Tag: WNBA

  • Azzi Fudd despenca no mock draft da WNBA – será que a pressão pesou?

    Azzi Fudd despenca no mock draft da WNBA – será que a pressão pesou?

    Olha, eu não esperava ver isso acontecer. Azzi Fudd, que era praticamente carta marcada nas primeiras posições, despencou duas posições e agora aparece em quarto lugar no mock draft final da WNBA de 2026, segundo o The Athletic. E cara, isso dói um pouco de ver.

    A queda da armadora do UConn vem depois de um March Madness bem complicado, especialmente contra South Carolina, onde ela simplesmente não conseguiu produzir quando o arremesso não estava entrando. Vocês viram aquele jogo? Foi doloroso. Quando uma jogadora que vive do perímetro não consegue acertar as bolas de três, fica difícil mesmo.

    Awa Fam segue firme no topo

    Enquanto isso, a espanhola Awa Fam continua inabalável na primeira posição. Dallas vai com ela, e faz todo sentido. Olha, eu acompanho basquete há anos e raramente vejo um potencial tão absurdo em uma pivô jovem. Aos 19 anos (três anos mais nova que Lauren Betts da UCLA), ela tem aquele combo perfeito: atletismo, toque de arremesso e visão de jogo que faz você pensar “meu Deus, o que essa menina vai virar”.

    A galera do Dallas com certeza tá pensando no futuro ao lado da Paige Bueckers. Imaginem essa dupla daqui uns anos – vai ser monstro.

    UCLA domina o draft

    Falando em monstro, Lauren Betts foi simplesmente absurda no Final Four. 21 pontos, 9.3 rebotes e 2.8 tocos por jogo, convertendo 68.8% dos arremessos em seis jogos de torneio. Esses números são de outro planeta, mas ainda assim fica em segundo para Minnesota.

    E olha só a UCLA aparecendo forte nesse mock: além da Betts, tem Gabriela Jaquez subindo três posições para o sétimo lugar (Portland), Kiki Rice em quinto (Chicago) e Gianna Kneepkens em 13º. O trabalho que esse time fez foi sensacional.

    Sobre a Jaquez, cara… 21 pontos, 10 rebotes e 5 assistências na final nacional. Performance de gente grande quando mais importava.

    O que esperar da Azzi

    Voltando à Fudd, Washington ainda aposta nela em quarto. E sinceramente? Acho que pode ser uma pechincha. A menina converteu 45% das bolas de três nesta temporada – isso não é brincadeira, não. Ok, ela patinou no torneio, mas quem nunca teve um momento ruim sob pressão?

    Olivia Miles segue em terceiro para Seattle, e pelo que o técnico Mark Campbell falou, é merecido: “Existem umas seis pessoas no mundo que têm a visão dela, que conseguem processar tão rápido, que fazem um passe quicado com uma mão para o canto oposto, saindo do drible, no laser… e ainda fazem com a mão esquerda”.

    Cara, descrição assim me dá arrepio. É esse tipo de talento diferenciado que muda jogo.

    E aí, vocês acham que a Azzi vai conseguir se reerguer na WNBA, ou essa pressão do college vai pesar no profissional também? Eu tenho fé que ela volta por cima – talento assim não some do nada.

  • Jackie Young faz história: primeiro contrato de US$ 1 milhão da WNBA

    Jackie Young faz história: primeiro contrato de US$ 1 milhão da WNBA

    Gente, acabou de rolar algo histórico na WNBA. Jackie Young, das Las Vegas Aces, acabou de assinar o primeiro contrato de US$ 1 milhão da história da liga feminina de basquete americano. Isso mesmo — 1,19 milhão de dólares por uma temporada.

    Olha, eu sabia que esse momento ia chegar uma hora ou outra, mas ver acontecer é surreal. A WNBA tá crescendo absurdamente nos últimos anos e finalmente as jogadoras tão começando a receber o que merecem.

    Por que ela vale cada centavo

    A Jackie não é brincadeira não. Quatro vezes All-Star, foi eleita a jogadora que mais evoluiu em 2022, e já levou duas medalhas de ouro olímpicas — uma no 3×3 em Tóquio e outra no 5×5 em Paris. Ah, e ainda ganhou o título universitário em Notre Dame em 2018.

    Na temporada passada ela fez uma média de 16,5 pontos, 5,1 assistências e 4,5 rebotes por jogo. Números sólidos pra uma armadora de 1,83m que joga dos dois lados da quadra.

