Tag: VJ Edgecombe

  • VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    Olha, eu sei que é estranho falar de futuro brilhante depois de levar uma vassourada dos Knicks nos playoffs, mas cara… o que o VJ Edgecombe mostrou na sua temporada de calouro foi simplesmente absurdo.

    O moleque de 20 anos fechou a temporada regular com médias de 16 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências, acertando 43% dos arremessos de quadra e 35% das bolas de três. Nos playoffs? 14 pontos por jogo em 11 partidas. Para um rookie, isso é coisa de monstro mesmo.

    Embiid já vê o sucessor

    E quem tá mais empolgado com tudo isso é o próprio Joel Embiid. Na entrevista pós-eliminação, o cara não conseguia parar de falar do VJ:

    “VJ é o próximo da fila. Philly conseguiu um cara especial nele. Ele é O cara. Tô falando pra vocês, esse moleque é diferente e isso foi só o primeiro ano. O segundo vai ser melhor, o terceiro melhor ainda.”

    Embiid ainda chamou ele de “monstro” depois. Vindo de quem vem, isso não é pouca coisa não.

    E sabe o que mais me impressiona? A humildade do garoto. Quando perguntaram sobre os elogios do Embiid, VJ respondeu na moral: “É ótimo ouvir isso, mas o trabalho tem que ser feito. Preciso continuar trabalhando duro.”

    Maxey reconhece o próprio reflexo

    Tyrese Maxey, que passou pelo mesmo processo há alguns anos, tá vendo a própria história se repetir:

    “Tipo dois, três anos atrás eu sentei aqui com Joel e com James Harden, e eles viram algo em mim. Acho que tô ficando velho agora, porque tô aqui sentado com o VJ e fico feliz em fazer parte da jornada dele.”

    É interessante ver como esses caras mais experientes abraçam os rookies. Paul George também entrou na jogada, ajudando principalmente na defesa e destacando como foi importante o VJ ter essa experiência completa de playoffs logo no primeiro ano.

    Sinceramente? Acho que os Sixers acertaram em cheio nessa escolha. Claro, ser eliminado na segunda rodada dói pra caramba, mas ter um cara de 20 anos já produzindo desse jeito… isso não é normal não.

    VJ já tem uma lista do que quer melhorar: controle de bola, arremesso (principalmente de três), e a mentalidade dele é perfeita. “Vou pra academia e vou melhorar. No ano que vem, nenhum time vai me deixar livre, pode ter certeza.”

    E vocês, acham que ele consegue dar o salto no segundo ano? Porque pelo que tô vendo, os veteranos do time já tão apostando todas as fichas nele.

  • VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    Olha, eu não vou mentir — ver os 76ers saindo de Nova York perdendo por 2-0 na série não é exatamente o que eu esperava depois daquele comeback insano contra o Celtics. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando essa liga é que nunca se deve subestimar o coração de um time que já fez o impossível uma vez.

    E quem deixou isso bem claro foi o rookie VJ Edgecombe, que mandou um recado direto após a derrota por 108-102 no Game 2 contra os Knicks no Madison Square Garden: “Não desistam. Nós não vamos desistir”.

    O garoto não tá de brincadeira

    Cara, eu preciso admitir que esse Edgecombe me impressionou demais nessa temporada. O moleque chegou de Baylor e já mostrou que veio pra ficar. Nos playoffs então? Absurdo. Chegou aos dois dígitos em oito dos nove jogos da pós-temporada dos Sixers.

    E não é só pontuação não — o cara teve aquele jogaço contra o Celtics no Game 7, com 23 pontos numa pressão danada. Mas o que mais me marcou foi aquele 30 pontos e 10 rebounds no Game 2 contra Boston. Double-double decisivo numa vitória fora de casa. Monstro.

    No Game 2 contra os Knicks, ele não teve sua melhor noite (17 pontos, 6/13 nos arremessos), mas sinceramente? Depois do que vi contra o Celtics, não duvido de mais nada desse garoto.

    Celtics que o digam — comeback é possível

    Vocês acham que é loucura acreditar numa virada? Porque eu lembro muito bem do que aconteceu na série anterior. Os caras estavam 3-1 pra baixo contra um Celtics que todo mundo dava como favorito. E o que aconteceu? Três vitórias seguidas e classificação histórica.

