Tag: Transfer Portal

  • Pope salvou o emprego com a contratação do ano na Kentucky

    Pope salvou o emprego com a contratação do ano na Kentucky

    Cara, que reviravolta absurda na Kentucky! Lembram do Milan Momcilovic? O cara que DESTRUIU os Wildcats no March Madness deste ano, metendo 20 pontos na goleada do Iowa State? Pois é, agora ele VAI JOGAR EM KENTUCKY.

    E olha, essa contratação pode ter literalmente salvado o emprego do Mark Pope.

    O pesadelo que virou sonho

    Vamos contextualizar essa loucura. Pope estava vivendo um inferno na offseason. Depois de uma segunda temporada decepcionante (perderam 14 jogos, cara!), o time de 20 milhões de dólares terminou em 9º lugar na SEC. Uma vergonha total para os padrões de Kentucky.

    Aí começou o período de transferências e… desastre atrás de desastre. Rob Wright III? Voltou pra BYU no dia seguinte à visita. Donnie Freeman? Todo mundo achava que era certo, mas foi pro St. John’s com o Rick Pitino. A lista de rejeitados era humilhante: Jeremiah Wilkinson, Dink Pate, Dedan Thomas Jr… Todos visitaram ou conversaram com Kentucky e foram jogar em outros lugares.

    O pior de tudo? Tyran Stokes, o recruta número 1 da classe de 2026 e NATIVO do Kentucky, escolheu Kansas no programa “Inside the NBA” na frente de milhões de pessoas. Imaginem a cara do Pope assistindo isso…

    O milagre chamado Momcilovic

    Mas aí aconteceu o impensável. Momcilovic, que estava no Draft da NBA, desistiu e entrou no portal. E Kentucky conseguiu! O cara que é MONSTRO absoluto no arremesso de 3 pontos.

    Vocês têm noção do que esse pivô de 2,03m fez na temporada passada? Liderou TODO O PAÍS em bolas de 3 convertidas (136!) e ainda assim manteve um aproveitamento de 48,7%. É o ÚNICO jogador na história da NCAA desde 1986 a fazer mais de 130 bolas de 3 numa temporada com mais de 48% de aproveitamento.

    Sinceramente, esses números são de outro planeta. O cara tentava 7,5 arremessos de 3 por jogo e ainda assim acertava quase metade. É tipo um Curry universitário.

    Pope respira aliviado

    Na minha opinião, essa contratação muda TUDO para Pope. O cara que dois anos atrás foi recebido por milhares de fãs no Rupp Arena como se fosse o salvador da pátria, estava literalmente com o emprego por um fio.

    E olha que ironia: Momcilovic foi um dos caras que mais machucou Kentucky no torneio, e agora é ele quem pode salvar o programa (e o técnico). O basquete às vezes é surreal mesmo.

    Com todo aquele dinheiro que sobrou dos outros recrutas que rejeitaram Kentucky, eles conseguiram ir all-in no melhor disponível no portal. E aí, vocês acham que Momcilovic consegue fazer Kentucky voltar a brigar por títulos na próxima temporada?

  • Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Olha, eu não esperava que o Jon Scheyer fosse fazer uma jogada dessas tão cedo na carreira dele como técnico principal. O cara acabou de fisgar o John Blackwell, que tava sendo disputado por meio país e era considerado o terceiro melhor transfer disponível no portal.

    E que jogador, meu amigo. O garoto saiu de Wisconsin depois de fazer uma temporada monstro: 19.1 pontos, 5.1 rebotes e 2.3 assistências por jogo. Ganhou até menção honrosa no All-Big Ten, que não é brincadeira nenhuma.

    O arremesso de 3 que impressiona

    Mas o que mais me chamou atenção nos números do Blackwell foi o aproveitamento de além do arco. Cara converteu 38.9% das bolas de três — e olha que ele tentava mais de 7 por jogo! Quando ele recebia a bola livre pra arremessar, o percentual subia pra absurdos 44.2%.

    A cereja do bolo? Foi ele quem deu a primeira derrota pro Michigan na temporada, que depois virou campeão nacional. Meteu 26 pontos com quatro bolas de três. Imagina a pressão que é quebrar uma invencibilidade dessa?

    Duke apostando na experiência

    O que mais me impressiona é a mudança de estratégia de Scheyer. Tradicionalmente, Duke sempre foi o time dos calouros cinco estrelas que ficam um ano e vazam pro Draft. Agora o cara tá construindo um elenco com mais experiência, mantendo veteranos como Cayden Boozer e Patrick Ngongba II.

    Sinceramente, acho que essa é a jogada certa. College basketball tá cada vez mais competitivo, e ter jogadores que já sabem o que é pressão de março faz toda diferença. Blackwell provou isso nos playoffs: 22 pontos e 10 rebotes na derrota de Wisconsin pro High Point, e média de 26 pontos no torneio da Big Ten.

    E vocês viram como ele é clutch na linha do lance livre? 86.3% de aproveitamento. Isso é fundamental nos momentos decisivos — daqueles que definem se você volta pra casa ou continua sonhando com o título.

    Time pra brigar pelo caneco

    Com essa contratação, Duke não tá só montando um time competitivo. Tá montando um candidato real ao título nacional. A classe de calouros continua elite (Cam Williams, Deron Rippey Jr. e Bryson Howard são todos top-15), mas agora tem a experiência que faltava.

    Na minha visão, Scheyer finalmente entendeu a fórmula: misturar talento jovem com veteranos que já passaram pelo fogo. E Blackwell, com 1,93m e essa capacidade de pontuar de qualquer lugar da quadra, encaixa como uma luva no sistema de Duke.

    Podem anotar aí: Duke vai ser um dos favoritos na próxima temporada. E olha que eu não sou muito de fazer previsões assim tão cedo, mas esse elenco tem cara de quem vai longe em março.