Tag: tyrese haliburton

  • Haliburton desiste de desafio viral após resultado bizarro

    Haliburton desiste de desafio viral após resultado bizarro

    Cara, tem um joguinho novo que tá deixando todo mundo da NBA e os fãs completamente viciados: o 82-0.com. A ideia é simples mas viciante — você monta um quinteto dos sonhos e o site simula se esse time conseguiria fazer uma temporada perfeita, 82 vitórias em 82 jogos.

    O Tyrese Haliburton, armador dos Pacers, também caiu nessa. E olha, o cara tinha TUDO pra dar certo.

    O quinteto dos sonhos que não deu certo

    Imagina só a sorte do Haliburton: ele conseguiu montar um time com LeBron James, Kobe Bryant, Michael Jordan, Larry Bird e Moses Malone. Cinco lendas absolutas. Cinco caras que sozinhos já ganharam sei lá quantos títulos.

    Você pensaria: “Pronto, 82-0 garantido, né?”

    Errado. O site deu que esse time não conseguiria uma temporada perfeita. E aí o Haliburton simplesmente desistiu do desafio, postando no Twitter: “Parando com o 82-0 porque pelo amor…” (tradução livre, mas vocês entenderam o drama dele).

    A pegadinha do sistema

    A questão é que o site não pega só os jogadores no auge. Ele sorteia qual versão de cada cara você vai ter — e aí que mora o perigo. Sinceramente, acho que foi isso que ferrou o Haliburton.

    Provavelmente ele pegou o Kobe pós-lesão no tendão de Aquiles em 2013. Todo mundo sabe que o Black Mamba nunca mais foi o mesmo depois daquela contusão horrível. E o LeBron? Deve ter pego a versão rookie de 2003 — que obviamente era longe de ser o monstro que conhecemos hoje.

    É frustrante mesmo. Você vê Michael Jordan no seu time e pensa que tá feito, mas aí descobre que pegou ele voltando do baseball ou sei lá o quê. O jogo é uma loteria completa.

    E vocês, já tentaram esse desafio? Conseguiram chegar perto do 82-0 ou também se estressaram que nem o Haliburton? Eu tô aqui tentando há dias e não consigo passar das 75 vitórias, tá difícil viu.

  • Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Mano, vocês viram o que tá rolando nas finais da NBA? De’Aaron Fox, Harrison Barnes e Mike Brown — todos nas finais. E adivinha? Nenhum deles tá vestindo a camisa do Sacramento.

    Cara, isso é de doer. Os Kings viraram literalmente uma fábrica de talentos para outros times. É como se fosse aquela escola que forma os melhores jogadores, só que eles sempre vão brilhar em outro lugar.

    A maldição de Sacramento

    Olha só essa lista absurda: Tyrese Haliburton (que chegou nas finais ano passado com o Indiana), De’Aaron Fox, Mike Brown, Harrison Barnes… Todos passaram por Sacramento, todos estão agora brigando pelo anel. Só que não pelos Kings.

    E o mais doido? Sacramento não errou nas escolhas. Eles acharam os caras certos! O problema é que criaram um ambiente tão tóxico que sair de lá virou a única opção lógica para quem quer ganhar alguma coisa na carreira.

    Sinceramente, eu não sei se fico mais puto ou triste vendo isso.

    O caso Haliburton que ainda dói

    Vamos falar do elefante na sala: a troca do Haliburton. Em 2022, os Kings mandaram ele para o Indiana em troca do Domantas Sabonis. Na época, até fez sentido — Sabonis ajudou Sacramento a quebrar um jejum de 16 anos sem playoffs.

    Mas aí que tá o problema. Enquanto Sacramento comemorava uma temporada de 48 vitórias e a terceira colocação no Oeste (só para perder pros Warriors em 7 jogos), Haliburton estava lá em Indiana virando um monstro. O cara virou um dos jogadores mais clutch da liga — quatro cestas decisivas nos últimos 5 segundos numa única pós-temporada. QUATRO!

    Toda vez que os Kings perdiam três seguidas, começavam a circular highlights do Haliburton. Era tipo uma tortura psicológica constante.