    Claro, os Knicks jogaram o fino da bola na temporada regular e têm a vantagem de casa nos primeiros dois jogos. Mas basquete é isso aí — você nunca sabe o que pode acontecer quando a série volta pra Filadélfia.

    “Eles fizeram o que tinham que fazer, protegeram a casa deles”, disse Edgecombe. “Então nós não vamos desistir. Vamos continuar jogando com intensidade independente de qualquer coisa.”

    E aí, galera? Acham que os Sixers conseguem repetir o milagre? Porque se tem uma coisa que aprendi nestes anos todos acompanhando NBA é que jogador rookie com essa mentalidade pode fazer qualquer coisa acontecer. E Edgecombe tá provando que tem o coração de um veterano.

    A série volta pra Filadélfia agora, e eu já tô ansioso pra ver se esse time consegue fazer a torcida do Wells Fargo Center explodir mais uma vez.

  • 76ers descobriu a fórmula: spam de três pontos contra Boston

    76ers descobriu a fórmula: spam de três pontos contra Boston

    Cara, eu não acreditei quando vi o jogo 2 dos Sixers contra o Celtics. Depois daquela porrada que tomaram no primeiro jogo, todo mundo já tava cavando a cova da temporada da Filadélfia — e olha, eu tava junto nesse velório.

    Mas aí veio aquela piscadinha do VJ Edgecombe e de repente todo mundo voltou a acreditar que Philadelphia não é só cidade de hockey não, viu?

    A matemática dos três pontos

    O que rolou foi basicamente isso: os Sixers acertaram 19 de 39 tentativas de três (48,7%) enquanto Boston converteu apenas 13 de 50 (26%). Uma inversão total do jogo 1, quando Philly acertou só 4 de 23 (17,4%) e os Celtics cravaram 16 de 44 (36,4%).

    Pra ter uma ideia, durante a temporada regular Boston tinha 36,7% de aproveitamento de três (8º na liga) e os Sixers 35,3% (23º). Então sim, foi variance mesmo — aquela loteria dos arremessos que às vezes sorri pra você.

    Mas aqui que fica interessante: não foi só sorte. Os caras mudaram a estratégia.

    O plano é simples: screen e arremessa

    Olha só o mapa de arremessos do Maxey e do Edgecombe juntos no jogo 2. Chuva de tentativas de três acima da linha! A dupla de armadores tentou quase tantos três dessa região quanto o time todo tentou no jogo 1.

    E não foi só o Maxey quebrando tornozelos (embora tenha tido isso também). Foi coisa básica do basquete: pega um pivô, manda ele fazer screen pro armador lá em cima e deixa voar.

    Boston joga com drop coverage nos screens altos — basicamente deixa os armadores arremessarem do meio da quadra pra não dar arremessos mais eficientes no garrafão ou no corner. O problema é que o ataque dos Sixers normalmente não consegue gerar essas cestas “fáceis” mesmo. Eles ficam no iso ou esperando o cronômetro acabar pra jogar uma oração pro alto.

    Por que não fazer isso o tempo todo?

    Sinceramente? Eu acho que os Sixers deveriam usar essa jogada até enjoar. Bota o Andre Drummond ou o Adem Bona pra fazer screen pro Maxey e pro Edgecombe e manda bala. Spam total.

    É tipo criança de 10 anos no videogame tentando fazer o máximo de pontos possível com o personagem criado. Se esses dois não tentarem pelo menos dez três por jogo daqui pra frente, tem algo errado.

    Olha, como azarão, os Sixers precisam aumentar a variação das partidas. E não tem jeito melhor de fazer isso do que chovendo bolas de três. Talvez force Boston a sair da zona de conforto defensiva, ou talvez a gente pegue carona nessa variance de amostra pequena até a terra prometida.

    E qual é a terra prometida? Segunda rodada dos playoffs da Conferência Leste. Não é pouco não, viu?

    Vocês acham que Nick Nurse vai ter coragem de apostar tudo nessa estratégia? Eu tô torcendo pra que sim.

  • VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    Cara, o que o VJ Edgecombe fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo rookie? E ainda por cima contra os Celtics? Eu tô sem palavras.

    O moleque literalmente salvou os Sixers no Jogo 2. Philadelphia precisava desesperadamente de uma resposta depois de levar uma surra no primeiro jogo da série, e quem aparece? Um garoto de 19 anos que ninguém esperava que fosse fazer essa loucura toda.

