Tag: Tyler Herro

  • O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    Cara, eu fico pensando nisso desde que o Heat foi eliminado pelos Hornets no play-in. Tyler Herro e Norman Powell juntos deveriam ter sido algo especial, mas virou uma das maiores frustrações da temporada. E o Spoelstra foi bem direto sobre isso nas entrevistas de fim de temporada.

    Os números são brutais: os dois jogaram apenas 21 partidas juntos. Vinte e uma! Herro perdeu 48 jogos por lesão, Powell virou All-Star pela primeira vez na vida (merecido, diga-se), mas depois começou a quebrar também com problemas na virilha e ainda pegou uma gripe que derrubou ele por semanas.

    A matemática não fechou

    Olha, quando os dois estavam em quadra ao mesmo tempo, o Heat tinha -1.8 de rating. Negativo. Isso é preocupante pra caramba, especialmente quando você tem dois caras que fizeram mais de 20 pontos de média na temporada. O problema é óbvio: ambos são criadores de jogada, gostam da bola na mão, e acabavam se atropelando.

    Spoelstra admitiu que foi um “desafio” fazer a coisa funcionar. No final da temporada, Herro voltou pro quinteto inicial e Powell foi pro banco – imagina como deve ter sido difícil pro cara que tinha acabado de ser All-Star pela primeira vez na carreira?

    O que poderia ter sido

    “Acho que eles poderiam ter sido dinâmicos, foi só azar mesmo”, disse o Spo. E eu concordo com ele. Dois caras talentosos, Powell fazendo a melhor temporada da vida (21.7 pontos de média), Herro mostrando que é um talento único no ataque quando tá saudável.

    Mas aí que tá – quando um estava bem, o outro estava machucado. Era um vai-e-vem que não deixou os caras desenvolverem química. E química no basquete não é algo que você inventa da noite pro dia, ainda mais quando você muda todo o sistema ofensivo como o Heat fez essa temporada.

    Powell foi honesto: “Não tivemos uma chance real de descobrir como fazer funcionar”. E faz sentido. Como você vai criar entrosamento se mal consegue treinar junto?

    Lições pra próxima temporada

    O Heat vai ter decisões difíceis no verão. Manter os dois? Trocar um deles? Sinceramente, acho que mereciam uma chance real de jogarem saudáveis juntos por uma temporada inteira. Mas na NBA você não sempre tem esse luxo.

    O que mais me deixa frustrado é que dava pra sentir o potencial ali. Dois caras que sabem marcar, que podem criar pro time todo. Se tivessem conseguido 50, 60 jogos juntos e saudáveis, talvez a história seria diferente.

    E vocês, acham que o Heat deveria insistir nessa dupla ou partir pra outra? Porque pra mim, 21 jogos juntos é muito pouco pra julgar qualquer coisa.

  • Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Olha, eu não esperava estar escrevendo isso, mas parece que a era Bam Adebayo e Tyler Herro no Miami Heat tá chegando numa encruzilhada. E quem tá cobrando uma definição é nada menos que Kendrick Perkins — e o cara não poupou palavras.

    O Heat fechou mais uma temporada fora dos playoffs depois de perder no play-in para o Charlotte Hornets. Quatro anos consecutivos brigando no play-in, gente. QUATRO. Pra uma franquia que se acostumou com finais e títulos, isso tem que doer.

    Perkins mandou a real sobre Pat Riley

    No podcast Road Trippin, Perkins foi cirúrgico ao criticar Pat Riley. “Cara, você quer pescar uma baleia todo verão, todo deadline de trocas. Mas só consegue trazer peixinhos”, disse o ex-pivô. E continuou: “É hora de ter uma conversa honesta: Bam Adebayo e Tyler Herro são os caras que vão levar o Heat onde ele quer chegar? A resposta é não.”

    Sinceramente? Perkins tem um ponto. O Heat tentou ir atrás do Kevin Durant (que não quis), não foi no Damian Lillard quando teve chance, e agora tá nessa situação meio sem rumo.

    O que esperar do futuro em Miami

    Bam é um monstro defensivo, isso ninguém discute. Triple-double quando quer, defesa de elite, joga em qualquer posição. Mas será que ele é a peça principal de um time campeão? Tyler Herro tem o arremesso de 3 e consegue criar jogadas, mas na hora H das decisões importantes, ele some do mapa.