    O fim melancólico de uma era

    Aí veio o pior: Mike Brown foi demitido em dezembro de 2024 depois de um início horrível (13-18). Seis semanas depois, Fox foi trocado para o San Antonio em troca do Zach LaVine. Cara, o Fox! Um All-Star de 28 anos que ajudou a tirar o time do buraco.

    E agora? Fox tá nas finais com Wembanyama em San Antonio, depois de eliminar o atual campeão Oklahoma City num jogo 7 fora de casa. Mike Brown levou o Knicks para a primeira final desde 1999. Harrison Barnes também tá lá, contribuindo.

    Vocês conseguem imaginar a dor de quem torce pelos Kings vendo isso? É como se você tivesse todos os ingredientes de uma receita campeã, mas sempre conseguisse queimar o prato na hora H.

    Sacramento virou um case de como NÃO construir uma franquia vencedora. Eles encontram os caras certos, mas sempre no momento errado, no ambiente errado. E aí os caras saem de lá revoltados e vão ser campeões usando outra camisa.

    É de partir o coração, mas infelizmente é a realidade dos Kings. E aí, será que um dia eles vão aprender com os próprios erros?

  • Haliburton manda indireta pros fãs dos Knicks e elogia OKC

    Haliburton manda indireta pros fãs dos Knicks e elogia OKC

    Cara, o Tyrese Haliburton não consegue ficar quieto quando o assunto é New York Knicks, né? Mesmo depois de perder a temporada inteira por lesão, o cara encontrou um jeito de cutucar a torcida dos Knicks — e dessa vez foi no Pat McAfee Show.

    O contexto é o seguinte: os Knicks estão nas Finals de 2026 (sim, essa notícia é do futuro, mas vamos com ela) e podem enfrentar o Oklahoma City Thunder. E aí que o Hali resolveu soltar o verbo.

    A indireta que ninguém pediu

    “Nova York tem muitos fãs apaixonados. E muita gente ama os Knicks. Mas tem muitos fãs famosos lá, e às vezes eles são muito cool pra fazer muito barulho. Já Oklahoma City faz barulho”, disse Haliburton. “Não sei se é tão alto quanto OKC.”

    Olha, eu entendo o ponto do Hali. O Madison Square Garden realmente tem essa pegada mais “vip” às vezes, com celebridades que vão mais pra ser vistas do que pra torcer de verdade. Mas jogar essa comparação assim, meio que do nada? É provocação pura.

    E ele não parou por aí: “Oklahoma City foi o melhor ambiente adversário que enfrentamos na temporada passada. É absurdamente alto naquele ginásio.”

    O drama por trás da fala

    O que torna isso mais interessante é que Haliburton perdeu a temporada 2025-26 inteira com uma lesão no tendão de Aquiles. Cara ficou de fora vendo seu Indiana Pacers desabar — saíram de campeões do Leste pra um decepcionante 19-63.

    Enquanto isso, os Knicks que ele tanto gosta de cutucar estão voando nos playoffs. Varreram Philadelphia 76ers e Cleveland Cavaliers pra chegar nas Finals. Deve doer um pouco ver isso do sofá de casa, não acham?

    Sinceramente, acho que o Hali tá é com inveja. O Thunder realmente tem uma das torcidas mais insanas da NBA — aquele Paycom Center vira um caldeirão quando esquenta. Mas falar isso justo quando os Knicks estão voando? É meio forçado.

    E vocês, o que acham? Haliburton tem razão sobre a torcida dos Knicks ou tá só jogando hate mesmo?

  • LeBron vai gravar podcast ao vivo em NYC — e pode falar sobre futuro

    LeBron vai gravar podcast ao vivo em NYC — e pode falar sobre futuro

    Olha, se você tá esperando pistas sobre o futuro do LeBron James, pode ser que role algo interessante em julho. O Rei vai gravar um episódio ao vivo do podcast “Mind the Game” com Tyrese Haliburton no dia 16 de julho, durante o Fanatics Fest NYC no Javits Center.

    E o timing é perfeito — ou proposital. A gravação acontece umas duas semanas e meia depois do início da free agency da NBA. Coincidência? Eu duvido muito.

