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  • Wemby e Giannis viraram mestres do xadrez — e isso tá mudando o jogo deles

    Wemby e Giannis viraram mestres do xadrez — e isso tá mudando o jogo deles

    Olha, quando eu soube que o Wembanyama jogava xadrez enquanto fazia exercícios físicos, pensei que era loucura. Mas depois que vi o Giannis falando que o xadrez o ajudou naquele roubo histórico no LeBron, tudo fez sentido. O xadrez virou a nova moda nos vestiários da NBA — e não é só papo furado não.

    A coisa toda começou meio que do nada. Vários astros da liga começaram a creditar o jogo de tabuleiro por aguçar seus instintos em quadra. Reconhecimento de padrões, antecipação, pensamento estratégico — é basicamente tudo que você precisa pra dominar no basquete, né?

    Giannis e aquela jogada absurda contra o LeBron

    O Greek Freak aprendeu xadrez aos dez anos numa igreja na Grécia (que origem mais inusitada, cara!). E quando ele roubou a bola do LeBron com dez segundos no cronômetro pra selar uma vitória do Bucks em janeiro, ele não disse que foi sorte. Foi preparação pura.

    “Eu sabia que no final o LeBron ia pegar a bola. Sabia que ele ia querer penetrar e fazer a jogada. Sabia que ia pedir o pick-and-roll”, contou pro ESPN. “Já joguei contra ele várias vezes, então estava pensando à frente. Me posicionei pra ser mais bem-sucedido na jogada.”

    Mano, isso é xadrez na prática! Antecipação de três, quatro jogadas à frente. E funcionou perfeitamente naquela bloqueada épica no Deandre Ayton nas Finais também.

    Wemby levou isso pro outro nível

    Mas se o Giannis já impressiona, o Wembanyama é simplesmente maluco. O cara criou um treino onde faz exercícios físicos ENQUANTO joga xadrez. A ideia? Simular o cansaço mental dos momentos decisivos do jogo. Genial ou psicopata? Vocês decidem.

    “É tipo matar dois coelhos com uma cajadada. Às vezes você só precisa se desligar”, explicou o francês. “Você não tem foco pra ler ou estudar algo pesado, então o xadrez é bom nesse sentido.”

    O Rudy Gobert, que joga xadrez com o Wemby “quase toda vez” que os times se enfrentam, entende a parada: “Quando você tá cansado física e mentalmente, fica mais difícil tomar as decisões certas. O xadrez te desafia ainda mais.”

    E olha que loucura: em dezembro passado, o Wembanyama foi pro Washington Square Park em Nova York e desafiou fãs aleatórios pra jogar xadrez. Terminou 2-2 em quatro partidas públicas. Depois disso, pediu um “torneio de xadrez só com jogadores da NBA”. Meses depois, o Derrick Rose entregou exatamente isso com seu evento Chesstival em Las Vegas.

    Derrick Rose: xadrez como estilo de vida

    Pro D-Rose, xadrez não é hobby — é identidade de armador. Ele aprendeu há mais de uma década depois de ler sobre como o jogo pode prevenir Alzheimer e demência. Chegou a carregar um tabuleiro durante as últimas cinco temporadas da carreira!

    “Era mais sobre ser armador mesmo. Ver duas ou três jogadas à frente, ter essa tranquilidade quando você tá apanhando”, contou pro ESPN. Cara fazia do xadrez parte da rotina pré-jogo: Bob Marley no fone, mexendo as peças até pisar em quadra.

    “Aquele movimento, você tem que pensar antes de mover a próxima peça, porque pode ferrar o jogo todo. Mesmo parecendo insignificante na hora, pode destruir sua defesa”, filosofou Rose.

    Até o Rajon Rondo, hoje assistente técnico do Bucks, jogava xadrez com o Ivica Zubac antes de cada partida quando estavam juntos no Clippers. “Me permitia colocar meu boné de pensar um pouco mais cedo”, disse.

    Sinceramente, acho genial como esses caras encontraram uma forma de treinar a mente que vai além dos vídeos de jogadas. E vocês, acham que o xadrez pode realmente fazer diferença em quadra ou é mais uma dessas modas de atleta?