que aconteceu na temporada 2025-26.

    O Jalen Johnson simplesmente assumiu a parada e mostrou que é All-Star de verdade. 22.5 pontos, 10.3 rebotes e 7.9 assistências por jogo — números de MVP candidato, monstro! E o mais legal é que ele faz de tudo na quadra: defende, rebota, arma jogadas, finaliza. É o tipo de jogador que todo técnico sonha em ter.

    A química que o Trae nunca conseguiu criar

    Sabe o que mais me impressiona? O encaixe do C.J. McCollum no sistema. O cara que veio na troca do Young se adaptou muito melhor do que eu imaginava. Não fica pedindo bola toda hora, sabe jogar sem ela, e isso deixa o time muito mais fluido.

    E tem mais: o Nickeil Alexander-Walker virou praticamente um cestinha! 20 pontos por jogo cara, quem poderia prever isso? Eles contrataram ele pensando num sexto homem e o maluco explodiu. Um dos contratos mais vantajosos da NBA hoje.

    46 vitórias e eliminação dolorosa

    Claro, não foi tudo perfeito. Perderam pro Knicks na primeira rodada depois de uma zebra histórica no jogo 6 (quem acompanha sabe o que rolou). Mas sinceramente? 46 vitórias na temporada regular é um puta resultado considerando a mudança radical que fizeram.

    O time tem jovens talentosos como Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e o francês Zaccharie Risacher se desenvolvendo. E ainda têm flexibilidade salarial — coisa rara na NBA atual.

    Draft e futuro promissor

    Com a 7ª escolha do draft nas mãos, eles podem pescar um armador franchise ou usar pra fazer uma trade por alguém já estabelecido. Vocês acham que devem apostar num rookie ou ir atrás de um veterano comprovado?

    Na minha opinião, esse Hawks está no caminho certo. Sem ego inflado do Trae dominando todas as posses, o basquete flui melhor. Johnson como líder faz mais sentido — é mais completo e não força tanto a barra.

    O objetivo pra próxima temporada tem que ser brigar lá em cima no Leste. Com essa base sólida e ainda margem pra melhorar, Atlanta pode surpreender. Só não podem repetir aquele vexame do jogo 6 contra os Knicks, né?

  • Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso dos Hawks. Durante sete temporadas inteiras, Atlanta foi refém do estilo do Trae Young — e não me entendam mal, o cara é craque, mas limitava demais o sistema. Era pick-and-roll todo santo jogo, defesa que não existia e uma movimentação de bola que deixava qualquer purista do basquete de cabelo em pé.

    Aí veio a lesão do Trae no começo da temporada e… cara, foi como se alguém tivesse aberto todas as janelas de uma casa que estava há anos fechada.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Os números não mentem: os Hawks saltaram pro 9º lugar em passes por jogo e — segurem-se na cadeira — chegaram ao top 10 defensivo da liga. DÉCIMO! Um time que nas últimas quatro temporadas com Trae ficou em 22º, 25º, 29º e 30º colocado em defesa.

    E olha que mudança de identidade: eles viraram um time de transição puro. Só os Clippers eram mais eficientes no contra-ataque, e pouquíssimos times corriam mais que Atlanta. Era lindo de ver, sinceramente.

    Tanto que quando a oportunidade apareceu, eles não pensaram duas vezes e trocaram o Young pro Washington. Foi all-in nessa nova filosofia.

    Aí chegaram os playoffs…

    E foi aí que a coisa desandou feio contra os Knicks. Mano, que vexame. No jogo 6 que encerrou a temporada, eles estavam perdendo por 47 pontos no intervalo. QUARENTA E SETE! Fizeram só 36 pontos nos primeiros 24 minutos.

    O que aconteceu? Simples: os Knicks são o tipo de time que mata qualquer tentativa de jogo rápido. Eles não perdem bola, reboteiam ofensivamente como uns monstros e ainda por cima tinham o OG Anunoby pra neutralizar qualquer tentativa de infiltração.

    O Dyson Daniels virou praticamente um fantasma — New York simplesmente não marcava ele no perímetro, forçando Atlanta a jogar 4×5 no ataque. O Jalen Johnson, na sua primeira série de playoffs como titular, não conseguiu criar nada contra o Josh Hart.

    Mas e agora? Por que ainda acredito neles

    Olha, eu sei que essa eliminação foi feia. Mas vocês sabem o que eu acho? Esse Hawks tem potencial absurdo pra crescer. Eles descobriram uma identidade própria, algo que nunca tiveram com Trae.

    O Johnson ainda é jovem e vai aprender com essa experiência. O Okongwu está evoluindo como um center moderno. E agora, com uma eliminação precoce dessas, eles vão ter uma posição boa no draft.

    CJ McCollum mostrou que ainda tem lenha pra queimar — foram 55 pontos dele nos jogos 2 e 3, destruindo o Brunson na defesa. Imaginem se eles conseguem mais uma peça ofensiva no draft ou numa troca?

    Sinceramente, prefiro um Hawks com identidade própria que perdeu feio pros Knicks do que aquele time refém do pick-and-roll eterno. Às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    E aí, o que vocês acham? Atlanta fez certo em trocar o Trae ou foi precipitação demais?

  • Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Cara, quem diria que os Hawks iam conseguir virar essa chave? Depois de anos presos no limbo do play-in, Atlanta finalmente conseguiu uma vaga direta nos playoffs pela primeira vez desde 2020-21. E o mais louco? Fizeram isso justamente DEPOIS de trocar o Trae Young.

    Lembro quando o negócio foi anunciado em janeiro — Young pro Wizards por CJ McCollum e Corey Kispert. Na época, pensei: “pronto, mais um ano perdido pros Hawks”. O cara era literalmente a cara da franquia há sete anos, né?

    A reviravolta que ninguém esperava

    Mas aí que tá — às vezes você precisa perder pra ganhar. O técnico Quin Snyder falou uma coisa que me marcou: “Tivemos literalmente umas cinco versões diferentes do time”. E não tava exagerando não. Foram 25 formações iniciais diferentes na temporada. Absurdo.

    O negócio é que quando a poeira baixou, sobrou um grupo que realmente queria jogar junto. Onyeka Okongwu, Jalen Johnson (que virou All-Star pela primeira vez!), Dyson Daniels e Nickeil Alexander-Walker começaram a temporada juntos e criaram uma química incrível.

    McCollum chegou na troca do Young e assumiu a vaga do Zaccharie Risacher no quinteto. Trouxe aquela experiência que o time precisava — você sabe como é, veterano que já passou por playoff e sabe como é a pressão.

    A sequência que mudou tudo

    Em março, os caras emplacaram 13 vitórias em 15 jogos. Treze! Saíram daquela zona de rebaixamento direto pro play-in e foram brigar pela 5ª ou 6ª colocação. Foi uma loucura acompanhar.

    “É orgulhoso ver como nosso grupo se conectou em tão pouco tempo”, disse Snyder depois de uma vitória contra o Nets. E realmente, você via que era diferente. O cara que chegou ontem estava fazendo assistência pro que tava lá desde o começo.

    Daniels resumiu bem: “Os caras novos foram muito bons pra gente. Não só em quadra, mas no vestiário também. Todo mundo sabe seu papel agora. Todos jogando com vontade”.

    O teste contra os Knicks

    Agora vem o desafio de verdade — primeira rodada dos playoffs contra os Knicks. E olha, Nova York tem uma vantagem clara: continuidade. Aquele núcleo joga junto há anos, alguns desde a faculdade.

    Mas sinceramente? Acho que Atlanta pode surpreender. Momentum é uma coisa real no basquete, e os Hawks chegam voando. Okongwu falou uma verdade: “Demora pra construir química, mas temos caras aqui que querem trabalhar e jogar do jeito certo”.

    Vocês acham que esse novo Hawks consegue incomodar os Knicks? Eu tô curioso pra ver se essa identidade que eles forjaram sem o Young vai resistir à pressão dos playoffs.

  • AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    Olha só que situação curiosa: Anthony Davis falando sobre o futuro dele em Washington com aquela sinceridade que a gente não vê muito na NBA. Quando perguntaram se ele vai continuar nos Wizards na próxima temporada, o cara simplesmente soltou: “Claro, eu tenho contrato. Eu amo meu dinheiro”. E deu risada.

    Sinceramente? Adorei essa honestidade do AD. Nada de papo furado sobre “avaliar opções” ou “focar no presente”. O homem falou a real: tem contrato, vai cumprir, e ainda por cima quer fazer esse time competir.

    A aposta nos jovens de Washington

    Mas não é só questão de grana não. Davis, aos 33 anos, tá genuinamente empolgado com o núcleo jovem dos Wizards. E cara, depois de uma temporada 17-65 — a pior da liga —, qualquer otimismo já é bem-vindo, né?

    “Quando a trade aconteceu e eu cheguei aqui, eu disse que esse lugar não é o que as pessoas fazem parecer”, falou o Davis. E olha, considerando que Washington teve três temporadas seguidas perdendo 64+ jogos, essa confiança dele me impressiona.

    A chegada do Trae Young em janeiro (vindo do Hawks) e do próprio AD em fevereiro (numa trade maluca de 8 jogadores vindo de Dallas) mudou completamente a cara do time. Pelo menos no papel, porque os resultados ainda não vieram.

    Realismo de quem já viveu de tudo

    Aqui que o Davis mostrou por que ele é veterano. “Eu já estive nessa liga por muito tempo. Já estive em times perdedores, e é muito difícil sair de um time perdedor para um candidato ao título”, disse ele.

    E ele tá certo, pô. A gente viu isso com os próprios Lakers dele — levaram tempo pra engatar depois que ele chegou. Mas também vimos que quando deu certo, deu MUITO certo (oi, bolha de 2020).

    O que me chama atenção é que ele vai se reunir com a diretoria dos Wizards em breve pra discutir os planos de construir um candidato. “Eles sabem que eu quero ganhar. Tenho certeza que eles também querem. Ninguém quer perder”.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que Davis consegue transformar essa bagunça de Washington em algo competitivo? Com Young e essa promessa de investir nos jovens, pode ser que role uma surpresa na próxima temporada. Ou pode ser mais uma temporada de sofrimento no Leste.

