Tag: Triple Double

  • Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Cara, que noitaça foi essa do Utah Jazz! Depois de 10 derrotas consecutivas – dez! – o time finalmente conseguiu voltar a vencer, e que vitória foi essa. Blake Hinson fez a partida da vida dele: 30 pontos, recorde pessoal. E o mais louco? Não foi só ele que brilhou.

    O Jazz atropelou o Memphis Grizzlies por 147 a 101, numa dessas goleadas que a gente fica até com pena do adversário. Mas olha, depois de tanto sofrimento, os caras mereciam uma noite dessas.

    Dois triple-doubles no mesmo jogo – coisa rara!

    Agora vem a parte mais absurda da história: Bez Mbeng e John Konchar conseguiram triple-double no mesmo jogo. Isso é raríssimo, galera! Mbeng fez 27 pontos (recorde pessoal também), 11 rebotes e 11 assistências. Konchar teve 11 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    E a cereja do bolo? Quando o Konchar fez o 11º ponto dele, completando o triple-double, o Jaren Jackson Jr. ficou tão empolgado que correu pra dentro da quadra e tomou uma técnica! (risos) Imagina a emoção do cara vendo o ex-companheiro de Memphis fazendo história no Jazz.

    Memphis estava bem desfalcado mesmo

    Olha, vou ser honesto aqui: o Memphis tava jogando praticamente com reservas e jogadores de contrato de 10 dias. Tinham 14 caras no departamento médico e só 6 jogaram. É aquela situação clássica do final de temporada, onde os times que não vão pros playoffs deixam os jovens jogarem pra ver o que rola.

    Mesmo assim, alguns garotos do Grizzlies aproveitaram a chance. Dariq Whitehead fez 21 pontos (recorde dele), Tony Okani marcou 20 (também recorde pessoal), e Adama Bal contribuiu com 18.

    Do lado do Jazz, além do Hinson e do Mbeng, Kennedy Chandler fez 26 pontos e Ace Bailey marcou 23. E o Oscar Tshiebwe? Monstro no garrafão: 22 rebotes (recorde pessoal) e 16 pontos.

    Temporada acabando, mas a paixão continua

    Sinceramente, uma das coisas que mais me chamou atenção foi o banco do Jazz comemorando cada ponto, cada conquista individual. Cara, isso é lindo de ver! Mesmo numa temporada perdida, numa partida que até prejudica as chances de draft, os caras estavam lá vibrando com os companheiros.

    O Jazz chegou a abrir 55 pontos de vantagem – coisa de videogame mesmo. Fizeram 86 pontos na área pintada e 45 pontos em contra-ataques. Foi um show ofensivo completo.

    E aí, vocês acham que essas performances individuais podem render alguma oportunidade pros jovens na próxima temporada? O Hinson e o Mbeng mostraram que têm potencial, né não?

  • LeBron aos 41 anos voltando ao ‘modo herói’ — Lakers precisam de tudo

    LeBron aos 41 anos voltando ao ‘modo herói’ — Lakers precisam de tudo

    Cara, o que o LeBron James tá fazendo aos 41 anos é simplesmente surreal. Na vitória sobre o Warriors na quinta-feira, o cara quase fez um triple-double (26 pontos, 11 assistências e 8 rebotes) jogando praticamente sozinho. E quando perguntaram o que os Lakers precisam dele com tanto desfalque, a resposta foi direta: “Tudo. Absolutamente tudo”.

    Olha, eu já vi o LeBron carregar time nas costas antes, mas isso aqui tá diferente. Com Luka Dončić, Austin Reaves, Marcus Smart e Jaxson Hayes todos fora, o Rei teve que vestir a camisa de super-herói mais uma vez. E funcionou — os Lakers seguem na briga pela terceira colocação do Oeste.

    De volta às origens (por necessidade)

    “Só voltando aos velhos tempos”, disse LeBron depois do jogo. E que velhos tempos, né? Lembro do cara carregando aqueles times de Cleveland no início da carreira, levando elencos medíocres para as finais. Agora, aos 41, ele tá tendo que fazer a mesma coisa.

    O mais impressionante? Essa é a segunda vez na semana que ele quase faz triple-double. Contra o Dallas no domingo foram 30 pontos, 15 assistências e 9 rebotes. Números que a maioria dos jogadores nunca vai nem sonhar em fazer UMA vez na carreira. E o maluco tá fazendo isso rotineiramente.

    O plano que deu errado

    A real é que não era pra ser assim. Em março, os Lakers jogaram seu melhor basquete com LeBron numa função mais reduzida — deixando Dončić e Reaves criarem mais jogadas enquanto ele aproveitava transições (aliás, ele lidera a NBA em pontos de contra-ataque esse ano).

    Mas aí veio a lesão grau 2 no posterior do Luka, que deve ficar fora pelo menos todo o primeiro round dos playoffs. Reaves também tá machucado. Sobrou o quê? O LeBron tendo que ser pontuador, armador e ainda defender bem.

    Sinceramente, tem algo de poético nisso tudo. No final da carreira, ele volta ao papel que tinha no começo — ser literalmente TUDO para o time. A diferença é que agora ele tá fazendo isso aos 41 anos, numa idade que a maioria dos jogadores já tá há anos aposentado.

    E aí, vocês acham que ele consegue carregar esse time nos playoffs? Porque se depender da vontade e da classe, pode apostar que vai tentar até o último segundo.