    O mistério continua

    LeBron ainda não falou nada sobre se vai voltar pra mais uma temporada (seria a 24ª da carreira dele, absurdo). Ele acabou de terminar a oitava temporada com o Lakers e pode tanto ficar por lá quanto assinar com qualquer outro time como agente livre.

    “Ninguém aqui sabe o que o futuro reserva”, disse o cara depois da eliminação pros Thunder nos playoffs. “Ninguém tem ideia. Eu também não. Vou dar um tempo pra recalibrar e analisar a temporada, ver o que é melhor pro meu futuro. Quando eu chegar nessa decisão, todo mundo vai saber.”

    Sinceramente? Eu acho que ele já sabe o que vai fazer, mas tá segurando a informação pra criar esse climão todo. É o LeBron, né — mestre em fazer suspense.

    Haliburton no meio da conversa

    Agora, escolher o Tyrese Haliburton pra essa gravação é interessante. O armador do Pacers tá se consolidando como uma das grandes estrelas jovens da liga, então pode rolar uma troca de ideias bem legal entre gerações.

    E vocês acham que o LeBron vai soltar alguma bomba durante a gravação? Ou vai continuar nessa de “vamos ver o que acontece”?

    O episódio vai ser lançado no YouTube e Prime Video no dia 21 de julho. O Fanatics Fest vai rolar até 19 de julho — bem no dia da final da Copa do Mundo FIFA que vai ser em New Jersey. Vai ser uma semana movimentada pra caramba em Nova York.

    Uma coisa é certa: se tem LeBron James gravando podcast ao vivo sobre basquete, eu vou tá assistindo. E vocês?

  • Haliburton agradece NBA por ‘limpar agenda’ para novo álbum do Drake

    Haliburton agradece NBA por ‘limpar agenda’ para novo álbum do Drake

    Olha, eu não esperava que fosse ver o Tyrese Haliburton virando comentarista musical, mas aqui estamos. O armador dos Pacers aproveitou que não tinha jogos dos playoffs na quinta-feira para soltar uma dessas no Twitter que só ele mesmo.

    “Sem jogos dos playoffs porque o ‘Iceman’ tá chegando, respeito”, brincou o cara nas redes sociais. Para quem não manjou a referência — Haliburton tava falando do Drake, que depois de quase três anos finalmente ia dropar um álbum novo.

    Quando basquete encontra hip-hop

    Sinceramente, eu acho genial como esses caras da NBA vivem conectados com a cultura. O Tyrese não tava só fazendo uma piada — ele realmente tava ansioso pelo lançamento igual qualquer fã. E convenhamos, depois da decepção do Draft Lottery que os Pacers passaram, uma distração musical cai bem mesmo.

    O timing foi meio irônico porque na sexta tinha dois jogaços: Pistons tentando sobreviver contra os Cavs no Leste, e Spurs enfrentando os Wolves num jogo 6 decisivo no Oeste. Talvez o Drake deveria ter esperado mais um dia, né? Mas aí você lembra que estamos falando de um megastar — esses caras conseguem roubar a cena independente do que tá rolando.

    A treta que todo mundo tá falando

    E o álbum já tava dando o que falar antes mesmo de sair. O Drake meteu uma indireta pro LeBron James que tá todo mundo comentando — aparentemente porque o Rei teria “traído” ele ficando do lado do Kendrick Lamar naquela beef épica que rolou.

    Cara, imagina o LeBron ouvindo isso… O cara já tem que lidar com a pressão dos playoffs e ainda vira assunto de música. Mas enfim, essa é a vida quando você é o GOAT — todo mundo quer usar seu nome.

    No final das contas, o Haliburton e milhões de outros fãs passaram a sexta de fone no ouvido curtindo as novas tracks. Espero só que eles não tenham perdido os jogos por causa disso — porque aqueles confrontos prometiam ser bons demais para deixar passar. Vocês conseguiram equilibrar música e basquete ou ficaram só no Drake mesmo?

  • Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Olha, eu sei que o Tyrese Haliburton tá vivendo um pesadelo desde aquela lesão no tendão de Aquiles no jogo 7 das Finais. Mas o cara não para de soltar umas pérolas sobre basquete, mesmo assistindo de casa.