    E o mais interessante? Ela nem conversou com outros times. Zero reuniões. Quis ficar mesmo nas Aces, onde começou a carreira em 2019 como primeira escolha do draft.

    O trio que vale ouro continua junto

    Com a renovação da Jackie, o trio monstruoso das Aces tá preservado. Ela, A’ja Wilson (quatro vezes MVP) e Chelsea Gray (seis vezes All-Star) seguem juntas. Esse núcleo já conquistou três títulos em quatro anos, incluindo o de 2025.

    Sinceramente, acho que essa continuidade é fundamental. Química entre jogadoras desse nível não se constrói do dia pra noite, e as Aces sabem disso.

    Vocês acham que outros times vão conseguir quebrar essa hegemonia? Porque com esse trio renovado, vai ser osso duro de roer mesmo.

    O mais legal de tudo isso é que o contrato da Jackie marca uma nova era pra WNBA. Depois do novo acordo coletivo, a liga finalmente tá conseguindo pagar melhor suas estrelas. Era sobre tempo, né?

    Agora é ver se outras jogadoras vão conseguir romper essa barreira do milhão também. Aposto que a própria A’ja Wilson deve ser a próxima.

  • Sky troca Angel Reese por picks do Draft – que loucura é essa?

    Sky troca Angel Reese por picks do Draft – que loucura é essa?

    Gente, eu ainda tô processando essa informação. O Chicago Sky acabou de trocar a Angel Reese — sim, a ANGEL REESE — pro Atlanta Dream por duas picks de primeira rodada (2027 e 2028). Sinceramente? Não sei se entendi essa jogada.

    A Reese é simplesmente um monstro no garrafão. A mina liderou a WNBA em rebotes por jogo na última temporada (12.6) pelo SEGUNDO ano consecutivo. E não para por aí — ela também teve mais double-doubles que qualquer outra jogadora da liga (23) e ainda foi a cestinha do Sky com 14.7 pontos por jogo.

    Sky aposta no futuro… mas e o presente?

    Olha, eu entendo a lógica de acumular picks pro futuro, mas trocar uma All-Star de apenas 22 anos? Reese tá no auge da carreira e já provou que é peça fundamental. O Dream levou uma pechincha absurda.

    E vocês viram que o Atlanta ainda ganhou direitos de troca de pick de segunda rodada em 2028? Ou seja, além de levar a Reese, eles ainda têm flexibilidade extra no Draft. Negociação 10/10 pro Dream.

    Reese vai voar em Atlanta

    Agora imagina a Angel no Dream. O time já tem uma base sólida e ela pode ser a peça que faltava pra brigar de verdade pelos playoffs. A combinação dela com o elenco de Atlanta promete dar muito o que falar.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Sky fez certo apostando tanto assim no futuro? Ou será que vão se arrepender de ter dispensado uma das maiores estrelas da liga? Na minha opinião, essa troca vai dar o que falar por muito tempo.

  • A’ja Wilson fica em Vegas com salário 700% maior – Que bomba!

    A’ja Wilson fica em Vegas com salário 700% maior – Que bomba!

    Gente, que notícia! A’ja Wilson acabou de confirmar que vai ficar no Las Vegas Aces para a temporada de 2026 da WNBA. E olha só o detalhe: ela vai ganhar $1,4 milhão na nova temporada — isso é um aumento de mais de 600% comparado aos $200 mil que ela recebia antes. Absurdo, né?

    A confirmação veio direto do training camp da seleção americana, onde a própria A’ja disse: “Eu amo Vegas, não vou sair de Vegas. Não estou olhando pra lugar nenhum, estou focada em ganhar outro título, em defender o campeonato que temos em Las Vegas.”

    Por que isso é tão importante?

    Olha, sinceramente eu não esperava que ela fosse sair mesmo — mas sempre rola aquela tensão quando uma estrela dessas vira agente livre, né? A’ja é simplesmente a melhor jogadora da liga atualmente. Em oito temporadas vestindo a camisa do Aces, ela já ganhou três títulos, quatro prêmios de MVP, três de Melhor Defensora e dois de MVP das Finais. É muita coisa!

    Na última temporada ela foi a cestinha da liga com 23,4 pontos por jogo, pegando ainda 10,2 rebotes. Números de monstro mesmo.

    O desafio agora é reconstruir o time

    Mas não vai ser moleza pro Aces manter o nível. O time praticamente precisa ser montado do zero — eles têm apenas uma jogadora com contrato garantido! Vão ter que correr atrás de renovar com Chelsea Gray, Jackie Young e outras peças importantes daquela campanha do título.

