Tag: Trae Young

  • Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Mano, o Trae Young vai embolsar uma grana absurda em Washington. Segundo as informações que estão rolando, o armador deve assinar um contrato de três anos por cerca de 120 milhões de dólares com os Wizards nesta offseason. Isso mesmo — 120 MILHÕES.

    A situação é a seguinte: o Young tem uma opção de jogador de 49 milhões para a próxima temporada, mas pode assinar um acordo ainda mais gordo. Até o dia 30 de junho, ele estava elegível para um contrato de três anos por 160 milhões, mas aparentemente vai ficar com algo em torno dos 120.

    E aí, vale a pena?

    Olha, eu entendo a estratégia dos Wizards. O cara tem apenas 27 anos e já provou que sabe distribuir assistências e marcar pontos. Mas sinceramente? Me preocupa um pouco essa aposta toda em cima de apenas cinco jogos em Washington.

    Porque vamos ser realistas aqui — Young jogou só cinco partidas pelos Wizards na temporada passada, com médias de 15.2 pontos e 6.2 assistências. É uma amostra bem pequena pra definir um investimento desse tamanho, não acham?

    O futuro em Washington

    Por outro lado, os Wizards estão claramente apostando no potencial do armador pra liderar o projeto de reconstrução. E cara, 40 milhões por ano não é pouco dinheiro não — é salário de superstar mesmo.

    A grande questão agora é: será que o Young consegue voltar ao nível que mostrou em Atlanta? Lá ele já teve temporadas com mais de 25 pontos de média e quase 10 assistências. Se ele conseguir repetir algo próximo disso em Washington, aí sim o investimento faz todo sentido.

    Vocês acham que os Wizards estão fazendo a escolha certa ou é muito risco pra pouco tempo de observação? Eu tô na dúvida, mas torço pra dar certo — sempre gosto de ver armadores talentosos brilhando na liga.

  • AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    Cara, isso aqui é o tipo de treta que só acontece na NBA mesmo. O AJ Dybantsa, que tá sendo apontado como primeira escolha geral do Draft 2026, já tá de olho na camisa número 3 do Trae Young nos Wizards. E o moleque não teve papas na língua — foi direto no programa do Gilbert Arenas e mandou: “Se eles me draftarem, eu vou precisar da 3, Trae. Vamos ver em umas 5 semanas”.

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. O Dybantsa usou a 3 durante toda sua passagem dominante na BYU, onde simplesmente destruiu todo mundo no primeiro ano de faculdade. Pra ele, esse número faz parte da identidade desde o high school. É como se fosse a marca registrada do cara.

    A história da camisa 3 em Washington

    Agora, do lado do Trae Young, a situação é um pouco diferente mas igualmente importante. O cara chegou em Washington em janeiro e teve que abrir mão da sua icônica 11 porque a organização aposentou o número em homenagem ao lendário Elvin Hayes — e com razão, né?

    Aí o Young se adaptou, pegou a 3 e até criou uma nova marca pessoal com “TRA3”. Sinceramente, achei genial da parte dele transformar uma mudança forçada em oportunidade de rebranding. O cara é All-Star quatro vezes, tem seu lugar garantido no time, e agora vem um calouro querendo tomar sua camisa?

    Quem fica com a camisa no final?

    Na real, se os Wizards realmente pegarem o Dybantsa como primeira escolha geral — e tudo indica que vão —, essa vai ser uma negociação interessante nos bastidores. Normalmente, calouros respeitam veteranos estabelecidos, principalmente All-Stars. Mas estamos falando de um cara que pode ser a nova cara da franquia.

    E vocês, o que acham? O Young deveria ceder a camisa pro futuro da franquia ou o Dybantsa que tem que se adaptar? Eu acho que vai dar Young mesmo, até porque o cara tá há mais tempo na liga e tem mais moral. Mas vai ser engraçado de acompanhar essa “treta” de vestiário.

    O que mais me impressiona é a confiança do Dybantsa. Aos 19 anos, chegar e já mandar um recado desses mostra que o moleque não tá brincando. Ele sabe que é especial e não tem medo de mostrar isso. Essa mentalidade pode ser exatamente o que Washington precisa pra sair do buraco que tá há anos.

