Tag: Triple Double

  • KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    KAT iguala marca histórica do Wilt e entra na lista dos gigantes

    Gente, o que aconteceu ontem em Atlanta foi simplesmente surreal. Os Knicks meteram uma sapatada histórica nos Hawks: 140 a 89. Isso mesmo que você leu. E o Karl-Anthony Towns? Cara, o cara fez história no meio dessa pancadaria toda.

    Olha, eu já vi muito jogo de playoffs na minha vida, mas 83 a 36 no intervalo? Isso é a maior vantagem de primeiro tempo na história dos playoffs da NBA. Os torcedores do Hawks começaram a sair do ginásio no segundo quarto — imagina a humilhação.

    KAT vira lenda ao lado do Wilt

    Mas vamos ao que realmente importa aqui: Towns fez um triple-double (12 pontos, 11 rebotes, 10 assistências) e entrou para um grupo muito seleto. Agora ele é apenas o segundo pivô de 2,13m ou mais na história a conseguir múltiplos triple-doubles nos playoffs. O outro? Ninguém menos que Wilt Chamberlain.

    Sinceramente, não esperava ver KAT nessa lista tão cedo. O cara sempre foi conhecido pelos pontos, mas essas 10 assistências mostram uma evolução no jogo dele que tá sendo absurda de acompanhar. E contra o Hawks, que tem uma defesa decente, fazer isso é ainda mais impressionante.

    Knicks responderam às críticas

    A real é que os Knicks vinham tomando pau dos próprios torcedores nesta série. Estavam perdendo de 2-1 pros Hawks — imagina a pressão. Towns mesmo admitiu que entende a frustração da torcida: “É compreensível, os fãs não sabiam qual versão de nós eles veriam, especialmente depois que não jogamos nosso melhor basquete nesta série.”

    E ele não tá errado não. Quando você vê um time com esse potencial jogando abaixo, dá uma raiva mesmo. Mas ontem foi diferente — foi aquela noite em que tudo encaixa perfeitamente.

    “Para nós, fazer uma declaração sobre quem podemos ser quando estamos funcionando em todos os cilindros, é ótimo termos esse tipo de gravação para olhar para trás e ver quando estamos jogando nosso melhor”, disse Towns após o jogo.

    Agora vem o teste real: conseguir essa consistência contra adversários mais duros. Os Knicks vão enfrentar o vencedor de Celtics x 76ers, que forçaram um jogo 7 depois da vitória da Filadélfia ontem. E aí, vocês acham que esse KAT “distribuidor” consegue manter esse nível contra Boston ou Philly?

  • Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Jokic salva o Denver com triple-double monstro e força jogo 6

    Cara, o Nikola Jokic simplesmente resolveu aparecer na hora que mais precisava. Triple-double de 27 pontos, 16 assistências e 12 rebotes pra manter o Denver vivo na série contra o Minnesota. 125 a 113 pro Nuggets no jogo 5, e agora vai ter jogo 6 em Minneapolis na quinta-feira.

    Olha, eu não vou mentir — depois de três derrotas seguidas, já tava achando que o Denver tinha entregado os pontos. Mas o Jokic é diferente, né? O cara é um monstro absoluto quando a pressão aperta.

    O sérvio salvou o time das próprias cinzas

    “Jok is Jok”, disse o técnico David Adelman após o jogo. E é isso mesmo, pessoal. Vocês viram como ele distribuiu bola? 16 assistências é coisa de louco. E não foram assistências forçadas não — o time finalmente acertou os arremessos (38% de 3 depois de uns míseros 28,5% nos primeiros quatro jogos).

    O Christian Braun foi sincero demais: “Apenas os primeiros quatro jogos embaraçosos da série”. Cara falou a real. Mas é isso aí — no basquete, às vezes você precisa de uma pancada na cara pra despertar.

    Coadjuvantes finalmente apareceram

    Spencer Jones fez 20 pontos com quatro bolas de três no lugar do Aaron Gordon machucado. O Cam Johnson — lembram dele? Veio na troca que mandou o Michael Porter Jr. pro Brooklyn — contribuiu com 18 pontos. E a defesa? Forçaram 25 turnovers e converteram em 35 pontos. Absurdo.

    Do lado do Minnesota, o Jaden McDaniels teve uma noite pra esquecer. Quatro turnovers, errou todas as tentativas de três pontos. E olha que o cara tava falando tanto dos “defensores ruins” do Denver… Futebol americano não, basquete é assim mesmo — uma hora a conta chega.