    O elogio que vale ouro

    Mas sabe o que me impressionou mais? O Jaylen Brown — sim, o cara que tava do outro lado tentando parar ele — falou assim depois do jogo: “Ele é um jogador de verdade. É rookie, mas sabe jogar”.

    Porra, quando um cara do naipe do Jaylen Brown te reconhece assim, você sabe que fez algo especial. E olha que o Brown não é de ficar distribuindo elogios por aí, né?

    O que mais me chamou atenção foi a frieza do Edgecombe. O cara levou uma pancada feia no início do jogo, todo mundo achou que ia sair machucado, mas ele simplesmente levantou e continuou jogando. Terminou acertando 6 bolas de três em 19 tentativas do time inteiro.

    Fazendo história aos 19 anos

    E os números? Monstro. Ele se tornou o primeiro jogador desde Tim Duncan em 1998 a fazer pelo menos 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo tão jovem. Mais jovem que o próprio Magic Johnson quando fez números parecidos.

    Sinceramente, eu não esperava isso do garoto tão cedo. Claro, todo mundo sabia que ele tinha potencial — não vira primeira escolha do draft à toa — mas fazer isso logo no primeiro ano, em playoff, contra Boston? É coisa de craque mesmo.

    O Tyrese Maxey também merece os parabéns. 29 pontos e 9 assistências, foi ele quem organizou tudo pra que o Edgecombe pudesse brilhar. Quando você tem dois caras assim trabalhando juntos, as coisas ficam perigosas.

    Série empatada e tudo em aberto

    Agora a série tá 1-1 e voltando pra Philadelphia. Os Sixers conseguiram o que precisavam: roubar o fator quadra de Boston e mostrar que essa série vai ser muito mais disputada do que todo mundo imaginou.

    Vocês acham que o Edgecombe consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Celtics vão ter um problemão nas mãos. Ter um rookie jogando assim em playoff é algo que pode mudar completamente uma série.

    Uma coisa é certa: o basquete americano ganhou mais uma estrela. E pelo jeito, essa estrela veio pra ficar.

  • VJ e Maxey fazem 59 pontos e calam Boston no Game 2

    VJ e Maxey fazem 59 pontos e calam Boston no Game 2

    Cara, que jogaço foi esse no TD Garden! Os Sixers empataram a série contra os Celtics em 1-1 com uma vitória absolutamente dominante por 111-97. E sabe quem foram os protagonistas? VJ Edgecombe e Tyrese Maxey combinaram pra fazer 59 pontos e literalmente silenciaram aquela torcida barulhenta de Boston.

    O susto que virou show do VJ

    Olha, por um momento eu achei que ia dar ruim. O VJ levou uma pancada feia no primeiro quarto indo buscar um rebote defensivo — dessas que você vê e já pensa ‘eita, machucou’. Ele até saiu de quadra, mas voltou no final do primeiro período.

    E aí que a mágica aconteceu. O rookie simplesmente pegou fogo no segundo quarto: 16 pontos, sendo 6 de 9 nos arremessos de quadra e um absurdo 4 de 5 nas bolas de três. Sinceramente, foi heroico. Os Sixers estavam tomando um baile (Boston abriu 16-0 no começo), mas o garoto assumiu o protagonismo e virou completamente o jogo.

    No final das contas, VJ terminou com 30 pontos, 10 rebotes, 2 assistências e 2 roubos de bola. Double-double tranquilo, e mais importante: mostrou personalidade quando o time mais precisava.

    Maxey decidiu na reta final

    Se o VJ foi o cara dos primeiros três quartos, o Maxey guardou o melhor pro final. Ele tava meio sumido até então, mas no último período explodiu com 12 pontos — incluindo umas bolas de três na hora certa pra selar a vitória.

    É isso que eu gosto de ver: veterano sendo veterano. Quando os Celtics ameaçaram uma reação, lá vem o Maxey com arremessos cirúrgicos pra acabar com qualquer esperança de comeback. No total, ele fez 29 pontos na noite.

    A dupla somou 59 pontos e mostrou que essa série vai ser muito mais equilibrada do que parecia depois do Game 1. Vocês acham que conseguem manter esse nível jogando em casa?

    Agora é série empatada voltando pra Philadelphia. O Wells Fargo Center vai estar pegando fogo na sexta-feira pro Game 3. Depois desse show no TD Garden, eu tô genuinamente empolgado pra ver como vai ser essa sequência em casa.

