Tag: veteranos

  • Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Olha só que história maluca a do Mike Conley. O cara foi negociado pelos Timberwolves no deadline, passou por Chicago, chegou em Charlotte e… voltou pra Minnesota. Parece roteiro de novela, né?

    Aos 38 anos, o veterano armador sabe muito bem que não é mais o mesmo jogador de antes. E tá tudo bem com isso. “Eu sei que não pego mais a bola como antigamente. Não tenho energia pra fazer 40 pontos ou sei lá o quê. Mas ainda posso ditar muita coisa que acontece com nosso time, nosso ritmo, a forma como encaramos o jogo”, disse Conley em entrevista recente.

    A volta por cima (literalmente)

    Sinceramente? Achei que a carreira do Conley em Minnesota tinha acabado quando os Wolves o trocaram. A diretoria queria limpar espaço salarial — provavelmente sonhando com o Giannis — mas no final das contas o destino trouxe Mike de volta. E que sorte a deles.

    Com Edwards, Dosunmu e DiVincenzo machucados nos playoffs, Conley virou peça fundamental de novo. No Jogo 1 contra o Spurs, o cara meteu quatro bolas de três e ajudou Minnesota a vencer por 104-102. Monstro mesmo.

    Veterano que ainda faz a diferença

    Vocês já viram como é importante ter um cara experiente no time? Conley é tipo uma extensão da comissão técnica em quadra. Ele pode não estar mais fazendo aqueles jogos absurdos de antigamente, mas o impacto dele vai muito além dos números.

    O legal é a maturidade do cara em aceitar essa nova função. Muitos jogadores veteranos ficam remoendo o passado, querendo ser protagonistas a qualquer custo. Conley não — ele entendeu que pode contribuir de outras formas, ditando o ritmo, orientando os mais novos, sendo aquele ponto de equilíbrio que todo time precisa.

    Na minha opinião, essa humildade é o que separa os grandes profissionais dos que ficam pelo caminho. E olha que sorte dos Timberwolves ter esse cara de volta justamente quando mais precisavam dele nos playoffs.

    E aí, acham que Conley ainda tem mais uma temporada boa no tanque? Ou essa deve ser mesmo a despedida do veterano?

  • Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love completou 18 anos de NBA. Dezoito! E sabe qual foi a surpresa? O cara falou que quer continuar no Utah Jazz, mesmo depois de uma temporada completamente maluca onde o time fez apenas 22 vitórias.

    Olha, eu não esperava essa declaração do Love nas entrevistas de fim de temporada. O veterano de 37 anos deixou bem claro que se apaixonou pela comunidade de Salt Lake City e quer estender a carreira o máximo possível antes de pendurar as chuteiras.

    A paixão inesperada por Utah

    “Fui recebido de braços abertos por todos. Já disse antes e repito: tive uma experiência incrível aqui”, disparou Love. E cara, isso vindo de um cara que já jogou em Cleveland (com LeBron), Miami e agora Utah… significa alguma coisa.

    O mais interessante? Mesmo com o Jazz terminando na última colocação do Oeste, Love não perdeu o tesão pelo basquete. Pelo contrário – ele deixou claro que tem “muito a oferecer, mesmo que não seja jogando”. Isso me lembra muito o papel que ele teve nos Cavaliers em 2016, sendo aquele veterano que orienta os mais novos.

    Os números não mentem (mas também não impressionam)

    Vamos ser sinceros: 6.7 pontos e 5.8 rebotes em 37 jogos não é exatamente um MVP season. Mas aí que tá o lance – Love não tá mais no Jazz pra ser estrela. Ele virou aquele veterano sábio que ensina os pivôs mais novos como se posicionar no garrafão, como fazer aquela enterrada no momento certo.

    E sinceramente? Acho que faz todo sentido o Jazz querer manter ele. Time jovem, reconstruindo, precisa de alguém que já viveu de tudo na liga. Love já foi campeão, já passou por momentos difíceis, já sabe o que é pressão de playoffs.

    O futuro do Jazz passa pelos veteranos?

    Aqui que fica interessante: será que Utah vai mesmo apostar na experiência do Love pra 2026-27? O time claramente tá numa reconstrução total, terminaram atrás até do Sacramento Kings (e olha que os Kings também não fizeram uma temporada das melhores).

    Mas pensando bem, faz sentido. Love pode ser aquele cara que fica no banco, orienta os garotos, e quando precisar entrar pra dar uns minutos, ele entrega. Não vai ser All-Star, mas vai cumprir o papel.

    E vocês, acham que o Jazz deveria renovar com o Love? Ou é melhor apostar 100% na juventude e mandar o veterano embora? Eu, particularmente, acho que um cara com a experiência dele pode fazer toda diferença num vestiário jovem. Às vezes o sexto homem não precisa ser o melhor jogador do banco – precisa ser o mais inteligente.

  • Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Russell Westbrook deixou claro que curtiu sua primeira temporada no Sacramento Kings. O problema? Ele sabe que não é ele quem decide se fica ou não.