  • Hawks promovem Onsi Saleh e ele vira o mandachuva total da franquia

    Hawks promovem Onsi Saleh e ele vira o mandachuva total da franquia

    Olha, eu tenho que admitir: não esperava que o Onsi Saleh fosse virar O CARA do Hawks tão rápido assim. Mas é isso aí — o cara que era “só” GM agora é presidente de operações de basquete e ainda assinou uma extensão de contrato longa. Basicamente, ele virou o dono da bola em Atlanta.

    E sinceramente? Faz sentido total.

    O ano monstro que mudou tudo

    Cara, 2025 foi o ano do Saleh. O homem literalmente desmontou e remontou esse time do Hawks de uma forma que eu nunca pensei que veria. A troca do Trae Young — que por muito tempo foi considerado intocável — mostrou que ele não tem medo de mexer em time que tá ganhando (ou no caso, perdendo).

    Mas o que mais me impressionou foi o trabalho dele no mercado. Conseguiu assinar o Nickeil Alexander-Walker num dos melhores contratos da NBA — e olha que isso não é fácil hoje em dia com o salary cap maluco que tá aí. Sem contar que na noite do Draft ainda arrumou a 8ª escolha num trade com o Pelicans envolvendo o Derik Queen.

    Resultado? Ficou em segundo lugar na votação de Executivo do Ano, perdendo só pro Brad Stevens. Não é pouca coisa não.

    De assistente a mandachuva em tempo recorde

    A trajetória do Saleh é meio surreal quando você para pra pensar. O cara foi contratado do Warriors em 2024 como assistente de GM. Aí o Hawks demitiu o Landry Fields no meio da offseason de 2025 e — boom — ele virou GM. Agora virou presidente.

    E olha só que interessante: inicialmente o Hawks tava pensando em contratar alguém ACIMA do Saleh. Mas essa promoção e extensão deixa bem claro que ele vai ter autonomia total pra tocar o front office como quiser. Confiança máxima da direção.

    Tanto que quando o Philadelphia 76ers quis entrevistar ele nessa offseason, o Hawks nem deixou. “Esquece, ele é nosso”, basicamente.

    Vocês acham que o Saleh vai conseguir transformar o Hawks num contender de verdade? Porque pelo que ele mostrou até agora, o homem não tem medo de tomar decisões difíceis. E no mundo da NBA de hoje, isso vale muito.

  • Ninguém quer ser trocado pros Wizards — e isso diz muito

    Ninguém quer ser trocado pros Wizards — e isso diz muito

    Cara, que situação mais constrangedora. Saiu uma pesquisa com 120 jogadores da NBA sobre qual time eles MENOS gostariam de ser trocados — e o Washington Wizards ficou em segundo lugar. Segundo! Perdeu só pro Memphis Grizzlies, que disparou na frente com 35.8% dos votos. Os Wizards levaram 11.7%.

    E olha que eles acabaram de pegar o Trae Young e o Anthony Davis, além de terem a primeira escolha do Draft 2026. Têm o Alex Sarr, o Bilal Coulibaly… No papel, parece um time que tá montando algo interessante. Mas os jogadores da liga claramente não tão comprando essa.

    Por que ninguém quer jogar em Washington?

    Sinceramente, não é tão difícil de entender. O Wizards não ganha 50 jogos numa temporada desde 1978-79. Quarenta e oito anos! É uma vida inteira de mediocridade. Acabaram de fazer 17-65 na temporada passada numa tankeada épica.

    Mas o pior não é nem o histórico ruim — é a sensação de que, se você for trocado pra lá, é só questão de tempo até ser trocado de novo. O Michael Winger e o Will Dawkins têm seguido uma filosofia bem clara: pegar veteranos, usar por algumas semanas ou meses, e trocar por picks. O Jonas Valančiūnas passou por lá. O CJ McCollum também. Cara vira moeda de troca.

    Imagina você sendo um jogador estabelecido na liga e descobrir que foi trocado pros Wizards. Primeira coisa que vem na cabeça: “quanto tempo até me trocarem de novo?”. Ninguém quer se sentir como peça descartável.

    A mudança de cultura vai dar certo?

