Tag: UConn

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.

  • Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Olha, eu sei que todo técnico fala pra não pensar muito à frente no March Madness, mas Dan Hurley simplesmente cagou e andou pra essa regra. O cara está literalmente falando sobre um possível confronto contra St. John’s nas oitavas de final — sendo que ainda nem passou do Michigan State de Tom Izzo nas quartas.

    E sabe de uma coisa? Eu meio que entendo a empolgação dele.

    A matemática do March Madness

    Vamos aos fatos: UConn pega Michigan State na sexta-feira, enquanto St. John’s enfrenta Duke (que é favorito por 6,5 pontos). Se as duas equipes do Big East passarem, teremos o quarto confronto da temporada entre elas — só que dessa vez com vaga no Final Four em jogo.

    “Acho que temos que nos apoiar na sexta contra nossos oponentes para que possamos ter uma carnificina no domingo”, disse Hurley. Cara, esse maluco não tem papas na língua mesmo.

    O mais bizarro? Hurley pediu para as torcidas rivais torcerem uma pela outra por uma noite. Imagina isso no basquete brasileiro — Flamengo torcendo pro Vasco só pra ter clássico depois. Surreal, né?

    O retrospecto que assombra Connecticut

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio dolorosa pro lado de UConn). St. John’s ganhou dois dos três confrontos essa temporada, incluindo uma surra de 20 pontos na final do torneio da Big East. A única derrota do Red Storm foi por 25 pontos em Connecticut, em fevereiro.

    Desde janeiro, St. John’s perdeu apenas esse jogo. Enquanto isso, UConn começou 22-1 mas fechou a temporada regular num modesto 7-4. Pra um time bicampeão nacional (2023 e 2024), é meio decepcionante.

    Vocês acham que essa confiança do Hurley é justificada ou ele tá subestimando demais o Tom Izzo?

    Os heróis da ressurreição

    Depois de cair na segunda rodada ano passado pro Florida (que depois virou campeão), UConn precisava dessa volta por cima. E cara, que volta foi essa.

    Tarris Reed Jr. fez algo absurdo contra Furman: 31 pontos e 27 rebotes. Isso é coisa que não se via no torneio há quase 60 anos, meu amigo. Double-double? Isso aí foi triple-double com sobra.

    Já contra UCLA, Alex Karaban meteu 27 pontos — recorde da carreira dele. E olha que legal: o cara é veterano de quarto ano que jogou a carreira inteira em UConn. Raridade no basquete universitário atual, onde todo mundo sai pulando de time.

    Sinceramente? Acho que Hurley pode estar certo em já pensar em St. John’s. Michigan State não é mais aquela máquina de guerra dos anos 2000, e UConn tem fome de mais um título. Mas no March Madness, qualquer vacilo te manda pra casa — e Tom Izzo sabe como ninguém aproveitar essas brechas.

  • Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver Azzi Fudd destruir Syracuse com 34 pontos no último jogo em casa pela UConn, tô convencido: essa mina vai ser a primeira escolha do draft da WNBA de 2026.

    E cara, que jogaço foi esse! UConn atropelou Syracuse por 98 a 45 — sim, mais de 50 pontos de diferença — mas o show mesmo foi da Azzi. A garota empatou sua marca pessoal de pontos e ainda estabeleceu novo recorde pessoal com 8 cestas de três. OITO! Do jeito que ela tava arremessando, parecia que tava jogando NBA 2K no fácil.

    O show de três pontos que mudou tudo

    Sinceramente, eu sempre soube que a Azzi era monstro no arremesso — ela terminou a temporada acertando 45,4% das tentativas de três, o que é absurdo. Mas o que mais me impressionou foram as 5 assistências que ela distribuiu no jogo. Porque vamos combinar: a maior crítica que faziam dela era exatamente essa, que não armava tanto quanto deveria pra ser a #1.

    Pois é. Ela respondeu da melhor forma: na quadra. A média de 3,0 assistências por jogo nessa temporada foi recorde pessoal dela, e mostrar isso no jogo mais importante? Timing perfeito.

    Dallas Wings de olho na reunião

    E aqui vem a parte interessante: o Dallas Wings tem a primeira escolha do draft pelo segundo ano consecutivo. E adivinha quem já tá lá? Paige Bueckers, ex-companheira de equipe da Azzi em UConn. Coincidência? Eu acho que não.

    A química entre as duas sempre foi incrível, e imagina esse duo na WNBA? Seria um negócio de louco. Claro que tem outras candidatas fortes como Olivia Miles do TCU e Lauren Betts da UCLA, mas depois dessa performance…

    “Essa noite foi muito especial”, disse Azzi na transmissão da ESPN. “Não foi sobre mim, foi sobre esse time. Jogamos muito bem em equipe hoje.” Humilde até o fim, mas todo mundo sabe que foi ela quem carregou o piano nas costas.

    E aí, vocês acham que ela realmente fechou a primeira posição? Ou ainda tem espaço pra surpresa no draft?

  • SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    SEC domina March Madness: 6 times no Sweet 16 é um absurdo!

    Gente, eu já sabia que a SEC era forte no basquete feminino, mas o que tá rolando no March Madness deste ano é simplesmente surreal. Seis times da conferência no Sweet 16? Isso não é coincidência não — é dominação total mesmo.

    South Carolina e Texas, ambas cabeças de chave número 1, passaram batido pras semifinais regionais. Mas a coisa fica mais interessante quando você vê que Vanderbilt (#2), LSU (#2), Oklahoma (#4) e Kentucky (#5) também seguem vivas no torneio. Cara, isso é quase 40% do Sweet 16 sendo SEC!