    O Heat terminou com 43-39, décimo no Leste. Acima dos Bucks (que decepção) e Bulls, mas atrás dos Hornets e Magic. Pra uma franquia com a cultura Miami Heat, isso é inaceitável.

    Na minha visão, Riley vai ter que tomar uma decisão difícil nesse verão. Ou aposta todas as fichas na dupla Bam-Herro e constrói um elenco competitivo ao redor deles, ou usa um dos dois (provavelmente o Herro) como moeda de troca pra ir atrás de uma estrela de verdade.

    E aí, vocês acham que o Heat deveria apostar nessa dupla ou é hora de uma reformulação geral? Porque do jeito que tá, só dá pra brigar por play-in mesmo.

  • Herro explode contra LaMelo: ‘Jogada suja que acabou com nossa season’

    Herro explode contra LaMelo: ‘Jogada suja que acabou com nossa season’

    Cara, que final de temporada amargo pro Heat. E olha, eu tô aqui ainda processando o que aconteceu naquela eliminação pros Hornets. Tyler Herro não conseguiu segurar a revolta depois que LaMelo Ball praticamente encerrou a temporada de Miami de duas formas: com a cesta da vitória E com uma jogada no mínimo questionável que machucou o Bam Adebayo.

    Vamos aos fatos: Charlotte ganhou de 127 a 126 no play-in, eliminando o Heat da pós-temporada. Mas antes disso rolar, LaMelo fez uma jogada que deixou todo mundo de Miami pistola – ele derrubou o Bam, que saiu mancando e não voltou mais pro jogo.

    A revolta do Herro foi total

    “Foi uma loucura. Jogo com o Bam há muito tempo e nunca vi ele mancando desse jeito. Ele é o cara que sempre fica em quadra, não importa a dor. E dessa vez mal conseguiu andar até o vestiário”, disparou Herro após o jogo. E aí veio a parte mais pesada: “Todo mundo viu. Não foi a jogada certa.”

    Olha, quando o Herro fala que “todo mundo viu”, ele tá claramente insinuando que foi intencional. E cara, conhecendo como é a rivalidade na NBA, essa tensão toda faz sentido. O Bam é um dos caras mais resistentes da liga – se ele saiu de quadra assim, é porque a pancada foi braba mesmo.

    LaMelo virou persona non grata em Miami

    Sinceramente? Do ponto de vista do Heat, LaMelo Ball virou o grande vilão da história. Primeiro machuca o pivô titular deles numa jogada duvidosa, depois cravo a cesta que elimina o time da pós-temporada. É o tipo de situação que deixa qualquer torcida revoltada.

    Erik Spoelstra, técnico do Heat, já tinha reclamado que o garoto dos Hornets deveria ter sido expulso pela jogada. Agora o Herro vem e confirma: na visão de Miami, aquilo foi proposital. E vocês, o que acham? Foi mesmo ou tô viajando na maionese?

    O mais doído de tudo é que o Heat dependia desse jogo pra seguir vivo na temporada. Perder o Bam numa jogada dessas e ainda tomar a eliminação do mesmo cara… cara, isso vai ficar marcado.

  • Heat quase pescou Giannis na trade deadline — só a diretoria salvou

    Heat quase pescou Giannis na trade deadline — só a diretoria salvou

    Gente, vocês não fazem ideia do que quase rolou na trade deadline de fevereiro. O Miami Heat chegou MUITO perto de tirar o Giannis Antetokounmpo do Milwaukee Bucks. E quando eu digo muito perto, é porque eles montaram um pacote que fez a diretoria dos Bucks suar frio.

    A proposta do Heat? Tyler Herro, Kel’el Ware e várias picks de draft. Simples assim. E olha, segundo as fontes da liga, essa foi a oferta que mais chegou perto de convencer Milwaukee entre todas as que apareceram. O negócio estava tão quente que os Bucks levaram a proposta a sério no dia 4 de fevereiro — um dia antes do deadline.

    A diretoria entrou em campo

    Mas aí que tá a parada: a propriedade do time meteu o pé no freio. No último minuto mesmo. Na manhã do dia 5, ligaram pro Heat e falaram “não rola”. A justificativa? Que era melhor segurar o Giannis e buscar um retorno maior no verão.

    Cara, imagina a frustração do Pat Riley nesse momento. O cara que já pescou LeBron, Bosh, Jimmy Butler… quase fisgou o Greek Freak também. Quase.