    O Anthony Davis, que foi trocado pra lá em fevereiro, já saiu defendendo a organização. Disse que a percepção lá fora tá errada, que por dentro é muito diferente do que as pessoas pensam. Investiram pesado na estrutura, reformaram o ginásio, contrataram um monte de gente pro basketball operations.

    Eu quero acreditar que vai dar certo. Com Young, Davis e uma primeira escolha do draft, eles têm talento suficiente pra pelo menos brigar pelos playoffs. Mas vamos ser realistas — cultura se constrói ganhando jogos, e isso leva tempo.

    E aí, vocês acham que os Wizards conseguem reverter essa imagem? Porque uma coisa é certa: enquanto os jogadores da liga continuarem vendo Washington como um purgatório, vai ser bem mais difícil montar um time competitivo. Ninguém quer ser o cara que “foi mandado pro banco” da NBA.

    Por enquanto, a estratégia é apostar na juventude e torcer pra que as vitórias venham naturalmente. Porque se não vier… bem, vamos ter mais alguns anos dessa pesquisa constrangedora aí.

  • Wizards com pick #1: Davis pode ficar ou vazar?

    Wizards com pick #1: Davis pode ficar ou vazar?

    Cara, finalmente os Wizards conseguiram a primeira pick do draft! Depois de três temporadas apanhando feio na liga, Washington enfim teve sorte na loteria e vai escolher entre AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke).

    Mas aqui vem a questão que tá pegando todo mundo de surpresa: será que Anthony Davis vai ficar pra ver essa rebuild acontecer?

    AD não tá convencido com o projeto

    Olha, eu entendo perfeitamente o Davis. O cara tem 33 anos, já ganhou um anel com o Lakers em 2020, e agora tá num time que ainda tá longe de brigar por título. Na entrevista de fim de temporada, ele foi bem direto:

    “Eu já estive muito tempo nesta liga e já estive em times perdedores. É muito difícil sair de um time perdedor para ser um candidato ao título.”

    Sinceramente? Faz total sentido. O cara quer competir por campeonato todo ano pelo resto da carreira. E por mais que Trae Young seja um monstro no ataque, esse Wizards ainda não tá pronto pra incomodar os gigantes do Leste.

    A matemática não ajuda muito

    Aqui vem um problema sério: Davis não tem muito poder de barganha. O cara jogou 65+ jogos numa temporada só desde 2017-18. Nos últimos dois anos? Apenas 71 jogos somando tudo. Isso complica qualquer negociação.

    Ele ainda tem $58.4 milhões garantidos pra 2026-27, mais uma player option de $62.7 milhões pro ano seguinte. Ou seja, time que quiser ele vai ter que desembolsar uma grana preta por um jogador que, vamos combinar, vive no departamento médico.

    E aí, vocês acham que algum time vai topar essa?

    O draft pode mudar tudo

    Agora vem a parte interessante. Se os Wizards draftar alguém que se encaixe perfeitamente com Davis – tipo o Dybantsa, que pode jogar de ala/pivô – talvez o AD mude de ideia sobre ficar.

    Imagina só: Young na armação, o rookie da primeira pick crescendo ao lado de Davis, Alex Sarr evoluindo no garrafão… Pode ser que Washington monte algo interessante mais rápido do que todo mundo imagina.

    Por outro lado, se pegarem o Boozer (que jogaria na mesma posição que Davis), aí complica. Ninguém quer ficar num time onde não tem espaço pra brilhar, ainda mais aos 33 anos.

    Na minha visão, tudo vai depender de como essa temporada começar. Se o Davis conseguir ficar saudável e os Wizards mostrarem evolução real, ele pode topar ficar mais um tempinho. Mas se for mais uma temporada perdida… aí é tchau mesmo.

    O que vocês acham? Davis deveria apostar nesse projeto dos Wizards ou partir pra um contender de verdade?

  • Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young seria uma das melhores coisas que poderia acontecer pro Hawks? Eu confesso que não esperava isso quando rolou a trade, mas olha só o que aconteceu na temporada 2025-26.