    E tem mais: na sexta-feira rola o draft de expansão da WNBA, onde eles podem perder até duas jogadoras. Complicado, hein?

    A’ja também está concentrada com a seleção americana nesta semana, tentando o quinto ouro consecutivo na Copa do Mundo. Ela já foi ouro nas duas últimas — inclusive em 2022 foi algo épico, porque ela se juntou ao time no meio do torneio depois de ganhar o título pelos Aces.

    Vocês acham que mesmo com essa reconstrução toda o Vegas consegue repetir o título? Com a A’ja ali no garrafão, eu não duvido de nada!

  • Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Ujiri vira dono do Toronto Tempo: volta à WNBA tem sede de título

    Olha só que notícia interessante: Masai Ujiri, aquele cara que montou o time dos Raptors que ganhou o título em 2019, agora virou sócio do Toronto Tempo, a nova franquia da WNBA que estreia nesta temporada. E cara, as motivações dele são bem profundas.

    Ujiri saiu dos Raptors no ano passado e desde então tem focado em projetos na África com sua organização Giants of Africa. Mas quando surgiu a oportunidade de entrar como dono no Tempo, ele não pensou duas vezes.

    A sede de ganhar outro título

    “Eu quero ganhar outro campeonato da NBA porque não consegui celebrar e ficar feliz por causa daquele incidente policial que aconteceu comigo”, disse Ujiri pra ESPN. Ele tá se referindo àquela confusão toda que rolou quando os Raptors ganharam o título em 2019.

    Lembram da história? Quando Toronto venceu Golden State, Ujiri quis entrar na quadra pra comemorar mas um policial barrou ele, alegando que não tinha as credenciais certas. Rolou empurra-empurra, processo na justiça… Uma bagunça que estragou a comemoração do cara.

    “Tem uma fome em mim por causa do que aconteceu”, explicou. “Quero ganhar de novo pra poder aproveitar de verdade.” Sinceramente, dá pra entender a frustração dele.

    Aposta forte no basquete feminino

    Agora Ujiri vai trabalhar novamente com Larry Tanenbaum, com quem conquistou aquele título histórico dos Raptors. A dupla acredita muito no crescimento do esporte feminino.

    “Acho que o esporte feminino está crescendo de forma incrível. Você vê isso na WNBA, no futebol, no hockey”, disse Ujiri. E olha, ele não tá errado não. A WNBA vem ganhando cada vez mais atenção, especialmente depois da chegada de jogadoras como Caitlin Clark.

    O mais legal é que Ujiri não vai só investir dinheiro. Ele tá lançando o “Tempo Rising”, um programa de mentoria global para treinadoras que se identificam como mulheres e pessoas não-binárias. Cara que entende de desenvolvimento, né?

    De dirigente a motorista de Uber dos filhos

    Uma coisa engraçada que ele contou: depois de 12 anos tendo motorista porque vivia no telefone trabalhando, agora virou o “motorista de Uber” dos próprios filhos. Ficou levando eles pros treinos enquanto tocava os projetos na África.

    “Foi extremamente corrido”, disse sobre esse ano longe da NBA. “Consegui focar na minha família… mas também estive trabalhando em instalações e infraestrutura no continente.”

    E aí, vocês acham que Ujiri vai conseguir esse segundo título que tanto quer? Com Toronto Tempo na WNBA e quem sabe uma volta à NBA no futuro? O cara definitivamente tem fome de vitória.

  • WNBA fecha acordo histórico e agora é correria até maio

    WNBA fecha acordo histórico e agora é correria até maio

    Galera, finalmente saiu! A WNBA conseguiu fechar um acordo coletivo de trabalho por sete anos que vai mudar tudo na liga feminina. E olha, não foi qualquer acordinho não — foi unanimidade tanto dos donos quanto das jogadoras. Isso é raro no mundo dos esportes.

    O negócio é que agora virou uma correria total para conseguir começar a temporada no dia 8 de maio. Sério, vai ser uma maratona.

    Cronograma apertado demais

    Cara, quando você vê o cronograma que eles têm pela frente, dá até um desespero. Primeiro vem o draft de expansão para Toronto e Portland — as duas novas franquias da liga. Eles ainda estão definindo as regras de quem cada time pode proteger. Isso deve rolar lá pelo Final Four universitário.

    Logo depois vem a agência livre, que vai ser uma loucura. Imaginem: mais de 80% da liga são agentes livres agora! Praticamente só tem duas veteranas com contrato garantido para esta temporada. É como se fosse um reset quase completo.