    E não foi só Miami não. Timberwolves e Warriors também entraram na dança, mas a proposta do Heat era a que mais fazia sentido pro que Milwaukee queria: um jogador jovem e talentoso (Ware), um cara que produz ofensivamente (Herro) e um monte de picks pra reconstruir.

    Milwaukee pedindo a lua

    Agora, os Bucks também não facilitaram pra ninguém. Eles queriam Evan Mobley do Cleveland E o VJ Edgecombe do Philadelphia. Ao mesmo tempo. Mais outros ativos. Sinceramente, meio irreal né?

    Vários times ficaram putos porque a diretoria de Milwaukee demorava DIAS pra retornar as ligações. Aí você fica na dúvida: será que eles estavam levando a sério mesmo ou só testando o mercado?

    E agora, José?

    A questão do contrato também complicou tudo. Ninguém ia largar um pacote gigante sem garantia que o Giannis assinaria uma extensão. Ele pode renovar por 4 anos e US$ 275 milhões em outubro se ficar em Milwaukee, ou seis meses depois de qualquer trade.

    O co-proprietário Wes Edens já soltou em março: “Uma de duas coisas vai acontecer: ou ele renova, ou é tradado”. Direto ao ponto.

    E adivinha quem tá na pole position pra uma nova tentativa no verão? Isso mesmo, o Heat. A diretoria dos Bucks já meio que aceitou que uma trade pode rolar, segundo a ESPN.

    Vocês acham que Miami consegue fechar dessa vez? Ou Milwaukee vai pedir ainda mais caro agora que todo mundo sabe que Giannis pode sair mesmo?

  • Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Gente, essa história do Giannis é muito mais séria do que a gente imaginava. O Greek Freak e o empresário dele se reuniram com os donos do Milwaukee em janeiro pra cobrar um acordo que já existia desde 2020 — basicamente, se a situação ficasse ruim, eles ajudariam numa troca “amigável”.

    E olha, a situação realmente ficou ruim. Logo depois dessa reunião, o GM Jon Horst foi direto ao ponto com o Giannis: “cara, eu tô negociando sua troca e você pode não estar aqui na temporada 26-27”.

    Imagina receber essa no vestiário?

    A dança das cadeiras antes do deadline

    Mais de 12 times ligaram pro Milwaukee antes do deadline de fevereiro. Os principais interessados? Minnesota, Miami e Golden State. E pelo que rolou, o Horst tava negociando sério mesmo — não era só pra subir o preço.

    O Heat chegou perto, cara. MUITO perto. A proposta deles era o Tyler Herro, o rookie Kel’el Ware e várias picks de draft. Milwaukee quase aceitou no dia 4 de fevereiro, mas no último minuto a diretoria resolveu segurar pra tentar algo melhor no verão.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa. O Herro é bom jogador, mas trocar o Giannis por ele seria meio… questionável.

    Alguns executivos ficaram putos porque Milwaukee demorava dias pra responder as ligações (meio desrespeitoso, né?). E teve pedido absurdo também — queriam o Evan Mobley do Cleveland e o VJ Edgecombe dos Sixers, mais outras peças. Aí é demais.

    E agora, josé?

    A situação tá assim: Giannis tem mais um ano garantido de contrato, com opção de jogador em 2027. Se ele ficar em Milwaukee, pode assinar uma extensão de 4 anos por 275 milhões de dólares em outubro. Se for trocado, só pode renovar 6 meses depois.

    O dono Wes Edens foi claro em março: “uma de duas coisas vai acontecer — ou ele renova, ou é trocado”.

    Na minha visão, o verão vai ser decisivo. Milwaukee precisa mostrar pro Giannis que pode montar um time competitivo ao redor dele. Se não conseguir, acho que a troca acontece mesmo. E vocês, acham que ele fica ou vaza? Pra mim, Miami continua sendo o destino mais provável se ele sair.

    Uma coisa é certa: essa novela tá longe do fim.

  • Heat vira nos minutos finais e atropela os 76ers com sequência absurda

    Heat vira nos minutos finais e atropela os 76ers com sequência absurda

    Que jogo maluco foi esse no Miami! O Heat estava perdendo por quatro pontos faltando pouco mais de três minutos, parecia que ia tomar mais uma derrota amarga em casa… aí do nada veio uma sequência de 14-0 que simplesmente destruiu qualquer esperança dos 76ers. Final: 119-109 para o time da Flórida.