    “Nada sujo”, disse McDaniels depois. “É tudo diversão pra mim. Eu me alimento disso. Só temos que fazer o trabalho no próximo jogo, e não há mais conversa.” E completou: “Nós vamos ganhar o próximo”.

    Sinceramente? Essa confiança do McDaniels me impressiona. O cara perdeu feio em casa e ainda tá falando que vai ganhar o jogo 6. Vocês acham que o Minnesota consegue fechar em casa, ou o Denver vai completar essa virada histórica de 3-1?

    As casas de apostas agora dão 61% de chance pro Nuggets completarem o comeback. E cara, considerando que eles já fizeram duas viradas de 3-1 em 2020, eu não duvido de nada. Jokic em playoffs é outro nível.

  • KAT com triple-double histórico salva os Knicks no playoff

    KAT com triple-double histórico salva os Knicks no playoff

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. Karl-Anthony Towns simplesmente resolveu virar playmaker e destruiu os Hawks com um triple-double absurdo: 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. E olha, não é qualquer triple-double não — foi o PRIMEIRO dele nos playoffs em 11 anos de carreira.

    O mais louco? O KAT é conhecido por ser um monstro no arremesso pra um pivô, mas assistências nunca foram o forte dele. Durante a temporada regular, ele fez média de apenas 3 assistências por jogo. Ontem foram 10. Dez!

    Companhia de elite no Madison Square Garden

    Com esse triple-double, Towns entrou num grupo bem seleto na história dos Knicks. Ele se juntou aos lendários Walt Frazier e Dick McGuire, e ao companheiro Josh Hart como os únicos a conseguir um triple-double nos playoffs vestindo a camisa de Nova York. Não é pouca coisa não.

    “As oportunidades apareceram e meus companheiros fizeram acontecer”, disse Towns após a vitória por 114-98 que empatou a série em 2-2. E sinceramente, eu adorei a humildade dele. Porque vamos combinar, ele que criou essas oportunidades com uns passes que eu nem sabia que ele tinha no repertório.

    Brunson aprova a nova versão do KAT

    Jalen Brunson, que normalmente é o cérebro do ataque dos Knicks, ficou impressionado com a performance do pivô. “Esta foi uma grande atuação dele. Tomadas de decisão excelentes. Ele realmente nos colocou em posição de vencer”, disse Brunson, que contribuiu com 19 pontos.

    O que mais me chamou atenção foi ver Towns falando que prefere dar assistência a fazer cestas. “Ver meus companheiros brilharem e conseguir envolvê-los é algo que eu gosto ainda mais do que acertar um arremesso”, declarou. Mano, essa mentalidade é o que separa os bons dos grandes.

    OG Anunoby foi quem mais se beneficiou dos passes do Towns, recebendo cinco assistências e liderando os Knicks com 22 pontos. “Ele é um talento especial, pode fazer de tudo”, elogiou Anunoby. “Não importa quão fechada esteja a janela, ele vai me encontrar.”

    Agora os Knicks voltam pra casa pro decisivo Jogo 5 na terça-feira. Vocês acham que o KAT consegue manter esse nível? Porque se conseguir, essa série pode virar rapidinho. E olha que eu nem sou torcedor dos Knicks, mas essa performance foi de dar arrepio.

  • Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Meu amigo, os Knicks finalmente apareceram no jogo 4! Depois de três jogos apanhando dos Hawks, Nova York decidiu que chega de moleza e partiu pra porrada física em Atlanta. O resultado? Uma surra de 114-98 que empatou a série em 2-2.

    Desde a bola ao alto você via que era outro time. A intensidade defensiva que estava faltando toda a série apareceu de uma vez — e os Hawks simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. Foi como ver o Knicks do ano passado, aquele que chegou nas finais da Conferência Leste.

    KAT comandou a festa com triple-double

    Karl-Anthony Towns finalmente mostrou por que foi a grande contratação da temporada. Triple-double com 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências — números que um pivô não faz todo dia, né? O cara distribuiu bola como um armador e ainda dominou o garrafão.

    Mas não foi só ele. OG Anunoby e Josh Hart jogaram um absurdo no primeiro tempo, combinando 21 pontos em 9 de 16 arremessos. Anunoby terminou com 22 pontos e 10 rebotes. Quando o elenco todo funciona assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Hawks não conseguiram respirar

    Do outro lado, Atlanta teve uma noite para esquecer. CJ McCollum até tentou segurar as pontas com 17 pontos, mas errou todos os quatro arremessos de três que tentou. O resto do time? Nem se fala — 37% de aproveitamento nos três primeiros quartos e 17 bolas perdidas.