    O Jalen Johnson simplesmente assumiu a parada e mostrou que é All-Star de verdade. 22.5 pontos, 10.3 rebotes e 7.9 assistências por jogo — números de MVP candidato, monstro! E o mais legal é que ele faz de tudo na quadra: defende, rebota, arma jogadas, finaliza. É o tipo de jogador que todo técnico sonha em ter.

    A química que o Trae nunca conseguiu criar

    Sabe o que mais me impressiona? O encaixe do C.J. McCollum no sistema. O cara que veio na troca do Young se adaptou muito melhor do que eu imaginava. Não fica pedindo bola toda hora, sabe jogar sem ela, e isso deixa o time muito mais fluido.

    E tem mais: o Nickeil Alexander-Walker virou praticamente um cestinha! 20 pontos por jogo cara, quem poderia prever isso? Eles contrataram ele pensando num sexto homem e o maluco explodiu. Um dos contratos mais vantajosos da NBA hoje.

    46 vitórias e eliminação dolorosa

    Claro, não foi tudo perfeito. Perderam pro Knicks na primeira rodada depois de uma zebra histórica no jogo 6 (quem acompanha sabe o que rolou). Mas sinceramente? 46 vitórias na temporada regular é um puta resultado considerando a mudança radical que fizeram.

    O time tem jovens talentosos como Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e o francês Zaccharie Risacher se desenvolvendo. E ainda têm flexibilidade salarial — coisa rara na NBA atual.

    Draft e futuro promissor

    Com a 7ª escolha do draft nas mãos, eles podem pescar um armador franchise ou usar pra fazer uma trade por alguém já estabelecido. Vocês acham que devem apostar num rookie ou ir atrás de um veterano comprovado?

    Na minha opinião, esse Hawks está no caminho certo. Sem ego inflado do Trae dominando todas as posses, o basquete flui melhor. Johnson como líder faz mais sentido — é mais completo e não força tanto a barra.

    O objetivo pra próxima temporada tem que ser brigar lá em cima no Leste. Com essa base sólida e ainda margem pra melhorar, Atlanta pode surpreender. Só não podem repetir aquele vexame do jogo 6 contra os Knicks, né?

  • Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso dos Hawks. Durante sete temporadas inteiras, Atlanta foi refém do estilo do Trae Young — e não me entendam mal, o cara é craque, mas limitava demais o sistema. Era pick-and-roll todo santo jogo, defesa que não existia e uma movimentação de bola que deixava qualquer purista do basquete de cabelo em pé.

    Aí veio a lesão do Trae no começo da temporada e… cara, foi como se alguém tivesse aberto todas as janelas de uma casa que estava há anos fechada.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Os números não mentem: os Hawks saltaram pro 9º lugar em passes por jogo e — segurem-se na cadeira — chegaram ao top 10 defensivo da liga. DÉCIMO! Um time que nas últimas quatro temporadas com Trae ficou em 22º, 25º, 29º e 30º colocado em defesa.

    E olha que mudança de identidade: eles viraram um time de transição puro. Só os Clippers eram mais eficientes no contra-ataque, e pouquíssimos times corriam mais que Atlanta. Era lindo de ver, sinceramente.

    Tanto que quando a oportunidade apareceu, eles não pensaram duas vezes e trocaram o Young pro Washington. Foi all-in nessa nova filosofia.

    Aí chegaram os playoffs…

    E foi aí que a coisa desandou feio contra os Knicks. Mano, que vexame. No jogo 6 que encerrou a temporada, eles estavam perdendo por 47 pontos no intervalo. QUARENTA E SETE! Fizeram só 36 pontos nos primeiros 24 minutos.

    O que aconteceu? Simples: os Knicks são o tipo de time que mata qualquer tentativa de jogo rápido. Eles não perdem bola, reboteiam ofensivamente como uns monstros e ainda por cima tinham o OG Anunoby pra neutralizar qualquer tentativa de infiltração.

    O Dyson Daniels virou praticamente um fantasma — New York simplesmente não marcava ele no perímetro, forçando Atlanta a jogar 4×5 no ataque. O Jalen Johnson, na sua primeira série de playoffs como titular, não conseguiu criar nada contra o Josh Hart.