    Tyler Herro foi o maestro da virada com 30 pontos. O cara tá numa fase impressionante, sinceramente. Bam Adebayo fez sua parte também: 23 pontos e 16 rebotes. Double-double consistente como sempre. Mas quem me surpreendeu foi Pelle Larsson — 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). Vocês viram esse cara jogar? Tá crescendo na reta final da temporada.

    A montanha-russa do placar

    Olha, esse jogo foi uma verdadeira montanha-russa emocional. O Heat abriu 12 pontos de vantagem no primeiro quarto, depois viu os Sixers virarem e irem pro intervalo na frente por 61-58. No terceiro período, Miami disparou de novo — chegou a ter 15 pontos de diferença com 3:29 no relógio.

    Aí que tá… quando você acha que o jogo tá controlado na NBA, sempre tem uma virada maluca esperando. Philadelphia respondeu com uma sequência de 15-2 e empatou em 101-101 com Joel Embiid (que teve 26 pontos na noite). O pivô até colocou os visitantes na frente por 107-103 com uma bomba de três.

    Os últimos minutos que definiram tudo

    Mas aí veio a magia do basquete. Em 2 minutos e 36 segundos, o Heat simplesmente não errou mais nada. Foram 14 pontos consecutivos que sepultaram qualquer chance de reação dos Sixers. É isso que separa os times bons dos mediocres — essa capacidade de fechar jogos quando a pressão aperta.

    Do lado dos 76ers, Tyrese Maxey fez um jogaço: 23 pontos, nove assistências e sete rebotes. Paul George contribuiu com 19. Mas na hora H, quando precisavam de uma cesta importante, não conseguiram executar.

    Uma curiosidade legal: VJ Edgecombe, das Bahamas, teve uma torcida especial na arena. Vários conterrâneos dele fizeram a viagem curta até Miami e agitaram bandeiras sempre que ele fazia algo bom. Terminou com 13 pontos e cinco assistências — não foi mal para um rookie.

    Com essa vitória, o Heat (40-36) mantém viva a esperança de escapar do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições para ter duas chances de se classificar. Estão em nono no Leste, praticamente empatados com Orlando. E aí, acham que conseguem furar a fila dos playoffs?

  • Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Heat vira no final e atropela os Sixers com show de Herro e Bam

    Cara, que jogaço do Miami Heat ontem à noite! Tyler Herro simplesmente resolveu destruir tudo no final e comandou uma virada espetacular contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 119-109. O cara meteu 30 pontos e mostrou porque é um dos mais clutch da liga.

    Mas não foi só o Herro não — Bam Adebayo também fez a sua parte com 23 pontos e 16 rebotes. Double-double absurdo do pivô, que tá mostrando consistência demais nessa reta final da temporada regular.

    Sequência final monstruosa

    O que mais me impressionou foi aquela sequência de 14-0 nos momentos finais. Sinceramente, quando vi o placar meio apertado, pensei “lá vamos nós de novo com o Heat sofrendo”. Mas não — eles simplesmente ligaram o modo playoff e meteram essa parcial que decidiu o jogo.

    Pelle Larsson também merece destaque: 20 pontos e 10 rebotes (recorde pessoal). O moleque tá evoluindo demais e pode ser uma peça importante nessa reta final. Miami tá na nona colocação do Leste, praticamente empatado com o Orlando Magic na oitava posição.

    Sixers com boa performance, mas não foi suficiente

    Do lado de Philadelphia, Joel Embiid fez os seus 26 pontos, mas faltou aquela pegada final que decide jogos. Tyrese Maxey teve uma noite completa com 23 pontos, 9 assistências e 7 rebotes — estatística de All-Star mesmo. Paul George contribuiu com 19 pontos, mas o time não conseguiu sustentar o ritmo quando o Heat apertou o cerco.

    Uma curiosidade: VJ Edgecombe, que é das Bahamas, teve uma torcida especial em Miami. Galera veio das ilhas só pra ver o moleque jogar e ficaram agitando bandeiras toda vez que ele fazia algo bom. Que atmosfera legal, né?

    Com essa vitória, o Heat mantém viva a esperança de sair da zona do play-in ou pelo menos garantir uma das duas primeiras posições dessa região — o que daria duas chances de classificação pros playoffs. Vocês acham que o time do Erik Spoelstra consegue essa façanha? Eu tô começando a acreditar, viu…

  • Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Olha, eu não esperava que o Miami Heat fosse resolver tão bem assim contra Cleveland depois de cinco derrotas seguidas. Mas foi exatamente isso que rolou na noite de quarta: um atropelo de 120 a 103 nos Cavaliers, com todo mundo contribuindo.