    Olha, eu não esperava uma queda de rendimento tão grande dos Hawks. Zero pontos em contra-ataques. ZERO! É como se o Knicks tivesse sugado toda a energia deles com aquela pressão defensiva sufocante.

    Jalen Brunson até machucou o tornozelo no terceiro quarto, foi pro vestiário, voltou enfaixado e ainda bateu o joelho com um jogador dos Hawks mais tarde. Mesmo assim, continuou jogando — é ou não é raça?

    Agora é melhor de três

    A série volta pra Madison Square Garden na terça-feira completamente em aberto. Sinceramente acho que os Knicks encontraram o caminho — quando eles jogam com essa intensidade física, são muito difíceis de parar. A questão é: será que os Hawks vão conseguir responder na mesma moeda?

    Vocês viram como a torcida do Knicks tomou conta da State Farm Arena? “Let’s go Knicks” ecoando em Atlanta é algo que você não vê todo dia. Esse time tem uma energia contagiante quando está no modo playoffs.

    E aí, quem vocês acham que leva essa série agora? Os Hawks vão conseguir se recuperar dessa pancada ou o Knicks embalou de vez?

  • KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    Olha, eu não esperava que o Karl-Anthony Towns fosse ser ESSE cara nos playoffs, mas o homem simplesmente decidiu que era a hora dele brilhar. No jogo 4 contra o Hawks, KAT mandou o primeiro triple-double da carreira dele nos playoffs (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências) e ajudou os Knicks a empatarem a série em 2-2 com uma vitória de 114 a 98.

    E que atuação, meu amigo! Towns não só pontuou bem — 6 de 10 arremessos —, como distribuiu a bola que nem um armador veterano. Dez assistências! O cara que sempre foi criticado por ser individualista demais mostrou que pode sim fazer os companheiros jogarem melhor.

    Mikal Bridges e Josh Hart acordaram na hora certa

    Depois daquela performance horrorosa no jogo 3 (onde o Bridges nem pontuou), tanto ele quanto o Josh Hart resolveram aparecer. Os dois que fizeram 1 de 12 coletivamente no jogo anterior, mandaram 7 de 11 no primeiro tempo desta vez. Hart inclusive fechou a primeira etapa em grande estilo, anotando 9 dos últimos 11 pontos dos Knicks antes do intervalo.

    Sinceramente, essa dupla estava devendo essa resposta. E que alívio deve ter sido pro Thibodeau ver esses caras voltarem a produzir quando mais precisava.

    Defesa sólida e rebote dominante

    Uma coisa que me chamou atenção foi como os Knicks dominaram no garrafão. Eles pegaram rebote ofensivo o jogo todo, criando segundas chances enquanto não deixavam os Hawks nem chegarem perto da tabela deles. No primeiro tempo, Atlanta fez só 44 pontos — uma pressão defensiva absurda.

    O OG Anunoby também mandou bem com um double-double de 22 pontos e 10 rebotes. E tem o Miles McBride saindo do banco pra fazer 8 dos seus 11 pontos no último quarto, acertando 3 de 6 do perímetro.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade no jogo 5? Porque uma coisa eu garanto: se o Towns continuar jogando assim, distribuindo e pontuando, essa série pode virar rapidinho. O cara mostrou que quando resolve aparecer nos momentos grandes, ele realmente pode ser decisivo.

    Brunson fez 19 pontos mas perdeu 6 bolas — algo que ele precisa melhorar pro próximo jogo. Mas com Towns nesse nível e os outros caras voltando a acertar os arremessos, os Knicks têm tudo pra surpreender nessa série.

  • Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Cara, que noitaça foi essa do Utah Jazz! Depois de 10 derrotas consecutivas – dez! – o time finalmente conseguiu voltar a vencer, e que vitória foi essa. Blake Hinson fez a partida da vida dele: 30 pontos, recorde pessoal. E o mais louco? Não foi só ele que brilhou.

    O Jazz atropelou o Memphis Grizzlies por 147 a 101, numa dessas goleadas que a gente fica até com pena do adversário. Mas olha, depois de tanto sofrimento, os caras mereciam uma noite dessas.

    Dois triple-doubles no mesmo jogo – coisa rara!