    Uma coisa é certa: se o VJ continuar jogando assim e o Maxey mantiver essa frieza nos momentos decisivos, os Sixers têm tudo pra incomodar muito Boston nessa série.

  • VJ Edgecombe explode e Sixers roubam jogo 2 em Boston!

    VJ Edgecombe explode e Sixers roubam jogo 2 em Boston!

    Cara, quem disse que os Sixers iam passar vergonha em Boston não viu o que rolou ontem à noite. VJ Edgecombe simplesmente decidiu que ia dominar o playoff da NBA e liderou uma virada histórica no TD Garden, com direito a vitória por 111-97 sobre os Celtics.

    Olha, eu já esperava que o Tyrese Maxey ia jogar bem – 29 pontos e 9 assistências -, mas o que não esperava era ver um rookie chamado VJ Edgecombe meter 30 pontos e pegar 10 rebotes como se fosse veterano de playoff. Monstro total.

    Edgecombe rouba a cena no Garden

    Sinceramente? Quando vi o garoto caindo pesado no primeiro quarto e mancando pro vestiário, pensei “acabou”. Mas o moleque voltou no segundo tempo e meteu QUATRO bolas de três só no primeiro tempo. Quatro! Em Boston! No playoff!

    E o mais absurdo: segundo os caras da estatística, foram os mais pontos de um rookie em um quarto de playoff desde o Tyler Herro lá na bolha de 2020. Imagina a pressão que é jogar no Garden dos Celtics e ainda assim conseguir brilhar desse jeito?

    Paul George também fez a sua parte com 19 pontos em 7/13 arremessos – finalmente o PG que a gente conhece apareceu. Porque, convenhamos, no jogo 1 ele passou em branco.

    Celtics sentem o peso da casa

    Do lado dos Celtics, o Jaylen Brown tentou carregar o time nas costas com 36 pontos (foi o cestinha da partida), mas não adiantou. Aliás, o cara ainda tomou uma técnica por enforcar a cesta numa enterrada violenta no Adem Bona – típico playoff da NBA.

    O que me chamou atenção foi como os Sixers conseguiram controlar os rebotes ofensivos no segundo tempo. No começo do jogo, Boston tava pegando rebote ofensivo à vontade, mas depois do intervalo a coisa mudou completamente.

    E vocês viram aquele lance do Quentin Grimes bloqueando o arremesso do Payton Pritchard por trás? Que defesa absurda! Esses detalhes fazem toda diferença no playoff.

    Agora a série tá 1-1 e voltando pra Filadélfia. Claro que ainda falta o Joel Embiid (que continua se recuperando da cirurgia de apendicite), mas se o Edgecombe continuar jogando assim… cara, os Celtics vão ter trabalho.

    E aí, galera do Sexto Homem – vocês acham que esse foi só um jogo isolado do VJ ou ele realmente chegou pra ficar no playoff? Eu tô começando a acreditar que os Sixers podem incomodar muito mais do que todo mundo imaginava.

  • VJ Edgecombe quebra tudo e vira o mais jovem da história dos playoffs

    VJ Edgecombe quebra tudo e vira o mais jovem da história dos playoffs

    Cara, que noite foi essa do VJ Edgecombe! O garoto simplesmente destruiu os Celtics em Boston e colocou os 76ers de volta na série. 30 pontos, 10 rebotes e uma marca histórica que deixou até o Magic Johnson no retrovisor.

    Vocês viram esse jogo? Philadelphia venceu por 111-97 no TD Garden e empatou a série em 1-1 depois de ter tomado uma surra no primeiro jogo. E o responsável por essa virada? Um rookie de 20 anos que decidiu que não ia deixar os Celtics varrerem sua equipe.

    O show do garoto prodígio

    Edgecombe fez história ontem à noite. Com apenas 20 anos e 265 dias, ele se tornou o mais jovem jogador da história dos playoffs a fazer 30 pontos e 10 rebotes em um jogo. Isso mesmo — mais jovem que o próprio Magic Johnson. É muita categoria para um moleque no segundo jogo de playoff da vida.

    O mais impressionante? No primeiro jogo ele havia errado todos os cinco arremessos de três que tentou. Ontem? Acertou 6 de 10 da linha dos três pontos e comandou uma chuva de bolas triplas dos 76ers (19 de 39, 49% de aproveitamento). Junto com Tyrese Maxey, que fez 29 pontos, eles simplesmente cozinharam a defesa de Boston.