    Norman Powell liderou a festa com 19 pontos, Tyler Herro colou com 18, e o mais impressionante? Oito jogadores do Heat terminaram com dois dígitos no placar. Isso é o que eu chamo de basquete coletivo de verdade.

    Quase entregaram, mas se recuperaram

    Agora, não vou mentir — o Heat quase fez aquela clássica entregada no terceiro quarto. Tinham 17 pontos de vantagem e viram os Cavs chegarem pertinho. Mas aí que entra a experiência dessa turma de Miami.

    Nos momentos decisivos do último quarto, Bam Adebayo converteu um and-one e Kel’el Ware marcou uma bandeja — tudo em 11 segundos. Pronto, jogo encerrado. Bam terminou com 17 pontos, enquanto Ware fez um double-double com 13 pontos e 11 rebotes.

    Do lado de Cleveland, Donovan Mitchell fez o que pôde com 28 pontos, mas acabou saindo de quadra por faltas nos minutos finais. James Harden e Sam Merrill ajudaram com 18 cada, mas não foi suficiente para segurar o temporal de Miami.

    Heat testou a defesa dos Cavs

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavaliers, já tinha reclamado da defesa do time depois de tomar 131 pontos do Orlando na terça. E olha, contra o Heat não foi muito diferente. Miami converteu 13 bolas de três e chegou a abrir 21 pontos no primeiro tempo.

    O que me chama atenção é que os Cavs estão lidando com lesões o tempo todo. Jarrett Allen já está fora há 10 jogos, e agora Dean Wade torceu o tornozelo no aquecimento pisando no pé de um gandula. Cara, que azar!

    Vocês acham que Miami consegue embalar agora ou foi só um alívio momentâneo? Os times se enfrentam novamente na sexta-feira, ainda em Cleveland. Vai ser interessante ver se o Heat consegue repetir a dose ou se os Cavaliers vão buscar a revanche em casa.

    Uma coisa é certa: quando o ataque do Heat funciona assim, com todo mundo envolvido, eles viram um problema sério para qualquer time da liga. E com os playoffs se aproximando, esse tipo de performance coletiva pode fazer toda a diferença.

  • Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Herro dormia no vestiário pra treinar mais? Calipari conta história épica

    Vocês já imaginaram dormir no vestiário da faculdade só pra não perder tempo de treino? Tyler Herro fez isso. E quem conta a história é ninguém menos que John Calipari, que agora treina Arkansas mas foi técnico do cara em Kentucky.

    Na minha opinião, essa é uma das histórias mais inspiradoras que já ouvi sobre dedicação no basquete. Calipari soltou essa no Pat McAfee Show: “Tyler Herro vivia no ginásio… Eu cheguei uma manhã e ele estava dormindo no vestiário numa cadeira porque não queria atravessar a rua pra ir pro alojamento.”

    O monstro que já era monstro

    Cara, isso explica MUITA coisa sobre o Tyler que vemos hoje no Heat. O maluco passou só um ano em Kentucky — jogou quase 33 minutos por jogo, média de 14 pontos — mas já mostrava essa mentalidade diferenciada. E olha que ele era considerado um prospecto “cru” na época.

    A coroação dele com Calipari foi no Sweet 16 de 2019. Lembram? Aquela enterrada de três no finalzinho que classificou Kentucky pro Elite Eight. Jogaço absurdo. Mesmo tendo caído na rodada seguinte pro Auburn (que tava ranqueado em 5º), Herro fez o time ideal da região.

    De Kentucky pro Heat: a evolução continua

    E essa ética de trabalho que Calipari mencionou claramente não ficou pra trás quando Herro virou profissional. Sinceramente, acho que é isso que separa os caras especiais dos jogadores medianos — essa obsessão doentia por melhorar.

    Enquanto isso, Calipari seguiu mais cinco temporadas em Kentucky antes de se mudar pro Arkansas. Nesta temporada, levou os Razorbacks pra um recorde de 22-8 e tá no Sweet 16 de novo. Curioso: a última vez que ele chegou tão longe no March Madness foi justamente no ano do Herro.

    Agora ele enfrenta Arizona buscando o segundo título nacional (o primeiro foi com Kentucky em 2022). E aí, acham que ele consegue repetir a mágica sem um gym rat dormindo no vestiário? Eu apostaria que ele tá procurando alguém com essa mesma mentalidade no elenco atual.