    Mas e agora? Por que ainda acredito neles

    Olha, eu sei que essa eliminação foi feia. Mas vocês sabem o que eu acho? Esse Hawks tem potencial absurdo pra crescer. Eles descobriram uma identidade própria, algo que nunca tiveram com Trae.

    O Johnson ainda é jovem e vai aprender com essa experiência. O Okongwu está evoluindo como um center moderno. E agora, com uma eliminação precoce dessas, eles vão ter uma posição boa no draft.

    CJ McCollum mostrou que ainda tem lenha pra queimar — foram 55 pontos dele nos jogos 2 e 3, destruindo o Brunson na defesa. Imaginem se eles conseguem mais uma peça ofensiva no draft ou numa troca?

    Sinceramente, prefiro um Hawks com identidade própria que perdeu feio pros Knicks do que aquele time refém do pick-and-roll eterno. Às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    E aí, o que vocês acham? Atlanta fez certo em trocar o Trae ou foi precipitação demais?

  • Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Hawks encontram nova identidade após saída de Trae Young

    Cara, quem diria que os Hawks iam conseguir virar essa chave? Depois de anos presos no limbo do play-in, Atlanta finalmente conseguiu uma vaga direta nos playoffs pela primeira vez desde 2020-21. E o mais louco? Fizeram isso justamente DEPOIS de trocar o Trae Young.

    Lembro quando o negócio foi anunciado em janeiro — Young pro Wizards por CJ McCollum e Corey Kispert. Na época, pensei: “pronto, mais um ano perdido pros Hawks”. O cara era literalmente a cara da franquia há sete anos, né?

    A reviravolta que ninguém esperava

    Mas aí que tá — às vezes você precisa perder pra ganhar. O técnico Quin Snyder falou uma coisa que me marcou: “Tivemos literalmente umas cinco versões diferentes do time”. E não tava exagerando não. Foram 25 formações iniciais diferentes na temporada. Absurdo.

    O negócio é que quando a poeira baixou, sobrou um grupo que realmente queria jogar junto. Onyeka Okongwu, Jalen Johnson (que virou All-Star pela primeira vez!), Dyson Daniels e Nickeil Alexander-Walker começaram a temporada juntos e criaram uma química incrível.

    McCollum chegou na troca do Young e assumiu a vaga do Zaccharie Risacher no quinteto. Trouxe aquela experiência que o time precisava — você sabe como é, veterano que já passou por playoff e sabe como é a pressão.

    A sequência que mudou tudo

    Em março, os caras emplacaram 13 vitórias em 15 jogos. Treze! Saíram daquela zona de rebaixamento direto pro play-in e foram brigar pela 5ª ou 6ª colocação. Foi uma loucura acompanhar.

    “É orgulhoso ver como nosso grupo se conectou em tão pouco tempo”, disse Snyder depois de uma vitória contra o Nets. E realmente, você via que era diferente. O cara que chegou ontem estava fazendo assistência pro que tava lá desde o começo.

    Daniels resumiu bem: “Os caras novos foram muito bons pra gente. Não só em quadra, mas no vestiário também. Todo mundo sabe seu papel agora. Todos jogando com vontade”.

    O teste contra os Knicks

    Agora vem o desafio de verdade — primeira rodada dos playoffs contra os Knicks. E olha, Nova York tem uma vantagem clara: continuidade. Aquele núcleo joga junto há anos, alguns desde a faculdade.

    Mas sinceramente? Acho que Atlanta pode surpreender. Momentum é uma coisa real no basquete, e os Hawks chegam voando. Okongwu falou uma verdade: “Demora pra construir química, mas temos caras aqui que querem trabalhar e jogar do jeito certo”.

    Vocês acham que esse novo Hawks consegue incomodar os Knicks? Eu tô curioso pra ver se essa identidade que eles forjaram sem o Young vai resistir à pressão dos playoffs.

  • AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    Olha só que situação curiosa: Anthony Davis falando sobre o futuro dele em Washington com aquela sinceridade que a gente não vê muito na NBA. Quando perguntaram se ele vai continuar nos Wizards na próxima temporada, o cara simplesmente soltou: “Claro, eu tenho contrato. Eu amo meu dinheiro”. E deu risada.