    Celtics gelaram na hora errada

    Do outro lado, os Celtics tiveram uma noite para esquecer do perímetro. Conseguiram acertar apenas 13 de 50 tentativas de três — um aproveitamento pífio de 26%. Jaylen Brown foi praticamente o único que apareceu pro jogo, com 36 pontos, mas não teve ajuda. Tatum ficou meio perdido, fazendo só 19 pontos.

    Brown até tentou dar o tom no primeiro quarto com uma enterrada monstruosa no Adam Bona que fez o TD Garden explodir (e ainda tomou um técnico pela comemoração), mas não adiantou. Philadelphia respondeu à altura e nunca mais saiu da frente.

    Sinceramente? Eu não esperava essa reação tão forte dos 76ers. Depois de tomar 123-91 no primeiro jogo, parecia que a série ia ser um passeio para Boston. Mas o basquete é isso aí — às vezes um rookie resolve aparecer e mudar tudo.

    Agora a série volta para Philadelphia empatada em 1-1, com os 76ers tendo roubado a vantagem de mando de quadra. O próximo jogo é sexta-feira, e eu tô curioso pra ver se Edgecombe consegue manter esse nível absurdo. E vocês, acham que esse garoto vai conseguir sustentar essa pressão toda?

  • VJ Edgecombe está virando problema sério pros Celtics

    VJ Edgecombe está virando problema sério pros Celtics

    Cara, depois de levar aquele sacode de 32 pontos no Jogo 1, eu sinceramente achava que os 76ers iam ficar com trauma. Mas olha só — o Philadelphia foi lá no TD Garden e devolveu na mesma moeda: 111-97 nos Celtics. E sabe quem foi o grande nome da noite? VJ Edgecombe, o rookie que tá fazendo todo mundo perceber que essa classe de calouros é absurda.

    O garoto VJ tá diferenciado

    Trinta pontos. TRINTA PONTOS em apenas seu segundo jogo de playoffs na vida. Aos 20 anos, contra a defesa dos Celtics, no TD Garden. Monstro é pouco pra descrever o que esse moleque fez ontem à noite.

    O mais legal foi ver a química dele com Tyrese Maxey (que também jogou muito, fazendo 29 pontos e 9 assistências). Treze dos pontos do Edgecombe saíram de assistências do Maxey — é essa parceria que pode dar muito trabalho pra qualquer time no Leste.

    E olha que ele pode terminar só em terceiro no prêmio de Rookie do Ano, atrás do Cooper Flagg (Dallas) e do Kon Knueppel (Charlotte). Se um cara que pode ser terceiro colocado tá jogando assim nos playoffs, imagina os outros dois?

    Chuva de três pontos salvou Philadelphia

    No Jogo 1, os Sixers acertaram vergonhosos 4 de 23 arremessos de três (17,4%). Era óbvio que precisavam melhorar isso se quisessem ter alguma chance. E melhoraram: 19 de 39 (48,7%)!

    Só no primeiro tempo eles tentaram quase o mesmo tanto de bolas de três que no jogo inteiro anterior. Maxey e Edgecombe sozinhos acertaram 11 de 22 tentativas. Até o Andre Drummond entrou na festa — e vocês sabem como é raro pivô acertar de longe, né?

    O Nick Nurse tinha reclamado que o time passou alguns arremessos livres no Jogo 1 por hesitação. Ontem não teve nada disso — foi chuva de três do começo ao fim.

    Mais impressionante ainda? Os Celtics jogaram bem. Jaylen Brown fez 36 pontos e Tatum quase um triple-double (19 pontos, 14 rebotes, 9 assistências). Mas mesmo assim levaram essa surra. Isso mostra que quando Philadelphia acerta os arremessos, eles incomodam qualquer um — até os atuais campeões.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse nível de aproveitamento nos próximos jogos? Porque se conseguirem, essa série vai ser muito mais equilibrada do que todo mundo imaginava.

  • VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    Olha só que notícia boa chegou pra gente! VJ Edgecombe, o jovem dos Sixers, foi nomeado finalista para o prêmio de Rookie of the Year da temporada 2025-26. E sinceramente? Mereceu demais.