    Em uma participação no NBA on Prime, o armador do Pacers explicou por que playoff é um negócio completamente diferente da temporada regular. E cara, ele acertou em cheio.

    A diferença que todo fã sente na pele

    “Eu acho que na temporada regular, ao longo de 82 jogos, você vai ter a chance de enfrentar times que estão meio que relaxando”, disparou Haliburton. “Mas no playoff, cada jogada importa demais, as margens são muito pequenas.”

    Mano, isso é exatamente o que a gente sente assistindo, não é? Na temporada regular tem aqueles jogos que você sabe que o time tá só cumprindo tabela. Mas no playoff? É guerra pura em cada posse de bola.

    E o exemplo perfeito rolou justamente na segunda-feira. Os Pistons – que são rivais de divisão do Pacers – tomaram uma surra histórica do Cavaliers no jogo 4 das semifinais do Leste. Cleveland ganhou de 112 a 103 e empatou a série em 2-2.

    Mitchell destruiu tudo (literalmente tudo)

    Donovan Mitchell fez uma das maiores atuações que eu já vi em playoff. O cara fez 39 pontos APENAS no segundo tempo – igualando um recorde da NBA. Fechou com 43 pontos no total e liderou uma sequência absurda de 24 a 0 que acabou com qualquer chance de Detroit.

    Enquanto isso, Cade Cunningham passou em branco. 19 pontos e 6 assistências – a primeira vez que ele não chegou aos 20 pontos nesses playoffs. Vocês acham que a pressão pesou?

    Sinceramente, dá pra ver como cada erro, cada arremesso perdido, cada falta boba faz uma diferença gigantesca nessa época do ano. Na temporada regular, você perde hoje e tem jogo amanhã. No playoff, você perde e pode estar indo pra casa.

    Pacers vivendo o purgatório

    E o Haliburton tá assistindo tudo isso de camarote, depois daquela temporada catastrófica de 18-61. Pra piorar, o Pacers ainda perdeu a 5ª escolha do Draft na loteria – que foi parar no Clippers por causa daquela troca do Zubac.

    A reação do Hali? Um meme do Lil Uzi Vert falando “I lost”. Pelo menos o cara tem senso de humor, né?

    A boa notícia é que ele já foi liberado totalmente para o minicamp de verão. E quando esse monstro voltar às quadras, esses times do Leste vão descobrir que “relaxar” não vai mais rolar. O Sexto Homem que se cuide!

  • Haliburton trollou o Barrett depois da buzina beater absurda

    Haliburton trollou o Barrett depois da buzina beater absurda

    Cara, que noite maluca foi essa sexta-feira! O RJ Barrett mandou uma bomba de três no último segundo pra dar a vitória pros Raptors sobre os Cavs por 112 a 110. E adivinha quem tava assistindo de casa? O Tyrese Haliburton dos Pacers, que não perdeu tempo e trollou o canadense no Twitter.

    “That looked familiar” (“Isso pareceu familiar”), escreveu o Hali. Três palavras só. Simples, direto e certeiro como os arremessos dele.

    A conexão que só quem acompanha tudo entende

    Olha, eu lembro perfeitamente da cena que o Haliburton tava relembrando. Foi no Jogo 1 das Finais da Conferência Leste de 2025, quando os Pacers tavam perdendo e o Tyrese mandou uma de meia distância que bateu na parte de trás do aro, subiu bem alto, e caiu dentro pra forçar a prorrogação. Na época eu pensei “que sorte absurda”, mas o cara realmente tinha essa memória guardada.

    Agora o Barrett fez literalmente a mesma coisa. Chutou um triplo por cima do Evan Mobley, a bola bateu na ferradura, quicou alto e… ploft, caiu dentro. Sinceramente, às vezes o basquete é pura sorte mesmo, não tem como negar.

    Esse aro de Toronto é abençoado ou o quê?

    Cara, eu tô começando a suspeitar desse aro do Scotiabank Arena. Lembram do Kawhi Leonard em 2019? Aquela enterrada de três que quicou umas quatro vezes antes de cair? “The Shot” que até hoje dá arrepio? Foi no mesmo aro!