    O draft universitário tá marcado para 13 de abril em Nova York, e os training camps começam dia 19 de abril. Ou seja, as equipes vão ter menos de três semanas para montar os times e se preparar.

    Era nova na WNBA

    A comissária Cathy Engelbert não tava exagerando quando falou em “nova era” da WNBA. Este acordo vai até 2032 e representa a 30ª temporada da liga. Sinceramente, acho que a WNBA nunca esteve tão bem posicionada quanto agora.

    A liga vem crescendo absurdamente nos últimos anos — audiência subindo, novas franquias chegando, e agora esse acordo que deve melhorar muito as condições das jogadoras. É bem diferente daqueles primeiros anos quando a liga mal conseguia se manter de pé.

    Vocês acham que essas duas novas franquias vão conseguir montar times competitivos com tão pouco tempo? Porque olhando esse cronograma, vai ser bem desafiador para todo mundo, mas especialmente para Toronto e Portland que estão começando do zero.

    Uma coisa é certa: maio vai chegar voando e a temporada promete ser uma das mais interessantes da história da WNBA. Agora é torcer para que tudo dê certo nessa corrida contra o tempo.

  • WNBA fecha acordo histórico após 8 dias de maratona negocial

    WNBA fecha acordo histórico após 8 dias de maratona negocial

    Cara, vocês não fazem ideia do que rolou nos bastidores da WNBA nas últimas semanas. Mais de 100 horas de negociação em 8 dias — isso mesmo, 8 dias direto — para fechar um acordo coletivo que pode mudar completamente o rumo da liga feminina mais forte do mundo.

    Na minha visão, isso mostra como a WNBA finalmente está sendo levada a sério. Não é à toa que as negociações foram tão intensas.

    A maratona que ninguém esperava

    As reuniões aconteceram em três lugares diferentes em Nova York: The Langham Hotel, sede da NBA e sede do sindicato das jogadoras. O esquema era assim: cada lado ficava na sua área para discutir internamente, e depois se encontravam numa sala central para as conversas principais.

    O mais interessante? Eles chamavam as conversas menores de “sandbox meetings” — reuniões na caixinha de areia, tipo criança brincando mesmo. Brianna Turner, que faz parte do comitê executivo do sindicato, disse que essas reuniões tinham um tom bem positivo.

    Imaginem a cena: no último dia, quando mudaram pro Langham Hotel, a galera da WNBA teve que empurrar um carrinho com impressoras, monitores e equipamentos pela Quinta Avenida durante a parada do St. Patrick’s Day. 14 quarteirões no meio da festa irlandesa carregando material de trabalho — só podia ser coisa de americano mesmo!

    Os detalhes que fazem a diferença

    Alysha Clark, veterana que foi draftada em 2010, manteve um diário dos 8 dias de negociação. E olha que dado absurdo ela trouxe: quando estava discutindo salários de rookies, ela puxou o próprio contrato no computador. A mina ganhou cerca de 36 mil dólares no primeiro ano — segunda rodada do draft, né.

    Agora, com esse novo acordo, as rookies podem ganhar até 10 vezes mais. Dez vezes! É uma revolução completa no basquete feminino.

    Clark também ficou responsável por organizar a comida durante as longas madrugadas de negociação. “Não eram discussões acaloradas, mas eram estressantes”, ela contou rindo. O cardápio variou entre brasileiro, italiano e mexicano — pelo menos comeram bem enquanto mudavam a história da liga!

    Por que isso é tão importante?

    Sinceramente, acho que esse acordo marca uma nova era para o basquete feminino mundial. A WNBA sempre foi referência, mas agora está dando um passo gigante em direção à profissionalização total.

    Os principais pontos discutidos foram divisão de receitas e moradia para as jogadoras — duas questões que sempre foram problemas sérios na liga. Resolver isso significa que as atletas finalmente vão poder se dedicar 100% ao basquete sem se preocupar com questões básicas de sobrevivência.

    E aí, vocês acham que esse acordo pode inspirar outras ligas femininas pelo mundo? Na minha opinião, isso é só o começo de uma mudança que vai impactar o esporte feminino globalmente. A WNBA sempre foi pioneira, e agora está provando mais uma vez por que é a liga que todas as outras olham como referência.

    O mais legal é ver que não foi só uma negociação fria e calculista — teve comida boa, caminhada na parada irlandesa e muito diálogo construtivo. Assim que se faz história no esporte!