    Sinceramente? Adorei essa honestidade do AD. Nada de papo furado sobre “avaliar opções” ou “focar no presente”. O homem falou a real: tem contrato, vai cumprir, e ainda por cima quer fazer esse time competir.

    A aposta nos jovens de Washington

    Mas não é só questão de grana não. Davis, aos 33 anos, tá genuinamente empolgado com o núcleo jovem dos Wizards. E cara, depois de uma temporada 17-65 — a pior da liga —, qualquer otimismo já é bem-vindo, né?

    “Quando a trade aconteceu e eu cheguei aqui, eu disse que esse lugar não é o que as pessoas fazem parecer”, falou o Davis. E olha, considerando que Washington teve três temporadas seguidas perdendo 64+ jogos, essa confiança dele me impressiona.

    A chegada do Trae Young em janeiro (vindo do Hawks) e do próprio AD em fevereiro (numa trade maluca de 8 jogadores vindo de Dallas) mudou completamente a cara do time. Pelo menos no papel, porque os resultados ainda não vieram.

    Realismo de quem já viveu de tudo

    Aqui que o Davis mostrou por que ele é veterano. “Eu já estive nessa liga por muito tempo. Já estive em times perdedores, e é muito difícil sair de um time perdedor para um candidato ao título”, disse ele.

    E ele tá certo, pô. A gente viu isso com os próprios Lakers dele — levaram tempo pra engatar depois que ele chegou. Mas também vimos que quando deu certo, deu MUITO certo (oi, bolha de 2020).

    O que me chama atenção é que ele vai se reunir com a diretoria dos Wizards em breve pra discutir os planos de construir um candidato. “Eles sabem que eu quero ganhar. Tenho certeza que eles também querem. Ninguém quer perder”.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que Davis consegue transformar essa bagunça de Washington em algo competitivo? Com Young e essa promessa de investir nos jovens, pode ser que role uma surpresa na próxima temporada. Ou pode ser mais uma temporada de sofrimento no Leste.

  • John Wall manda recado para os fãs dos Wizards: ‘Vamos voltar’

    John Wall manda recado para os fãs dos Wizards: ‘Vamos voltar’

    Olha, quando o John Wall fala sobre os Wizards, eu paro pra escutar. O cara que carregou Washington nas costas por anos mandou um recado direto pros fãs depois dessa temporada 2025-26 completamente desastrosa.

    E olha que desastre, hein? Os Wizards terminaram na 15ª posição do Leste — pelo segundo ano consecutivo. Isso depois de trazer nada menos que Trae Young e Anthony Davis pra tentar entrar no modo “win-now”. Sinceramente, eu achava que com esses dois monstros o time ia pelo menos brigar por playoffs.

    O recado do Wall

    Mas o Wall tá otimista, e quando ele fala assim no Twitter eu meio que acredito: “Meu pessoal de DC vai ficar muito animado, garantimos um top 5 no draft esse ano. Espero que possamos pegar alguém que nos ajude a voltar pra briga pelos playoffs”.

    Cara, tem que admirar a fé do homem. Ele sabe que o time tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral, e o draft de 2026 tá sendo chamado de um dos mais profundos da história. Washington não pode cair abaixo da 5ª posição — o que já é uma garantia boa.

    O futuro pode ser promissor

    E não é que o Wall tem razão? Olha esse elenco: além do AD e do Trae, tem D’Angelo Russell e uma galera jovem que só vai melhorar. Bilal Coulibaly, Bub Carrington, Alex Sarr, Trae Johnson — todos escolhas de primeira rodada que já mostraram potencial.

    O problema é que tudo depende do Anthony Davis ficar saudável (aí que tá o X da questão, né?). O cara é um monstro quando tá 100%, mas essas lesões constantes me preocupam. Se ele conseguir uma temporada inteira jogando no nível dele, junto com um Trae Young fazendo Trae Young coisas…

    A galera tá falando que eles podem draftar o AJ Dybantsa. Imagina esse mlk chegando num time que já tem essa estrutura? Pode ser o ingrediente que faltava pra transformar os Wizards de piada da liga em candidato real aos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Wall tá certo em ser otimista ou é só nostalgia de ex-jogador mesmo?