    Agora vem a parte mais absurda da história: Bez Mbeng e John Konchar conseguiram triple-double no mesmo jogo. Isso é raríssimo, galera! Mbeng fez 27 pontos (recorde pessoal também), 11 rebotes e 11 assistências. Konchar teve 11 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    E a cereja do bolo? Quando o Konchar fez o 11º ponto dele, completando o triple-double, o Jaren Jackson Jr. ficou tão empolgado que correu pra dentro da quadra e tomou uma técnica! (risos) Imagina a emoção do cara vendo o ex-companheiro de Memphis fazendo história no Jazz.

    Memphis estava bem desfalcado mesmo

    Olha, vou ser honesto aqui: o Memphis tava jogando praticamente com reservas e jogadores de contrato de 10 dias. Tinham 14 caras no departamento médico e só 6 jogaram. É aquela situação clássica do final de temporada, onde os times que não vão pros playoffs deixam os jovens jogarem pra ver o que rola.

    Mesmo assim, alguns garotos do Grizzlies aproveitaram a chance. Dariq Whitehead fez 21 pontos (recorde dele), Tony Okani marcou 20 (também recorde pessoal), e Adama Bal contribuiu com 18.

    Do lado do Jazz, além do Hinson e do Mbeng, Kennedy Chandler fez 26 pontos e Ace Bailey marcou 23. E o Oscar Tshiebwe? Monstro no garrafão: 22 rebotes (recorde pessoal) e 16 pontos.

    Temporada acabando, mas a paixão continua

    Sinceramente, uma das coisas que mais me chamou atenção foi o banco do Jazz comemorando cada ponto, cada conquista individual. Cara, isso é lindo de ver! Mesmo numa temporada perdida, numa partida que até prejudica as chances de draft, os caras estavam lá vibrando com os companheiros.

    O Jazz chegou a abrir 55 pontos de vantagem – coisa de videogame mesmo. Fizeram 86 pontos na área pintada e 45 pontos em contra-ataques. Foi um show ofensivo completo.

    E aí, vocês acham que essas performances individuais podem render alguma oportunidade pros jovens na próxima temporada? O Hinson e o Mbeng mostraram que têm potencial, né não?

  • LeBron aos 41 anos voltando ao ‘modo herói’ — Lakers precisam de tudo

    LeBron aos 41 anos voltando ao ‘modo herói’ — Lakers precisam de tudo

    Cara, o que o LeBron James tá fazendo aos 41 anos é simplesmente surreal. Na vitória sobre o Warriors na quinta-feira, o cara quase fez um triple-double (26 pontos, 11 assistências e 8 rebotes) jogando praticamente sozinho. E quando perguntaram o que os Lakers precisam dele com tanto desfalque, a resposta foi direta: “Tudo. Absolutamente tudo”.

    Olha, eu já vi o LeBron carregar time nas costas antes, mas isso aqui tá diferente. Com Luka Dončić, Austin Reaves, Marcus Smart e Jaxson Hayes todos fora, o Rei teve que vestir a camisa de super-herói mais uma vez. E funcionou — os Lakers seguem na briga pela terceira colocação do Oeste.

    De volta às origens (por necessidade)

    “Só voltando aos velhos tempos”, disse LeBron depois do jogo. E que velhos tempos, né? Lembro do cara carregando aqueles times de Cleveland no início da carreira, levando elencos medíocres para as finais. Agora, aos 41, ele tá tendo que fazer a mesma coisa.

    O mais impressionante? Essa é a segunda vez na semana que ele quase faz triple-double. Contra o Dallas no domingo foram 30 pontos, 15 assistências e 9 rebotes. Números que a maioria dos jogadores nunca vai nem sonhar em fazer UMA vez na carreira. E o maluco tá fazendo isso rotineiramente.

    O plano que deu errado

    A real é que não era pra ser assim. Em março, os Lakers jogaram seu melhor basquete com LeBron numa função mais reduzida — deixando Dončić e Reaves criarem mais jogadas enquanto ele aproveitava transições (aliás, ele lidera a NBA em pontos de contra-ataque esse ano).

    Mas aí veio a lesão grau 2 no posterior do Luka, que deve ficar fora pelo menos todo o primeiro round dos playoffs. Reaves também tá machucado. Sobrou o quê? O LeBron tendo que ser pontuador, armador e ainda defender bem.

    Sinceramente, tem algo de poético nisso tudo. No final da carreira, ele volta ao papel que tinha no começo — ser literalmente TUDO para o time. A diferença é que agora ele tá fazendo isso aos 41 anos, numa idade que a maioria dos jogadores já tá há anos aposentado.

    E aí, vocês acham que ele consegue carregar esse time nos playoffs? Porque se depender da vontade e da classe, pode apostar que vai tentar até o último segundo.