    Duelos internos prometem fogo na segunda fase

    O negócio vai esquentar porque várias dessas equipes vão se enfrentar entre si. South Carolina, por exemplo, pega justamente Oklahoma — que foi o único time a derrotar as Gamecocks durante a temporada regular da conferência. Imagina a pressão psicológica nisso?

    “Nossa liga nos prepara para esse nível de jogo”, disse Dawn Staley, técnica de South Carolina. E olha, ela não tá mentindo não. A SEC este ano foi uma guerra toda semana.

    UConn continua invicta, mas não tá sozinha no topo

    Enquanto isso, UConn segue como o único time invicto no basquete feminino universitário — 52 vitórias consecutivas, mano! As Huskies meteram 53 pontos de diferença contra Syracuse no segundo round. Absurdo de dominante.

    Mas ó, não é só SEC e UConn fazendo bonito. Virginia chegou no Sweet 16 pela primeira vez em 26 anos (imagina a festa lá), e ainda por cima foram o primeiro time a sair do First Four e chegar tão longe. Precisaram de dupla prorrogação pra eliminar Iowa — que jogaço deve ter sido.

    Duelo de armadoras que vai ser imperdível

    Uma das partidas que mais me chama atenção é Vanderbilt contra Notre Dame. Mikayla Blakes versus Hannah Hidalgo? Cara, isso é briga de duas das melhores armadoras do país. Hidalgo ainda lidera o país em roubos de bola — é uma máquina defensiva.

    E por falar em estrelas, todas as cinco jogadoras do primeiro time All-American da AP seguem vivas no torneio. Sarah Strong e Azzi Fudd (UConn), Madison Booker (Texas), Lauren Betts (UCLA) e a própria Blakes. Booker, inclusive, meteu 40 pontos numa partida do segundo round. Quarenta! Que monstro.

    LSU também tá fazendo história de outro jeito: quebrou o recorde da NCAA com o 16º jogo na temporada marcando mais de 100 pontos. Os Tigers vão enfrentar Duke — curiosamente, um reencontro de dezembro que LSU ganhou por 93-77.

    Vocês acham que a SEC vai conseguir colocar alguém na Final Four? Eu sinceramente acho que sim, e não seria surpresa ver duas equipes da conferência chegando lá. O nível tá assustador!

  • Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Azzi Fudd destruiu tudo: 34 pontos e UConn na elite pela 32ª vez seguida

    Gente, que show foi esse da Azzi Fudd ontem à noite! A menina simplesmente resolveu colocar fogo no parquete do Gampel Pavilion e meteu 34 pontos na despedida de casa — igualando o seu melhor jogo da carreira. Oito cestas de três pontos. Oito!

    O resultado? UConn 98 x 45 Syracuse, e as Huskies garantiram mais uma vaga no Sweet 16. Detalhe: é a 32ª vez consecutiva que elas chegam nessa fase. Trinta e duas vezes seguidas, pessoal. É de outro planeta mesmo.

    Primeiro tempo histórico

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete feminino, mas o que a Fudd fez no primeiro tempo foi absurdo. Vinte e seis pontos e seis bolas de três em apenas 20 minutos de jogo. O técnico Geno Auriemma — que já ganhou tudo nessa vida — disse que foram “os melhores 20 minutos de basquete que eu vi em muito, muito tempo”.

    E não é pra menos. A garota estava simplesmente inspirada. “Minhas companheiras estavam me encontrando, fazendo bloqueios perfeitos. Eu nem estava pensando. Estava livre — então arremessa”, disse ela depois do jogo.

    Syracuse tentou, mas não teve jeito. O time visitante ficou mais de 10 minutos sem acertar um arremesso de quadra no primeiro tempo. Dez minutos! UConn fez uma sequência de 31-0 que praticamente acabou com o jogo — 53 a 8 no placar.

    Quase batendo recordes

    A pergunta que todo mundo estava fazendo era se a Fudd ia quebrar o recorde de pontos em jogos do torneio NCAA que pertence à ex-companheira de time dela, Paige Bueckers (40 pontos em 2025). No final, ela ficou com 34 — que coincidentemente foi exatamente a mesma marca que a Bueckers fez no último jogo dela em casa.

    As oito cestas de três ficaram a uma unidade do recorde do torneio, que está nas mãos de três jogadoras diferentes. Cara, imagina se ela acerta mais uma? Seria perfeito demais.

    Sarah Strong contribuiu com 18 pontos e nove rebotes, e Blanca Quinonez saiu do banco para fazer outros 18. É essa profundidade de elenco que torna UConn tão difícil de parar — quando uma não está funcionando, sempre tem outra pronta pra resolver.

    Despedida emocionante

    Depois de cinco anos defendendo a camisa das Huskies, Fudd fez questão de curtir cada segundo da despedida. Posou para fotos com a torcida estudantil, absorveu todo o carinho da galera. “Gampel foi minha casa nos últimos cinco anos. Algumas pessoas dizem que nenhum lugar se compara, e realmente não se compara — o ambiente, a multidão, os fãs, tudo sobre este lugar é incrível”.

    Sinceramente? Que forma linda de se despedir de casa. Com uma atuação dessas, ela vai ser lembrada pra sempre pelos torcedores de UConn.

    Agora é Sweet 16 contra North Carolina — curiosamente, só a segunda vez na história que esses times se enfrentam no torneio NCAA. A última foi em 1994, quando as Tar Heels levaram a melhor e foram campeãs nacionais. Será que UConn consegue manter essa sequência absurda de 52 jogos seguidos invictas? Eu não apostaria contra elas, não.