    O garoto de 20 anos dividirá a disputa com Cooper Flagg (Dallas Mavericks) e Kon Knueppel (Charlotte Hornets). Três nomes que movimentaram a liga nesta temporada, mas vamos combinar — só um deles levou seu time pros playoffs, né?

    Os números não mentem

    Edgecombe foi simplesmente um monstro durante toda a temporada regular. Liderou TODOS os rookies em minutos jogados — o que já diz muito sobre a confiança que o Philadelphia depositou nele desde o começo.

    Em 75 jogos, o cara cravou médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubadas de bola. Entre os calouros que jogaram pelo menos 20 partidas, ficou em terceiro lugar tanto em pontos quanto em assistências por jogo. E pasmem: foi o primeiro em roubos de bola por partida.

    Pra mim, essa versatilidade defensiva faz toda a diferença. Não é só meter a bola na cesta — o maluco contribui em ambos os lados da quadra.

    A concorrência é pesada

    Flagg nos Mavs teve números um pouco melhores no ataque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas convenhamos, Dallas teve uma temporada horrível com 26 vitórias e 56 derrotas. Fica mais fácil inflar os números quando seu time não disputa nada, não acham?

    Já Knueppel em Charlotte mostrou que o arremesso de 3 continua sendo sua marca registrada — 42.5% do perímetro é coisa de outro mundo. Cravou 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Pena que os Hornets não passaram do play-in do Leste.

    E aí está a grande diferença: dos três finalistas, só Edgecombe conseguiu levar sua equipe para os playoffs de verdade. Tá, o Sixers tomou uma surra no primeiro jogo contra Boston (ai, que dor), mas chegaram lá.

    Tradição em ROY

    Se Edgecombe levar essa, será o quarto Rookie of the Year da história dos Sixers. A franquia já teve Allen Iverson (1997), Michael Carter-Williams (2014) e Ben Simmons (2018) levando o prêmio.

    Cara, imaginem se ele realmente ganhar? Seria o coroamento perfeito para uma temporada de estreia sensacional. O resultado sai em breve, e eu tô aqui na torcida — vocês acham que ele tem chances reais de levar?

  • VJ Edgecombe manda indireta pra quem ficou em casa nos playoffs

    VJ Edgecombe manda indireta pra quem ficou em casa nos playoffs

    Cara, o VJ Edgecombe não perdeu tempo pra alfinetar geral depois que o Philadelphia 76ers carimbou vaga nos playoffs. O garoto de 20 anos foi simplesmente monstro na vitória sobre o Orlando Magic no Play-In Tournament — 19 pontos em 42 minutos — e depois ainda mandou uma dessas que todo mundo sentiu.

    “Vou ser honesto: é ótimo estar nos playoffs. Alguns times estão em casa, mas é ótimo estar nos playoffs”, disse o rookie. Olha, eu ri aqui. Sutil como um piano caindo do 10º andar.

    Jogou no limite (e além dele)

    E o moleque não tava só falando da boca pra fora não. Edgecombe jogou que nem um doido contra o Magic, tão físico que até levou um técnico. Mas sabe o que mais me impressionou? A maturidade dele pra falar sobre isso depois.

    “Cara, eu estava meio pirado hoje à noite mesmo”, admitiu o terceira escolha geral do Draft. “Mas consegui me acalmar um pouco. Acho que isso acontece quando você coloca um garoto num jogo de altíssima intensidade, mas eu estava me divertindo lá. Se eu tenho que jogar no limite pra gente ganhar, vou jogar no limite.”

    Sinceramente? Adoro essa mentalidade. O garoto entende que basquete de playoff é outra coisa completamente.

    E agora vem os Celtics

    Com Tyrese Maxey roubando as manchetes (como sempre), Edgecombe meio que voou sob o radar. Mas 42 minutos em quadra, defendendo e atacando sem parar? Nick Nurse confiou no rookie quando mais precisava, e o moleque entregou.

    Agora vem a série contra o Boston Celtics, e vocês acham que ele aguenta essa pressão toda? Porque uma coisa é jogar contra o Magic no Play-In, outra completamente diferente é encarar o time campeão na primeira rodada dos playoffs.

    Mas se ele mantiver essa energia — e essa língua afiada — quem sabe os torcedores dos Sixers não estão certos mesmo quando gritam “we want Boston”. Às vezes um rookie meio doido é exatamente o que você precisa pra bagunçar os planos do favorito.