    Olha, eu tenho que admitir: não esperava que o Westbrook se encaixasse tão bem em Sacramento. Depois de todas aquelas polêmicas nos Lakers e Clippers, o cara chegou no Kings e mostrou que ainda tem muito basquete pra dar. 15.2 pontos, 6.7 assistências e 5.4 rebotes por jogo — números sólidos pra um veterano de 35 anos.

    “Se me quiserem, eu fico”

    Na entrevista de fim de temporada na segunda-feira, Westbrook foi bem direto: “Foi ótimo pra mim aqui. Se me receberem de volta, eu volto. Mas isso não depende de mim”.

    Cara, essa frase resume bem a fase atual da carreira dele. Já passou o tempo de ser o cara que escolhia onde queria jogar — agora é mais sobre encontrar um lugar que valorize o que ele ainda pode oferecer.

    E sinceramente? Acho que ele encontrou esse lugar em Sacramento. O Westbrook jogou 64 partidas (bem saudável pros padrões dele ultimamente), foi titular durante praticamente toda a temporada e mostrou que ainda consegue ser produtivo quando tem o papel certo.

    Kings precisa decidir o rumo

    A grande questão agora é: o que o Sacramento quer pra próxima temporada? A campanha foi decepcionante — 22 vitórias e 60 derrotas, empatados com o Jazz como o pior time do Oeste. É de doer.

    Por um lado, Westbrook trouxe experiência e liderança pra um time jovem. Por outro, o Kings pode querer apostar mais na juventude e dar mais minutos pros caras que estão chegando.

    “Em qualquer lugar que me queiram, eu estou lá. Quero poder ajudar, ser produtivo. Também entendo que é um negócio”, disse o veterano. E olha, não dá pra negar a maturidade dele nessa fala.

    Vocês acham que o Kings deveria renovar com o Westbrook? Na minha opinião, pelo preço certo e com o papel bem definido, seria uma boa. O cara ainda tem fogo no tanque, só precisa estar no ambiente certo.

    A offseason vai ser interessante em Sacramento. Com o draft e a agência livre chegando, eles têm a chance de montar algo mais competitivo. Afinal, voltar aos playoffs depois de apenas uma aparição em 20 anos deveria ser prioridade número um.

  • LeBron com 41 anos dando duas enterradas absurdas? Tá de brincadeira!

    LeBron com 41 anos dando duas enterradas absurdas? Tá de brincadeira!

    Gente, eu preciso começar este texto com uma confissão: quando vi essas duas enterradas do LeBron ontem à noite, eu literalmente levantei do sofá gritando. E olha que já são quase 2 da manhã aqui e os vizinhos devem ter achado que eu pirei.

    O cara tem 41 anos. Quarenta e um! Pra vocês terem uma ideia, quando eu tinha essa idade, subir uma escada já me deixava ofegante (mentira, eu só tenho 28, mas vocês entenderam o ponto). E o LeBron? O monstro simplesmente decidiu que ia destruir o Houston Rockets com duas enterradas que pareceram coisa de 2012.

    A primeira enterrada que me fez questionar a física

    A primeira aconteceu ainda no segundo quarto. Marcus Smart com a bola lá na linha dos três, o LeBron fazendo aquela jogadinha linda de cortar por trás da defesa — coisa básica, né? Só que não.

    O passe do Smart saiu alto demais, eu já estava pensando “lá vai bola na arquibancada”, quando do nada o Rei simplesmente VOOU. Pegou a bola atrás da cabeça, numa extensão total que não fazia sentido nenhum, e enterrou com uma força que fez o aro tremer.

    Sinceramente, eu vi isso ao vivo e tive que voltar o lance umas cinco vezes. Como diabos um cara de 41 anos ainda tem essa explosão nas pernas?

    Se acharam que tinha acabado…

    Mal deu tempo de processar a primeira quando veio a segunda. Dois minutos depois, bola solta, LeBron correndo a quadra (o que já é impressionante por si só), LaRavia toca pra ele e…

    Mano, o cara decolou da linha pontilhada. DA LINHA PONTILHADA! Enterrada com duas mãos, com uma força que o Reed Sheppard ficou ali só de enfeite. Eu juro que pensei: “Esse cara fez um pacto com o capeta ou o quê?”

    E vocês sabem qual é a parte mais louca? O LeBron lidera a NBA em pontos de contra-ataque nesta temporada. Com 41 anos, ele ainda é mais rápido na transição que moleques de 20. Como que explica isso?

    Lakers voando alto

    Ah, e por falar nisso, a vitória foi só consequência. Os Lakers venceram por mais uma — já são 10 vitórias nos últimos 11 jogos. LeBron errou apenas UM arremesso na noite toda. UM! Está jogando um basquete de outro planeta.

    Eu sempre falo aqui no Sexto Homem que a gente não pode ficar fazendo drama toda vez que um veterano joga bem. Mas cara, essas duas enterradas foram diferentes. Foi como se o LeBron de Miami tivesse possuído o LeBron de 2026 por uns minutinhos.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível até os playoffs? Porque do jeito que as coisas estão indo, esse Lakers pode ser uma pedra no sapato de qualquer um no Oeste.