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  • De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    Cara, tem histórias na NBA que parecem roteiro de filme, e a do Daniss Jenkins é uma delas. O cara foi desprezado por TODAS as 30 franquias no Draft de 2024, assinou um contrato two-way (aqueles meio vagabundos) com Detroit e agora tá sendo peça fundamental nos playoffs dos Pistons. Absurdo mesmo.

    No Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste contra Cleveland, Jenkins jogou 29 minutos — quase um titular — e contribuiu com 12 pontos, 7 rebotes (recorde pessoal nos playoffs) e 4 roubadas. Nos últimos 3 minutos da partida, o moleque simplesmente resolveu: 6 pontos, 3 rebotes e mais um roubo para selar a vitória de Detroit.

    A jornada mais maluca que eu já vi

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo, mas a trajetória desse Jenkins é surreal. O cara passou por QUATRO faculdades diferentes — incluindo um junior college no Texas —, foi ignorado no Draft e passou a maior parte da temporada de estreia na G League jogando pelo Motor City Cruise.

    Na minha visão, o que mais impressiona é a mentalidade do garoto. “Minha jornada toda não foi bonita, mas é sobre lutar contra a adversidade”, disse ele. E cara, que luta! Começou a temporada nem jogando metade dos primeiros 10 jogos, aí em novembro pegou uma sequência boa e nunca mais parou.

    Em fevereiro — pasmem — ele jogou seu 42º jogo da temporada, o que automaticamente converteu seu contrato two-way em um acordo de verdade: US$ 8 milhões por dois anos. De zero a herói em questão de meses.

    O momento que mudou tudo

    Quando Cade Cunningham ficou fora por causa de um pulmão colapsado (que susto, né?), Jenkins assumiu a responsabilidade e fez 30 pontos contra o Lakers. Trinta pontos! Um cara que há poucos meses tava na G League.

    Duncan Robinson, companheiro de equipe, resumiu bem: “Ele tem uma confiança inabalável para alguém que foi desprezado a carreira toda, e usa isso como combustível”.

    Sinceramente, acho que essa história do Jenkins prova como o sistema da NBA às vezes falha. Quantos talentos não passam despercebidos? O técnico Kenny Atkinson dos Cavs até reconheceu: “Esse time não ganhou 60 jogos só por causa do Cunningham. Eles têm jogadores muito bons ao redor dele”.

    E vocês, acham que Jenkins vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Eu tô torcendo muito por esse cara. É impossível não vibrar com uma história dessas — de rejeitado a protagonista em menos de dois anos. Isso é NBA pura, galera.

  • Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Malachi Smith ganha mais 10 dias no Brooklyn Nets

    Olha só que história bacana: o Brooklyn Nets decidiu dar mais uma chance pro Malachi Smith, renovando o contrato de 10 dias do cara. E cara, isso é bem significativo porque agora a situação é do tipo “vai ou racha” — se o Nets quiser manter o garoto depois desses 10 dias, vai ter que assinar ele pelo resto da temporada.

    Smith tem 1,93m e vem jogando de armador/ala-armador. Nas seis partidas que disputou no primeiro contrato de 10 dias, o moleque fez uma média de 6.2 pontos, 2.2 rebotes, 2.7 assistências e 1 roubo de bola em quase 20 minutos por jogo. Números modestos? Talvez. Mas pelo visto impressionaram o técnico Jordi Fernandez, que elogiou publicamente a atuação do jogador.

    De Gonzaga pro sonho da NBA

    A história do Smith é daquelas que a gente gosta de acompanhar. Saiu de Gonzaga em 2023 sem ser draftado — mais um pra lista dos “rejeitados” que tentam provar seu valor na liga. Sinceramente, eu sempre torço por esses caras que chegam pela porta dos fundos. Tem algo de David contra Golias aí que me emociona.

    E o timing não podia ser melhor pro garoto. O Nets tá numa fase de reconstrução total, experimentando peças, vendo quem encaixa no quebra-cabeças. É exatamente o tipo de ambiente onde um jovem como o Smith pode florescer.

    Agora é tudo ou nada

    A pressão tá aí: esses próximos 10 dias são decisivos. Smith sabe que precisa continuar mostrando serviço se quiser garantir uma vaga no elenco até o final da temporada. E olha, considerando que ele já conquistou a confiança do técnico, as chances parecem boas.

    Vocês acham que ele consegue se firmar de vez no Nets? Eu tô na torcida. Sempre é legal ver esses underdog conseguindo uma oportunidade real na NBA. E quem sabe não vira mais uma daquelas histórias inspiradoras de jogador que ninguém queria e que acabou fazendo carreira?

    Vamos acompanhar esses próximos jogos. Se o Smith mantiver esse nível de jogo e continuar contribuindo do jeito que o Fernandez gosta, pode ser que a gente esteja vendo o nascimento de mais um rotation player sólido na liga.