    Os Raptors ganharam os três jogos em casa nessa série. Coincidência? Eu acho que não. E vocês, acham que existe essa de “aro amigo” mesmo ou é só papo de torcedor?

    Barrett fechou a noite com 24 pontos em 8 de 21 arremessos – números nada espetaculares, mas quando importa é isso aí. O cara pode ter perdido 13 chutes, mas acertou o único que realmente valia.

    Agora é Jogo 7 no domingo. Cleveland em casa, pressão total. Na minha visão, quem ganhar essa vai longe nos playoffs – esses dois times tão jogando um basquete de altíssimo nível.

  • Nuggets x Pacers no México: a NBA definiu o jogaço de 2026

    Nuggets x Pacers no México: a NBA definiu o jogaço de 2026

    Galera, saiu o jogo! A NBA acabou de confirmar que Denver Nuggets e Indiana Pacers vão se enfrentar na Cidade do México em 7 de novembro de 2026. E olha, essa vai ser uma partida bem interessante pelos motivos que vou explicar.

    Primeiro, vai ser o 35º jogo da NBA no México desde 1992 — cara, isso é muita história! E o mais legal é que vai rolar durante o Día de los Muertos, então imaginem a atmosfera. Quadra temática, torcida mexicana vibrando… vai ser absurdo.

    O retorno do Haliburton

    Agora vem a parte que me deixa mais curioso: Tyrese Haliburton deve estar 100% para esse jogo. O cara perdeu a temporada inteira 2025-26 se recuperando daquela lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu no Jogo 7 das Finais de 2025. Imaginem a pressão psicológica — primeiro jogo internacional depois de uma lesão dessas?

    Os Pacers tiveram uma temporada horrorosa (19-63), praticamente garantindo uma escolha alta no Draft de 2026. Será que conseguem se reerguer até lá? Sinceramente, acho que vai depender muito de como o Haliburton volta.

    Jokić dominando as Américas

    Do lado do Denver, temos o monstro Nikola Jokić — três vezes MVP e que fechou a temporada com triple-double de média. O sérvio já jogou no México uma vez e deve estar doido para mostrar serviço de novo.

    Os Nuggets são uma das forças do Oeste, então na teoria chegam como favoritos. Mas jogos internacionais têm dessas — a atmosfera diferente, o fuso horário, a pressão de representar a liga… tudo pode acontecer.

    E vocês, o que acham? Haliburton consegue fazer um grande retorno ou a pressão vai pesar? Jokić vai dominar como sempre ou os Pacers têm chance de criar uma zebra histórica?

    Uma coisa é certa: a Arena CDMX vai estar pegando fogo. E nós aqui no Brasil vamos poder acompanhar tudo pela ESPN. Já tô marcando na agenda!

  • Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Cara, quando você pensa que já viu de tudo na NBA, aparece uma notícia dessas. Tyrese Haliburton, armador do Indiana Pacers, está passando por um perrengue que vai muito além das quadras — ele está lidando com herpes-zóster (famosa ‘cobreiro’ aqui no Brasil).

    O moleque já tinha voltado bem da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nas Finais do ano passado. Parecia que tava tudo nos conformes, mas aí a vida resolveu pregar essa peça nele.

    A situação tá complicada mesmo

    ‘Eu nem conseguia aparecer na frente de uma câmera se quisesse no início, porque meu olho estava praticamente fechado’, contou o Haliburton. ‘Estava espalhado por todo o meu rosto.’

    Sinceramente? Só de imaginar o cara passando por isso já dá uma dó. E olha que não para por aí — os remédios que ele tá tomando pra controlar os sintomas estão fazendo ele ganhar peso. Qualquer atleta sabe como isso pode mexer com o psicológico.

    ‘Eu perdi parte da minha sobrancelha; meu olho está sempre inchado de tanto coçar’, explicou o armador. ‘Eu tenho dias bons e dias ruins, mas na maior parte são dias ruins. Então, não tem sido nada divertido.’

    E agora, como fica o Pacers?