  • John Wall manda recado para os fãs dos Wizards: ‘Vamos voltar’

    John Wall manda recado para os fãs dos Wizards: ‘Vamos voltar’

    Olha, quando o John Wall fala sobre os Wizards, eu paro pra escutar. O cara que carregou Washington nas costas por anos mandou um recado direto pros fãs depois dessa temporada 2025-26 completamente desastrosa.

    E olha que desastre, hein? Os Wizards terminaram na 15ª posição do Leste — pelo segundo ano consecutivo. Isso depois de trazer nada menos que Trae Young e Anthony Davis pra tentar entrar no modo “win-now”. Sinceramente, eu achava que com esses dois monstros o time ia pelo menos brigar por playoffs.

    O recado do Wall

    Mas o Wall tá otimista, e quando ele fala assim no Twitter eu meio que acredito: “Meu pessoal de DC vai ficar muito animado, garantimos um top 5 no draft esse ano. Espero que possamos pegar alguém que nos ajude a voltar pra briga pelos playoffs”.

    Cara, tem que admirar a fé do homem. Ele sabe que o time tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral, e o draft de 2026 tá sendo chamado de um dos mais profundos da história. Washington não pode cair abaixo da 5ª posição — o que já é uma garantia boa.

    O futuro pode ser promissor

    E não é que o Wall tem razão? Olha esse elenco: além do AD e do Trae, tem D’Angelo Russell e uma galera jovem que só vai melhorar. Bilal Coulibaly, Bub Carrington, Alex Sarr, Trae Johnson — todos escolhas de primeira rodada que já mostraram potencial.

    O problema é que tudo depende do Anthony Davis ficar saudável (aí que tá o X da questão, né?). O cara é um monstro quando tá 100%, mas essas lesões constantes me preocupam. Se ele conseguir uma temporada inteira jogando no nível dele, junto com um Trae Young fazendo Trae Young coisas…

    A galera tá falando que eles podem draftar o AJ Dybantsa. Imagina esse mlk chegando num time que já tem essa estrutura? Pode ser o ingrediente que faltava pra transformar os Wizards de piada da liga em candidato real aos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Wall tá certo em ser otimista ou é só nostalgia de ex-jogador mesmo?

  • Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Hawks podem parar a maior sequência da NBA hoje no Texas

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young foi a melhor coisa que podia acontecer pros Hawks? Parece loucura falar isso, mas olha só os números: 11 vitórias consecutivas. Onze! É a maior sequência ativa da NBA, e hoje eles botam isso em risco contra o Houston.

    Sinceramente, quando vi a troca do Trae por CJ McCollum e Corey Kispert em janeiro, pensei “acabou pro Atlanta”. Mas o cara era uma peneira na defesa, e agora que saiu, os Hawks viraram um monstro nos dois lados da quadra. Desde a troca, são 20-10 com net rating top 10. Absurdo.

    A química que ninguém esperava

    O McCollum parecia meio perdido em Washington, mas em Atlanta virou outra pessoa. 24 pontos contra Dallas na última – e olha que o cara tem 34 anos! Não tem o talento ofensivo do Trae, mas compensa sendo um jogador de equipe de verdade.

    A defesa dos Hawks subiu pro 6º lugar da liga desde que o Trae saiu. Coincidência? Acho que não. O quinteto titular com McCollum, Alexander-Walker, Dyson Daniels, Jalen Johnson e Onyeka Okongwu só jogou 21 partidas juntos, mas tem o MELHOR net rating da NBA entre grupos que jogaram pelo menos 200 minutos. Isso não é sorte, é basquete de alto nível.

    Sequência histórica que pode acabar hoje

    Durante essa sequência maluca, os Hawks estão goleando todo mundo – média de 17,8 pontos de diferença por jogo. Dez das 11 vitórias foram por dois dígitos, seis por mais de 15 pontos. Eles se tornaram apenas o segundo time da história da NBA a ganhar 11 jogos seguidos por pelo menos 9 pontos de diferença.

    A última sequência parecida dos Hawks? Foi em 2014-15, quando fizeram 19 seguidas (recorde da franquia). Será que conseguem chegar lá de novo?

    Mas Houston pode estragar a festa hoje à noite. Os Rockets estão passando sufoco, mas jogo único é jogo único. E vocês sabem como é – quanto maior a sequência, maior a pressão pra manter.

    Playoffs cada vez mais reais

    Os Hawks estão em 6º no Leste, tecnicamente empatados com Orlando mas ganhando no critério de desempate. Com Franz Wagner machucado no Magic e Toronto só 1,5 jogo à frente, a vaga direta nos playoffs não é mais um sonho impossível.

    O que mais me impressiona é como o Quin Snyder conseguiu transformar esse time. Colocar o McCollum no lugar do Risacher (que decepcionou até agora como pick #1) foi genial. Às vezes uma mudança simples faz toda diferença.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter essa sequência mágica? Ou Houston vai ser o time que para a festa? Uma coisa eu garanto: esse Hawks reformulado não é mais o mesmo time frágil de antes.