    Vocês lembram como o Haliburton foi fundamental na campanha histórica do Pacers até as Finais da Conferência Leste na temporada passada, né? O cara é peça-chave nesse time de Indiana.

    O mais complicado é que essa doença não é como uma lesão muscular que você sabe mais ou menos quando vai melhorar. Herpes-zóster pode durar semanas, às vezes meses, e cada pessoa reage de um jeito diferente.

    Na minha opinião, o mais importante agora é o cara cuidar da saúde primeiro — basquete vem depois. Já imaginou ele tentando jogar com essa dor e coceira constante? Não dá, né não.

    E aí, quem aí já passou por algo parecido? Sabem como é difícil lidar com uma situação dessas quando você precisa estar 100% fisicamente pro trabalho?

  • Haliburton revela: herpes-zóster foi pior que lesão no tendão

    Haliburton revela: herpes-zóster foi pior que lesão no tendão

    Cara, quando eu li essa notícia do Tyrese Haliburton, fiquei completamente chocado. O cara passou uma temporada inteira fora por causa do tendão de Aquiles rompido, mas o que realmente está testando ele não é a recuperação da lesão — é herpes-zóster. Sim, você leu certo.

    O astro do Indiana Pacers contou aos repórteres que, apesar de estar pronto para voltar da lesão no tendão, é essa doença que vai ser o verdadeiro desafio na offseason. E olha, os sintomas são de dar dó: ganhou peso, perdeu parte da sobrancelha direita e tá tendo que usar óculos porque o olho tá inchado. Absurdo, né?

    “Peguem a vacina”, diz Haliburton

    A primeira coisa que o Haliburton falou foi pra galera com mais de 50 anos correr atrás da vacina. “Tem sido miserável”, disse ele. “Tenho dias bons e ruins, mas na maior parte são dias ruins. Estou tomando quantidades absurdas de remédio tentando me livrar disso.”

    Dois meses lidando com dor nos nervos. E o pior? No mundo da dor neuropática, dois meses não é nada — pode durar muito mais tempo. Sinceramente, eu não desejo isso pra ninguém.

    A parada é séria: qualquer um que já teve catapora carrega o vírus pro resto da vida. Quando o sistema imunológico enfraquece, ele pode “acordar” e causar essas feridas dolorosas que duram semanas. E se pegar o olho? Pode causar perda de visão. Até 20% das pessoas ficam com dor crônica mesmo depois que a erupção some.

    Estava acompanhando a recuperação do Tatum

    Aqui que fica interessante: Haliburton disse que sua recuperação do tendão estava indo no mesmo ritmo que a do Jayson Tatum, que teve a mesma lesão. O problema é que veio essa complicação do herpes-zóster no meio do caminho.

    Enquanto o Tatum já voltou e tá voando como o segundo colocado no Leste, o Haliburton tá em casa tentando se recuperar dessa doença. “Estou fora de forma como nunca estive antes”, admitiu ele. Tentou Botox, mudou medicação várias vezes — nada funcionou direito ainda.

    E vocês acham que ele consegue voltar 100% na próxima temporada? Porque pelo lado físico da lesão, ele garante que tá tudo certo. O problema agora é superar essa condição que atrasou até os treinos cinco contra cinco.

    Pacers precisam de seu craque de volta

    Olha, quando você perde seu melhor jogador por uma temporada inteira, todo mundo já sabe que vai ser difícil. Mas o Pacers nem queria chamar esta de “temporada de transição” — e acabou com apenas 19 vitórias. Uma catástrofe.

    O Pascal Siakam resumiu bem: “Foi difícil mentalmente passar por isso. Era difícil tentar encontrar coisas positivas, continuar melhorando, tentar encontrar maneiras de vencer jogos. Foi bem ruim. Foi péssimo.”

    O mais legal é que, mesmo fora, Haliburton continuou presente — ia nas reuniões, sessões de vídeo e treinos. No vestiário, ajudava os companheiros com suas próprias lesões. Isso é liderança de verdade, monstro.

    Agora é torcer pra essa doença ir embora logo e ver o Haliburton voltando pra mostrar porque os Pacers eram considerados candidatos ao título antes de tudo dar errado.